Década de 2000

65ª ASSEMBLÉIA – 2000 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 17 A 21 DE ABRIL DE 2000

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO.

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – COMEMORACÃO DO NATAL

Não comemoramos o Natal. Não deve ser guardado porque ninguém sabe o dia do nascimento de Jesus Cristo, pois Ele não permitiu que ficasse escrito para que ninguém guarde o dia de seu nascimento.

* 2 – IRMÃOS QUE VIAJAM PARA O EXTERIOR

As cartas de apresentação não devem ir com o irmão que viaja, mas devem ser solicitadas pelo Ancião ou Cooperador da localidade para onde a pessoa foi. O pedido poderá ser feito para o Brasil por telefone ou carta e será a carta de apresentação remetida pelo correio.

* 3 – VIAGENS A NEGÓCIOS OU A PASSEIO

Irmãos que viajam a negócios ou a passeio, não devem hospedar-se em residências de irmãos e nem nas congregações. Tem havido reclamações de muitos que foram hospedados em residências de irmãos, ficando vários dias, causando transtornos e onerando as famílias. Ao final, foram embora sem ter deixado a mínima cooperação. Outros, além do que acima foi descrito, forçaram a compra de produtos sem que a família tivesse condições para adquirir.

* 4 – INTERNET

Atualmente estão sendo colocados na Internet, por pessoas que se intitulam nossos irmãos, assuntos referentes à Congregação e à irmandade. Tal procedimento não deve ser permitido.

Tudo o que o crente tem de necessidade para a sua vida, principalmente espiritual, está contido na Palavra de Deus, que o Senhor envia, todos os dias, nos santos cultos. A irmandade não deve se envolver com coisas que só trazem confusão na Obra de Deus.

* 5 – NEGÓCIOS DUVIDOSOS

Os nossos irmãos, principalmente os de ministério, devem tomar cuidado para não entrar em negócios duvidosos, que também envolvem a irmandade, pois isto poderá nos comprometer. Tudo me é licito, mas nem tudo convém e o que milita não deve se embaraçar com os negócios desta vida.

* 6 – VISITAS E CULTOS EM PRESIDIOS MASCULINOS

Irmãs não devem fazer visitas e nem participar dos cultos realizados nos presídios masculinos. Mesmo os irmãos que fazem essas visitas devem estar acertados por Deus.

* 7 – EVITAR MANIFESTAÇÕES E GLORIFICAÇÕES EM VOZ ALTA NAS ORAÇÕES E DURANTE TODO O CULTO

Vem dito na Palavra de Deus: E se alguém falar lingua estranha, faça-se isso por dois, ou quando muito três, cada um por sua vez, e haja intérprete. “Mas, se não houver intérprete, esteja calado na igreja, e fale consigo mesmo, e com Deus”. (I Cor., 14:27, 28).

Em obediência a esta regra doutrinal a irmandade não deve manifestar linguas em voz alta e nem glorificar em alta voz no andamento dos cultos, principalmente quando alguém estiver orando, pois, muitas vezes nem se ouvem as palavras da oração devido às manifestações em alta voz. Isso é falta de ordem no culto. E Deus é Deus de ordem. Convém que nos mantenhamos em respeitoso silêncio.

* 8 – EVITAR ATITUDES ESTRANHAS NOS CULTOS

Há irmãos que batem palmas nos cultos, quebrando a ordem e a disciplina diante de Deus. Outros se abraçam manifestando em Iínguas após o culto, alterando a ordem em meio à irmandade. Estas manifestações devem cessar. São cousas estranhas à Obra de Deus.

* 9 – ASSUNTOS QUE NÃO DEVEM SER TESTEMUNHADOS

Aqueles que se convertem não devem testemunhar que foram drogados ou estiveram envolvidos em crimes e que Deus os libertou quando os chamou para esta graça.

* 10 – TESTEMUNHOS

Observa-se com alguma freqüência, irmãos com costume de agradecer à irmandade ou nominar algum irmão do ministério pelas orações, unção, visitas ou outro beneficio. A irmandade deve ser orientada que a liberdade é para expressar agradecimento exclusivamente a Deus, pelas operações dele recebidas.

* 11- CASAIS – COABITAREM COM ENTENDIMENTO – (Ler somente o texto; não comentar)

A Palavra de Deus, dada ao Apóstolo São Paulo, exorta: “Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra. Não na paixão de concupiscência, como os gentios, que não conhecem a Deus. (I Tessalonicenses, 4:4, 5).

Os casais, em sua união, não devem proceder conforme os costumes abomináveis daqueles que não conhecem a Deus.

* 12 – LOGOTIPO DA CONGREGAÇÃO

O logotipo da CCB está sendo usado em alguns de nossos impressos para assegurarmos a continuidade do registro da marca da Congregação Cristã no Brasil.

A irmandade não deve utilizar esse logotipo (CCB) em camisetas, bonés, adesivos para colocar em veiculas, etc.

* 13 – HINÁRIOS DA CONGREGACÃO

A irmandade deve ser aconselhada a adquirir os Hinários, que são para uso exclusivo da Congregação Cristã no Brasil, em suas comuns congregações.

Nossos Hinários não devem ser adquiridos para serem dados a pessoas estranhas à nossa fé.

* 14 – ENSAIOS REGIONAIS – REGÊNCIA

Reconsiderando o tópico da Assembléia Geral de 1998, delibera-se que, nos ensaios regionais poderão reger até três encarregados regionais.

* 15 – CASAIS DE IRMÃOS QUE SE DIVORCIAM

Com a promulgação da lei do divórcio no Brasil, muitos casos dificeis entre a irmandade foram solucionados. A lei civil prescreve os motivos pelos quals o divórcio pode ser concedido, porém, a Palavra de Deus só admite o divórcio e novo casamento no caso de adultério.

“Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”, a não ser em caso de adultério. Mesmo assim, entre a irmandade alguns não obedecem e pedem o divórcio por outros motivos como, por exemplo, incompatibilidade de gênios.

Entre nós, todo e qualquer caso, antes da iniciativa de qualquer dos cônjuges, deverá ser apresentado ao Ministério de Anciães, pois temos que permanecer no fundamento que sempre tivemos, desde o principio desta gloriosa Obra. ­

* 16 – NÃO CHAMAR OS SERVOS DE DEUS POR APELIDO

A irmandade não deve chamar os servos de Deus por eventuais apelidos.

Também os servos de Deus, nas reuniões e nos cultos, devem tratar-se pelo nome, sempre acrescentando o tratamento de irmão: “Irmão Fulano, irmão Beltrano”, mesmo que haja entre alguns o grau de parentesco.

* 17 – ORDEM DO CULTO NO SERVIÇO EM FUNERAL

Nos serviços em funerais, deve-se cantar somente dois hinos, um no inicio e outro no encerramento. Se o horário estiver avançado, suprime-se o último hino. Já há ensinamento antigo a respeito.

ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO.

18 – PREGAÇÃO DA PALAVRA – NÃO LER SOMENTE UM VERSlCULO

Tendo em vista a não observância por parte de diversos servos, volta-se ao

assunto quanto à necessidade obedecer o que ficou determinado nas Assembléias de 1982 e 1999: “Deve-se ler o capitulo todo. Se este for muito longo lê-se apenas uma parte. Mas nunca um só versículo.”

19 – SERVOS QUE EXAGERAM NA PREGAÇÃO

No referente a pregações e atitudes exageradas no púlpito, fica determinado que os servos que se acham nessa situação devem ser aconselhados pelos servos mais antigos. Se persistirem, serão convocados em reunião ministerial, quando os servos Ihes farão ver sua responsabilidade e dever perante Deus e perante a irmandade. Não se deve admitir abusos.

Quem não se submeter e persistir na não-observância destes ensinamentos, poderá perder o ministério.

20 – CUIDADOS NA PRESIDÊNCIA E NA PREGAÇÃO

Já há um ensinamento antigo de que não se deve entregar o púlpito a qualquer um, principalmente se nós não conhecemos a pessoa. Em muitos lugares, se chega um irmão e testemunha, dizendo que é de outra localidade, logo lhe oferecem a liberdade da Palavra. Se chega alguém para ler a Palavra, deve-se perguntar o nome, de onde ele é e se alguém o conhece; caso contrário, ficará sentado.

O servo que está presidindo nunca deve dizer que não tem a Palavra, pois isso desanima a irmandade e abre a porta para os solícitos.

Quanto à presidência do culto, pertence a quem Deus coloca para atender aquela casa de oração. Se um Ancião vai congregar em outra congregação e sente de presidir, então é diferente. Podemos oferecer a presidência para outro servo, mas nunca forçar. As coisas de Deus são movidas pelo Espírito de Deus, não por força e nem por violência.

Também não se deve pregar contra outras denominações e crenças ou religiões e nem contra qualquer veiculo de comunicação. Devemos ensinar a irmandade a fugir daquilo que Deus não se agrada e que vem para atrapalhar a nossa vida espiritual e material. Temos que doutrinar a irmandade com amor, sem espancar e nem oprimir.

21 – PRESIDÊNCIA DOS CULTOS – TESTEMUNHOS

Devemos ter cuidado na presidência dos cultos. A Palavra de Deus diz: “Aquele que preside, presida com cuidado”. Não se deve estender os testemunhos até tarde. A irmandade deve ser orientada sobre os testemunhos.

Deve-se agradecer a Deus quando o Senhor faz o milagre, porém, há certas situações que devem ser consideradas. As vezes os médicos dizem que, pela ciência, a pessoa está desenganada. Há casos em que a pessoa é ungida e dentro do próprio hospital o Senhor faz o milagre. Outras vezes a pessoa é hospitalizada para manifestar aos médicos o poder de Deus. Precisamos ter entendimento em tudo.

22 – EVITAR CULTOS BARULHENTOS

Devemos observar a lei do silêncio. O volume de som produzido pelos cultos pode ser medido e quantificado por decibéis. Ultrapassando o limite legal, a Con

gregação causadora estará sujeita a ser multada e até fechada, em caso de reincidência. Por isso temos que levar em consideração essa realidade e evitar cultos barulhentos ou que se estendam além do horário previsto.

23 – PRELEÇÕES

No atendimento dos cultos, alguns irmãos têm por costume ficar fazendo preleções diversas, tanto no inicio, como antes da oração, antes dos testemunhos, antes da Palavra, no encerramento do culto, e quase sempre desnecessárias, com efeitos prejudiciais no aproveitamento do tempo para a Palavra e dos hinos, promovendo ainda interrupção da comunhão da irmandade.

24 – BUSCAS DE DONS

Os cultos para buscas de dons deverão ser previamente considerados em reunião ministerial.

25 – CELEBRAÇÃO DO BATISMO – PRECAUÇÕES.

Ao fazer a oração dentro do tanque do batismo, o servo deve pedir as bênçãos sobre todos os que vão ser batizados.

Palavras que devem ser ditas no momento do batismo: “Irmão (ou Irmã), Em Nome de Jesus Cristo te batizo, Em Nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém”.

Se, após a oração nas águas, o servo se esquecer de dizer estas palavras para o primeiro que for batizado, deverá dizê-las e submergi-lo novamente.

No ato do batismo, o Ancião deve segurar as mãos juntas da pessoa que vai ser batizada e colocar a outra mão sobre a cabeça da mesma. Na hora de submergir, a mão que está sobre a cabeça da pessoa deve ser colocada na parte posterior do pescoço da mesma, e não nas costas, para facilitar a imersão e a sua retirada das águas.

26 – TANQUES PARA BATISMOS

– Durante a realização do batismo, a água do tanque, sempre que possível, deve ser corrente, filtrada e tratada.

– Para enfermo em situação critica (doenças infecto-contagiosas, sonda no nariz ou em outras partes, vazamentos, dificuldade para locomoção até o tanque, retorno imediato para o hospital, etc.), deve ser realizado um batismo extra na congregação, fora do dia de culto ou em outro local com tanque portátil, a fim de que, após ele, outros não sejam batizados.

– Após o batismo, o tanque deverá ser lavado, desinfetado e a água trocada; também as roupas devem ser lavadas e desinfectadas.

– Tanque localizado no pátio da congregação deverá ter proteção, a fim de evitar que alguma criança caia dentro e tenha alguma conseqüência desastrosa.

– Quando o batismo for realizado em rios, riachos, córregos, lagos, lagoas, represas, etc., deve-se proceder com muito cuidado pois a água deve ser, sempre que possível, limpa, sem contaminação de esgotos ou venenos utilizáveis na agricultura.

– As leis de proteção aos mananciais e de proteção e preservação ao meio

ambiente não permitem: danificação de árvores, arbustos, gramados, represamento ou desvio do rumo das águas, desbarrancamento das margens e também não permitem que se abandone no local e nem que se lance na água resíduos de alimentos, papéis, latas, garrafas, sacos plásticos, etc.

– Se algum servo for surpreendido infringindo estas leis, além de multas, a Congregação estará sujeita a processo, pelo crime cometido contra a natureza.

27 – CARTAS DE APRESENTAÇÃO NÃO SÃO BASE PARA APRESENTAR ALGUÉM PARA O MINISTÉRIO

Irmãos que vêm de fora, de outras localidades, não devem ser apresentados para o Ministério só porque trouxeram carta de apresentação mencionando que “tem bom testemunho”.

Deve-se buscar informações sobre o testemunho de tais irmãos com o Ministério da própria localidade de onde procedem, para evitar futuras conseqüências desagradáveis e inconvenientes, sem solução.

28 – MUDANÇA EM CARGO ADMINISTRATIVO – QUANDO SE DEVE ORAR

Quando o administrador, para o qual já foi orado, tiver que mudar de cargo administrativo, não precisa de nova oração. Somente deve ser considerado, previamente, com o Ministério, em reunião. O mesmo critério se aplica aos membros do Conselho Fiscal que, eventualmente, passem a exercer cargo administrativo, e vice-versa.

29 – ADMINISTRADORES E MEMBROS DO CONSELHO FISCAL

Os irmãos Administradores e membros do Conselho Fiscal deverão ter situação regular perante o fisco, nos negócios, na familia e na irmandade. Havendo alguma dificuldade ou alteração de sua situação regular, apresentar-se espontaneamente ao Ministério, para consideração e encaminhamento, evitando-se saber por terceiros, principalmente assuntos relacionados com a Congregação.

Se algum irmão Administrador tiver pendências junto à Receita Federal, poderá causar problemas para a Congregação. Portanto, antes de se apresentar algum irmão para membro da Administração ou do Conselho Fiscal, deve-se procurar saber, de algum modo, sua situação fiscal e comercial.

Outrossim, deve-se dar especial atenção às Administrações onde não existam distribuição dos trabalhos entre todos os Administradores, concentrando-se em um ou dois irmãos, principalmente na área financeira, onde têm ocorrido fatos lamentáveis, com comportamento inadequado de algum administrador. Onde houver necessidade serão constituidos vices.

30 – EXTINÇÃO DAS REUNIÕES DE ENCARREGADOS REGIONAIS E EXAMINADORAS DE TODO O BRASIL

A partir deste ano não serão mais realizadas as reuniões de encarregados regionais e examinadoras de todo o Brasil, que ocorriam no mês de Junho, na Capital do Estado de São Paulo.

31 – NÃO UTILIZAR O TITULO MINISTERIAL

Não se deve utilizar o titulo de Ancião, Diácono ou Cooperador, para sugerir a colocação de nomes em ruas ou outros logradouros públicos. ­

Quanto a sugerir só os nomes, sem o titulo, não podemos impedir.

ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR DEVEM SER LEVADOS AO CONHECIMENTO DAS ADMINISTRAÇÕES.

32 – DOAÇÕES

As doações devem ser escrituradas em conta própria e com obediência às normas legais vigentes, quanto aos documentos de aquisição e Declaração de Doação.

Lembramos que a Congregação não fornece recibo de doações em dinheiro ou material. Outrossim, como não somos registrados no Conselho de Assistência Social, não é dedutivel do Imposto de Renda qualquer doação feita à Congregação.

TÓPICOS DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÁRIAS

* 1 – EMPRÉSTIMOS

(Somente este tópico, da Obra da Piedade, deve ser lido perante a Irmandade)

Não se pode fazer empréstimos e nem trocar cheques com as importâncias coletadas ou ofertadas para a Obra de Deus. Da mesma forma, também não se deve emprestar materiais de cozinha, vasilhames, ferramentas, camas, colchões, etc. Igualmente, não se deve permitir a utilização dos recintos da congregação para festas de casamento, ou outros eventos.

Os dormitórios e cozinhas das congregações são só para os servos que estiverem em missão e não para aqueles que vêm tratar de assuntos particulares.

2 – COLETAS

São três as coletas oficiais: para Construções, para a Obra da Piedade e para Viagens Missionárias; em muitas regiões a coleta para Manutenção é feita separadamente da Construção.

As coletas recebidas nas Reuniões de Jovens e Menores também devem ser especificadas e respeitadas as finalidades. As coletas realizadas nas Reuniões da Mocidade são destinadas diretamente para a Obra da Piedade.

Por ocasião das Reuniões Anuais de Ensinamentos, é apresentada à irmandade a necessidade de cooperação para a Coleta Especial Pró-Despesas de Assembléia e Diversos, para cooperação nas despesas necessárias na cidade onde serão realizadas as reuniões.

Coleta extra, trimestral, somente se for apresentada e aprovada em Reunião Ministerial.

As coletas são voluntárias e anônimas, não devendo a irmandade ser forçada a cooperar e nem obrigada a assumir compromissos. Não se deve aceitar doações de relógios, jóias ou outros objetos. Quem desejar desfazer-se de algum objeto, deverá vendê-lo e cooperar com dinheiro.

3 – RECEBIMENTO DE COLETAS

É atribuição dos irmãos porteiros, receber os frutos e colocar nos bolsos separados para cada finalidade, a fim de respeitar o sentimento que Deus colocou no coração da irmandade, não desvirtuando para outras finalidades as importâncias recebidas.

Ao término dos cultos, após a irmandade haver-se retirado, os irmãos porteiros, juntamente com os irmãos diáconos, dirigir-se-ão à secretaria para contagem dos frutos e registro no livro competente, agradecendo a Deus em oração. Os frutos não devem ser levados para casa; toda casa de oração deverá ter cofre, podendo ser de embutir na parede.

Aos irmãos diáconos cabe a responsabilidade de acompanhar todo o movimento, orientando os porteiros naquilo que for necessário, e estar atentos aos irmãos recebedores das ofertas, a fim de evitar que algum espertalhão se coloque junto aos mesmos e receba da irmandade, aproveitando-se da simplicidade de nossos irmãos.

Nada impede que o irmão diácono, em caso de necessidade, também receba as coletas.

4 – TRANSFERÊNCIAS DAS COLETAS PARA A OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÁRIAS

De acordo com o que já está estabelecido, após o encerramento das coletas, no máximo até o dia 10 do mês seguinte, a Administração deverá entregar aos irmãos diáconos o total das coletas da Obra da Piedade e Viagens Missionárias, juntando uma cópia da relação das congregações que contribuíram.A Administração não pode reter os frutos. Em algumas localidades, devido a dificuldades, estas importâncias são antecipadamente transferidas, semanalmente ou quinzenalmente.

5 – ATENDIMENTOS DA OBRA DA PIEDADE

Os atendimentos da Obra da Piedade devem ser feitos sempre em dinheiro, nos envelopes individuais modelo C-3M, e não por meio de cheques. Somente para pagamento de compras para estoque, os irmãos diáconos emitirão cheques nominativos aos fornecedores.

6 – DIÁCONOS

Os irmãos Diáconos devem estar livres no final dos cultos, para tratar algum assunto com as irmãs da Obra da Piedade, ou com o Ministério ou quando procurados por algum irmão ou irmã. Fora de suas atribuições, os irmãos Diáconos somente deverão cooperar em outros serviços (auxiliar em Batismos, Santas Ceias, Construções, etc.), quando solicitados pelos irmãos Anciães.

Irmãos Diáconos não devem ficar ausentes dos cultos, das reuniões, da comum congregação, sem ter dado ciência ao Ministério local.

7 – DIÁCONO EM MISSÃO

Sempre que for designado um irmão Diácono para atender uma Reunião de Ensinamentos da Obra da Piedade, ele será o responsável pela apresentação dos ensinamentos, cabendo aos demais respeitar e acatar o que for apresentado. No

decorrer da reunião, Deus poderá servir-se de outro irmão Diácono para apresentar alguma coisa por Deus revelada, não devendo, entretanto, repetir o que já tenha sido apresentado, não ocupar o tempo contando maravilhas e não repisar a Palavra já enviada. Alguns, levantam em seguida e ocupam muito tempo, desrespeitando o Diácono que está com a missão. Terminados os ensinamentos, o irmão Diácono passará a presidência ao irmão Ancião, para a oração de agradecimento, não devendo, após, levantar-se outros Diáconos. Estas reuniões não devem ser prolongadas.

8 – VERIFICAÇÃO DA ESCRITA DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÁRIAS

Foi uma preparação de Deus a formação dos grupos de trabalho para orientação da Escrita da Obra da Piedade e Viagens Missionárlas, todavia, há limites que devem ser respeitados. Algumas localidades têm reclamado que irmãos Anciães e também irmãos do Conselho Fiscal querem examinar a escrita e também ver a documentação. Isto não deve ser feito por estes irmãos mas, sim, pelos irmãos Diáconos que fazem parte dos grupos de trabalho. O atendimento da Obra da Piedade é sigiloso, conforme diz a Palavra de Deus e o Estatuto. Toda documentação deve ser arquivada pelos irmãos Diáconos, em arquivos apropriados, e não devem ser exibidos a ninguém, salvo para autoridades que porventura venham fiscalizar. A Administração tomará conhecimento do movimento da Obra da Piedade e Viagens Missionárias, para inclusão na contabilidade geral, através do relatório contendo os valores globais de entradas e saidas, que será entregue mensalmente até o dia 10 do mês seguinte ao vencido (art. 24 e parágrafos do Estatuto).

9 – 4ª EDICÃO DO MANUAL DE ESCRITURAÇÃO DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÁRIAS

Este manual foi elaborado em conjunto por grupos de irmãos de várias regiões do Brasil. Não devem ser feitos outros diferentes, pois este modelo é padronizado para todo o Brasil. Qualquer alteração eventualmente necessária, partirá daqui, para todas as localidades. Temos exemplares suficientes para fornecer a quem necessitar.

10 – APRESENTAÇÃO DE IRMÃS PARA A OBRA DA PIEDADE

Irmãos Anciães, Cooperadores e Diáconos devem estar em comunhão e totalmente de acordo para a apresentação de irmãs para a Obra da Piedade. Deve-se observar se a irmã tem o dom de Deus, se tem idade apropriada, o tempo de crente para ocupar esse ministério e, se tiver filhos menores, deve-se aguardar o crescimento dos mesmos, evitando-se a apresentação de viúvas novas, desquitadas ou casadas em segundas núpcias (por desquite ou divórcio).

Após a apresentação em reunião ministerial, havendo confirmação, não se deve apresentá-las à irmandade nas congregações e nem elas devem testemunhar esse fato. Todavia, far-se-á uma reunião particular, com a presença do seu esposo, do ministério local e das irmãs da Obra da Piedade daquela localidade.

11 – REUNIÕES DE ENSINAMENTOS PARA PORTEIROS

Nestas reuniões não devem ser distribuidos tópicos para os participantes.

66ª ASSEMBLÉIA – 2001 . RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 9 A 13 DE ABRIL DE 2001

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIOES COM ORAÇÃO.

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – PRESIDÊNCIA DOS CULTOS – REVISÃO DO TÓPICO DE 1997

Quanto à presidência dos cultos, fica restabelecido o que constava do tópico da Assembléia de 1971, a saber:

Estando presidindo um cooperador e levantando-se um ancião ou outro cooperador para pregar, o que preside desce.

Se está presidindo um ancião e Deus revela a Palavra a um cooperador, o ancião permanece no púlpito, sentando-se na cadeira.

Se é a outro ancião que Deus revela a palavra, o ancião que preside desce do púlpito.

* 2 – ORDEM DO CULTO

Delibera-se ler a lista de batismos e diversos logo após o término dos testemunhos. Se o horário estiver avançado, lê-se apenas os batismos próximos e algum comunicado mais urgente, constantes da lista. Após essa leitura e demais anúncios, canta-se um hino. Isso predispõe mais o coração da irmandade para receber a pregação da Santa Palavra.

* 3 – ORAÇÕES NOS CULTOS

As orações devem ser dirigidas a Deus, em Nome do Senhor Jesus. A oração de agradecimento não deverá ser prolongada e nela não se deve ficar repetindo conselhos e ensinamentos que Deus já enviou pela Palavra.

As orações devem ser feitas com humildade e súplicas a Deus, quando necessário, mas não com gritos.

* 4 – ORQUESTRAS – ORGANISTAS

A meia hora que se toca nas igrejas só deve ser executada pelas organistas. A orquestra não deve tocar antes do hino do silêncio.

A meia hora é para que a irmandade esteja em silêncio e não conversando.

No hino após o encerramento do culto, a orquestra deverá tocar apenas uma estrofe e o coro.

* 5 – TESTEMUNHOS: NÃO DEVEMOS NOS REFERIR A PESSOAS QUE NÃO SÃO CRENTES COMO “SEITÁRIOS” E NEM COMO “FUTURO IRMÃO”

Nos testemunhos a irmandade não deve se referir a pessoas que não são crentes como “seitário” e nem como “futuro irmão” (pois não sabemos se Deus irá chamá-lo para esta graça). Deve-se falar “pessoa de outra crença religiosa”.

* 6 – EXPRESSÕES QUE SE TORNARAM HÁBITO NOS TESTEMUNHOS E PASSARAM A SER IMITADAS

Constantemente se ouve em quase todos os testemunhos a irmandade dizer: “Estou aqui para dizer que Deus é bom na minha vida”. Tornou-se um costume, uma imitação.

Deliberou-se alertar a irmandade para que deixe essa expressão provocada pelo hábito. Devemos dar lugar a que o Espírito Santo se manifeste em nossa boca, sem que falemos por imitação.

Outra expressão que nunca mais deve ser usada é dizer, a respeito dos irmãos do ministério, revestidos dos dons de Deus, que eles são “turbinados”. Isso é profanar as coisas santas de Deus.

* 7 – MÚSICOS – CARTA DE APRESENTAÇÃO

Quando mudar de localidade, se for um irmão músico deverá constar na carta de apresentação se é músico oficializado ou não, e qual o instrumento que toca na Congregação.

* 8 – ENSAIOS DE CORDAS – CESSAÇÃO

Pelo passado se faziam ensaios de cordas por causa das arcadas dos violinos. Agora, porém, os hinários de música já estão com os sinais gráficos necessários e não há mais erros nas arcadas. Dessa forma, não se justifica mais que continue havendo esse tipo de ensaio diferenciado nas congregações.

* 9 – INGRESSO NAS NOSSAS ORQUESTRAS

O Ministério da Congregação, tomando conhecimento de que diversos irmãos músicos, principalmente jovens, que tocavam em nossas orquestras e ingressaram em outras corporações musicais enfraqueceram na fé e se corromperam, não se contentando em somente servir a Deus em nossas orquestras, para cujo ingresso é suficiente relativa preparação musical, delibera que os irmãos e irmãs que quiserem ser profissionais em outras orquestras deverão escolher entre tocar em nossas orquestras ou tocar nas outras.

Aos que já estão nessa profissão e são nossos músicos não impedimos que continuem, porém, aconselhamos a que orem a Deus para que lhes prepare um outro meio de vida.

* 10 – GRAVAÇÕES DE HINOS

Alertamos a irmandade que a Congregação não autoriza, não se envolve com gravações de seus Hinos e nem com sua comercialização, e aconselha que não se faça.

* 11 – FUNERAIS – ORAÇÃO EM VELÓRIOS PÚBLICOS E HOSPITAIS

O serviço divino a ser feito em funerais deve ser julgado pelo servo que preside, com a guia de Deus, de acordo com as circunstâncias e o momento.

* 12 – SERVIÇO DIVINO NO FUNERAL – HORÁRIO

Ao comunicar à congregação a ocorrência de um funeral, a família deverá informar o horário exato da saída do enterro. O irmão do ministério que for atender, e a irmandade, procurarão sempre chegar com a necessária antecedência, para que não haja qualquer transtorno de última hora.

Falecendo alguém que não era nosso irmão, se a família pedir, poderemos fazer uma oração para conforto dos familiares. Se porventura tiverem chamado o representante de alguma crença religiosa, não oraremos para evitar entrarmos em divergência.

Não convém que a irmandade ofereça a oração quando o falecido e os familiares não sejam nossos irmãos.

* 13 – UNÇÃO: NÃO PERDOA PECADO DE MORTE – NÃO SUBSTITUI O BATISMO – (REPETIÇÃO DO TÓPICO DE 1983)

Quem perdoa pecados é Cristo e não a unção. Há pecados que a pessoa comete não estando ainda iluminada, não estando esclarecida. Vem dito em São Tiago 5:15, que “A oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados”. Mas todo o pecado feito voluntariamente gera a morte. A estes Deus os julgará.

– A unção não substitui o batismo. Disse o Senhor Jesus: “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.”

– Ungir estranhos à fé – Depende de o servo sentir de fazê-lo. A irmandade deve ser ensinada a não oferecer a unção a pessoas de outra crença religiosa.

– Serviço divino no funeral para estranhos à fé que foram ungidos – É necessário muita guia da parte de Deus. Faz-se o serviço para quem creu e não teve tempo de ser batizado, se o Senhor fizer sentir. Também deve-se ter a prudência de consultar a família a respeito.

– Unção para a irmandade – Faz-se quando o enfermo sente de pedir, ou quando o servo de Deus sentir de fazê-la. Geralmente a unção é por ocasião de grandes males e não para pequenas enfermidades. Quanto à unção, deve ser feita pelo ancião ou pelo cooperador local. Havendo dois servos, um ora e o outro unge. Convém indagar se a pessoa está em paz com todos. O diácono também unge, na ausência do ancião e do cooperador.

– Não ungimos endemoninhados. Para estes, só oramos, se Deus nos fizer sentir

* 14 – CABELOS LONGOS E VÉU NA INTENÇÃO DE CURAR ENFERMOS

Alertamos a irmandade quanto a um desvio atual da sã doutrina que pode se transformar em idolatria, a respeito dos cabelos e véus das irmãs. O desvio é o seguinte: são atribuídos poderes de cura aos cabelos longos e aos véus das irmãs, passando-os sobre os enfermos na intenção de curá-los.

Isto nunca foi mencionado pelos apóstolos nas Sagradas Escrituras e nem aprendemos assim, desde o inicio desta Obra. É uma inovação que deve cessar. Quem cura nossas enfermidades é o Senhor, pela fé, e não os cabelos longos ou o

véu das irmãs. Devemos, entretanto, permanecer nos ensinamentos primitivos, de que é honroso para a mulher ter os cabelos crescidos.

* 15 – SANTAS CEIAS – ENFERMOS IMPOSSIBILITADOS DE PARTICIPAR

Os enfermos que estiverem impossibilitados de participar da Santa Cela deverão permanecer em paz, pois Deus não lhes imputará isso como uma falta e não deixará de estar com eles, por causa disso. Não é porque não participaram que não fazem parte do corpo de Cristo. Também não se deve levar-lhes a Santa Ceia em casa.

* 16 – FALSAS PROFECIAS – REVELAÇÕES – ORAÇÕES

Pareceu bem ao Ministério novamente pôr a irmandade a par da grave situação ocasionada pela correria atrás de profecias, revelações, orações exageradas e provocada pelo espírito de imitação dos verdadeiros dons, espírito esse que se espalhou por toda a parte.

Muitos buscam profecias para ter resposta sobre casamentos, negócios e tantos outros assuntos, com orações que se prolongam pela madrugada. A Palavra pregada nas congregações vem sendo posta em segundo lugar. Muitos dão mais valor a essas profecias do que à própria Palavra.

E está escrito: “ENGRANDECESTE A TUA PALAVRA ACIMA DE TODO O TEU NOME” (Salmo 138, verso 2).

Outros são enganados por falsas profecias e têm sofrido transtornos materiais e espirituais. Muita coisa estranha tem surgido provocando estragos irreparáveis.

A esse respeito entrou a desordem. Todos temos que parar e refletir sobre essa advertência, para beneficio da Obra, mantendo, acima de tudo, a unidade de espirito.

Exortamos a irmandade a voltar à simplicidade que sempre tivemos desde o principio, de buscar a Palavra de Deus para saber a vontade do Senhor, terminando com correrias à procura de outras respostas.

Aconselhamos a irmandade a ir para casa, após terminado o culto, meditando na Palavra. Não se reunam para orar procurando orientação por profecias e revelações.

Os prudentes aceitarão este conselho e obedecerão. Os que não atenderem serão chamados pelo Ministério e exortados severamente, podendo até perder a liberdade na Igreja.

* 17 – MODALIDADES DE COMÉRCIO ENVOLVENDO O MINISTÉRIO E A IRMANDADE

Há irmãos que, objetivando a venda de determinado produto, apresentam-se como indicados por um irmão do ministério ou de algum irmão com cargo na Obra de Deus quando, realmente, não o foram, pois os irmãos do ministério não indicam a vendedores, nem devem indicar, casas da irmandade e nem permitem o uso de seus nomes. Adquirir ou não um produto é questão pessoal, livre de qualquer vinculação, com quem quer que seja.

* 18 – COMPROMISSOS PARTICULARES – DÍVIDAS COM A IRMANDADE

A Congregação Cristã no Brasil não se responsabiliza pelos atos praticados por qualquer de seus membros, conforme consta do art. 9° do Estatuto. Outrossim, a irmandade não deve pedir aos irmãos de Ministério para serem fiadores ou avalistas, conforme consta na Palavra de Deus (Provérbios, capo 6), a fim de não deixá-los constrangidos e, conforme o caso, até comprometendo seus ministérios.

* 19 – MORADIAS PARA COMODATÁRIOS NAS CASAS DE ORAÇÃO

Não se estabelece um mandamento a esse respeito. Onde houver necessidade e possibilidade, face às dimensões da casa de oração e sua localização, poderão ser construídas dependências para o comodatário. Onde não houver necessidade ou nem condições, poderá deixar de se construir essas acomodações. Neste caso, poderá ser colocado alarme na casa de oração, construir-se muros altos e bem protegidos e fazer-se seguro contra roubo e incêndio.

* 20 – CARTAS DE APRESENTAÇÂO

Houve irmãos cooperadores do oficio ministerial que assinaram Cartas de Apresentação e inclusive pediram ao ancião que dá atendimento naquela localidade para também assinar, sem se aperceberem de que aquele irmão apresentado não havia trazido carta de apresentação, por ocasião de sua vinda àquela região.

Quem não trouxer carta de apresentação, não deverá levá-la para onde se mudar.

Quem viajar para o exterior, levará carta de apresentação. Mas não se colocará o motivo da viagem.

* 21 – AGLOMERAÇÕES EM CULTOS – REUNIÕES PARA A MOCIDADE – ABERTURAS E OUTROS SERVIÇOS DIVINOS COM GRANDE COMPARECIMENTO DA IRMANDADE

Deve ser corrigido o costume de permitir que irmãos e irmãs entrem dentro do tanque de batismos e subam ao púlpito também, aglomerando-se em ambos os lados do irmão que está presidindo. É um costume que tem se espalhado e deve cessar.

* 22 – TRAZER SAUDAÇÕES – ORIENTAÇÃO

Irmãos e irmãs procedentes de outras localidades, que não tiveram oportunidade de comunicar à irmandade de sua congregação a viagem e não trouxeram saudações, podem dizer no testemunho as seguintes palavras: “Eu vos saúdo em nome da irmandade da localidade a qual pertenço, com a Santa Paz de Deus”.

COMUNICADO: A partir do dia 3 de Junho de 2001, os cultos de domingo à noite, na Capital e Grande São Paulo, serão iniciados às 18 horas e 30 minutos.

ATENCÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO.

23 – DURAÇÃO E ORDEM DOS CULTOS – HINOS

Já há ensinamento antigo de que os cultos, as reuniões para a mocidade e as reuniões para jovens e menores, sempre que possível, não deverão ultrapassar de uma hora e meia. Os hinos cantados nos cultos são até seis, e esse número não deverá ser ultrapassado.

Irmãos do ministério não devem cantar hino durante a pregação da Palavra.

Durante a celebração dos cultos não se deve ensaiar hinos. O ensaio deverá ser realizado antes do culto, ou em outro dia em que não haja culto.

Os irmãos que não atenderem poderão ser chamados pelo Ministério.

24 – BUSCA DE DONS

A busca de dons deverá ser presidida por um Ancião. Não deve ser anunciada nas listas de batismos e nem se deve divulgar o nome do irmão que irá atender. Anuncia-se apenas na própria congregação.

25 – FALSAS PROFECIAS – REVELAÇÕES – ORAÇÕES

Irmãos do ministério que estiverem envolvidos em orações de profecias e revelações, serão chamados pelo Ministério e aconselhados, no amor de Deus. Aqueles que não atenderem, poderão perder o ministério.

26 – HONRAR O CARGO MINISTERIAL

Os irmãos do ministério devem honrar-se, uns aos outros. Quando um irmão cometer algum erro no culto e outros o alertarem, permitam que ele próprio desfaça o engano perante a irmandade, na mesma ocasião ou posteriormente. Não convém que outro esclareça o engano diante do povo, pois assim procedendo estaremos desacreditando o irmão que se equivocou. O próprio irmão deve desfazer o erro perante todos. Assim procedendo, ele crescerá ainda mais no conceito de toda a irmandade.

27 – EVITAR DISCURSOS DE LOUVOR E BIOGRAFIA NOS FUNERAIS DE IRMÃOS DO MINISTÉRIO

Devemos evitar que, nos funerais de irmãos do Ministério, sejam feitos pronunciamentos enaltecendo as qualidades daquele que o Senhor recolheu. A obra ministerial realizada pelo irmão falecido perdurará no coração e na memória de todos nós, sem nos referirmos a isso em publicações na imprensa e em declarações na hora do funeral. O louvor e a glória pertencem a Deus, de quem procede todo o nosso bem.

28 – REUNIÕES ANUAIS PARA ENCARREGADOS REGIONAIS E LOCAIS

Fica deliberado que poderá haver reuniões para encarregados regionais e locais de orquestras nos Estados, em todo o Brasil. Onde o ministério constatar a necessidade orará e, se Deus confirmar, realizarão essas reuniões. Serão reuniões conforme a necessidade e não fixas, isto é, sem data preestabelecida.

Delibera-se, também, que nessas reuniões não devem ser compilados tópicos. O ancião que presidir considerará sobre as questões que forem suscitadas nessas reuniões. Casos de grande relevância, se surgirem, serão tratados na Assembléia Anual de Ensinamentos.

29 – REUNIÕES DE CASADOS – REPETIÇÃO DO TÓPICO DE 1965

Pelo passado, vinha-se notando que essas reuniões não davam bom resultado. Em 1964 foi consultado o nosso irmão Ancião Louis Frencescon e ele nos respondeu que essas reuniões não podiam continuar, pois estavam fora da Palavra de Deus. Houve então uma reunião de todos os Anciães do Brasil, na qual foi apresentada aquela carta do servo de Deus. Todos, unanimemente aceitaram o conselho, vindo da parte de Deus. Ficou então deliberado que, a partir daquela data não deveria mais haver reuniões de casados. O Ministério, baseado nesse ensinamento dado pelo irmão Ancião Louis Francescon e sabedor de que está havendo algumas reuniões nesse sentido, inclusive com jovens ainda não casados, delibera que as mesmas cessem imediatamente.

30 – LIBERDADE NA IGREJA

Nunca se deve anunciar perante a irmandade que determinado irmão ou irmã está sem liberdade na Igreja. Se alguém dentre a irmandade transgredir, deverá ser chamado em particular, em reunião do ministério, e lhe será tirada a liberdade nos cultos.

Compete ao ministério de anciães julgar sobre a perda de liberdade de algum irmão ou irmã na Igreja. Porém, jamais se deve tornar público, perante a irmandade, que tal irmão ou irmã está sem liberdade.

31 – COOPERADORES DE JOVENS E MENORES – REUNIÕES

Para suprir a carência de ensinamentos, os cooperadores de jovens e menores passarão a ter, doravante, duas reuniões regionais anuais. Porém, só haverá tópicos (proveniente de São Paulo) para uniformidade na doutrina, em uma delas. Na outra, com participação direta dos cooperadores de jovens e menores, serão esclarecidas dúvidas e tratados os casos que se apresentarem.

Nas reuniões que tratam de assuntos administrativos e de construções, não há inconveniente em que os cooperadores de jovens e menores participem. Nas reuniões ministeriais, porém, não devem participar.

32 – NOVOS OBREIROS

São os anciães mais antigos os mais indicados para apresentar irmãos para o Ministério. Todavia, antes de se apresentar algum irmão para o Ministério, deve-se examinar a sua vida, a sua conduta moral e profissional, a sua índole, os seus antecedentes. Não basta uma carta de apresentação dizendo tratar-se de irmão de bom testemunho. É necessário pesquisar junto ao Ministério do local de origem, saber o tempo em que está na Graça de Deus, se não é neófito ou muito novo na idade, examinar o testemunho, saber se não está embaraçado na vida material e se está livre de vícios. Deve-se examinar se ele tem luz de Deus e gravidade para encaminhar o rebanho na espiritualidade da Graça, sem entusiasmo carnal. Deve-se ver se os filhos menores (se os tiver) lhe são sujeitos e se sua esposa tem um porte cristão, na modéstia, no vestir, nos cabelos, enfim, dentro da linha ensinada pela Palavra de Deus. Outrossim, não se deve apresentar um irmão que, confessadamente, tenha inclinações políticas, pois a Congregação é uma entidade apolítica, isto é, não tem qualquer envolvimento com política. Outro cuidado a

ser tomado pelo Ministério é a respeito de irmãos envolvidos em orações de profecias.

A nossa assinatura na Ficha de Apresentação é um compromisso diante de Deus. Só se deve apresentar alguém quando realmente houver nele o dom de Deus e nunca só por companheirismo, por simpatia, por laços de família ou por qualquer outro sentimento.

Em uma reunião para apresentar novos obreiros canta-se um hino, faz-se uma oração e pede-se a Deus a revelação de uma parte da Palavra.

33 – CARGOS PARA OS QUAIS SE ORA E PARA OS QUAIS NÃO SE ORA BUSCANDO CONFIRMAÇÃO

Ora-se em reunião ministerial, buscando-se a conflrmação de Deus, para os seguintes ministérios e cargos: Anciães, Diáconos; Cooperadores do Oficio Ministerial; Cooperaclores de Jovens e Menores; Encarregados de Orquestra Regionais e Locais; Irmãs Examinadoras de Organistas; Membros da Administração (titulares, vices e auxiliares) e do Conselho Fiscal; Irmãs para a Obra da Piedade; Batismos; Santas Ceias; Reuniões para a Mocidade; Reuniões para Jovens e Menores; Viagens Missionárlas; Alteração de Dias e Horários de Cultos e das Reuniões de Jovens e Menores; Aumento (ou supressão) de Dias de Culto; Necessidade de Compra (ou Venda) de Imóvel.

Não se ora em reunião ministerial, buscando-se a confirmação de Deus, para os seguintes cargos: Comodatários (moradores em casas de oração); Irmão que auxiliam na Administração (sem fazer parte oficial dela); Auxiliares das Reuniões de Jovens e Menores; Auxiliares de Ensino Musical; porteiros.

34 – CARGOS POLÍTICOS

Aquele que exerce ministério na Congregação, caso se envolva na política ou se candidate a algum cargo político, perderá a condição de continuar no ministério e não poderá mais retornar (quer venha a ganhar ou a perder a eleição). Continuará como nosso irmão na fé, porém, não poderá influenciar a irmandade, nem fazer qualquer pronunciamento ou comentário político na Congregação, seja em orações, testemuhos ou por qualquer outra forma.

35 – PAPELETAS DE PEDIDOS DE ORACÃO E BLOCOS DE RECITATIVOS

Já há diversos anos os blocos de papeletas de pedidos de oração e de recitativos vêm sendo impressos pela Administração São Paulo, de forma simplificada e resumida. Assim, convém que todos os adquiram nas respectivas Distribuidoras, a fim de que se mantenha a uniformidade padronizada desses impressos.

36 – BATISMO PARA AMASIADOS – CONSIDERAÇÕES

Casos insolúveis, como por exemplo quando um dos cônjuges está desaparecido, ou o casal vive unido há longos anos e um deles não concorda em casar, traz-se à reunião do ministério e age-se conforme a deliberação tomada, com a guia de Deus. Casos normais deve-se aconselhar a divorciarem e casarem para depois se batizarem.

37 – VIAGENS MISSIONÁRIAS – ANCIÃES, DIÁCONOS, COOPERADORES, ADMINISTRADORES E OUTROS CARGOS

As viagens desnecessárias devem ser evitadas. Somente deverão ser atendidas aquelas que são oradas pelo Ministério, e confirmadas. Toda a documentação relativa às viagens efetuadas, deve ser verificada e conferida no ato da devolução do envelope. Os diáconos devem manter os envelopes com toda a documentação, conforme determina a legislação em vigor. As viagens devem ser atendidas com os frutos da coleta de viagens.

38 – VIAGENS PARA SOLICITAÇÃO DE AJUDA

Fica vedado, ao ministério em geral, solicitar à irmandade ou nas congregações, ajuda para as construções nas suas cidades. Na localidade em que houver necessidade, deverá o assunto passar por uma reunião ministerial da região e essa dará a deliberação.

Por conseguinte, não devem ser enviados os números das contas bancárias com a intenção de nelas serem creditadas ofertas.

Os irmãos do ministério, da igreja visitada, devem vigiar, solicitando ao visitante para não tocar nesse assunto.

39 – COMPROMISSOS PARTICULARES – DÍVIDAS COM A IRMANDADE

A Congregação Cristã no Brasil não se responsabiliza pelos atos praticados por qualquer de seus membros, conforme consta do art. 9° do Estatuto. Os irmãos de Ministério não devem pedir dinheiro emprestado à irmandade, nem pedir fianças, avais, ou apresentação para conseguir empréstimos, e nem serem fiadores ou avalistas. Alguns perderam a condição de exercer o ministério, pois não tiveram meios de cumprir seus compromissos e perderam a confiança da irmandade.

40 – IRMÃOS QUE SE ENDIVIDARAM E EXERCEM MINISTÉRIO E CARGOS NA OBRA DE DEUS

Irmãos endividados, caso não tenham condições de pagar ou liquidar a dívida que contraíram, seu ministério ou cargo poderá sofrer detrimento. Aqueles que se encontrarem nessa situação devem procurar os anciães e diáconos mais antigos no Ministério expondo sua situação, para que seu caso seja considerado pela orientação que Deus dará aos Seus servos, pois não são todos os casos iguais.

Irmãos que sempre trabalharam como empregados e são apresentados para o Ministério, não devem deixar o trabalho assalariado. Existem casos de irmãos que eram empregados e depois que passaram para o Ministério deixaram seus empregos, alegando que não podiam atender unções, funerais, etc., e ficaram em situação financeira muito difícil.

41 – COMPRA DE TERRENOS PARA A CONSTRUÇÃO DE CASAS DE ORAÇÃO

Antes que o Ministério se comprometa com a aquisição de uma propriedade, é aconselhável que a Administração examine a documentação do imóvel, e os irmãos engenheiros verifiquem se, tecnicamente ele comporta a construção de uma casa de oração, sempre atentos ao principio de que se deve orar para que Deus confirme que se faça uma compra em certa região, porém, não especificamente de determinada propriedade.

42 – IMÓVEIS QUE NÃO SÃO APROPRIADOS PARA A CONSTRUÇÃO DE CASAS DE ORAÇÃO

Imóveis que passaram para a propriedade da Congregação, provenientes de doações, legados, etc., e que não se prestam para a construção de uma casa de oração, devem ser vendidos mas, sempre tomando-se a cautela de, previamente pedir orçamentos de três empresas idôneas, que confirmem o valor médio da propriedade. Desta forma, evitaremos problemas para a Congregação e murmurações dentre a irmandade, de que alguém poderia ter se beneficiado com essa transação.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – DIÁCONOS QUE PRESIDEM REUNIÕES DE ATENDIMENTO

Não devem decidir os assuntos sozinhos mas, unidos com os seus conservos, que sempre devem respeitar aquele que preside. Este, por sua vez, deverá obedecer à Palavra de Deus que diz: Quem preside, presida com cuidado. Outrossim, devem tratar os conservos e irmãs da Obra da Piedade com mansidão e humildade. Não havendo confirmação de algum caso, deverá ser marcada visita juntamente com as irmãs da Piedade.

2 – INTERNAÇÕES HOSPITALARES

Os irmãos enfermos sem recursos nas suas cidades, deverão procurar internações nas localidades próximas. Não tendo convênio médico deverão recorrer ao SUS (Sistema Único de Saúde). Nas internações o enfermo deve fazer-se acompanhar de uma pessoa responsável, bem como de toda documentação pessoal e médica do local de origem. O pagamento de despesas, se houver, não é de responsabilidade da Congregação. Devemos usar de imparcialidade, tanto com o Ministério como com a irmandade em geral. Lembramos à irmandade a necessidade de contribuir para o INSS.

3 – DESPESAS COM O FUNERAL

Caso um funeral tenha que ser atendido pela Obra da Piedade, este deverá ser o mais simples, tanto para o Ministério como para a irmandade em geral, não podendo ser feita acepção de pessoas.

4 – ATENDIMENTOS DIFERENCIADOS – CALAMIDADES

Os atendimentos deverão ser feitos de acordo com a necessidade e com imparcialidade, com a guia de Deus.

5 – REGIONAIS DE ATENDIMENTO

Os trabalhos nas Regionais de Atendimento da Obra da Piedade devem ser

feitos em conjunto. Devem ser formadas equipes de trabalho, distribuindo-se a responsabilidade das funções a cada diácono. Deve haver, também, supervisão para que tudo possa ser feito em perfeita ordem.

6 – COMPROMISSOS PARTICULARES – DÍVIDAS COM A IRMANDADE

A Congregação Cristã no Brasil não se responsabiliza pelos atos praticados por qualquer de seus membros, conforme consta do art. 9° do Estatuto. Os irmãos de Ministério não devem pedir dinheiro emprestado à irmandade, nem pedir fianças, avais, ou apresentação para conseguir empréstimos, e nem serem fiadores ou avalistas. Alguns perderam a condição de exercer o ministério, pois, não tiveram meios de cumprir seus compromissos e perderam a confiança da irmandade.

7 – IRMÃOS QUE SE ENDIVIDARAM E EXERCEM “MINISTÉRIO E CARGOS NA OBRA DE DEUS

Irmãos endividados, caso não tenham condições de pagar ou liquidar a dívida que contraíram, seu ministério ou cargo poderá, sofrer detrimento. Aqueles que se encontrarem nessa situação devem procurar os anciães e diáconos mais antigos no Ministério expondo sua situação, para que seu caso seja considerado pela orientação que Deus dará aos Seus servos, pois não são todos os casos iguais.

Irmãos que sempre trabalharam como empregados e são apresentados para o Ministério, não devem deixar o trabalho assalariado. Existem casos de irmãos que eram empregados e depois que passaram para o Ministério deixaram seus empregos alegando que não podiam atender unções, funerais, etc., e ficaram em situação financeira muito difícil.

8 – VIAGENS MISSIONÁRIAS – ANCIÃES, DIÁCONOS, COOPERADORES, ADMINISTRADORES E OUTROS CARGOS

As viagens desnecessárias devem ser evitadas. Somente deverão ser atendidas aquelas que são oradas pelo Ministério, e confirmadas. Toda a documentação relativa às viagens efetuadas deve ser verificada e conferida no ato da devolução do envelope. Os diáconos devem manter, os envelopes com toda a documentação, conforme determina a legislação em vigor. As viagens devem ser atendidas com os frutos da coleta de viagens.

9 – VIAGENS PARA SOLICITAÇÃO DE AJUDA

Fica vedado, ao ministério em geral, solicitar à irmandade ou nas congregações, ajuda para as construções nas suas cidades. Na localidade em que houver necessidade, deverá o assunto passar por uma reunião ministerial da região e essa dará a deliberação.

Por conseguinte, não devem ser enviados os números das contas bancárias com a intenção de nelas serem creditadas ofertas.

Os irmãos do ministério, da igreja visitada, devem vigiar, solicitando ao visitante para não tocar nesse assunto.

67ª ASSEMBLÉIA – 2002 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 25 A 29 DE MARCO DE 2002

INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES EM NOME DO SENHOR JESUS

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – FERIADOS RELIGIOSOS – COMEMORAÇÕES

Em feriados religiosos exorta-se a irmandade a que se alimente normalmente, como nos dias comuns, sem nenhuma intenção de celebrar aquele determinado dia, como também se exorta a que não haja decorações referentes à data. Em casas da irmandade onde uma parte não é da fé, há necessidade de muita prudência. A Palavra de Deus aconselha a que fujamos da idolatria e dos seus costumes. Caso necessite melhores esclarecimentos, a irmandade aconselhe-se com os servos de Deus do ministério da Igreja.

* 2 – CASAIS DE NAMORADOS QUE SE UNEM ANTES DO CASAMENTO

Unir-se antes do casamento é considerado pecado de fornicação. Aqueles que assim procederem não deverão orar, nem testemunhar e nem chamar hinos na Igreja. Sendo músicos ou organistas, também não deverão tocar. Se tiverem algum cargo na Obra de Deus, serão destituídos.

Nossa mocidade deve, acima de tudo, andar em santidade, consagrando o seu corpo a Deus, não andando segundo o desenfreamento do mundo. Nossos jovens que vão contrair matrimônio devem, respeitosamente, aguardar o dia das núpcias para se unirem no temor de Deus.

* 3 – EXORTAR A IRMANDADE A LER A BIBLIA SAGRADA

A irmandade deve ser ensinada e incentivada a ler as Escrituras Sagradas. Há irmãos que nunca lêem a Biblia, não têm qualquer conhecimento do seu conteúdo. O apóstolo São Paulo falou a Timóteo “persiste em ler” (I Tim., cap. 4, v” 13).

* 4 – FUNERAIS – HORÁRIO – DURAÇÃO

Ao comunicar um funeral, deverá ser anunciada a hora da saída do enterro. O serviço divino no funeral não deverá ultrapassar de uma hora. Outrossim, em funerais não deverá haver orquestra e nem saudação com o ósculo, como temos sido ensinados.

Também não se deve tocar nossos Hinos em festas de casamento.

* 5 – TESTEMUNHOS – TRANSMITIR SAUDAÇÕES

Lembramos à irmandade que mora e congrega em bairros da mesma cidade que, de uma congregação para outra não é necessário trazer e levar saudações.

* 6 – CASAMENTOS – ONDE DEVE SER FEITA A ORAÇÃO

Os servos primitivos sempre fizeram a oração no lugar onde os noivos se casavam e os convidados se reuniam para comemorar, em casa ou no salão. E assim deve continuar. Se o casamento for celebrado em um cartório, ora-se depois no local para onde os noivos e convidados se dirigirem para celebrar, seja em casa ou no salão. Deve-se ensinar a irmandade a se guardar da vaidade e das apresentações mundanas quanto aos trajes e ao porte, nas festas de casamento. As irmãs deverão levar seus véus em suas bolsas. Ora-se ajoelhados.

A irmandade não deve se esquecer da moderação na alimentação e nas bebidas, para não dar mau testemunho.

* 7 – HINO DOS MÚSICOS, APÓS O ENCERRAMENTO DO CULTO

(Repetição do Tópico 16, de 1994)

Deve-se tocar só uma estrofe e o coro do Hino dos músicos, após o encerramento do culto, sem exceção.

* 8 – ATENDIMENTOS AOS NECESSITADOS DE REGIÕES CARENTES

Se Deus revelar para algum irmão a necessidade de atender alguma localidade, deverá fazê-lo sempre de forma sigilosa e com seus próprios recursos, sem o intuito de aparecer, e o Nome de Deus será glorificado.

Alguns, tendo prazer em viajar, vão de casa em casa de nossos irmãos pedindo ajuda em dinheiro, roupas, mantimentos, lotam caminhões ou caminhonetes e viajam em grupos dizendo-se em missão. Dirigem-se para a localidade, hospedam-se em casa de irmãos que nem sempre têm condições, e fazem a distribuição sem comunicar ao ministério local, menosprezando, assim, os que Deus colocou para o atendimento. Ao retornar contam nas congregações testemunhos que deixam dúvidas quanto à sua veracidade.

Não convém que a irmandade proceda dessa maneira, mas que entreguem suas ofertas e coletas, cada um em sua comum congregação. Os irmãos que desejam viajar devem hospedar-se em hotéis, evitando dar prejuízo às famílias.

Quem levar recursos para outras localidades deve procurar os diáconos dessas regiões para que estes, com a guia de Deus, efetuem as distribuições.

* 9 – JOGOS DE AZAR – EVITAR

A irmandade não deve participar e nem se envolver em jogos de azar.

*10 – DOUTRINA – ADÃO, O PRIMEIRO HOMEM

Alguns irmãos não conhecendo bem as Escrituras, entendem que antes de Adão havia homens na terra. Nós porém, que cremos e aceitamos a Bíblia Sagrada como contendo a infalível Palavra de Deus, temos que nos ater ao que está escrito. No capítulo 2, verso 4, do livro de Gênesis vem dito: “Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus, E toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva do campo que ainda não brotava; porque ainda o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra”.

Também está escrito que Eva foi a mãe de todos os viventes.

* 11 – TESTEMUNHOS NOS CULTOS

Alguns testemunhos se prolongam demasiadamente porque a irmandade não sabe resumir, contam o que aconteceu com muitos detalhes desnecessários, se alongam demais e quase não sobra tempo para outros testemunhos e para a Palavra. É preciso exortar a que procurem resumir, evitando detalhes que de nenhum proveito são para a irmandade e tornam os cultos cansativos.

* 12 – INSTRUMENTO “POCKET” APROVADO PARA SER INCLUIDO EM NOSSAS ORQUESTRAS

Trata-se de um instrumento que em nada difere do trompete comum (pistão), a não ser no tamanho menor. O som é idêntico e o ministério, havendo considerado, deliberou aprová-lo para uso geral em todas as nossas orquestras.

ATENCÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO.

13 – REUNIÕES PARA A MOCIDADE – HORÁRIO PARA TERMINAR

As reuniões para a mocidade não devem terminar tarde. Considera-se que duas horas sejam suficientes para a sua duração, com a tolerância de alguns poucos minutos, lembrando também que, em algumas localidades os cultos aos domingos são iniciados às 18 horas e 30 minutos. Os servos que não atenderem a esta orientação serão imediatamente chamados e advertidos em reunião ministerial.

14 – PREGAÇÃO NAS REUNIÕES PARA A MOCIDADE – CAUTELAS

Em algumas reuniões para a mocidade alguns anciães estão exagerando um pouco, falando o que não deve ser falado, dando mandamentos que não encontram fundamento nas Escrituras Sagradas e nem na luz de Deus. O que é de Deus só tem uma interpretação: aquela que o Espirito Santo dá à Igreja. Mas muitos interpretam à sua maneira e aí vem a tristeza e a reprovação de Deus no coração daqueles que estão ouvindo. Não podemos deixar que se espalhe entre a irmandade outra doutrina. Sobre os ombros do Senhor Jesus é que está esta Obra. Deus nos ajude a fazer a Sua vontade e nos revista da humildade e da espiritualidade, não imitando os homens que não conhecem a Deus e vivem carnalmente, procurando ser vistos nesta Obra. O tempo é mau e trabalhoso sobre a face da terra. Devemos pedir a Deus que nos socorra e nos ajude, pondo em nossas mãos as ferramentas necessárias para manter a unidade no meio da Sua Obra. E a principal ferramenta é a caridade.

15 – CELEBRAÇÃO DA REUNIÃO ANUAL DE ENSINAMENTOS

Primeiramente abre-se a reunião, canta-se um hino, faz-se a oração e se lê a Palavra. Em seguida entra-se nos assuntos para os quais foi convocada a reunião. É necessário que fiquemos todos nesta linha e nesta santa tradição.

Também nas reuniões em que se ora para novos obreiros se fazia assim pelo passado e assim deve continuar. Os mais novos no ministério devem aguardar pelos mais antigos, na apresentação e na confirmação. Quem apresenta não deve se manifestar.

16 – COMPARECIMENTO DOS DIÁCONOS NAS REUNIÕES GERAIS EM SÃO PAULO

A partir das Reuniões Gerais de Ensinamentos do próximo ano (2003), deverão vir a São Paulo somente os diáconos mais antigos de cada região ou Estado que forem convocados.

17 – IRMÃO SEM MINISTÉRIO – NÃO FREQÜENTAR REUNIÃO MINISTERIAL

Irmão sem ministério, embora se dedique a viajar com seu veículo próprio, com um servo em missão, não lhe é permitido freqüentar reuniões ministeriais e da Obra da Piedade. Alguns irmãos de ministério têm permitido a entrada de acompanhantes, dos quais alguns até chegaram a presidir culto e pregar a Palavra, o que não convém.

18 – REUNIÕES MINISTERIAIS – NÃO COMPARECEREM ENCARREGADOS REGIO­NAIS DE ORQUESTRA, NEM COOPERADORES DE JOVENS E MENORES

(Repetição do Tópico 16, de 1988)

Em reuniões ministeriais anuais e regionais não devem comparecer encarregados regionais ou locais de orquestra, nem cooperadores de jovens e menores. Encarregados regionais que tiverem ensaios para marcar procurem se comunicar com os anciães que irão atender, nas suas comuns congregações.

19 – ENSAIOS REGIONAIS EM OUTRAS LOCALIDADES – PRECAUÇÕES

Irmãos anciães devem ter precauções quanto a convidar encarregados regionais para atenderem ensaios em suas localidades e Estados. A mesma prudência deve-se esperar dos encarregados regionais. Um dos objetivos é evitar o comparecimento exagerado e maciço dos irmãos músicos nas localidades onde se realizam os ensaios. Os anciães e encarregados regionais mantenham sobriedade e controle nesse assunto.

Outrossim, o encarregado regional que pretender sair de sua região para atender fora, no mesmo Estado ou em outro, deverá apresentar o assunto ao ministério local para que seja considerado e deliberado em reunião ministerial.

20 – OFICIALIZAÇÃO DE IRMÃOS MÚSICOS

Em algumas regiões o ancião, ao apresentar músicos e organistas que foram oficializados, chama-os em cima, no púlpito, faz a apresentação dos mesmos e depois faz uma oração. Isto não está correto.

Tornamos a lembrar o procedimento constante no Histórico e Instruções sobre as Orquestras nas Congregações: Nos exames deverá sempre estar presente um ancião, a fim de, após a aprovação, apresentar os cosnselhos necessários, mostrando aos músicos e organistas a responsabilidade que assumem perante Deus. Nessa mesma ocasião o ancião os apresentará a Deus em oração, ficando eles oficializados. Restará apenas serem apresentados à irmandade pelo ancião, nas suas congregações.

21 – ORAÇÃO DE AGRADECIMENTO COM FUNDO MUSICAL

Em algumas localidades, na oração de agradecimento o servo que está presidindo pede à organista que toque um hino bem suave, como um fundo musical, cuidando render mais comunhão. Aqueles que assim procedem devem cessar imediatamente, pois isto foge às santas tradições da Obra de Deus.

22 – APRESENTAÇÃO DE NOVOS OBREIROS

A apresentação de novos obreiros sempre deve ser feita pela guia de Deus. Deve haver bastante rigor na indicação e apresentação de novos obreiros, sempre por revelação de Deus. Deve-se verificar, sempre, se o irmão a ser apresentado tem realmente o dom de Deus e qual é esse dom, se da Palavra ou da Piedade.

Outrossim, a apresentação de irmãs para a Obra da Piedade e encarregados locais de orquestra, bem como a colocação de porteiros, deve sempre ser considerada previamente na comunhão entre os anciães, os diáconos e os cooperadores locais.

23 – FICHA DE APRESENTAÇÃO DE COOPERADORES

Ao se apresentar um irmão para cooperador do ofício ministerial ou de jovens e menores, deverá ser preenchida uma Ficha de Apresentação semelhante àquelas utilizadas para a apresentação de anciães e de diáconos.

24 – BANQUETES POR OCASIÃO DE ORDENAÇÕES

Há localidades em que são alugados salões e se fazem churrascada e distribuição de bebidas até para estranhos que por ali passam, por ocasião da ordenação de anciães e diáconos. Já fomos ensinados a não fazer banquetes nessas ocasiões (tópico de 1976). A Palavra de Deus diz que os presbíteros não devem ser dados ao vinho. Evitemos tudo o que possa causar escândalo ou tropeço aos irmãos e aos de fora.

25 – HINOS NAS SANTAS CEIAS

Os hinos serão chamados pelo Ancião que presidir a santa ceia, na seqüência, conforme a lista no índice do hinário, até o sexto hino, que é o 394. Quando começar a distribuição, o servo que preside não precisa seguir a seqüência do índice. Poderá alternar os números.

26 – CÔNJUGES QUE CAEM NO PECADO

Ancião, diácono, cooperador e cooperador de jovens e menores, cuja esposa cair em pecado, se quiser conviver com ela, perderá o ministério. Os demais casos, dentre a irmandade, serão julgados pelo ministério, conforme a luz de Deus.

27 – SEPARAÇÃO DE CASAIS DENTRE A IRMANDADE

A Palavra de Deus determina que o homem não separe o que Deus ajuntou. Quando ocorrer uma separação de casais dentre a irmandade, ambos ficarão sem liberdade na Igreja. Porém, se ficar evidente que um dos cônjuges não é culpado, a parte que permanecer fiel a Deus, continuará com liberdade na Igreja.

28 – USO DO VÉU PARA AS QUE PECARAM

Há irmãos do ministério que, em sua região, impedem as que pecaram de usar véu na igreja. Esse impedimento deve cessar, pois não se encontra em nenhum ponto da doutrina apostólica um ensinamento de que uma mulher, nessas condições, deixe de usar o véu na igreja. Isso discrimina, humilha e identifica a que errou. Como faríamos com um irmão que tivesse cometido um erro idêntico? Dessa maneira ela fica marcada, causando espanto até para as pessoas que visitam a igreja e a conheceram como nossa irmã na fé, as quais ficarão sabendo que ela cometeu um pecado. Assim a colocaremos em profunda tristeza e amargura e haverá o risco de que se perca totalmente, sentindo-se completamente desprezada. Temos também que nos lembrar de seus filhos e filhas, além de outros seus parentes. Não cremos que esse procedimento seja revelação de Deus.

Isto está confirmado pelo tópico n° 3, da Assembléia de 1984.

29 – BATISMO – ORAÇÃO NAS ÁGUAS

O Ancião, ao orar nas águas do batismo deve impor uma só mão sobre a cabeça de quem vai ser batizado e, com a outra segurar-lhe as mãos cruzadas. Em seguida, pronunciar as palavras do batismo e imergir a pessoa. A mão que estava imposta sobre a cabeça desloca-se para o pescoço para reerguer a pessoa das águas. Nunca se deve impor as duas mãos sobre a cabeça de quem vai ser batizado. Somente uma: ou a direita, ou a esquerda. A oração nas águas não deve ser prolongada.

Nos batismos, quem ajudar no tanque deverá deixar o ancião imergir a pessoa e somente ajudá-lo a levantá-la, se necessário.

30 – ANCIÃES RECÉM ORDENADOS

Anciães recém ordenados não devem se precipitar no atendimento de batismos, santas ceias e reuniões da mocidade. Procurem adquirir um pouco de experiência dos mais antigos e aguardar o tempo necessário, sem solicitude.

31 – CREMACÃO – SERVIÇO DIVINO EM FUNERAL

Já saiu um ensinamento, em 1981, de que não convém cremar os corpos mas, se possível, deixá-los como estão.

Se alguma família mandar cremar o corpo, não se pode dizer que eles pecaram, ou que feriram a doutrina. Não podemos deixar de fazer o servíço divino no funeral, mesmo sabendo que, depois do serviço, em vez de enterrar o corpo a família mandará cremá-lo.

Fiquemos nesse ensinamento: o serviço divino no funeral deve ser feito com o corpo presente. Quanto ao resto, deixemos nas mãos de Deus.

32 – ANÚNCIOS EM LISTAS DE BATISMOS

Nas listas de batismos não deve ser colocado o nome do ancião que vai atender as reuniões da mocidade e nem dos encarregados regionais que vão atender os ensaios regionais.

33 – TÓPICOS DAS REUNIÕES GERAIS DE ENSINAMENTOS

Em alguns locais, irmãos do ministério reúnem-se depois das reuniões gerais de ensinamentos para considerar quais os tópicos que convém e quais os que não convém ler na congregação. Alguns chegam a dizer, perante a irmandade: “Este tópico diz assim, mas eu vou fazer como Deus me faz sentir.”

Os tópicos são elaborados na comunhão do ministério de todo o Brasil e do Exterior, e nenhum deve deixar de ser lido e posto em prática, tanto aqueles que são para a irmandade como aqueles dirigidos ao ministério.

34 – LIBERDADE EXCESSIVA – COMPORTAMENTO INADEQUADO – IMPUNIDADE

Sempre se exorta para se observar um comportamento moderado, evitando exageros na presidência dos cultos e, principalmente, na pregação da Palavra. Lamentavelmente, conselhos de tanta utilidade não têm sido observados. Há anciães, cooperadores e cooperadores de jovens e menores que têm usado de liberdade excessiva e inadequada perante o povo. Pregações com exagerada eloquência e promessas que não se cumprem. Gritam, pulam, gesticulam em demasia, prometem empregos, casamentos, filhos, missão, etc. Isto tem causado transtornos aos menos avisados com embaraços no matrimônio, nos negócios e viagens desnecessárias. Para darem a impressão de super-revestidos de dons, tais irmãos deixam transparecer, diante do povo, desafios ao santo ministério mais idôneo. O conceito do ministério vem decaindo diante da irmandade que, às vezes, reclama citando que isto ocorre porque ninguém toma providências. Considerando a gravidade da situação, delibera-se que, doravante, as situações que se apresentarem serão consideradas pelos anciães mais antigos em cada região e, sendo necessário, o caso será encaminhado à reunião regional, ocasião em que os envolvidos serão severamente exortados e, dependendo da gravidade, impedidos de exercer o ministério da Palavra, por estarem dividindo o ministério e a irmandade.

35 – SINDICATOS E ASSOCIAÇÕES DE CLASSE

Irmãos de ministério não devem participar da direção de sindicatos e associações de classe.

36 – COLETAS MARCADAS E PRÉ-ANOTADAS

Tem havido muitas reclamações quanto à forma de se efetuar coletas em muitas localidades, ou seja, coletas marcadas e pré-anotadas, forçando a irmandade com listas e vales para pagamento posterior, listas de materiais de construções, listas para instrumentos musicais, etc. Os que persistirem em não atender a este conselho serão chamados pelo Ministério.

Não deve haver pressão sobre a irmandade, pois ela deve ser livre para contribuir de acordo com a vontade de Deus.

Doações voluntárias de materiais são aceitas, desde que sejam no padrão que a Congregação utiliza.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – REUNIÕES DE ENSINAMENTOS DA OBRA DA PIEDADE

Nessas reuniões devem participar: anciães, cooperadores do oficio ministerial, diáconos, irmãs da Obra da Piedade e irmãs do almoxarifado da Piedade, isto é, só os irmãos que têm ministério na Obra de Deus.

O diácono que atende deve ministrar os ensinamentos necessários, procurando observar o horário da reunião, não prolongando demais os assuntos.

2 – REUNIÕES DE ENSINAMENTOS PARA PORTEIROS

Nessas reuniões devem estar presentes: anciães, cooperadores do ofício ministerial, diáconos, porteiros, operadores de som, administradores e comodatários.

A reunião é aberta Em Nome do Senhor Jesus e presidida por um ancião. Deverá cantar-se um hino, ter oração e Palavra.

Em seguida os irmãos anciães e diáconos devem ministrar os ensinamentos necessários, observando-se, também, o tempo. Após, o Senhor guiará o ancião que estiver presidindo até o encerramento.

3 – COMPARECIMENTO ÀS REUNIÕES MINISTERIAIS E REGIONAIS DA OBRA DA PIEDADE

É dever de todos os diáconos comparecer a essas reuniões ministeriais e regionais da Obra da Piedade. Devemos ser responsáveis no ministério que Deus nos tem concedido.

4 – VIAGENS MISSIONÁRIAS COM VEÍCULOS PRÓPRIOS OU DE TERCEIROS

A Congregação Cristã no Brasil não se responsabiliza por eventuais danos pessoais, bem como materiais causados nos veículos utilizados em viagens missionárias. Caso o veiculo seja utilizado para conduzir servos de Deus em missão, devem ser observados os seguintes itens:

a) Estar em bom estado de conservação (mecânica e pneus);

b) A documentação do motorista e do veiculo devem estar em ordem;

c) O veiculo deve estar segurado com cobertura total;

d) O irmão que se sentir de levar os servos de Deus na missão deverá ter disponibilidade de tempo, sem prejuízo de seus compromissos.

5 – REVISÕES PERIÓDICAS NAS REGIONAIS DA OBRA DA PIEDADE

Essas revisões estão sendo executadas nas Regionais de Atendimento, para manter­-se a uniformidade dos procedimentos relativos à documentação e escrituração da Obra da Piedade, e também para estarmos de acordo com as leis vigentes.

Todos os procedimentos constam do Manual de Escrituração da Obra da Piedade, que devem ser obedecidos.

É necessário a presença de todos os diáconos da localidade por ocasião das revisões e os livros, bem como toda a documentação, devem ser colocados à disposição dos revisores.

6 – VIAGENS POR CONVITES

O atendimento das viagens missionárias pelo Caixa de Viagens, somente será autorizado quando consideradas em reunião de ministério, sendo orado e confirmadas.

68ª ASSEMBLÉIA – 2003 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 16 A 20 DE ABRIL DE 2003

INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES EM NOME DO SENHOR JESUS

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – EVITAR CONVERSAÇÕES ANTES E DURANTE O CULTO

A irmandade deve ser exortada a permanecer em comunhão, mesmo quando a organista estiver tocando a meia hora, evitando as conversações antes e durante os cultos. Deve-se exortar, também, a que prestem atenção aos testemunhos e não fiquem lendo, conversando, levantando-se do lugar ou distraindo-se com qualquer outra coisa. Devemos nos lembrar que estamos na casa de Deus e na presença d’Ele.

* 2 – ASSUNTOS QUE NÃO DEVEM SER RELATADOS NOS TESTEMUNHOS

Aqueles que se convertem não devem relatar nos testemunhos que foram drogados ou estiveram envolvidos em crimes e que Deus os libertou quando os chamou para esta graça.

Outrossim, a irmandade deve ser exortada a não relatar pormenores que não são de proveito para a igreja, notadamente sobre internações, cirurgias, gestações, gravidez, parto, etc. Deve-se agradecer, com poucas palavras, a obra que Deus operou, sem entrar em pormenores.

* 3 – VIAGENS POR CONTA PRÓPRIA

Sabemos que os servos de Deus têm dons diferenciados, uns dos outros, porém, a irmandade não deve tomar a iniciativa de convidar anciães para atender cultos ou reuniões da mocidade em suas congregações. Os convites, quando aprovados em reunião, devem partir sempre do ministério.

O mesmo se aplica, também, a encarregados regionais de orquestras. Já há ensinamento (Assembléia de 1995), segundo o qual os encarregados regionais foram colocados por Deus para atender cada qual a sua região. Atendimentos a outras regiões devem passar por reunião ministerial.

* 4- VÉUS – NOVIDADES

Em muitas localidades estão surgindo véus diferentes dos que as irmãs sempre usaram até agora: são véus com rendas enormes, véus especiais para organistas e até véus de cores diferentes, que não são totalmente brancos. Em algumas localidades há véus com figuras de pássaros e outros desenhos. Deve-se parar imediatamente com essas novidades e permanecer na simplicidade que sempre tivemos, desde o princípio da Obra de Deus.

No funeral de uma irmã, não é necessário cobrir-lhe a cabeça com o véu. A Palavra de Deus manda que a mulher se cubra com o véu quando ora ou profetiza. E isto se refere aos vivos. Também não se deve colocar a Bíblia e nem o Hinário dentro do caixão.

* 5 – CHAMAR HINOS NOS CULTOS

Os servos de Deus devem orientar a irmandade no sentido de que, quem chamar um hino deverá levantar-se e mencionar o número, algarismo por algarismo.

* 6 – DROGAS E TÓXICOS – ALERTAR PAIS E MOCIDADE QUANTO À DISSEMINAÇÃO NAS ESCOLAS – PERIGO DE ACEITAR COMESTÍVEIS DE ESTRANHOS

A infiltração de drogas e tóxicos nas escolas vem aumentando. Devemos alertar jovens e crianças para que recusem toda e qualquer oferta de estranhos: bombons, balas, doces, pipocas, etc. Os disseminadores de drogas injetam-nas nesses produtos e quem os come adquire o vício. Há drogas tão fortes que basta provar uma vez para ficar viciado.

Este mal vem crescendo e tem vitimado filhos e filhas de nossos irmãos. Muitos, após se tornarem viciados, enveredam pela senda do crime. Temos que clamar a Deus que guarde nossos filhos desse terrível mal..

Este tópico deverá ser lido periodicamente nos cultos, nas reuniões da mocidade e, sempre que possível, nas reuniões de jovens e menores.

* 7 – AIDS – EXAME PRÉ-NUPCIAL

Os irmãos e irmãs jovens, principalmente os que obedeceram a Deus na juventude, devem ser aconselhados, nas reuniões para a mocidade, sobre a conveniência de se submeterem a exame pré­nupcial, principalmente para prevenir-se contra os riscos de contaminação da AIDS, pois trata-se de uma enfermidade gravíssima, que pode ser contraída até mesmo acidentalmente, como por exemplo, através de uma transfusão de sangue.

* 8 – CARTAS ANÔNIMAS – RESUMO DA CONVENÇÃO DE 1936/1948

Cartas anônimas não merecem nossa atenção. Todas as cartas devem ter o nome, a assinatura e o endereço verdadeiros de quem as escreve. As anônimas não merecem crédito e devem ser inutilizadas. Não se deve perder tempo em lê-las.

ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO.

9 – CASAMENTO DE IRMÃOS DO MINISTÉRIO COM IRMÃS DIVORCIADAS

Este assunto tem passado por reuniões ministeriais e têm se considerado não ser conveniente irmãos do ministério, viúvos, casarem com irmãs divorciadas.

Porém, se algum ancião, cooperador, diácono ou cooperador de jovens e menores, viúvo, quiser casar com uma irmã divorciada, deverá renunciar ao seu ministério.

Esta deliberação não afeta a condição dos servos que, com base no tópico nº 5, de 1993, vieram a casar-se em segundas núpcias, com irmãs divorciadas.

10 – SERVOS VIÚVOS QUE TORNAM A CASAR APÓS POUCOS MESES DO FALECIMENTO DA ESPOSA

Quem procede dessa forma apresenta um aspecto não bom e dá motivo para comentários entre a irmandade. O próprio bom senso indica que se deve respeitar um tempo considerável entre o falecimento da esposa e as novas núpcias, se possível, de aproximadamente um ano. Todavia, casos excepcionais serão considerados pelo ministério.

Lembramos, também, que já há ensinamento antigo (1972), no sentido de que não deve haver muita diferença de idade entre ambos.

11 – MUDANÇAS DE LOCALIDADE (Tópico nº 4, de 1993)

Toda mudança de servos de Deus, anciães, diáconos e cooperadores, em caráter definitivo ou missão temporária, deve passar, primeiramente por reunião ministerial da região e, depois, obter-se a concordância dos anciães da localidade para onde pretende mudar-se. Após, cada caso será examinado pelos anciães mais velhos. Sendo aprovada a mudança, o servo irá com ministério. Se a mudança não for aprovada, irá sem ministério. Quem muda por conveniência, interesse próprio ou motivo financeiro, também irá sem ministério.

Quem muda sem ministério não poderá levantar com a Palavra. Se for diácono, não poderá interferir na Obra da Piedade.

Deve ser considerado o caso de transferência por intermédio da firma onde o servo de Deus trabalha, se a mesma partiu da empresa ou a pedido do interessado. Os servos, segundo as Escrituras, são ordenados para atender as congregações às quais pertencem.

12 – ORDENAÇÃO DE ANCIÃO

Delibera-se que, quando se vai ordenar um ancião e já há um cooperador naquela igreja, deve­ se chamá-lo para ir em cima do púlpito, junto aos demais anciães e diáconos ali presentes.

13 – DENOMINAÇÕES ESTRANHAS À NOSSA FÉ – CUIDADO NAS PREGAÇÕES

Devemos ter cuidado nas pregações, jamais mencionando o nome de qualquer denominação, seja ela qual for. Se Deus der, pode-se falar em feitiçaria, como está nas escrituras, mas não relacionar isso com qualquer denominação. Temos que exortar com prudência e cuidado para não sofrermos as conseqüências da falta de entendimento. Jamais vamos aprovar a feitiçaria ou a bruxaria, mas não podemos relacionar isso com o nome de qualquer religião ou denominação. Não vamos jamais aprovar o mal, nem a idolatria e nem a feitiçaria, mas há maneiras de falar sem nos tornarmos culpados de nada.

14 – SANTA CEIA – PARTICIPAÇÃO DO MINISTÉRIO – LIBERDADE PARA RECONCILIAÇÃO

Todo o ministério local (anciães, diáconos, cooperador e cooperador de jovens e menores), deve participar na última rodada, na qual também participam os que serviram a santa ceia, ficando ajoelhados até o final da oração de agradecimento.

O ancião que preside não deve descer do púlpito para tomar a santa ceia.

Aqueles que, por motivo de enfermidade grave, têm ficado para o final, participarão após o ministério.

A liberdade para reconciliação deve ser dada antes da Palavra e continuar até a última rodada. Essa liberdade não pode ser suprimida.

15 – MINISTÉRIO – HONRAR OS MAIS ANTIGOS

Deve ser observado o fundamento que temos, desde o princípio, de que os servos mais novos sempre honrem os mais antigos, notadamente na presidência da santa ceia, em aberturas de novas casas de oração, bem como em ordenações e na apresentação de novos obreiros.

16 – NÃO MISTURAR SERVIÇOS DIVINOS

Não se deve misturar um serviço divino com outro, ou seja, reunião da mocidade com batismo, batismo ou ensaio regional com santa ceia, ou qualquer outro. Cada qual deve ser celebrado isoladamente. Outrossim, a celebração de batismo deve ser previamente aprovada em reunião ministerial regional, exceto em caso de enfermidade grave.

17 – PREGAÇÃO – HÁBITOS QUE DEVEM SER ABOLIDOS (Tópico nº 30, de 1996)

Temos sempre dado ensinamentos a esse respeito, mas há servos de Deus que insistem em errar nestes pontos. Muitos batem na tribuna quando pregam. Na tribuna estão os dizeres “Em Nome do Senhor Jesus” e não é lugar para se estar batendo. Mais grave, ainda, é bater sobre a Bíblia. Esse costume deve ser abolido, pois é um desrespeito ao Nome do Senhor. A irmandade também nota isso e não aprova.

Não é necessário bater em lugar nenhum quando se exorta a Palavra. Outros correm de um lado para outro do púlpito e dão pulos enquanto pregam. Alguns batem na perna, outros batem palmas, dando um mau aspecto. E há os que exageram no falar, gritando na pregação. Esses hábitos devem acabar.

Outrossim, há pregadores que se preocupam mais em pregar promessas e libertações do que a doutrina. Nada deve ser feito por costume mas, por revelação de Deus.

18 – EVITAR O USO EXAGERADO DA PALAVRA “EU” NAS PREGAÇÕES

Muitos pregadores utilizam, exageradamente, a palavra “eu”, dirigindo-se à irmandade, nas pregações: “eu te falo”, “eu te mando”, “eu vou te libertar”, “eu que te salvei”, “eu que te trouxe até aqui”, “eu te darei a vida etema”, e assim por

diante. Isso não causa uma boa impressão, principalmente para novos na graça ou testemunhados que estão ouvindo a Palavra pela primeira vez. Dá a impressão de que o pregador estaria deixando Deus em segundo plano. Isso não fica bem e deve ser evitado.

19- RECEBIMENTO DE COLETAS

Os irmãos porteiros, que recebem as coletas, jamais devem se recusar a receber, seja de testemunhados ou de quem quer que seja, sob a alegação de que determinada pessoa não goza de bom testemunho. Esse procedimento é contrário à vontade de Deus.

20 – IRMÃOS PORTEIROS

Havendo necessidade de irmãos para porteiros, deve-se procurar, sempre que possível, não apresentar irmãos com muita idade, que às vezes têm problemas de saúde, deficiência de audição ou de visão.

21 – NÃO CANTAR HINOS AJOELHADOS NOS CULTOS

Já temos ensinamento sobre isso. Lembramos aos irmãos que atendem os cultos que nenhum hino deve ser cantado com a irmandade ajoelhada.

22 – MARCAÇÃO DE BATISMOS, SANTAS CEIAS E REUNIÕES PARA A MOCIDADE

Os irmãos anciães devem marcar o atendimento de batismos, santas ceias e reuniões para a mocidade, somente quanto estiverem presentes nas reuniões para os quais foi orado e confirmado.

Outrossim, antes de sair para atender algum desses serviços em outra cidade, o irmão ancião deverá levar o assunto em reunião ministerial para consideração.

23 – BATISMO

Quem atender o batismo deve considerar todos os que forem batizados com igualdade. Não se deve observar que “este irmão é filho de tal pessoa”, ou “este era pastor e agora é ovelha”. Não se deve exaltar a quem quer que seja. A glória é de Deus.

24 – VIAGENS POR CONTA PRÓPRIA, SEM HAVER ORADO E CONFIRMADO EM REUNIÃO MINISTERIAL

Viagens em missão são aquelas para as quais é orado e confirmado em reunião ministerial. Quem viaja por conta própria, deve se abster de interferir em assuntos da Obra de Deus nos lugares por onde passar.

Quem viaja a passeio ou por assuntos particulares, não sobrecarregue a irmandade: procure hospedar-se em hotéis. Há irmãos vendedores-viajantes que se alojam em casas de irmãos ou nas congregações. Procurem entrar dentro deste ensinamento.

25 – ADAPTAÇÃO DO ESTATUTO SOCIAL ÀS DISPOSIÇÕES DO NOVO CÓDIGO CIVIL

Com a entrada em vigor do novo Código Civil Brasileiro, surgiu a necessidade de adaptar o Estatuto da Congregação Cristã no Brasil às disposições ali contidas. Entretanto, face à premência de tempo em virtude do prazo estabelecido no art. 2.031, daquele diploma legal, a reunião deliberou, por unanimidade, nos termos do disposto no art. 37 do Estatuto vigente, outorgar poderes expressos à Administração São Paulo para proceder, como se fosse esta reunião, às adaptações que se fizerem necessárias, providenciando seu ulterior registro, no órgão competente, consoante o disposto em seu art. 40.

26 – CONVENÇÃO INTERNACIONAL DAS CONGREGAÇÕES CRISTÃS

Considerando assunto já trazido em reuniões anteriores, os anciães e diáconos do Brasil e do exterior, representando as Igrejas de seus respectivos países deliberaram, por unanimidade, celebrar, uma Convenção Internacional das CONGREGAÇÕES CRISTÃS, com a finalidade de declarar internacionalmente a unidade da fé entre si, a mesma origem histórica, os mesmos princípios cristãos de salvação, a mesma forma de organização material e a mesma compreensão da Bíblia Sagrada, contendo a infalível Palavra de Deus, manifestando idêntica comunhão espiritual e explicitando nesse documento a expressão dessa unidade, para servir de referência com vistas às necessidades de regularização institucional da Igreja nos países onde ainda não tenha sido legalmente instituída e registrada.

Essa Convenção terá instrumento em separado, para colher as assinaturas de todos os representantes das Igrejas dos países onde há Congregação constituída e naqueles em que, existindo fiéis, encontra-se em fase de constituição.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – REUNIÃO DE ATENDIMENTOS – UNIFORMIDADE

Essa reunião é aberta Em Nome do Senhor Jesus, com uma oração a Deus. Não se canta hino e não há exortacão da Palavra.

É presidida pelo diácono mais antigo da região ou pelo seu imediato.

Nessas reuniões deve ser observado o silêncio e a perfeita comunhão para apresentação dos casos. Caso haja irmãs que tenham assuntos para tratar com o diácono, devem chegar à reunião antes do início, ou seja, com antecedência.

As irmãs, após a apresentação dos casos e a retirada dos frutos para o atendimento, ficam livres para se retirarem. Não há necessidade de obrigar-se as irmãs a permanecerem na reunião até o seu término.

2 – CALAMIDADES – NECESSIDADES – NÍVEL BRASIL

As localidades atingidas por enchentes, secas ou outras situações de emergência, devem primeiro recorrer às Regionais de atendimentos mais próximas. Estas, não tendo condições de atender. a necessidade, devem dirigir-se à Capital do Estado. Se, na Capital não houver recursos suficientes para o atendimento, então, por carta assinada pelos diáconos e pelo ministério local, recorrer à locali-

dade que atende a região necessitada.

As cartas devem ser enviadas somente para uma região; em caso de urgência, telefonar aos diáconos mais antigos no ministério, esclarecendo a situação.

Os Estados precisam ter vida própria, a irmandade deve ser bem orientada a contribuir nas coletas, Todas as transferências para atendimentos devem ser feitas por via bancária. Os diáconos da região que recebem os recursos devem acusar o recebimento fornecendo o impresso modo C-17 devidamente assinado, bem como fornecer também as cópias das notas fiscais de compra e a relação das famílias atendidas.

3 – UNIÃO E COMUNHÃO ENTRE O MINISTÉRIO

É dever de todos os servos de Deus viver em perfeita harmonia uns com os outros. Os diáconos não devem interferir em outros ministérios, da mesma forma, servos de outros ministérios não devem envolver-se na Obra da Piedade.

Os diáconos devem honrar os anciães, todavia, quanto ao exercício do ministério, a cada um foi dado uma parte a fazer, sendo que os diáconos, conforme a Palavra de Deus (Atos 6), foram constituídos para cuidar deste importante negócio.

4 – ATUAÇÃO DOS DIÁCONOS EM OUTROS SETORES

Os diáconos devem se aplicar com mais diligência no ministério da Obra da Piedade, procurando não interferir em outras funções que não são de sua competência. Devem deixar as construções para os engenheiros e construtores, e também não interferir na Administração, para que cada um cuide de sua responsabilidade.

Caso o diácono seja construtor poderá colaborar, se for solicitado.

5 – ATENDIMENTO COM CHEQUES

Os atendimentos aos necessitados devem ser feitos em dinheiro, e não em cheques.

As irmãs da Obra da Piedade devem fazer as compras na guia de Deus e deixar alguma importância na casa do necessitado para outras despesas.

A emissão de cheques da conta da Piedade e Viagens, terá as seguintes finalidades:

– saques para reunião de atendimentos e viagens missionárias;

– pagamento de compras de mercadorias para estoque no almoxarifado, sendo que neste caso os cheques devem ser nominais ao fornecedor, cruzados e anotando-se no verso a sua finalidade.

Os talonários de cheques não devem sair das congregações e devem ser guardados em segurança. Os diáconos não podem carregar consigo os talões de cheques, bem como não se deve assinar cheques em branco com antecedência.

Os diáconos responsáveis devem estar atentos para que toda a emissão de cheques tenha provisão de fundos suficientes e também não é permitido emitir-se cheques pré-datados.

6 – CUSTEIO DE VIAGENS PELO CAIXA

Os diáconos não podem utilizar o dinheiro da coleta de viagens para atender

irmãos que solicitam o pagamento de suas despesas nas viagens que não foram oradas e confirmadas, ou autorizadas pelos anciães ou diáconos mais antigos no ministério.

As coletas de viagens não são para custear despesas de irmãos em suas cidades ou localidades, como no atendimento de cultos, santas ceias ou funerais. Nestes casos há sempre irmãos dispostos e se oferecem para conduzir o servo de Deus.

Todas as viagens missionárias devem ser apresentadas em reunião, oradas e, sendo confirmadas, devem ser transcritas no livro de atas.

7 – DIÁCONOS – VIAGENS MISSIONÁRIAS

Os diáconos novos no ministério devem, com o tempo, adquirir experiência necessária e aguardar o convite dos mais antigos para alguma missão no atendimento de reuniões ou no auxilio à escrituração.

Não devem aceitar convites e, caso tenham o prazer de viajar para alguma cidade, precisam comunicar aos diáconos mais antigos, esclarecendo o motivo da viagem. Todos devem acatar os conselhos.

Aqueles que viajam em missão devem comunicar ao ministério local e também levar a saudação da irmandade, dando ciência de sua ausência nos cultos.

8 – DESPESAS COM FUNERAIS

A Obra da Piedade não tem obrigação de custear funerais. Freqüentemente, quando falece algum irmão, os diáconos são procurados pela família para tratar do funeral. Devemos ser prontos para ajudar, pois trata-se de hora muito difícil pela perda do ente querido.

Se, dentre os familiares, alguém tiver expediente e condições para custear o funeral, deixemos que assuma a responsabilidade. Caso o diácono seja solicitado, deverá acompanhar para alguma orientação. Sendo a família necessitada e se os parentes não tiverem condições de assumir a responsabilidade, deve-se esclarecer o tipo de funeral que é custeado pela Obra da Piedade.

Se alguém se propuser a providenciar e contratar um funeral de luxo, este deverá assumir todas as despesas e não pedir que seja pago pelo caixa da piedade.

A Obra da Piedade não tem obrigação de arcar com custos elevados, quando outros contratam o serviço, bem como os diáconos não podem ser pressionados a efetuar estes pagamentos, nem mesmo pelo ministério.

69ª ASSEMBLÉIA – 2004 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 07 A 11 DE ABRIL DE 2004

INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES EM NOME DO SENHOR JESUS

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – SOBRE O “AMÉM” NOS CULTOS

Os irmãos ou irmãs que orarem e testemunharem nos cultos e os que pregarem a Palavra, não devem dizer, eles mesmos, o “amém” ao encerrar a oração, o testemunho ou a pregação. Devem esperar que a irmandade confirme com o “amém”.

Se o que está presidindo, ele mesmo for ler a Palavra, não é necessário que diga, novamente, “Deus seja louvado”, antes de iniciar a leitura.

* 2 – EXPRESSÕES INADEQUADAS NOS TESTEMUNHOS

Muitos irmãos, ao testemunhar dizem: “Deus me deu a felicidade de nascer de pais crentes”; “eu nasci na graça”; outros dizem: “eu não tive a felicidade de nascer de pais crentes”. Não é necessário dizer que quando nasceu seus pais já eram crentes; isto dá a impressão de um desnível entre a irmandade; essa distinção levanta um e humilha o outro. Tudo o que possa manifestar diferença, desnível, entre a irmandade, deve ser eliminado. No evangelho de São João vem dito que Jesus “veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.” O Senhor Jesus derrubou a parede da separação; são todos nascidos de Deus, sejam judeus, sejam gentios; sejam de pais crentes ou não; a Graça de Deus iguala a todos.

* 3 – SANTA CEIA – RECONCILIAÇÃO

Se algum irmão ou irmã cometeu uma falta grave diante de Deus, deverá falar primeiramente com o ministério, com alguns dias de antecedência, para saber se tem condições de se levantar perante a irmandade e pedir perdão. Outrossim, não é preciso esperar o dia da santa ceia para levantar e pedir perdão.

* 4 – SINDICATOS, ASSOCIAÇÕES DE CLASSE E ASSOCIAÇÕES DE MORADORES

Aconselhamos a irmandade a não participar da direção de sindicatos, associações de classe ou associações de moradores. A Congregação não se envolve em assuntos estranhos à doutrina. Se um irmão tiver que pertencer a um sindicato, poderá fazê-lo, porém, não deverá ocupar cargos de direção, uma vez que tais

cargos são sempre partidários, gerando divergências incompatíveis com o nosso sentimento de paz.

Da mesma forma, não devemos nos envolver em movimentos de protestos ou invasão de terras, quer na área urbana, pretendendo a posse de imóveis na cidade, quer na área rural, invadindo glebas de terras. Porém, se em alguma localidade o Governo fizer distribuição de imóveis e um irmão quiser se cadastrar para receber essa doação, não há inconveniente.

* 5 – SERVIÇO DIVINO NOS FUNERAIS – ÓSCULO SANTO

O serviço divino a ser feito nos funerais deve ser julgado de acordo com o momento. Iniciamos o serviço em Nome do Senhor Jesus, cantamos um hino (desde que a familia esteja de acordo que se cante) e oramos; pregamos a Palavra, fazemos a oração de agradecimento, cantamos mais um hino e encerramos o serviço.

Nos funerais os irmãos não devem saudar-se com o ósculo santo, devido à aglomeração de pessoas estranhas à nossa fé.

Em nossos cultos, sejam regulares ou de evangelização, tenhamos prudência a respeito do ósculo santo, com as pessoas novas que estão nos visitando.

* 6 – CONVITES DE AGÊNCIAS PARA VIAGENS AO EXTERIOR

Ultimamente muitos irmãos têm sido vitimas de agências de viagens que prometem trabalho e moradia em diversos paises, mediante o pagamento de uma certa quantia. Ocorre porém que, quando chegam a essas nações estrangeiras, os irmãos não encontram emprego, são obrigados a morar em condições precaríssimas, junto com estranhos à fé e forçados a aceitar uma documentação falsificada que pode sujeitá-los até à prisão. A irmandade deve ser advertida e alertada contra esse procedimento.

* 7 – BOMBARDÕES E INSTRUMENTOS DE SOPRO NAS ORQUESTRAS

Tem-se notado ultimamente um número excessivo de instrumentos de sopro, principalmente bombardões, em muitas de nossas orquestras. Onde já existe uma quantidade suficiente, o ministério local deve vigiar para que não ingressem mais essas categorias de instrumentos.

Ainda nessas localidades deve-se, também, exortar os irmãos que tocam bombardões, bem como demais instrumentos fortes de sopro, que reduzem à metade o volume de som de cada um, quando tocarem nos santos cultos.

Outrossim, quando um irmão demonstrar interesse em aprender a música para tocar na igreja é conveniente que consulte, primeiramente, o irmão encarregado para saber qual a categoria de instrumento que a orquestra mais necessita.

ATENCÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO

8 – “ANCIÃO DA MÚSICA”

Os anciães, em comunhão, deliberam que não haja mais o título de “ancião da música”. Os que estão atendendo a parte musical vigiem sobre ela, sem que haja um domínio e estejam unidos ao ministério local e sujeitos aos anciães mais

velhos. Tudo deve depender do parecer dos mais antigos da região.

A presidência dos ensaios regionais deve ser feita por todos os anciães e não sempre pelo mesmo.

Aos anciães, diáconos e cooperadores que foram encarregados regionais não cabe mais a parte da regência nos ensaios.

9 – QUANTIDADE DE ORGANISTAS NAS IGREJAS

O número de irmãs estipulado, há muitos anos, para compor os rodízios, é de três organistas por dia de culto. Porém, em localidades onde houver necessidade esse número poderá ser acrescido, conforme deliberação dos anciães, submetendo o assunto previamente à consideração da reunião regional.

10 – ENCARREGADOS REGIONAIS E EXAMINADORAS

Já há alguns anos foi deliberado de não se colocar mais encarregados regionais e irmãs examinadoras, a não ser em casos excepcionais. Porém, aos poucos essa deliberação foi sendo esquecida e agora frequentemente apresenta-se para orar por novos encarregados regionais e novas examinadoras.

Doravante só se orará em caso excepcional, considerado previamente entre os anciães mais velhos, inclusive para julgar se há real necessidade e se o irmão (ou irmã) está preparado, se realmente tem condições para exercer esse cargo.

11 – O SANGUE NÃO É A ALMA DO HOMEM – A ALMA DO HOMEM É A VIDA. – (Tópico 43, de 1980)

O sangue é a alma dos animais. Por isso o Espírito Santo proibiu comer sangue ou comer a carne com o sangue dos animais. Mas, quanto ao homem, sua alma não é o sangue. Sua alma é a vida que ele tem no corpo. Alma: A Palavra de Deus às vezes se refere ao espírito, às vezes à alma, às vezes à vida e às vezes ao homem. Quando Deus fez o homem o fez de barro. O homem tinha sua imagem e não vida. Era inanimado, sem respiração, sem movimento, sem raciocínio. Era como uma estátua. Porém, o Senhor soprou nas suas narinas o fôlego da vida, o espírito imortal. E então o homem foi feito alma vivente – na junção do espírito com o corpo surgiu a vida, conforme está escrito: “E FORMOU O SENHOR DEUS O HOMEM DO PÓ DA TERRA, E SOPROU EM SEUS NARIZES O FÔLEGO DA VIDA; E O HOMEM FOI FEITO ALMA VIVENTE”. (Gênesis 2:7) A alma é a vida. O homem, quando pecou, perdeu a vida, pois fora criado para viver eternamente. Mas teria domínio só nas coisas da terra. Nela viveria por todo o sempre. Seu paraíso era o terreno. Não entraria nos céus. O Senhor Jesus velo para nos dar um paraíso muito melhor onde governaremos e reinaremos sobre todas as coisas, junto a Deus Pai, com Ele, Jesus Cristo. O fim da fé é a salvação da alma (a salvação da vida). Quando o espírito sai do corpo, a vida desaparece deste. Quando o homem morre, rendendo o espírito, sai-lhe a vida do corpo. O corpo volta a ser inanimado, sem movimento, sem voz, sem respiração, sem raciocínio. Decompõe-se. O sangue paralisa dentro das veias, vira uma massa. Então, a alma não é o sangue. A alma é a vida. Carne e sangue não herdarão o reino de Deus. Mas nossa alma entrará na glória eterna, pois a alma é a vida. Jesus morreu para dar-nos a vida, para salvar a vida do homem. Após Jesus padecer sobre a cruz, expirou. Desceu ao túmulo por nós. Mas ao

terceiro dia ressuscitou triunfante e glorioso e saiu do túmulo vencendo a morte. Venceu tudo por nós. E vive para todo o sempre. Amém. Pela mesma semelhança na ressurreição corporal dos mortos, o nosso espírito se unirá outra vez ao nosso corpo, o qual será transformado para ser igual ao corpo de Jesus, trazendo assim a imagem de Cristo ­porque só aquela imagem é eterna. Da nova junção do espírito com o corpo transformado surgirá novamente a alma do homem, que viverá eternamente, subirá para a glória dos céus. Para estar com o Senhor por todo o sempre. Por isso está escrito: “E TODO O VOSSO ESPIRITO, E ALMA, E CORPO, SEJAM PLENAMENTE CONSERVADOS IRREPREENSÍVEIS PARA A VINDA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO”. Então, cumprido será o que vem dito: “TRAGADA FOI A MORTE NA VITÓRIA”. O mundo também será ressuscitado porque a morte já foi abolida. O mundo terá a vida eterna também. Mas não com gozo e glória e sim para vergonha, desprezo e sofrimento eterno no fogo que nunca se apagará. Esta é a segunda morte. Como Cristo ressuscitou por todos, também todos voltarão. Os que fizeram a vontade do Senhor e creram n’Ele, terão parte na primeira rassurreição. Mas os outros mortos não farão parte desta primeira ressurreição. Ressuscitarão depois, para o dia do juizo e serão julgados cada um segundo as suas obras.

12 – CULTOS COM TRADUÇÃO PARA DEFICIENTES AUDITIVOS

Onde houver necessidade e tenha algum irmão ou irmã em condições de fazer a tradução para deficientes auditivos, o ministério da região considerará e poderá abrir a liberdade para a realização periódica desses cultos.

Quem fizer essa tradução não deverá subir ao púlpito e nem colocar-se defronte ao mesmo, em local de multa evidência, para não tirar a comunhão da irmandade.

13 – PRESIDÊNCIA DO CULTO

Ancião que congrega em outra localidade em visita, poderá presidir os cultos, desde que lhe seja oferecida a oportunidade pelo servo local e que se sinta movido por Deus. Os servos em missão presidem os santos serviços.

Outrossim, quando o servo de Deus não conhece uma pessoa, deve usar de franqueza e não ir entregando, de qualquer maneira, o lugar onde Deus o colocou. Dar oportunidade ou convidar para ler a Palavra, só deve ser feito a irmãos que conhecemos, quando formos por Deus guiados a fazê­-lo.

14 – MINISTÉRIO E ADMINISTRAÇÃO – ENTROSAMENTO

Deve haver um bom entrosamento entre o Ministério e a Administração em tudo o que concerne à parte material e administrativa da Obra de Deus. As deliberações devem ser tomadas em conjunto, nas reuniões, e não somente por um irmão. Há irmãos do ministério resolvendo tudo sozinhos, dando ordens e tomando atitudes que podem comprometer a Congregação.

Da mesma forma, nenhum administrador deve tomar medidas isoladas, sem o conhecimento e a concordância do ministério e dos demais administradores.

15 – PREGAÇÕES

Nota-se que, mesmo em batismos e santas ceias, alguns se preocupam mais

em pregar promessas e libertações, afastando-se do objetivo principal daquele santo serviço. Nos batismos deve ser mencionado e esclarecido o fundamento desse santo mandamento, conforme disse o Senhor Jesus: “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” Portanto, a finalidade principal do batismo é o perdão dos pecados e a salvação da alma. Depois, vêm os sinais que confirmam e acompanham os que crerem.

Nas santas ceias é necessário explicar o fundamento dessa santa celebração, conforme consta nos evangelhos: “E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e, abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; Porque isto é o meu sangue, o sangue do Novo Testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados.” (São Mateus, 26:26-28).

Nos funerais deve-se falar sobre a ressurreição e a esperança da vida eterna, pois há os que pregam e falam pouco sobre essa parte.

Os que pregam devem se ater àquilo que foi lido. Todas as pregações devem ser edificadas sobre o alicerce do que foi lido.

16 – BATISMOS

Anciães que atendem batismos não devem forçar as pessoas a se batizarem, com insistências ou ameaças. As pessoas deverão ser batizadas quando estiverem convertidas por Deus.

Lembramos que as palavras para batizar as pessoas devem ser: “Irmão, Em Nome de Jesus Cristo te batizo, Em Nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.

17 – PESQUISAS SOBRE A CONGREGAÇÃO

Irmãos do ministério, da Administração, comodatários ou porteiros, recebendo formulários de pesquisa sobre a Congregação (desde que não sejam de órgãos governamentais), não deverão responder.

18 – LEITURA DOS TÓPICOS NAS CONGREGACOES

Nas congregações onde não há ancião, o cooperador poderá ler os tópicos de ensinamentos para a irmandade. Quando algum cooperador tiver dúvida ou não tiver franqueza suficiente, poderá pedir ao ancião da região para ler.

19 – CASAMENTO DE SERVOS VIÚVOS COM IRMÃS DIVORCIADAS

O Conselho de Anciães delibera que, irmãos do ministério que enviuvarem e desejarem casar com irmãs divorciadas, deverão previamente submeter o assunto à consideração do ministério da região que deliberará, segundo a guia de Deus.

20 – ESTATUTO DA CONGREGAÇÃO – REFORMA

Cada Administração deverá aguardar o envio, pela Administração São Paulo, do novo Estatuto devidamente aprovado e registrado. Após, deverá ser convocada uma Assembléia Geral Extraordinária em cada localidade, para sua ratificação e posterior registro no órgão competente.

21 – ADMINISTRAÇÕES NOVAS

Antes de se constituir uma nova Administração deverá ser considerada a sua real necessidade, levando-se em conta, principalmente, os ônus financeiros, as dificuldades burocráticas, obtenção de CNPJ, e também: a) o valor das coletas; b) o número de irmandade; c) se há irmãos aptos para constituir a Administração e o Conselho Fiscal, com situação regular perante a Receita Federal, especialmente comerciantes, oriundos de outras localidades, etc.; d) se há local apropriado para a instalação dos trabalhos administrativos, arquivo, segurança, etc.; e) a distância dos órgãos governamentais para registro de documentos e fiscalização (Cartório, Receita Federal, INSS, CREA, etc.); f) a distância da Administração descentralizadora, que deverá assessorá-la por três anos.

Deverá ser remetido à Administração São Paulo o questionário próprio, com informações da constituição da Administração, para fins de cadastro.

Enquanto não estiver consolidada a reforma estatutária não deverão ser constituídas novas Administrações.

22 – CONSELHO FISCAL – CONDIÇÕES FACE AO NOVO CÓDIGO CIVIL

Em obediência à legislação pertinente não deverão ser colocados no Conselho Fiscal irmãos que sejam parentes até o terceiro grau de Administradores (pais, filhos, netos, avós, irmãos, tios, sobrinhos, sogro, genro e cunhados).

As situações já existentes deverão ser, aos poucos e na medida do possivel, adequadas a essas exigências legais.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – DOAÇÕES

As doações de bens ou mercadorias, etc. para a Obra da Piedade devem ser feitas em conformidade com as leis vigentes, pois é necessário que sejam acompanhadas com documentos que comprovem a sua origem, com notas fiscais em nome do comprador e devidamente quitadas com declaração da doação no verso, assinada pelo doador; todavia, não há necessidade dessa exigência caso as doações sejam de roupas, calçados, móveis ou outros materiais usados.

Não podemos fazer carta de pedido de doações a nenhuma entidade, porém, caso sejam feitas doações para a Obra da Piedade, podemos aceitar e emitir uma carta de agradecimento.

2 – OFERTAS E COLETAS

De acordo com a Resolução n° 877, de 18/04/2000 do Conselho Federal de Contabilidade, as receitas e despesas das entidades sem fins lucrativos devem ser segregadas, ou seja, somente podem ser utilizadas para o fim a que se destinam.

Todas as ofertas e coletas devem ser registradas nas colunas indicadas no livro de coletas. Em nenhuma hipótese deixar de registrar alguma coleta com a finalidade de quitar algum pagamento, pois esse procedimento é considerado como sonegação de receita e passível de comprometer a imunidade da Congregação.

3 – CADASTRAMENTO DAS IRMÃS DA OBRA DA PIEDADE

Em obediência a obrigações legais é necessário o cadastramento das irmãs da Obra da Piedade, tendo em vista a necessidade de suas assinaturas nos envelopes de atendimento.

4 – PORTEIROS E AUXILIARES PARA ESCRITURAÇÃO

Os Diáconos, de comum acordo com o ministério (Ancião e Cooperador), devem providenciar a colocação de porteiros e auxiliares para escrituração do livro de coletas e preenchimento do balancete em sua comum congregação e naquelas que atende. Compete ao Ministério apresentá-lo à irmandade. Os irmãos que registram as coletas e preenchem os balancetes, etc., são titulados auxiliares de escrituração.

Os Diáconos devem acompanhar o recebimento de coletas, registro, depósitos bancários que são encaminhados à Administração, conforme determina o nosso Estatuto.

5 – REUNIÃO DE ENSINAMENTOS DA OBRA DA PIEDADE

Em caso de solicitação por outra cidade para um Diácono atender a reunião de ensinamentos, aquele que Deus confirmar é responsável pelo atendimento, mesmo sendo mais novo no ministério do que o da localidade.

Após a exortação da Palavra, o Diácono mais antigo da localidade deve ser honrado levantando-se e apresentando o irmão que foi designado para atender a reunião.

Estas reuniões não devem ser prolongadas. Conforme ensinamentos anteriores deverão estar presentes o Ministério, a Administração local, as irmãs da Obra da Piedade e as que trabalham nos almoxarifados.

6 – REUNIÃO DE ATENDIMENTOS DA OBRA DA PIEDADE

Os atendimentos devem ser guiados por Deus, não pode haver atendimentos forçados, nos casos que Deus não confirmou.

Conforme ensinamentos anteriores, estas reuniões não podem ser realizadas à noite, devidos aos riscos e perigos, principalmente com relação às irmãs.

Nesta reunião é necessária comunhão e revelação de Deus, procurando evitar-se muitas perguntas às irmãs da Obra da Piedade. Caso as fichas não estejam corretamente preenchidas ou com falta de dados, procurar ensinar às irmãs a forma correta. Não é necessário que as irmãs aguardem até o término da reunião, ficando livres para se retirar.

7 – VIAGENS MISSIONÁRIAS – DIÁCONOS

Estas viagens são de responsabilidade dos Diáconos mais antigos no ministério, que deverão ser acompanhados por outro mais novo, para que possa adquirir conhecimento e experiência.

Caso não haja possibilidade do Diácono mais antigo viajar, deverá indicar outro para ir em seu lugar, apresentando em reunião ministerial para ser orado.

8 – REMESSA PARA ATENDIMENTO DE NECESSIDADES

Por exigência legal, doravante toda a localidade que receber remessa de numerário para atendimento de necessidades da região, deverá acusar o recebimento, remetendo toda documentação relativa à saída do dinheiro, tais como: relação dos atendimentos, 2ª via ou xerox das notas fiscais de compras e cópia do balancete modelo C-9, devidamente assinado pelos Diáconos.

9 – DESPESAS DE ASSEMBLÉIA E DIVERSOS

Em todas as localidades onde se realizam as reuniões gerais anuais de ensinamentos (assembléias) deve ser providenciada a coleta para o custeio de todas as despesas tais como: cozinha, manutenção onde se realizam as reuniões, e o atendimento de algumas viagens de irmãos sem recursos.

Essa coleta deverá ser feita com antecedência mínima de dois meses em toda a região cujos irmãos irão participar das reuniões, e deve ser encaminhada à Administração, que deverá contabilizar todo o dinheiro e transferi-lo aos Diáconos.

10 – RESPONSABILIDADE NO ATENDIMENTO DAS ASSEMBLÉIAS

A organização das cozinhas, as compras e eventuais atendimentos aos irmãos para o retorno de suas viagens, é de responsabilidade dos Diáconos, que deverão contabilizar todas as despesas e receitas e fornecer relatório à Administração.

Caso haja sobra de recursos proveniente dessa coleta, deve-se ajudar nas despesas das reuniões do Estado que não tem condições financeiras suficientes, ou agregar essa sobra para o atendimento das reuniões gerais do setor.

70ª ASSEMBLÉIA – 2005 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 23 A 27 DE MARÇO DE 2005

INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES EM NOME DO SENHOR JESUS

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – COLETAS PARA OUTRAS FINALIDADES E PARA OUTRAS LOCALIDADES

Conforme ensinamentos anteriores, não se deve anunciar à irmandade coletas para outras finalidades a não ser as normais já determinadas (construção, obra da piedade, viagens e manutenção da casa de oração). Coletas para outras localidades deverão primeiramente ser consideradas pelo ministério em reunião regional e, caso seja aprovada, deverá ser lavrada em ata e a irmandade deverá saber o motivo e sua finalidade. A irmandade deve entregar as contribuições aos porteiros e irmãos que recebem as coletas e não à pessoa interessada, nem fazer depósitos dessas coletas em contas bancárias particulares, em nome dessa pessoa.

O resultado total deverá ser contabilizado no local e encaminhado à referida localidade por via bancária, pela Administração. A verba não deverá ser levada por mãos próprias.

* 2 – INSS – PROCEDIMENTOS

A irmandade deve ter prudência e interesse em se cadastrar junto ao INSS e recolher, mensalmente, a parcela devida para fins de futuros beneficios, como aposentadoria, auxilio­ doença, etc., principalmente os irmãos que trabalham por conta própria, como autônomos.

Outrossim, por ocasião da aposentadoria, procurar diretamente o INSS que dará todas as informações necessárias para o recebimento do beneficio, não sendo preciso buscar ou contratar intermediários para esse fim.

* 3 – TATUAGENS E “PIERCINGS”

A mocidade e as crianças devem ser exortados a não imitar os costumes mundanos de fazer tatuagens e nem colocar “piercings” nas orelhas, no nariz ou em qualquer outra parte do corpo.

* 4 -INCENTIVAR AS CRIANÇAS E OS JOVENS A LER E CONHECER A BÍBLIA

Nas reuniões para jovens e menores, na hora da Palavra convém o cooperador fazer a mocidade participar da leitura do capitulo que vai ser exortado; o cooperador pedirá a qualquer jovem (irmão ou irmã) que leia, em voz alta, um parágrafo ou algumas linhas. As crianças que souberem ler também poderão

participar. Como ninguém sabe quem vai ser chamado para ler, todos se sentirão no dever de trazer a Bíblia e acompanhar a leitura. Mesmo durante a pregação poderão ser feitas perguntas aos jovens e às crianças sobre o capitulo que foi lido.

* 5 – EXORTAÇÃO AOS PAIS A RESPEITO DE SEUS FILHOS – NAMOROS

Alertamos aos pais que, quando algum irmão se interessar em namorar com suas filhas, procurem se informar quem é, de quem se trata, para evitar que suas filhas caiam em um erro de que não possam mais voltar atrás.

Outrossim, há no meio da irmandade meninos e meninas adolescentes que já estão namorando. Aconselhamos os pais a vigiar sobre esse particular; nessa idade, a mente está ainda em formação e não está preparada para assumir um compromisso de tanta responsabilidade.

* 6 – ADVERTÊNCIA A IRMANDADE SOBRE VAIDADE E COSTUMES MUNDANOS

Ultimamente, vem se observando que a vaidade e os costumes mundanos estão se alastrando no meio do povo de Deus. A irmandade, em geral, tem responsabilidade perante Deus de se enquadrar na doutrina.

As irmãs devem evitar trajes exagerados. Nas festas de casamento, apresentem-se trajando roupas modestas. As santas do Senhor não devem usar pinturas, nem depilar as sobrancelhas, cortar ou tingir os cabelos, ou darem-se à exibição de jóias. Vestidos decotados, sem mangas, saias curtas ou abertas, roupas transparentes ou modelos indecorosos, não devem fazer parte dos costumes das servas de Deus.

Irmãos que tingem os cabelos e bigodes também devem entrar na disciplina.

Os jovens devem se abster de penteados e cortes de cabelo exóticos e exagerados.

* 7 – CUIDADOS ESPECIAIS NAS VIAGENS DE ATENDIMENTO NA OBRA DE DEUS

Em decorrência do aumento de acidentes vitimando os servos de Deus, é recomendável que se observe o seguinte:

1° – Examinar as condições do veiculo; 2° – Observar o limite de velocidade permitido nas estradas; 3° – Dirigir ou viajar em condições físicas adequadas; 4° – Viajar, sempre que possível, durante o dia e em condições climáticas favoráveis; 5° – Não viajar com excesso de pessoas e de bagagens; 6° – Programar as viagens com tempo suficiente para a permanência e o retorno; 7° – Manter em dia seguro de vida, cobertura do INSS e seguro do veiculo.

ATENCÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO.

8 – TÓPICOS DAS REUNIÔES DE COOPERADORES DE JOVENS E MENORES

Os tópicos de ensinamentos apresentados nas reuniões de cooperadores de

jovens e menores no mês de setembro, em São Paulo, estão na concordância de todos os anciães do Brasil.

9 – REUNIÕES MINISTERIAIS – SIGILO

É de rigor que se observe o estrito sigilo nas questões tratadas em reuniões, uma vez que sua propagação poderá causar indesejáveis equívocos e, quando referir-se à honra das pessoas, causar dano espiritual para a pessoa e seus familiares. Deve-se solicitar aos presentes às reuniões, também, que desliguem os aparelhos celulares.

10 – LER E EXPLICAR O ARTIGO 9° DOS PONTOS DE DOUTRINA ANTES DO BATISMO

O ministério reunido delibera que os ensinamentos a respeito do sangue, da carne sufocada, das coisas sacrificadas aos ídolos e da fornicação, devem ser lidos após a Palavra, antes do batismo. Outrossim, tais ensinamentos devem ser transmitidos periodicamente nos cultos, tanto para a irmandade como para as almas novas.

11 – IRMÃOS DO MINISTÉRIO – NÃO SUBIR AO PÚLPITO PARA TESTEMUNHAR

Os anciães mais antigos de todo o Brasil estão na comunhão de que os anciães, diáconos, cooperadores e cooperadores de jovens e menores nao devem subir ao púlpito para testemunhar. Entendemos que não deve ser feita essa distinção que não repercute bem perante a irmandade.

12 – BEBIDAS ALCOÓLICAS – FALTA DE MODERAÇÃO

Está escrito na Palavra de Deus que os comilões e beberrões não entrarão no céu. A Palavra de Deus condena a embriaguez e a glutonaria. Nas festas, sem perceber a pessoa pode exagerar. Os servos de Deus são continuamente observados. Aos filhos de Deus convém a sobriedade e a moderação. Os que exagerarem deverão ser advertidos pelo ministério.

13 – CARTAS DE APRESENTAÇÃO

Há ensinamento de que não se deve ler perante a irmandade as cartas de apresentação de irmãos vindos de outras localidades. Todavia, é necessário que o ancião ou cooperador comunique ao irmão diácono para conhecimento e eventual atendimento, em caso de necessidade.

Quando for colocada só a rubrica ou quando a assinatura for ilegível, deverá ser escrito o nome em letra de forma, abaixo da rubrica ou assinatura.

Sempre que possível, a carta deverá ser assinada por mais de um irmão do ministério.

14 – QUESTÕES MATERIAIS DA OBRA DE DEUS

Deve haver, entre o Ministério e a Administração, bom entrosamento para a

deliberação de assuntos de grande importância, principalmente a respeito de compra de terrenos, construções e reformas de casas de oração, reconhecendo, cada parte, as atribuições da outra, respeitando-se mutuamente e lembrando que nos convém conviver em santo trato e piedade.

Deve-se ter muita prudência ao se excluir um irmão da Administração. Embora a lei estabeleça a renovação da eleição da Administração a cada três anos, lembramos que os mesmos são colocados com oração, sem limite de tempo. Assim, a sua demissão ou afastamento do cargo só poderá ocorrer nos casos previstos no art. 9° do Estatuto.

Se o administrador tiver alguma carência de conhecimentos necessários ao exercício do cargo, ainda assim não deve ser afastado de qualquer maneira, mas pode-se acomodar a situação com a colocação de um vice. O mesmo se aplica aos membros do Conselho Fiscal.

15 – ATIVIDADES ECONÔMICAS – A CONGREGACÃO NÃO DEVE SE ENVOLVER

A Congregação tem como objetivo a propagação do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo e o amor a Deus (art. 1° do Estatuto), não devendo misturar esse objetivo com atividades econômicas. Assim, os integrantes do Ministério, Administração e todos os que, por alguma forma, representem a Congregação, não devem se envolver na organização de plantações agrícolas ou reciclagem de materiais cujo fruto seja destinado à coleta. Quanto aos demais, são livres para realizar essas atividades com esse fim, desde que o façam de per si, ou mesmo que se organizem, o façam fora da estrutura da Congregação.

16 – CAIXAS DE OFERTAS

O ministério reunido, todos na mesma comunhão, delibera que fica instituída a colocação de caixas de ofertas para receber os frutos das coletas nas casas de oração.

17 – CASAMENTO CIVIL E RELIGIOSO – DISTINÇÃO

Os arts. 1515/1516 do Código Civil consagram que o casamento religioso, ou seja, aquele realizado como sacramento ou de acordo com a doutrina de determinada religião e levado a registro no cartório de registro civil, equipara-se ao casamento civil. Todavia, nossa Doutrina não consagra e nem o nosso Estatuto prevê o casamento religioso. Logo, não existe ato religioso em nosso meio a se equiparar ao civil e, por outro lado, o casamento civil tem como única autoridade celebrante o Juiz de Paz, que é investido de autoridade na forma da lei.

Em vista disto, os nossos irmãos do ministério não podem realizar casamentos, para permanecermos no ensinamento que desde o principio desta Obra temos recebido.

Para fins de batismo deve ser observado que o casamento feito em qualquer denominação religiosa, só tem efeito legal se registrado em cartório de registro civil.

TÓPICOS ADMINISTRATIVOS PARA 2005

1 – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS E DE CONSTRUÇÃO

Os procedimentos administrativos e os de construção a cargo das Administrações deverão observar o quanto consta nos manuais técnicos, mantendo-se, assim, o padrão de procedimentos que decorre da nossa unidade de Espirito, aspecto que é causa de admiração de muitos.

2 – TRABALHO VOLUNTÁRIO

Face ao advento da Lei 9.608/98, que disciplinou o trabalho voluntário nas hipóteses de interesse comunitário, social ou cultural, a Administração São Paulo irá expedir orientação sobre os procedimentos a serem seguidos em observância dessa Lei, para todos os casos em que há trabalho voluntário na Congregação, os quais deverão ser rigorosamente observados para evitar-se que, indevidamente, se venha a reclamar com sucesso direitos trabalhistas.

3 – NOTIFICAÇÕES

Com o fim de unificar-se a postura juridica da Congregação, sempre que for recebida por qualquer Administração alguma medida judicial ou extra-judicial (notificação), dever-se-á entrar em contato com o Departamento Jurídico da Administração São Paulo, que passará as orientações a serem seguidas, caso a caso.

4 – NEGÓCIOS ENVOLVENDO A CONGREGAÇÃO

Sempre que for efetuada alguma transação, negócio ou contrato de qualquer espécie entre a Congregação e algum integrante do Ministério ou da Administração, esse ato deverá ser previamente aprovado na reunião conjunta Ministério-Administração, justificando-se em ata os motivos de sua realização, evitando-se, assim, dúvidas sobre sua correção.

5 – INFORMAÇÕES PATRIMONIAIS

Para dar cumprimento ao dever previsto no art. 6° do Estatuto e, em particular, para complementar as informações do Relatório, as Administrações deverão remeter para a Administração São Paulo as informações patrimoniais já solicitadas e até agora não atendidas pela maioria.

6 – DADOS CADASTRAIS DA CONGREGAÇÃO – NÃO FORNECER

Deve-se comunicar aos irmãos comodatários e todos os que tenham cargo ou encargo, ministerial ou não, que não se deve fornecer por telefone dados cadastrais da Congregação, próprios ou de irmãos, a qualquer titulo, mesmo de pesquisa, tendo em vista que tem havido muitos casos de subterfúgios para contratos de propaganda em listas telefônicas.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – REGIONAIS DE ATENDIMENTO – COOPERAÇÃO

Há regionais de atendimento com excesso de dinheiro em caixa e outras com

grandes necessidades. Deve haver cooperação com as regionais de poucos recursos. O Diácono não deve segurar o dinheiro somente pelo prazer de tê-lo aplicado em Bancos. Deve procurar também enviar recursos para a regional de São Paulo-Central, onde todos os Estados carentes do Brasil recorrem para serem atendidos.

2 – DEMISSÃO SEM JUSTA CAUSA

Há irmão (inclusive de ministério) que, por não gostar de trabalhar como empregado, pede para ser demitido. Recebe a indenização, gasta o dinheiro, recorre ao seguro desemprego, fica em situação difícil e nessa condição quer ser atendido pela Obra da Piedade. Deve-se evitar esse procedimento e cada um procurar ser Integro, mantendo seu emprego.

3 – CONSTRUÇÃO/OBRA DA PIEDADE

De acordo com as novas normas da contabilidade, não podemos utilizar as coletas da Obra da Piedade para fazer qualquer tipo de construção para a Congregação. Outrossim, no caso de calamidade, é permitido atender a necessidade de construção para uma familia necessitada. Nesse caso o assunto deve ser considerado por dois ou três Diáconos, sendo que a compra de materiais deve ser feita com notas fiscais em nome do necessitado e anexadas à ficha de atendimento ou colocadas no envelope para arquivo ou eventual fiscalização. Nesse caso especifico não deve ser aceito cupom fiscal, pois nesse documento não consta o nome e endereço do comprador.

4 – IRMÃS DA OBRA DA PIEDADE/MUDANÇA

Caso o marido seja transferido por causa do emprego para outra cidade, a irmã da piedade não assina carta de renúncia mas, sim, somente de afastamento do ministério e, nesse caso, deve ser esclarecido o motivo, sendo que ela muda sem o ministério.

Em caso da mudança ser feita sem motivo justo e somente pelo prazer de estar em outro local, deve ser assinada carta de renúncia ao ministério. Na carta de apresentação não deve constar que a irmã que mudou pertencia ao ministério da Obra da Piedade.

5 – REUNIÃO DE ENSINAMENTOS DA OBRA DA PIEDADE

Os Diáconos mais antigos no ministério devem pedir a Deus e se esforçar para atender as reuniões de ensinamentos da Obra da Piedade em suas regiões. Os assuntos devem ser apresentados de forma objetiva e na guia de Deus. Não se devem fazer reuniões prolongadas, pois elas devem ser produtivas e não cansativas.

71ª ASSEMBLÉIA – 2006– RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 12 A 16 DE ABRIL DE 2006

INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES EM NOME DO SENHOR JESUS

Atenção: Somente os tópicos assinalados com asterisco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – O QUE DEVE SE ENTENDER POR “PROFECIA”

A sabedoria de Deus no livro dos Provérbios esclarece que “não havendo profecia o povo se corrompe; mas o que guarda a lei esse é bem-aventurado”, Então a profecia vinda de Deus, pela Sua Palavra, tem por finalidade santificar o crente e impedi-lo de se corromper.

Ainda que a profecia prediz o futuro, ela é manifestada com o intuito de convencer o crente a se desviar do mal para obter a vida eterna.

Nossa irmandade não deve buscar a Palavra pensando só no suprimento de sua necessidade material, na libertação de seus sofrimentos espirituais ou cura de suas enfermidades físicas, ainda que por estas coisas também oramos e clamamos ao Senhor. A irmandade deve dar-se por satisfeita tendo ouvido o conselho de Deus na congregação.

Encontramos que todo o livro do Apocalipse é uma profecia, uma revelação dada por Deus a Jesus, que a deu a João, seu apóstolo, para mostrar aos servos do Senhor as coisas que iriam acontecer e para que, conhecendo o futuro (de vida eterna e de castigo eterno), se santificassem e se preparassem para terem o direito de ver a Deus e com Ele gozarem a vida e a glória eternas.

* 2 – SANTAS CEIAS – RECONCILIAÇÃO

Somos ensinados a não esperar o dia da Santa Ceia para reconciliações. Afastados que retornam e se sentem perdoados, procurem os servos de Deus nas comuns congregações, os quais analisarão o caso e os aconselharão.

* 3 – HINOS EM FESTAS DE CASAMENTO

Os hinos de louvores e súplicas a Deus são sagrados e não devem ser tocados em festas de casamentos, aniversários, confraternizações ou em qualquer outra modalidade de evento estranho aos santos cultos.

Alertamos também a irmandade que em muitas festas tem havido exageros não só no beber, no comer, no vestir e no tipo de músicas que são executadas. O estilo dessas músicas profanas desonra a doutrina e a oração que foi feita.

* 4 – LUGARES RESERVADOS NOS CULTOS

Nas casas de oração deverá haver alguns lugares reservados para portadores de deficiências, gestantes e pessoas com crianças de colo. Não havendo pessoas nessas condições, a ocupação desses lugares é livre para a irmandade.

* 5 – DEPRESSÃO – ENFERMIDADE

Existe uma enfermidade chamada “depressão” que, dentre outros, apresenta os seguintes sintomas: perda de energia e interesse, sentimentos de culpa, dificuldades de concentração, perda de apetite e pensamentos negativos. Alertamos a irmandade que se trata de enfermidade e não de algo espiritual e de origem maligna, como alguns poderão pensar.

* 6 – COLETAS

Deve-se permanecer nos ensinamentos que foram transmitidos há muitos anos, respeitando-se o Estatuto que determina que “as ofertas e coletas são voluntárias e anônimas”. Portanto, não se deve forçar e pressionar a irmandade, nem estabelecer importâncias, nem fazer marcações de nomes para compromissos futuros, nem tampouco fazer coletas durante o culto indicando irmãos para cooperar. A irmandade deve ser livre para contribuir de acordo com a vontade de Deus.

ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO.

7 – PREGAÇÕES FORA DA DOUTRINA .

Em algumas localidades irmãos se levantam, lêem a Palavra e exortam coisas absurdas, fora da doutrina e do sentido daquilo que leram; outros criam novidades no que falam. Os anciães. dessas localidades não devem deixar que isso ocorra sem tomar medidas; devem chamar o que agir dessa maneira, exortá-lo com amor, com cuidado, ensinar, corrigir, mas se continuar devem levá-lo à reunião. Se for preciso, é preferível que um irmão assim seja afastado do ministério para que o povo não seja prejudicado. O Senhor nos colocou para zelar pela Sua Obra e não podemos deixar essas coisas acontecer.

8 – USO DE MICROFONE DURANTE A REALIZAÇÃO DO BATISMO

Aconselha-se a todos os irmãos que fazem batismos a tomar cuidado e não pegar no microfone quando estiverem em contato com a água, pois há o risco de um choque elétrico que poderá ser fatal.

9 – ORAÇÃO PARA CONFIRMAR A REALIZAÇÃO DE SANTAS CEIAS

Por tratar-se de um mandamento da Palavra de Deus cuja celebração se repete periodicamente, delibera-se orar só mais uma vez, em cada região, para a realização das Santas Ceias. Essa oração terá validade para sempre, não necessitando repetir-se a cada ano.

10 – BUSCAR OS DONS DE DEUS

A irmandade deve ser exortada a buscar mais os dons de Deus e a Promessa do Espirito Santo com evidência de novas linguas. Quando Deus fizer sentir ao ancião que estiver presidindo, na última oração a irmandade poderá ficar um pouco mais de tempo ajoelhada (não em todos os cultos, mas periodicamente), aguardando os dons de Deus.

Na eventual necessidade de se marcar dia para a busca de dons, não se deve propagar e nem anunciar na lista de batismos.

11 – COMPARECIMENTO ÀS REUNIÕES MINISTERIAIS

O comparecimento de irmãos às reuniões ministeriais regionais deve ser o mais próximo e o de mais fácil acesso, mesmo que ele pertença a outra região ou Estado que, às vezes, é muito mais distante. Não deve haver fronteiras e nem divisas.

12 – ALTERAÇÃO DE DIAS E HORÁRIO DE CULTOS

Doravante não será mais necessário buscar confirmação para alterar os dias e horas de cultos e de reuniões para jovens e menores de determinada casa de oração, mas somente considerar na reunião ministerial regional. Qualquer alteração, entretanto, somente entrará em vigor após a publicação do próximo Relatório, ainda que seja necessário aguardar alguns meses.

13 – PRESIDÊNCIA DE REUNIÕES

Anciães e diáconos, estando na presidência de reuniões, não devem expor casos que aconteceram no meio do ministério e que possam denegri-los. A finalidade de uma reunião é sempre edificar os presentes com a luz de Deus, sem desacreditar nossos conservos.

14 – PALAVRA: AGUARDAR ATÉ A IRMANDADE LOCALIZAR O CAPITULO

O irmão que vai exortar a Palavra, ao anunciar o livro e o capitulo deverá aguardar um pouco, até que a irmandade os localize, e não começar a ler imediatamente. Devem ler com calma e de maneira compreensível.

15 – MICROFONES E ALTO-FALANTES NAS CONGREGAÇÕES

Os irmãos devem se ater ao que consta no nosso Manual Técnico, referente ao volume e intensidade do som durante os cultos. Conforme consta desse manual, existe um aparelho que controla automaticamente essa parte. Onde houver necessidade deve ser adquirido esse aparelho. Outrossim, o irmão que estiver presidindo ou pregando, deverá vigiar para que o volume de som não ultrapasse os limites estritamente necessários à audição e compreensão da irmandade.

16 – APRESENTAÇÃO DE COOPERADORES DE JOVENS E MENORES

Havendo necessidade de apresentar cooperadores de jovens e menores, os anciães devem ter bastante cautela e verificar se há no irmão a ser apresentado o dom de Deus para esse importante ministério, que irá cuidar da formação espiritual das nossas crianças e jovens.

17 – UNÇÃO

Há irmãos do ministério que, antes de encerrar o culto, anunciam para a irmandade que haverá unção e que se houver alguém presente que deseja ser ungido, que venha à frente.

Não é assim que fomos ensinados e também não se anuncia que vai haver unção. Aquele que sente de ser ungido deve vir à frente, após o culto, e falar com o ministério.

18 – ACONTECIMENTOS ISOLADOS E ESPORÁDICOS

Muitas vezes sucedem casos isolados e esporádicos na Obra de Deus, não sendo necessário traze-los para consideração e para serem inseridos em tópicos de ensinamentos. O próprio ancião da localidade deverá resolvê-lo ou recorrer ao ministério da região.

Isto se faz necessário uma vez que os tópicos de ensinamentos são distribuídos para todo o país e até mesmo para o exterior, devendo abranger apenas assuntos de grande interesse e relevância na Obra de Deus e não particularidades isoladas que podem ser corrigidas no próprio local ou na respectiva região.

19 – NÚMERO EXCESSIVO DE MÚSICOS

Quando houver um número excessivo de músicos em determinado culto, os que chegarem por último poderão tocar de pé, no corredor, ao lado da orquestra.

20 – ESCLARECIMENTO SOBRE A PALAVRA “FORNICAÇÃO” E SOBRE “COISAS SACRIFICADAS AOS ÍDOLOS”

Caso alguma pessoa, quer seja irmão já batizado ou alguém que queira se batizar, perguntar ao ancião o significado da palavra “fornicação”, o servo de Deus deverá esclarecer que se trata de qualquer união carnal que se realize fora do casamento ordenado de acordo à Palavra de Deus.

Deve-se entender por “sacrificado ao ídolo” toda alimentação que foi preparada para dias de festa em homenagem ou perante as imagens que, por natureza não são deuses, chamadas ídolos pela Palavra de Deus.

21 – TRADUÇÃO SIMULTÂNEA NOS CULTOS PARA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Deliberou-se instituir, onde houver necessidade, o sistema de tradução simultânea nos cultos para deficientes auditivos, Toda orientação a esse respeito será transmitida e coordenada por São Paulo. Os servos de Deus que tiverem interesse poderão enviar correspondência a Congregação do Brás, em São Paulo, ou entrar em contato com o irmão Afonso Alcaraz, através dos telefones (11) 6671-1165, (11) 6941-2244 ou (11) 7205-2483, e-­mail aalcarazía1terra,com.br. Os irmãos do Estado do Paraná poderão entrar em contato com o irmão Venderlim Canuto Vaz, através do telefone (41) 8415-6664, ou (41) 3329-2100.

TÓPICOS ADMINISTRATIVOS

1 – DESCENTRALIZAÇÃO ADMINISTRATIVA – NOVA ADMINISTRAÇÃO

A aprovação de descentralização com formação de nova Administração deve ser considerada nas reuniões de anciães que precedem as Reuniões Gerais de Ensinamentos, após parecer da regional administrativa, sempre observando as condições necessárias para sua efetiva implantação.

2 – DELIBERAÇÕES

As deliberações que excedam a simples gestão (oficialização, aquisição e venda de imóveis, fechamento de casas de oração, alterações patrimoniais como construções, reformas, demolições, etc.), deverão ser tomadas em reuniões ministeriais regionais onde estejam presentes o ministério espiritual e a Administração da localidade, na conformidade do art. 33 do Estatuto e seu parágrafo único. A deliberação deverá constar em Ata, na forma da lei.

3 – OFICIALIZAÇÕES

Para se oficializar os locais de culto (inclusive em imóveis cedidos ou alugados) deve-se, previamente, obter a permissão de uso do (s) proprietário (s) do imóvel (com firma reconhecida), bem como dos órgãos públicos, tendo a documentação constante no Manual Administrativo.

4 – ABERTURA DE CASA DE ORAÇÃO

Só abrir casa de oração (após construção ou reforma) com a documentação completa, isto é, Habite-se e Visto Final do Corpo de Bombeiros.

TÓPICOS DO MINISTÉRlO DA OBRA DA PIEDADE

1 – CUSTEIO DE VIAGENS MISSIONÁRIAS

O custeio das despesas de viagens missionárias, bem como o pagamento de passagens aérea ou rodoviária do viajante, é de competência da regional onde a viagem foi orada ou considerada pelo ministério da localidade.

2 – APRESENTAÇÃO DE IRMÃS PARA A OBRA DA PIEDADE

Na apresentação de irmãs para a Obra da Piedade devemos tomar certos cuidados de não apresentar irmãs solteiras, nem muito idosas, nem divorciadas, nem novas na fé, nem organistas, nem aquelas cujo esposo não é crente e nem irmãs casadas que foram mães solteiras. Observar também se a irmã é casada de acordo com as leis vigentes.

3 – DESLIGAMENTO DO MINISTÉRIO DE IRMÃS DA OBRA DA PIEDADE

O desligamento do ministério de irmãs da Obra da Piedade, quer por renúncia ou afastamento, deve ser feito por carta e apresentado primeiramente ao ancião, diácono e cooperador que atendem a igreja, para ciência e assinatura na carta. Em seguida o caso deve ser apresentado na reunião regional ministerial para consideração e, posteriormente, encaminhado à reunião dos diáconos para registro em ata.

4 – COZINHA NAS REUNIÕES REGIONAIS E ASSEMBLÉIAS

Os irmãos diáconos das localidades onde são realizadas as reuniões regionais ou reuniões gerais de ensinamentos, são os responsáveis pela administração da cozinha. Devem providenciar com antecedência as coletas para a compra dos alimentos e outros materiais, bem como atribuir responsabilidades aos irmãos que devem coordenar a distribuição dos trabalhos durante as reuniões. Nas localidades onde não houver diáconos em condições de assumir a responsabilidade operacional da cozinha, essas atribuições poderão ser transferidas à Administração.

5 – PRESENÇA DOS IRMÃOS ANCIÃES E COOPERADORES NAS REUNIÕES DE ATENDIMENTO DA OBRA DA PIEDADE

Embora não haja nenhum impedimento quanto à presença dos irmãos anciães e cooperadores nessas reuniões, é necessário salientar que as fichas de atendimento são lidas em voz alta, com o nome do necessitado e sua situação financeira, sendo que muitas vezes se faz comentário sobre a família e essas informações podem inibir o irmão ancião ou cooperador no momento da pregação da Palavra, tendo em vista que a família pode estar presente no culto.

6 – APRESENTAÇÃO A IRMANDADE DE IRMÃS DA OBRA DA PIEDADE

As irmãs que são confirmadas por Deus em oração para trabalhar na Obra da Piedade não devem ser apresentadas na Congregação. Os servos primitivos acharam por bem tomar esse cuidado a fim de não abrir a porta aos espertalhões e também não alertar os irmãos novos na graça, os quais começam com lamentações e exigências, As irmãs também não deverão ter seus nomes publicados nas listas de batismos e devem ser aconselhadas a não testemunhar dizendo que pertencem a Obra da Piedade. Apresentá-las somente nas reuniões de atendimentos e ensinamentos.

7 – RESPONSABILIDADE PELO NUMERÁRIO DA OBRA DA PIEDADE

Os balancetes e relatórios da Obra da Piedade devem ser assinados por três ou mais diáconos. Os que assinam tais documentos são responsáveis pelos valores neles contidos. Caso haja divergência entre o valor escriturado na contabilidade e o existente no caixa, evidenciando a falta de numerário, sem a devida comprovação por documentos hábeis, todos os que assinaram o balancete e relatórios serão responsabilizados, razão pela qual é necessário conferir e controlar o dinheiro de cada reunião e de forma nenhuma permitir a falta de numerário no caixa.

 

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

TÓPICOS DE ENSINAMENTOS

72ª ASSEMBLÉIA – 2007

72ª ASSEMBLÉIA – 2007 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 03 A 08 DE ABRIL DE 2007

INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES EM NOME DO SENHOR JESUS

Atenção: Somente os tópicos assinalados com asterisco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1- INTERPRETAÇÃO DA FRASE BÍBLICA “MAIS IMPORTA OBEDECER A DEUS DO QUE AOS HOMENS”

O apóstolo Pedro disse a frase “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” dirigindo-se ao sumo sacerdote, porque ele proibia os apóstolos de falar no Nome de Jesus, da Sua doutrina, e negava sua culpa na morte dele também. Esta frase não pode ser dita insinuando a não obedecer a doutrina e ensinamentos que Deus dá, pelo Espírito Santo, aos Seus servos que Ele constituiu para vigiar sobre a Igreja.

A doutrina e os ensinamentos fazem de nós um povo diferente, especial, zeloso de boas obras.

* 2 – COMUNICAÇÕES VIA INTERNET

Está se espalhando entre a irmandade, principalmente entre os jovens, a participação em comunidades virtuais, formadas ou em formação, que se relacionam via internet. Muitos colocam suas fotos, seus dados pessoais, endereços e suas preferências. Isso poderá despertar a atenção de pessoas mal intencionadas e acarretar sérios problemas e prejuízos. Esse tipo de comunicação permite, também, fazer montagens fotográficas, que poderão colocar as pessoas em situação difícil e embaraçosa.

A irmandade (principalmente a mocidade) deve ser exortada a se guardar, não se expor, para não correr o risco de se desencaminhar.

* 3 – FESTA DO “DIA DAS BRUXAS” (HALLOWEEN)

O ministério aconselha a irmandade a que seus filhos não participem desses festejos, visto que, nessas festas as crianças trajam fantasias que fazem lembrar a feitiçaria, a qual é condenada pela Palavra de Deus, que nos ensina que os feiticeiros não entrarão no reino dos céus.

* 4 – BAIXO-TUBA E RABECÃO – REPETIÇÃO DE TÓPICO

Repetimos o ensinamento dado nas reuniões gerais dos anos de 1965 e 1970, a respeito dos instrumentos baixo-tuba, e rabecão, que continuam não podendo ingressar nas orquestras da Congregação.

* 5 – CERIMÔNIA DE CASAMENTO

Há casais de nossos irmãos que realizam o casamento civil no cartório, geralmente na parte da manhã e, à noite, fazem a encenação da cerimônia, como se o mesmo estivesse sendo realizado naquele momento.

Essa encenação, apesar de não infringir qualquer dispositivo legal, não é conveniente para nós. O servo de Deus presente explicará que o casamento já foi realizado no civil e, a seguir, fará a oração para que Deus abençoe os noivos e as famílias.

* 6 – ACERCA DO DIVÓRCIO

Os servos de Deus devem orientar a irmandade a ler o capítulo 19 do evangelho reportado por São Mateus, do verso 1 ao 12, que trata acerca do divórcio.

* 7 – RECITATIVOS E ORAÇÕES NAS RUENIÕES DE JOVENS E MENORES

É conveniente que continuem os recitativos, da maneira como vem sendo feitos, bem como a oração orientada, feita pelas crianças com a participação do auxiliar, nas reuniões de jovens e menores. Porém, em um domingo por mês não haverá recitativos, apenas o cooperador conversará com os jovens e as crianças a respeito de um capítulo que leram em suas casas, conforme indicação dele, que orará ao Senhor para discernir quais assuntos da Escritura são de conveniência à reunião. O ministério local determinará qual o domingo em que isso será feito.

Este tópico só entrará em vigor após a próxima reunião para cooperadores de jovens e menores de cada região.

* 8 – PIRÂMIDES E CORRENTES DA FELICIDADE (tópico de 1995 – repetição)

“Pirâmides” e “Correntes da Felicidade” são procedimentos que estão se alastrando, prometendo dinheiro fácil aos participantes, mas estão fora da lei. A irmandade não deve participar nem se envolver nessas coisas.

* 9 – CASAMENTOS – ONDE DEVE SER FEITA A ORAÇÃO

Os servos primitivos sempre fizeram a oração no lugar onde os noivos se casavam e os convidados se reuniam para comemorar, em casa ou no salão. E assim deve continuar. Se o casamento for celebrado em um cartório, ora-se depois no local para onde os noivos e convidados se dirigirem para celebrar, seja em casa ou no salão. Deve-se ensinar a irmandade a se guardar da vaidade e das apresentações mundanas quanto aos trajes e ao porte. As irmãs devem levar seus véus em suas bolsas. Ora-se de joelhos.

* 10 – ADVERTÊNC IA À IRMANDADE SOBRE VAIDADE E COSTUMES MUNDANOS

Ultimamente, vem se observando que a vaidade e os costumes mundanos estão se alastrando no meio do povo de Deus. A irmandade, em geral, tem responsabilidade perante Deus de se enquadrar na doutrina.

As irmãs devem evitar trajes exagerados, trajando sempre roupas modestas. As santas do Senhor não devem usar pinturas, nem depilar as sobrancelhas ou tingir os cabelos, nem darem-se à exibição de jóias. Devem ter os cabelos crescidos, conforme a Palavra. Vestidos decotados, sem mangas, saias curtas ou abertas, roupas transparentes ou modelos indecorosos, não devem fazer parte dos costumes das servas de Deus.

Irmãos que tingem os cabelos e bigodes também devem entrar na disciplina.

Os jovens devem se abster de penteados e cortes de cabelo exóticos e exagerados.

Nossa irmandade deve abster-se de tatuagens e “piercings”.

* 11 – LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS

O tradutor e os portadores de necessidades especiais devem respeitar e ser submissos ao corpo ministerial da Igreja, obedecendo aos ensinamentos deliberados em Reunião Geral de ensinamentos.

Não deverá existir tradução caso não haja nenhum deficiente auditivo no culto.

Os tradutores devem ser adequadamente preparados, posicionando-se na igreja de forma discreta (não em frente à tribuna), facilitando a visibilidade pelos portadores de necessidades especiais.

* 12 – PUBLICAÇÕES NA INTERNET ATRIBUÍDAS À CONGREGAÇÃO

A Congregação Cristã no Brasil não autoriza a divulgação pública, através de meio eletrônico, de qualquer informação a seu respeito, não estando autorizado a tanto quem, através de “site” (pronuncia-se “sait”) não pertencente à Congregação, se afirme como “site” oficial. Quem o fizer, estará fazendo em nome e interesse próprio e responsabilidade pessoal. A Congregação se manifesta através de sua Administração ou do Conselho de Anciães.

A Congregação Cristã no Brasil não mantém polêmicas sobre os seus pontos de doutrina ou seu modo de organização, nem autoriza ninguém a fazê-lo em seu nome.

A Congregação Cristã no Brasil não se utiliza de nenhuma forma de propaganda de sua doutrina, nem se utiliza de qualquer meio de divulgação pública de seus princípios de fé. Quem tiver interesse espiritual de conhecer sua doutrina deverá freqüentar seus cultos em qualquer de suas igrejas.

= ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO

13 – ASSENTAR-SE QUANDO DA PRESIDÊNCIA DO BATISMO

Enquanto o serviço das águas estiver sendo realizado, o servo que estiver presidindo poderá, em caso de força maior, ficar sentado.

14 – CALENDÁRIOS E AGENDAS DE REUNIÕES MINISTERIAIS REGIONAIS E LISTA DE BATIMOS

O ministério tomou conhecimento de calendários de reuniões impressos por congregações de localidades do interior do Estado de São Paulo e de outros Estados, nos quais constam os nomes e endereços de encarregados de orquestras regionais e locais, irmãos porteiros, irmãos encarregados de serviços de manutenção, comodatários, etc. Não é necessário e nem conveniente esse procedimento. Esses calendários regionais devem limitar-se às datas e horários das reuniões. Excepcionalmente, em alguma região onde haja pequeno número de servos, poderão ser colocados os nomes e telefones dos irmãos anciães, diáconos e cooperadores.

Também as Listas de Batismo devem conter somente o essencial, a saber: Batismos – Santas Ceias – Reuniões da Mocidade – Ensaios Regionais – Viagens – Abertura, Fechamento e Reabertura de Casas de Oração. Aumento ou mudança de dias e horários de cultos – Coletas – Reuniões – Novos Obreiros. As aberturas e reaberturas de casas de oração somente deverão ser anunciadas depois que as mesmas ocorrerem.

Nas Listas de Batismo não devem ser colocados, em hipótese alguma, nomes de servos que vão em visita às congregações, nem de irmãs que são confirmadas para a Obra de Piedade, nem de irmãos ou irmãs que receberem cargo, e nem o nome de irmãos que estiverem excluídos da comunhão na Congregação.

15 – CONSTRUÇÕES SUNTUOSAS E EXTRAVAGANTES

Compete aos irmãos anciães da localidade ou que atendem a região orientar aos demais irmãos, tanto da parte administrativa como do departamento de construções, para que evitem construir casas de oração com linhas cheias de ornatos, com suntuosidade ou em formato extravagante, fora dos padrões da Congregação Cristã no Brasil.

Nenhum servo ou administrador pode fazer qualquer alteração na construção contrariando o que está no projeto aprovado pela Prefeitura. Isso acarretará prejuízo ao engenheiro que assina a planta, podendo até comprometê-lo profissionalmente.

Outrossim, é suficiente que o prédio possa acomodar a irmandade. Não se deve fazer casas de oração excessivamente grandes, pois isso encarece demasiadamente a construção.

Antes de se aprovar a planta da construção, deverá ser submetida à apreciação do ministério em reunião

A lei exige que se obtenha o “HABITE-SE” antes de se abrir uma casa de oração.

16 – SERVIÇO DIVINO NOS FUNERAIS – HINO, ORAÇÃO E PALAVRA

Nos serviços divinos em funerais as orações e a Palavra não devem ser prolongadas. Quem preside deve indagar se a família consente que sejam cantados hinos (no máximo 2). Quem chama os hinos é o servo que preside. Se a família pedir, antes do serviço, para ser cantado determinado hino, atendamos. Os hinos, em serviços divinos nos funerais, devem ser cantados a voz baixa.

Jamais se deve, em um serviço divino no funeral, condenar qualquer atitude ou procedimento daquele que faleceu.

Nos funerais para quem não era batizado ou não era crente, o servo deve deixar-se guiar pelo Senhor.

17 – NÃO FAZER ACEPÇÃO DE PESSOAS – IMPARCIALIDADE

Por ocasião da apresentação de um irmão para cargo ou ministério na Obra de Deus, deve-se atentar para o dom que nele se manifesta e o seu testemunho, sem qualquer distinção quanto à condição social, nível intelectual ou qualquer outra característica.

18 – APRESENTAÇÃO DE NOVOS OBREIROS

Antes de apresentar algum irmão para o ministério, deve-se obserar se trouxe carta de apresentação das cidades de onde veio, além de uma informação precisa do ministério de onde procedeu. Essa precaução se faz necessária porque se lhe for dado cargo e ele se mudar ou voltar para a primeira cidade de onde veio, poderá causar divergência entre o ministério e murmuração da irmandade.

19 – ENCARREGADOS REGIONAIS E LOCAIS DE ORQUESTRA – FUNÇÃO

Encarregados regionais e locais de orquestra atenham-se à regência dos hinos, sem fazer exortações quanto à doutrina. A pregação da Palavra nos ensaios regionais deve ser resumida, não se prolongando.

20 – COOPERADOR IMPOSSIBILITADO DE ATENDER

Quando um cooperador do ofício ministerial estiver impossibilitado de atender os cultos, por enfermidade ou idade muito avançada, poderá ser apresentado um outro cooperador, porém, no Relatório continuará constando apenas o nome do primeiro. Nessa hipótese, o segundo cooperador receberá o cartão de identificação e poderá participar das reuniões ministeriais.

21- REUNIÕES PARA COOPERADORES DE JOVENS E MENORES

Nas regiões onde houver necessidade, serão realizadas três reuniões para cooperadores de jovens e menores, por ano, a partir de 2008.

= TÓPICOS ADMINISTRATIVOS

1 – REGIONAIS ADMINISTRATIVAS

Em virtude da grande quantidade de normas legais a que estão sujeitas as entidades religiosas, recomenda-se às Administrações que tiverem necessidade, procurar irmãos profissionais voluntários como: contabilistas, engenheiros, advogados, entre outros, para executar e orientar acerca de assuntos administrativos e técnicos.

Sendo necessário, poderão ter funcionários remunerados para as partes administrativas e de construção, registrados na Administração onde está localizada a Regional Administrativa, dando suporte às agregadas, no cumprimento de nossos procedimentos administrativos e técnicos.

O custo dessa mão de obra, eventualmente necessária, deverá ser suportado por todas as Administrações agregadas a Regional Administrativa.

Fazemos esta recomendação para que a Obra de Deus não venha a sofrer nenhum detrimento advindo de nossa omissão.

2 – INFORMÁTICA CCB – PADRONIZAÇÕES

A Comissão de Informática, constituída por servos de Deus e irmãos dessa área técnica, com o objetivo de padronizar os procedimentos a nível Brasil, emitem as seguintes determinações:

– Softwares (Programa):

Informamos a todas as administrações que, doravante, só poderão utilizar os softwares (programas) que estiverem catalogados no portal CCBInfo, a fim de haver uma padronização nos sistemas utilizados pela Congregação. Somente os programas necessários para atender à Congregação.

– Hardaware (Equipamentos):

Informamos também a todas as Administrações que utilizaremos na Congregação somente equipamentos que atenderem à configuração mínima requerida, de acordo com o divulgado no portal CCBInfo, sendo que estas máquinas deverão ser dos seguintes fabricantes: IBM, DELL, HP (equipamento de primeira linha que já vêm com software instalado). Não devemos comprar equipamentos montados por terceiros.

– Licença de programas:

Todos os equipamentos que estiverem sendo utilizados dentro do ambiente da Congregação deverão obrigatoriamente possuir as licenças de software, ficando as Administrações Regionais, e as locais, com a responsabilidade de assegurar o cumprimento desta determinação. Segundo consta no art. 35, § 1º de nosso Estatuto, os “integrantes do Ministério e da Administração responderão pelos excessos eventualmente praticados que ocasionarem danos morais ou patrimoniais a CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL, ou a terceiros.”

– Doação:

Todo e qualquer equipamento de informática que for doado à Congregação deverá estar dentro dos padrões estabelecidos pelo documento “Aceite de Doação”, publicado no portal CCBInfo.

– Responsáveis:

Solicitamos às Administrações Regionais que informem o nome dos Anciães, Diáconos e administradores responsáveis pela área de informática na sua região.

– Dúvidas:

Em caso de dúvida ou para maiores esclarecimentos, dirigir-se diretamente à Comissão de Informática em São Paulo, no endereço: comissaodeinformatica@congregacao.org.br.

= TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

01 – IRMÃS DA OBRA DA PIEDADE / ENSINAMENTOS

As irmãs da Obra da Piedade devem se dedicar somente no ministério que Deus lhes confiou. Não é conveniente que tenham outras atribuições, tais como cuidar de cozinha nas reuniões ministeriais, quartos de batismos, auxiliares da porta, etc. Nas reuniões de ensinamentos é necessário fazer esses esclarecimentos. Orientar algumas que ainda estão nessas funções que, por iniciativa própria, solicitem que seja colocada outra em seu lugar.

02 – COLETAS PARA A OBRA DA PIEDADE

Os diáconos de determinadas regiões carentes não devem se acomodar e somente escrever cartas pedindo ajuda às cidades com maiores recursos para o atendimento da Obra da Piedade de suas localidades. É necessário esclarecer a irmandade a respeito das necessidades da Obra de Deus. Deverão também frequentar as reuniões da mocidade e fazer explanação sobre coletas, procurando sempre ser objetivos para não tomar muito tempo.

03 – REUNIÃO DE ENSINAMENTOS

Na eventual necessidade de alguma localidade solicitar um diácono para atender a reunião de ensinamentos da Obra da Piedade, aquele que Deus confirmar será o responsável pelo atendimento. Essa solicitação deverá vir por carta assinada pelo ancião e pelo diácono, e não deve vir com indicação do nome do irmão diácono para o atendimento.

04 – APOSENTADOS POR INVALIDEZ / LEI 8.213, DE 13 DE JULHO DE 1991

Esta lei trata da aposentadoria por invalidez e, em seu artigo 45 “DETERMINA UM AUMENTO NO BENEFÍCO DA APOSENTADORIA DE 25% para todo o aposentado por invalidez que necessitar de assistência permanente de outra pessoa.” Para requerer o benefício é necessário procurar modelo do impresso a ser preenchido nas agências do INSS. Esse procedimento deve ser feito pela família do necessitado.

 

73ª ASSEMBLÉIA – 2008 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 18 A 23 DE MARÇO DE 2008

INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES EM NOME DO SENHOR JESUS

Atenção: Somente os tópicos assinalados com asterisco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 01- INTRODUÇÃO EM TODOS OS HINOS
Para todos os hinos que cantamos nos cultos deverá haver introdução. Também no hino de encerramento, que às vezes cantamos só uma estrofe e o coro, deve haver introdução. Porém, sempre que possível devemos cantar o hino inteiro, pois o tempo despendido não passa de um ou dois minutos.

Nos batismos também deve haver introdução em toso os hinos cantados quando o servo de Deus está no tanque. Nessa hora deve ser cantado o hino inteiro.

Nas Santas Ceias continua como está, lembrando que nas rodadas canta-se uma estrofe inteira e, na outra rodada, o coro. O hino 395 também deve ter introdução.

* 02 – CASAMENTO – ORAÇÃO
Nos casamentos as famílias não devem chamar o ministério mencionando o nome de um ancião, nem pedir ao juiz para faze-lo. Deve ser dito, após a cerimônia, que será feita uma oração para pedir a bênção de Deus sobre os noivos.

Cortes de gravata e outras peças, nos casamentos, não é de bom testemunho na Obra de Deus.

* 03 – FESTAS DE FORMATURA
O povo de Deus não deve participar de cerimônia de idolatria e nem do baile, limitando-se a participar da colação de grau, mesmo que seja o formando. Se for feita alguma festa comemorativa entre amigos e familiares, deve-se permanecer no temor de Deus.

* 04 – TESTEMUNHOS QUE CARECEM DE FUNDAMENTO
Propaga-se atualmente entre a irmandade, na hora dos testemunhos, que irmão ou irmã tiveram contato com mendigos, maltrapilhos e malcheirosos, que teriam sido anjos e que, assim, se cumpriu a Palavra que diz que “muitos, não o sabendo, hospedaram anjos”.

Esses relatos são fantasiosos e não dignos de crédito, aos quais a irmandade não deve dar atenção e devem cessar imediatamente.

Outrossim, quando alguém socorre uma pessoa, seja nosso irmão ou não, não deve propaga-lo nos testemunhos. A Palavra de Deus diz “não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita”. O socorro deve ser feito em oculto, conforme o conselho do Senhor Jesus.

* 05 – ABRAÇOS COM MANIFESTAÇÕES
A irmandade deve evitar abraços com manifestações prolongadas antes, durante, ou no final do culto. Isso causa má impressão, principalmente aos novos convertidos e aos que estiverem nos visitando.

* 06 – SAUDAÇÃO COM O ÓSCULO SANTO NOS CULTOS REGULARES E NO SERVIÇO DIVINO NOS FUNERAIS

O ósculo santo é mais adequado para a despedida. Contudo, não somos impedidos de saudar com ósculo os vizinhos de banco. O ósculo é um só e não dois ou três. As irmãs procurem colocar-se de acordo com este ensinamento. A saudação é com um aperto de mão e não com um toque no braço ou no ombro.

Em nossos cultos, sejam regulares ou de evangelização, tenhamos prudência a respeito do ósculo santo, com as pessoas novas que estão nos visitando.

Nos funerais os irmãos não devem saudar-se com o ósculo santo, devido à aglomeração de pessoas estranhas à nossa fé.

* 07 – LOTERIAS E JOGOS DE AZAR
Nossa irmandade não deve jogar na loteria e nem em outros jogos de azar.

* 08 – CARAVANAS PARA BATISMOS, REUNIÕES PARA MOCIDADE, ETC
À vista das graves ocorrências que têm havido com caravanas para batismos, reuniões para mocidade, etc., o ministério delibera que não se façam lotações de ônibus ou outros veículos para essa finalidade. Se alguém o fizer, nunca deverá mencionar o nome da Congregação em qualquer contrato, escrito ou verbal, mas deverá assumir, individualmente, toda a responsabilidade. E o Ministério aconselha que, se alguém o fizer, que não seja pesado à irmandade por onde passarem. Cada um deve viajar às suas próprias expensas e não querer se acomodar nas dependências das congregações, nas quais não devem funcionar a cozinha, nem o dormitório e nem o estacionamento.

É vedado aos irmãos de Ministério e da Administração se envolverem com caravanas ou divulga-las entre a irmandade.

Esta orientação não se aplica aos irmãos que viajam para colaborar nas construções de casas de oração em outras localidades.

* 09 – EXIGÊNCIA DE CALÇAS COMPRIDAS PARA ALUNAS EM COLÉGIOS – USO OBRIGATÓRIO EM INDÚSTRIAS
Temos que estar dentro da Palavra de Deus: “Não haverá traje de homem na mulher, e não vestirá o homem vestido de mulher”.

Todavia, há colégios que obrigam as alunas a usar uniformes com calças compridas. Também em certas indústrias é obrigatório as empregadas usarem calças compridas devido ao perigo a que se expõem trabalhando junto a máquinas em funcionamento. É necessário, também, o uso de calças compridas em certos ramos de negócio onde o estoque de mercadorias fica em prateleiras altas, obrigando as mulheres a subir em escadas.

Essas exceções devem ser levadas na devida conta.

* 10 – PENSIONISTAS DO INSS
O pensionista do INSS (viúvo ou viúva) não perde o direito à pensão que estiver recebendo, em virtude de contrair novas núpcias (art. 114, do Decreto 3.048, de 06-05-99).

Este esclarecimento ajuda os casais que, convertidos, temem regularizar sua situação matrimonial pra obedecerem ao mandamento do santo batismo.

* 11 – PEDIR A DEUS A SUA PALAVRA
Nas orações, ao invés de dizer “Senhor, manda-nos um passo da Tua Palavra”, convém dizer: “Senhor, manda-nos a Tua Palavra”, para que não se confunda a palavra “passo” com a palavra “passe”.

= ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO

* 12 – TOCAR DUAS ORGANISTAS EM CADA CULTO
Onde houver necessidade e possibilidade, poderão tocar duas irmãs organistas em um mesmo culto, ou seja: uma tocará os três primeiros hinos e outra tocará os outros três. A chamada “meia hora” prosseguirá normalmente, como vem sendo feito até agora.

Este procedimento poderá ser adotado, também, nas reuniões da mocidade, batismos, etc.

Em cada regional o ministério será responsável pelas necessidades de sua respectiva região.

13 – PRESIDÊNCIA DE REUNIÕES MINISTERIAIS
Presidência de reuniões ministeriais é dom de Deus. Serão indicados pelo Conselho de Anciães, para presidir as reuniões ministeriais, irmãos, dentre os mais antigos no ministério, que tiverem o dom e a preparação de Deus para essa obra. Essa indicação é conforme estabelecido no art. 45 do Estatuto.

14 – APRESENTAÇÃO FORA DAS RESPECTIVAS REGIÕES
Irmãos para cooperador, cooperador de jovens e menores, encarregado de orquestra, administradores e irmãs da Obra da Piedade, devem ser apresentados em oração nas suas respectivas regiões. Sempre que possível convém que sejam moradores da região. Não devem ser trazidos para orar nas reuniões de São Paulo ou levados para outras regiões.

15 – REUNIÕES MINISTERIAIS PROLONGADAS
Em algumas localidades realizam-se reuniões ministeriais prolongadas, que chegam a durar até quatro horas ou mais. Muitas vezes há irmãos idosos, que têm problemas circulatórios e correm até o risco de alguma complicação (como embolia, por exemplo), por permanecer tanto tempo sentados. Seria conveniente que, depois de algum tempo (mais ou menos a metade da reunião), se fizesse um pequeno intervalo de 5 ou 10 minutos para que os irmãos pudessem se levantar, tomar um copo d’água e movimentar um pouco as pernas.

16 – SIGILO MINISTERIAL
Ninguém deve saber o que se passa no Conselho dos irmãos Anciães, nem a própria esposa. Todos os servos de Deus devem fazer atenção pois, o que é deliberado pelo Conselho de Anciães não se revela a quem quer que seja. É um grande ensinamento que evita causar rupturas e até maus propósitos. Quem semeia o mal é um mau mensageiro na presença de Deus.

17 – ANCIÃO NÃO DEVE REGER ORQUESTRA
Embora já haja ensinamento de que Ancião não deve reger orquestra, todavia alguns ainda continuam. Rogamos que todos fiquem no ensinamento, a não ser num caso de extrema necessidade.

18 – BATISMO – LER O ART. 9º DOS PONTOS DE DOUTRINA
Conforme Tópico de 2005, esse ensinamento deve ser lido depois da pregação da Palavra, antes do batismo. Não há necessidade de explicações. Ler, somente.

19 – TRATAR A IRMANDADE COM CORDIALIDADE
Nunca se deve tratar a irmandade com palavras pesadas ou ofensivas. A verdadeira doutrina que edifica é aquela que nos convence à obediência por aquilo que ouvimos e aceitamos e não aquela que impõe medos e ameaças. Dizer que “se alguém não está gostando daquilo que está ouvindo pode se retirar da igreja” é um gesto de falta de humildade e luz de Deus por parte daquele que preside, podendo provocar com isso o abatimento de alguma alma que esteja em fraqueza, ou o afastamento de alguma visita que esteja congregando.

Os servos devem ter uma linguagem sã e irrepreensível.

20 – PERGUNTAR À IRMANDADE SE CRÊ OU NÃO CRÊ NA PREGAÇÃO
Ao pregador da Palavra não é prudente perguntar à irmandade ou a um irmão ou uma irmã, isoladamente, durante a pregação: “irmão, você crê que o Senhor pode te fazer isso?”, “irmão, você crê que o Senhor está falando contigo?”, pois, em resposta à pergunta alguém da irmandade poderá dizer que não crê ou fazer algum gesto negativo, o que deixará o pregador em situação embaraçosa. Quem prega, confirmado pelo Espírito Santo, exporá a Palavra. Quanto a crer ou não crer, fica entre a pessoa e o Senhor. Procedendo assim, fecharemos as portas a algum espírito que queira perturbar o culto sagrado.
Tampouco o pregador deve perguntar à irmandade se está gostando da Palavra, para incitá-los a dar gloria.

21- EXAGEROS EM GESTICULAÇÕES E MOVIMENTOS NO PÚLPITO
Na presidência dos cultos e, principalmente, na pregação da Palavra os servos de Deus devem evitar exageros em gesticulações e movimentos no púlpito. Outrossim, a exortação da Palavra deve ser em voz audível e inteligível e não com movimentos mímicos e sem voz.

22 – PEDIR A DEUS A SUA PALAVRA
Nas orações, ao invés de dizer “Senhor, manda-nos um passo da Tua Palavra”, convém dizer: “Senhor, manda-nos a Tua Palavra”, para que não se confunda a palavra “passo” com a palavra “passe”. E o Servo de Deus que for pregar deve dizer: “Vamos ler uma parte da Palavra”.

23 – ORAÇÃO PELO PÃO E PELO CÁLICE NA SANTA CEIA
Está havendo divergência na hora de pedir a bênção sobre o Pão e o Cálice, pois alguns pedem para Deus abençoar este Pão e este Cálice que “simbolizam” ou “representam” o corpo e o sangue do Senhor Jesus. Para evitar essa divergência o Ministério está na comunhão de que se peça, na oração: “Senhor, abençoa este Pão que é a comunhão do corpo de Cristo”; “Senhor, abençoa este Cálice que é a comunhão do sangue de Cristo”.

24 – FUNDO MUSICAL
Há irmãos que presidem o culto e, ao término dele, chamam um ancião no púlpito para fazer a oração de agradecimento e pedem à irmã organista que faça um fundo musical durante aquela oração. Outros querem que se faça um fundo musical quando se fala de coletas, durante a pregação da Palavra, durante ensaios, etc. Esses costumes são contra os nossos princípios. Quem estiver presidindo estará sujeito a ser chamado à atenção na correção do ministério. O ministério de cada região deve vigiar sobre essa parte.

25 – REUNIÕES PARA A MOCIDADE NO PERÍODO DA MANHÃ
Onde houver necessidade, as reuniões para a mocidade poderão ser realizadas no período da manhã, aos domingos ou feriados.

26 – CARTAS DE APRESENTAÇÃO PARA O EXTERIOR
Os blocos de cartas de apresentação que existem atualmente serão usados só internamente, no Brasil. Para o exterior, serão confeccionados novos blocos onde constará, somente: “Fulano de Tal é nosso irmão na fé” e esses dizeres virão já impressos. Só se colocará o nome, a data e a assinatura.

27 – COMPANHEIROS DE VIAGENS
Os irmãos do ministério devem estar vigilantes quanto à escolha de companheiros de suas viagens, pois se estes não tiverem bom testemunho, servirão de tropeço e poderão denegrir a imagem do servo de Deus. (II Cor. cap. 8, v. 19). Outrossim, é recomendável que, antes de viajar, o irmão motorista examine as condições gerais do veículo, observe os limites de velocidade permitido nas estradas e tome todo o cuidado possível para evitar acidentes, a fim de que a viagem transcorra com toda segurança, tanto na ida como no retorno.

28 – MANUAL TÉCNICO E ADMINISTRATIVO – OBSERVÂNCIA
As recomendações constantes do Manual Técnico e do Manual Administrativo devem ser lidos e observados, tanto pelo Ministério como pela Administração, principalmente no que concerne às compras de terrenos, construções, reformas de casas de oração, etc., em obediência ao que dispõe o art. 33 do nosso Estatuto.

29 – PRESIDÊNCIA DO CULTO – PREGAÇÃO DA PALAVRA
É ensinamento antigo que os servos de Deus devem honrar os mais antigos no ministério no atendimento dos cultos. Na hora da Palavra, quando um ancião mais novo (ou um cooperador) estiver atendendo o culto e o ancião mais antigo daquela igreja estiver sentado no banco, o que está presidindo deverá esperar que o mais antigo se manifeste antes de oferecer a Palavra aos demais. Caso o mais antigo não tenha a revelação da Palavra, então o que está presidindo poderá oferecer a Palavra aos demais que estiverem assentados.
Ninguém, sendo mais novo, se antecipe ao mais antigo no ministério, neste particular.

= TÓPICOS ADMINISTRATIVOS

01 – RELATÓRIOS DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS
Em algumas localidades, logo após a realização da Assembléia Geral (Ordinária ou Extraordinária), são distribuídos exemplares de tudo o que foi lido para todos os administradores, anciães, diáconos, cooperadores, cooperadores de jovens e menores, porteiros, etc. Esse procedimento não está correto. O Relatório que é lido nas Assembléias deve ficar arquivado na Secretaria da Administração. Caso algum irmão queira obter informações sobre o que foi apresentado na Assembléia, deverá dirigir-se à Administração.

02 – OFICIALIZAÇÃO DE SALAS DE ORAÇÃO, ABERTURAS E REABERTURAS DE TEMPLOS
Estes assuntos devem ser deliberados em reunião conjunta do Ministério Espiritual e a Administração, conforme consta do art. 33 do nosso Estatuto, fazendo constar em Ata, após verificar se toda a documentação pertinente está em ordem, de acordo com o que consta no Manual Técnico e Administrativo.
A não observância desse procedimento poderá acarretar as consequências previstas no § 1º do art. 35 do Estatuto da Congregação.

03 – MANDATO DA ADMINISTRAÇÃO E DO CONSELHO FISCAL
A fim de que não paire qualquer dúvida quanto à duração do mandato (tri-anual da Administração e anual do Conselho Fiscal), fica estabelecido o seguinte: o mandato do Conselho Fiscal vigorará do dia 2 de março de um ano, até o dia 1º de março do ano subseqüente. Da mesma forma o mandato da Administração vigorará do dia 2 de março do ano da apresentação e posse, até o dia 1º de março do ano em que se completar o triênio.

04 – COMUNICADOS DA ADMINISTRAÇÃO SÃO PAULO
Doravante, os Comunicados da Administração São Paulo às demais Administrações e Regionais Administrativas, contendo orientação sobre a matéria contábil, fiscal, tributária, patrimonial, de informática, etc., não serão mais enviados pelo correio mas, sim, ficarão à disposição do Portal ccbinfo.congregacao.org.br. Essa nova modalidade visa não só a economia de material (papel, evenlopes, selos, etc.) como, principalmente, agilizar e tornar mais eficiente essa comunicação.

05 – CASAS DE ORAÇÃO EM MUNICÍPIOS DIFERENTES
A Congregação é inscrita no CNPJ somente pelo endereço da sede da Administração e, quando tiver município agregado, se a Prefeitura exigir, deverá sê-lo em apenas uma casa de oração de cada município agregado. Os demais imóveis, isto é, as demais casas de oração do município sede da Administração e municípios agregados, não devem ser inscritos. Essa regra se aplica mesmo em municípios agregados por dois estados.

A seqüência de ordem das casas de oração cadastradas no CNPJ será a seguinte:
Estabelecimento sede /0001 – Endereço da casa de oração sede da Administração;
Primeira filial /0002 – Endereço de uma das casas de oração do primeiro município agregado.
Segunda filial /0003 – Endereço de uma das casas de oração do segundo município agregado.
E assim por diante.

Desta forma, o Ministério determina que os imóveis da Congregação sejam administrados pelas Administrações das respectivas localidades. O atendimento da parte espiritual não sofre qualquer modificação, mas apenas os aspectos materiais (coletas, documentação, assinatura de documentos, etc.).

06 – MANUAL TÉCNICO E ADMINISTRATIVO – OBSERVÂNCIA
As recomendações constantes do Manual Técnico e do Manual Administrativo devem ser lidas e observadas, tanto pelo Ministério como pela Administração, principalmente no que concerne às compras de terrenos, construções, reformas de casas de oração, etc., em obediência ao que dispõe o art. 33 do Estatuto.

07 – INFORMÁTICA
Conforme tópico administrativo de ensinamento da RGE de 2007, ratificamos a necessidade de que todos os equipamentos que estiverem sendo utilizados dentro do ambiente da Congregação Cristã no Brasil deverão obrigatoriamente possuir licenças de software, ficando as Administrações, regionais e locais, com a responsabilidade de assegurar o cum- primento desta determinação, com a amplitude prevista no § 1º, do art. 35, do Estatuto.

Lembramos que o pacote de software CCLinux está à disposição para ser implantado nas Administrações sem nenhum ônus, o que reforça esta determinação e dá condições de que todas as administrações se coloquem de acordo com a legislação vigente.

08 – ASSEMBLÉIA GERAL
Quem deve subir ao púlpito durante a realização da Assembléia Geral? Em algumas localidades, durante a Assembléia, estão subindo, além dos Administradores, outros irmãos que colaboram, porém, não fazem parte da Administração. O correto é que subam ao púlpito somente os componentes da Administração e do Conselho Fiscal.

09 – ABERTURA E REABERTURA DE CASA DE ORAÇÃO
Na abertura ou reabertura de casas de oração só deve subir ao púlpito um irmão Administrador ou auxiliar para ler o relatório daquela construção ou reforma. Em algumas localidades têm subido ao púlpito diversos irmãos, o que não é necessário.

JC/JS/ARP/NAC/NM/JV

= TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

01 – IRMÃS AUXILIARES NAS PORTAS (Repetição do tópico 12/1983)
Essas irmãs são consideradas como auxiliares. A elas compete observar o movimento do corredor externo da igreja, os sanitários, e acomodar no banco alguma visita ou irmã idosa. Não devem receber coletas e, caso seja necessário, orientar as irmãs a depositarem o que Deus prepara nas caixas colocadas nas portas das igrejas para esse fim.

02 – REUNIÃO DE ATENDIMENTOS / DESCENTRALIZAÇÃO
Com o crescimento da Obra de Deus, aumentou também o número de necessitados em todas as regionais. Os Diáconos devem verificar a necessidade de descentralizar os pontos de atendimentos, para facilitar as irmãs da Obra da Piedade, pois há localidades em que, pela grande distância, essas irmãs precisam se deslocar com bastante antecedência para frequentar as reuniões. Os atendimentos devem ser feitos pelo caixa da Regional.

Quando houver descentralização de Administrações, as coletas da Obra da Piedade devem continuar a ser entregues na regional de atendimento.

03 – MEDICAMENTOS
Os irmãos Diáconos e irmãs da Obra da Piedade devem orientar os necessitados que utilizam remédios, a se cadastrar nos Hospitais, Postos de Saúde e outros locais de atendimentos para receberem os medicamentos gratuitamente.

04 – IRMÃOS IDOSOS / ATENDIMENTOS
A Lei 10.741, de 01/10/2003, em seu art. 3º determina que é obrigação da família assegurar ao idoso o direito a alimentação, saúde, etc., portanto, para o atendimento de irmãos idosos é necessário verificar se não há filhos em condições financeiras que possam ajudar, mesmo que não sejam crentes, mostrando a eles a responsabilidade que têm para com os pais.

05 – CALAMIDADES
É de responsabilidade dos Diáconos o atendimento de irmãos necessitados em caso de calamidades com enchentes, incêndio, construção de pequenos cômodos, sendo que esses atendimentos devem ser acompanhados por dois ou mais Diáconos e apresentados antecipadamente em reunião. Quando o caso requer muita urgência, comunicar-se com os Diáconos mais antigos e promover uma reunião para deliberação e, tendo-se necessidade de adquirir materiais para tais atendimentos, é imprescindível obter documentos fiscais das compras, em nome do atendido.

 

SÃO PAULO – 07 A 11 DE ABRIL DE 2009

INICISRAM-SE ESTAS REUNIÕES “EM NOME DO SENHOR JESUS”

ATENÇÃO: SOMENTE OS TÓPICOS A SEGUIR, ASSINALADOS COM (*) DEVERÃO SER LIDOS NAS CONGREGAÇÕES, PERANTE A IRMANDADE.

· *1 – CUIDADO COM AS CRIANÇAS – ALERTA A IRMANDADE

Temos que nos dirigir aos pais por causa do que está acontecendo no mundo com a sedução de crianças. O ministério deve alertar os pais a que estejam atentos, tomem cuidado como quem se aproxima de seus filhos nas escolas ou em outra locais, prometendo agrado às crianças, para seduzi-las, sempre com intenções abomináveis. Os pais devem vigiar porque esse movimento esta aumentando no mundo (ler carta em anexo)

· *2 – COMEMORAÇÃO DO NATAL

Não comemoramos o Natal. Não deve ser guardado porque ninguém sabe o dia do nascimento do Senhor Jesus, pois ele não permitiu que ficasse escrito para que ninguém guarde esse dia.

· *3 – DEPRESSÃO – ENFERMIDADE

Existe uma enfermidade chamada “depressão”. Alertamos a irmandade que se trata de enfermidade e não de algo espiritual e de origem maligna, como alguns poderão pensar.

· *4 – ORDEM NO CULTO

A irmandade é exortada a se conservar em seus lugares até o encerramento do culto. Fique em comunhão até o final para depois guardar seus livros e objetos, demonstrando, assim o devido respeito ao santo culto que esta sendo encerrado.

· *5 – INVASÕES DE TERRAS – ADVERTÊNCIA À IRMANDADE DE ZONA RURAl

O povo de Deus deve guardar-se de envolvimentos em invasões de terras. Não se devem deixar manipular por elementos que , a pretexto de fazer justiça agrária, pretendam incitar a irmandade de zonas rurais a violência e à posse ilegítima de terras.

O que tem que ser nosso, Deus nos dará, quando for sua vontade, Quanto à distribuição normal de terras deixa-se a cargo das autoridades governamentais, que estão atentas a respeito, e atenderão no tempo certo.

· *6 – SEPARAÇÃO E/OU DIVÓRCIO

A irmandade deve ser esclarecida no sentido de que, segundo a Palavra de Deus, o matrimônio só pode ser desfeito se um dos cônjuges cair em adultério. Não sendo por esse motivo, não é lícita a separação e muito menos um novo casamento.

Aquele que se separar e casar novamente, não sendo por causa de infidelidade conjugal, cairá em pecado e não poderá mais fazer uso da liberdade no culto.

No caso de haver adultério, a parte inocente estará livre para casar-se novamente após o divórcio. Contudo cada caso será considerado e julgado pelo conselho de Anciãos que, da decisão, lavrarão uma ata detalhando tudo o que foi tratado e deliberado. (ler carta a respeito de “convivência entre Marido e Mulher”)

· *7 – CASAMENTOS NA IDOLATRIA – COUSAS SACRIFICADAS AOS ÍDOLOS

Antes da cerimônia religiosa os noivos ainda não se casaram perante os Ídolos. O que se come e se bebe não nos traz contaminação. Irmãos que têm familiares que se casarão na idolatria poderão participar de um almoço antes da cerimônia.

Cousa sacrifica aos Ídolos são comidas, bebidas e artigos vendidos ou consumidos em todas as festas de idolatria. Antigamente, sacrificadas aos Ídolos eram carnes de animais levadas aos altares dos Ídolos como Júpiter, Diana, Afrotide, Marte etc. Como também nos açougues havia carnes que eram destinadas à celebração dos dias desses Ídolos (I Cor. 10:25). Também são idolatria as festas de batizado perante os Ídolos.

· *8 – CASAMENTO “POR CONTRATO”

Casamento “por contrato” não está previsto em lei e os participantes conviverão regidos por simples contrato de convivência. Não é casamento e . portanto é contrário à doutrina. Aqueles que assim procederem, a rigor legal, não estarão casado mas, apenas unidos de fato, sem a proteção legal e espiritual do casamento.

· *9–MENBROS DO MINSTÉRIO QUE MUDAM PARA OUTRAS LOCALIDADES

Irmãos anciães, diáconos e cooperadores que mudarem de sua cidade para outra localidade, estão parados em seu ministério, não podendo exercê-lo sem que o ministério da região de onde saíram e o ministério da região para onde se mudaram, decidam.

Fica a irmandade notificada, portanto, que não deve pressionar o ministério da região a respeito desses irmãos voltarem a exercer o ministério e nem forçá-los a ler palavra.

· *10 – “NARGUILÉ´” CACHIMBO DE ÁGUA PARA FUMAR

Há um aparelho chamado “Narguilè” que é uma espécie de cachimbo, cuja fumaça passa pela água, através de uma pequena tubulação, antes de chegar ao fumante. É encontrado em alguns lugares públicos tais como em certos bares, restaurantes etc. Há, também pessoas que o tem em suas casas. É fumo e, como tal, vicia. Alguns o usam para fumar drogas. A irmandade não deve fazer uso disso.

· *11 – VISITAS A ENFERMOS – PRUDÊNCIA

Visitas a enfermos não devem ser prolongadas, devem ser rápidas. A oração não deve ser prolongada nem em voz muito alta (principalmente em hospitais). Em residências, se Deus der de ter uma parte da palavra ou cantar um hino, conforme o estado do enfermo, tudo deve ser feito, com entendimento e com a guia de Deus. Grupos de visitas não abram a oração “em nome do Senhor Jesus” Oração não se abre.

· *12 – PROFECIAS

Pareceu bem ao ministério pôr a irmandade a par da grave situação ocasionada pela correria do povo atrás de profecias, revelações, orações exageradas e pelo espírito de imitação dos verdadeiros dons, espírito esse que se espalhou por toda a parte. Muitos buscam profecias para ter respostas sobre casamentos, negócios e tantos outros assuntos, com orações que se prolongam pela madrugada. A Palavra pregada nas congregações vem sendo posta em segundo lugar. Muitos dão mais valor à profecia do que à própria palavra. E este escrito “engrandecestes a tua Palavra acima de todo teu nome” (salmo 138, v2) Outros são enganados por falsas profecias e têm sofrido transtornos materiais e espirituais. Muita coisa estranha tem surgido provocando estragos irreparáveis. Entrou a desordem nesse setor. Todos temos que parar e refletir sobre essa advertência, para benefício da Obra, mantendo, acima de tudo a unidade de espírito. Exortamos a irmandade a voltar à simplicidade que sempre tivemos desde o princípio, de buscar a Santa Palavra para saber a vontade do Senhor, terminando com correrias à procura de outras respostas. Aconselhamos a irmandade a ir para casa após o terminado o culto, meditando na Palavra. Não se reúnam para orar procurando orientações por profecias e revelações. Os prudentes aceitarão e obedecerão. Os demais levarão a responsabilidade pelos prejuízos e desunião que vêm ocorrendo.

· *13 – BENÇÃO NUPCIAL

Nos casamentos, não costumamos nos referir à oração como sendo uma “bênção nupcial”. Costumamos dizer “Vamos fazer uma oração para pedir as bênçãos de Deus sobre os noivos”. Outrossim, orientamos os jovens, mostrando-lhes que a nossa doutrina recomenda, para o matrimônio que o mesmo seja realizado perante a autoridade legalmente constituída, ou seja, o juiz de paz.

= ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO

· 14 – BUSCAR OS DONS DE DEUS

Não obstante os tópicos de 199, 2000, 2001 e 2008, muitos continuam não obedecendo: marcam cultos de busca de dons, chamam irmãos de fora para atender, há gritaria, barulho e manifestações estranhas a sã doutrina. Em face disso, delibera-se permanecer no seguinte ensinamento: “O ministério deve exortar a irmandade a buscar os dons de Deus e a promessa do Espírito Santo com evidência de novas línguas. Quando Deus fizer sentir ao ancião que estiver presidindo, na última oração a irmandade poderá ficar um pouco mais tempo ajoelhada (não em todos os cultos, mas periodicamente), aguardando a promessa do Espírito Santo com evidência de novas línguas e os demais dons de Deus.”

· 15 – CASAMENTO

Unir-se antes do casamento é considerado pecado de fornicação. Aqueles que assim o procederem não deverão orar, nem testemunhar e nem chamar hinos nos cultos. Sendo músico ou organista, também não deverão tocar. Se tiverem algum cargo na Obra de Deus, serão destituídos.

Alguns desses casais, depois de um certo tempo, pedem ao ministério a reconsideração de seus casos. Após alguns anos, o ministério poderá reconsiderar o assunto. Não se pode estipular o número de anos, mas exortar a que o ministério deixe guiar por Deus, acompanhe a vida dói casal e deixe passar os anos para que sintam o peso do que fizeram.

Irmãs e irmãs nessas condições não poderão ser indicados para nenhum ministério ou cargo que dependa de confirmação em oração.

· 16 – ORDEM NAS REUNIÕES MINISTERIAIS

Exorta-se aos servos de Deus a que não se preocupem em guardar bíblias e hinários quando o que está presidindo estiver falando as palavras de encerramento. Todos devem estar em comunhão com Deus para dar exemplo à irmandade.

Outrossim, foi observado nas reuniões do ministério que, terminada a exortação da Palavra muitos se levantam e se retiram, antes do encerramento da reunião.

· 17 – CASAMENTO CIVIL E RELIGIOSO – DIFERENÇA

Os arts. 1515/1516 do Código Civil consagram que o casamento religioso, ou seja, aquele realizado como sacramento ou de acordo com a doutrina de determinada religião e levado a registro no cartório de registro civil, equipara-se ao casamento civil. Todavia, nossa doutrina não consagra e nem o nosso Estatuto prevê o casamento religioso. Logo, não existe ato religioso em nosso meio a se equiparar ao civil e , por outro lado, o casamento civil tem como única autoridade celebrante o Juiz de Paz, que é investido de autoridade na forma da lei.

Em vista disto, os nosso irmãos do ministério não podem realizar casamentos, para permanecermos no ensinamento que desde o principio desta Obra temos recebido.

Para fins de batismo deve ser observado que o casamento feito em qualquer denominação religiosa, só tem efeito se registrado em cartório de registro civil.

· 18 – MEMBROS DO MINISTÉRIO QUE MUDAM PARA OUTRA LOCALIDADE

Irmãos anciães, diáconos e cooperadores que mudarem de sua cidade para outra localidade, estarão parados em seu ministério, não poderão exercê-lo sem que o ministério da região de onde saíram e o da região para onde mudaram decidam. Eles mesmos deverão acomodar-se e abster-se de ler a palavra.

Outrossim, aqueles que, depois de um certo tempo, voltarem a exercer oi ministério, deverão acomodar-se na posição que lhes couber, em face daqueles que já estão colocados.

· 19 – IDADE MÍNIMA PARA PARTICIPAR DA SANTA CEIA

Em virtude do desconhecimento que alguns manifestaram quanto a essa parte, não sabendo orientar quem perguntou, damos novamente o esclarecimento de que, mesmo que alguém tenha sido batizado nas águas e tenha recebido a Promessa, somente poderá participar da Santa Ceia a partir de 12 anos de idade.

· 20 – SERVIÇO DIVINO DE FUNERAL PARA NÃO BATIZADOS

Há casos de filhos de nosso irmãos, tementes à Deus que não chegaram a ser batizados mas que tinham bom testemunho, não se corromperam e vieram a falecer. Nestes casos, podermos fazer o serviço divino de funeral. Os servos de Deus orarão e farão a vontade de Deus, segundo a guia do Espírito Santo.

· 21 – ORDENAÇÃO DE NOVOS OBREIROS

Não convém que nas ordenações, os irmãos do ministério que subiram ao púlpito, passem pelo microfone e se apresentem, dando seu nome, ministério e localidade que atende. Essa apresentação não é necessária. O objetivo de se levantar no púlpito é para demonstrar a comunhão do ministério naquela ordenação.

· 22 – PREGAÇÃO DE PALAVRA NAS ORDENAÇÕES

Tem havido divergência a esse respeito, isto é, se devem ser pregada duas Palavras nas ordenações ou apenas uma. Geralmente, nas ordenações, Deus dá a seus servos a leitura do capítulo 3 da epístola A Timóteo ou o capítulo 1º da epístola A Tito. As duas, entretanto, a respeito das qualidades que devem ter o presbítero e o diácono, são dirigidas aos servos não à irmandade.

Quanto a pregação nas ordenações, deve ser uma só, na qual Deus dará, além dos conselhos dirigidos aos servos que vão ser ordenados, a porção dirigida à irmandade, em geral

· 23 – LOCAL E OCASIÃO DE APRESENTAÇÃO DE NOVOS OBREIROS – ANCIÃES E DIÁCONOS

O ministério delibera que as apresentações de novos Anciãos e Diáconos devem ser realizados somente por ocasião das Reuniões Gerais Anuais de ensinamentos (Assembléias), que são realizadas em cada Estado do Brasil, na cidade sede de cada Estado. Nos Estados onde são realizadas mais de uma assembléia, so se orara na reunião ou local onde for a principal do Estado. Ex. Paraná: Há assembléias em Apucarana, Curitiba e Cascavel, porém se orará apenas na principal que é Apucarana; Minas Gerais: Há assembléias em Belo Horizonte, Uberlândia, Montes Claro e Governador Valadares. Porém se orará somente em Belo Horizonte; Bahia: há assembléias em Salvador, Guananbi, Itabuna, Juazeiro e João Dourado, porém se orará na assembléia em Salvador.

Para o Estado de São Paulo não se orará na Assembléia devido ao acúmulo de reuniões, porém, se orara em um, dois ou três dias a serem previamente marcados.

Fora dessas ocasiões acima, não se orará para apresentação de novos obreiros (Ancião e Diácono)

Para Ancião e Diácono do exterior, continuará como está, orando-se nos próprios paises, nas suas respectivas reuniões gerais anuais de ensinamentos (Assembléias), porém, se houver alguma necessidade, poderá ser trazida para ser considerada em São Paulo, na reunião dos anciãos mais antigos no ministério.

· 24 – PRECAUSÃO NA APRESENTAÇÃO DE NOVOS OBREIROS

Antes de se apresentar algum irmão para o ministério, deve-se observar se trouxe carta de apresentação de todas as cidades onde morou, ou seja, desde a sua origem, além de uma informação precisa do ministério de onde procedeu. Essa precaução se faz necessária porque, se lhe for dado cargo e ele se mudar ou voltar para a 1º cidade de onde veio, poderá causar divergência entre o ministério e murmuração da irmandade.

· 25 – SUICÍDIO – IRMÃOS ASSASSINADOS – SANTO SERVIÇO DE FUNERAL

Não se faz o santo serviço no funeral para quem se suicida. Faz-se uma oração para conforto da família. O servo que for atender deixe-se guiar por Deus. Quanto a irmãos que foram assassinados, deve-se averiguar se a pessoa tinha bom testemunho. Houve irmãos que foram mortos por assaltantes, mas temiam a Deus. Certamente o Senhor permitiu que morressem dessa forma.

· 26 – EXECUÇÃO DE DELIBERAÇÕES MATERIAS

É tradição antiga na Obra de Deus que não convém aos membros do ministério se envolver. Pessoalmente, em questões matérias para que não fique prejudicado o atendimento da parte espiritual. Por isso, os artigos 33 e 36 do nosso Estatuto dispõem que as deliberações sobre questões materiais deverão ocorrer em reuniões conjunta do ministério e administração, competindo sua execução, a partir daí. A Administração, que deverá prestar contas desse trabalho ao ministério nas reuniões. O ministério (ancião, diácono e cooperadores)deverá se abster de interferir diretamente em negócios (compra e venda) e de se envolver na execução das questões materiais a cargo das administrações (projetos, construções, reformas etc…) para que o tão importante trabalho espiritual de cada um não fique prejudicado por esse envolvimento nessas questões materiais.

A interferência de membros do ministério em negócios de compra e venda de matérias da congregação, poderá comprometer sua credibilidade perante a irmandade, estando sujeito a envolvimento em questões econômicas com acusações de vantagens sempre infundadas, mas que poderiam por em dúvida a credibilidade da pregação.

· 27–COLETAS PARA OUTRA FINALIDADES E PARA OUTRAS LOCALIDADES

Conforme ensinamentos anteriores, não se deve anunciar a irmandade coletas para outras finalidades a não ser as normais já determinadas. Coletas para outras localidades deverão primeiramente ser consideras pelo ministério em reunião regional e, caso seja aprovada,,deverá se lavrada em ata e a irmandade deverá saber o motivo e sua finalidade. A irmandade deve entregar as contribuições nas congregações e não à pessoas interessadas, nem fazer depósitos dessas coletas em contas bancárias particulares, em nome dessa pessoa.

O resultado final deverá ser contabilizado no local e encaminhado à referida localidade por via bancária. Pela administração. A verba não deverá ser levada por mãos próprias.

· 28 – CULTO DE COLETA – NÃO DEVE EXISTIR

Os cultos são para louvores e súplicas a Deus, Quando houver necessidade de se falar em coletas no culto, pode-se apenas avisar a irmandade que num próximo culto, será apresentada uma necessidade. Não deve ser usado o termo “culto de Coleta”

· 29 – VIAGENS AO CONTINENTE AFRICANO

Esta reunião é de parecer que os irmãos do ministério, seja do Brasil ou de outros paises, que sentirem de viajar para a África deverão, previamente, comunicar-se e estar em comunhão do conselho de anciães que prestam atendimento naquelas nações, os quais darão a devida orientação. Se não viajarem juntos do servos que atendem a África, deverão portar carta de recomendação dos mesmos.

· 30 – PRESIDÊNCIA DO CULTO – HORA DA PALAVRA

Quem estiver presidindo, após o hino da Palavra poderá dizer “aguardemos pelo conselho da Palavra de Deus”. Não há necessidade de dizer “Deus seja louvado”. Se ele mesmo for exortar a Palavra, também não precisa dizer “Deus seja louvado”. Um servo que não estava presidindo o culto e se levantar para pregar a Palavra, este sim deve dizer “Deus seja louvado”.

Se quem, estiver presidindo for testemunhar, também não precisa dizer “Deus seja louvado”.

· 31 – LIBRAS – LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS

A tradução de LIBRAS, nos cultos da congregação Cristã no Brasil, só pode ser executada por membros da igreja que tenham realizado o curso nos termos dos ensinamentos aprovados na reunião ministerial em São Paulo e os sinais devem ser executados exatamente como aprovados nessa mesma reunião.

Aqueles que já possuem a técnica podem se submeter ao teste, devendo, para tanto, procurar os irmãos anciãos da localidade para serem encaminhados.
· 32 – ORAÇÕES E PROFECIAS

Estamos novamente às voltas com orações e profecias e a irmandade está sendo atraída por coisas estranhas que estão acontecendo. Alguns irmãos, já com anos de ministério, estão atrás disso novamente. Muitos dos que se envolveram com isso provocaram verdadeiras ruínas na Obra de Deus; Muitos foram manchados sem dever nada e outros foram justificados devendo muito. Esse espírito esta novamente tomando força. Devemos tomar cuidado, ir aos pés do Senhor para não sermos enganados por espíritos estranhos. Os envolvidos serão chamados e advertidos.

Estamos atravessando dias difíceis e o inimigo está procurando fazer de tudo para ver se consegue dispersar algumas almas. Nas igrejas se vê um pouco de falta de doutrina e muita irmandade nova não é ensinada. A maioria dos acontecimentos é com famílias novas na graça, que não tem o necessário conhecimento e aceita tudo o que ouvem, como se fosse Deus falando. Muitos desses que se dizem profetas comem, bebem, dormem em casa da irmandade, viajam às custas da irmandade.

O Senhor não engana ninguém, é três vezes Santo. É tempo de ensinar a igreja, tempo de doutrina, de ensinamento; O conselho não pode faltar na igreja. Aquele que conhece a voz do Senhor, não anda atrás do homem. Há palavras que são acaloradas, mas que não edificam a alma, para que o povo se salve. É preciso muita oração para ser revestido por Deus, para que o povo entenda conheça melhor a Obra de Deus, tenha temor de Deus para andar neste mundo como um santo homem, como uma santa mulher.

· 33 – PONTO DOUTRINAL-CONSIDERAÇÕES SOBRE AS PALAVRAS QUE SE PRONUNCIAM AO BATIZAR – Tópico de 1969

O saudoso servo de Deus irmão ancião Louis Francescon, deixou-nos esclarecidos sobre este ponto. O modo de batizar e a missão de batismo encontram-se em Mateus 28 v.19 “Portanto ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do filho e do Espírito Santo”. A palavra “ide” exprime a ordem que Jesus nos dae, conseguentemente, a missão com a qual Ele nos envia. O mandamento de batismo encontra-se em Atos dos Apóstolos 2 v. 38 “Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado Em nome de Jesus Cristo” para perdão dos pecados. Unindo-se o que vem dito nessas duas passagens, encontramos as palavras a serem ditas no batismo:

“Irmão, Em nome de Jesus Cristo te batizo, Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.

· 34 – EM NOME DE JESUS OU EM NOME DO SENHOR JESUS – Tópico de 1969

A diferença no emprego destas expressão no Novo testamento “Em nome de Jesus” é frase usada na apresentação da salvação ao pecador e sempre que a expressão é dirigida a pessoa não crente, conforme podemos ver claramente nos seguintes pontos: Atos 2-2:38 – 3:6 – 4:10 e Romanos 6:3 “Em nome do Senhor Jesus” é frase usada quando a palavra se dirige aos salvos, e aos crentes conforme os capítulos Atos 8:16 – 19:5 – Colossenses 3:17 e I Aos Coríntios 5:4. O filho de Deus veio a este mundo tendo duas naturezas. A natureza “Humana” e a natureza “Divina”. Por isso ele vem chamado: verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Como homem padeceu na cruz, para remir a humanidade. Como homem conheceu a morte e desceu ao sepulcro. Nós quando cremos em Jesus Cristo e o recebemos por fé, ao sermos batizados, na semelhança do sepultamento morremos com Cristo. Mas o Senhor Jesus venceu a morte. Esta não o pode reter. Ele ressuscitou ao terceiro dia, triunfante e glorioso. Depois da ressurreição é que Deus o fez Senhor e Cristo. E nós quando saímos das águas do batismo ressurgimos em novidade de vida, tendo em nós a vida de Cristo. Temos a natureza do homem glorificada em nós mesmos. O primeiro batismo na igreja Apostólica foi feito em nome de Jesus Cristo. E não Em nome do Senhor Jesus Cristo. Nesta reunião aprendemos doutrina que não é ponto de vista deste ou daquele, mas a Santa Verdade encontrada na Palavra de Deus.

?35 – AFASTAMENTO DE ADMINISTRADOR
Os administradores são colocados em seus cargos através de confirmação em oração, como é característica em todos os cargos administrativos da Congregação. O mandato temporal previsto no Estatuto para os administradores tem objetivos meramente legais, pois a oração a Deus não é feita com limite temporal, isto é, pelo período do primeiro mandato, mas indefinidamente. Assim, o afastamento ou eventual não recondução de administrador ao cargo administrativo deverá se verificar pelos motivos mencionados no art. 9º do Estatuto, sob pena de menosprezo da oração realizada. Quando o administrador se revelar com falta de habilidade para aquela função dever-se-á, no amor de Deus, conversar com o mesmo e deslocá-lo para outra função compatível na própria Administração.

TÓPICOS ADMINISTRATIVOS

· 1 – RESPONSÁVEIS PELAS INFORMAÇÕES PARA O RELATÓRIO ANUAL E CARTÕES DE INGRESSO

Cada administrador deverá nomear dois ou três irmãos, administradores ou colaboradores da Administração, que serão responsáveis por todas as informações referentes a alterações no Relatório (endereço, dados cadastrais, dias de culto, ministério, etc) e cartões de ingresso para acesso às reuniões. O objetivo desse trabalho é o de garantir a exatidão das informações que irmão constar no Relatório anual.

Esses irmãos terão responsabilidades de coletar, junto ao ministério e a Administração, os dados que serão encaminhados ao setor de alteração de Relatório, na Administração São Paulo, e ainda, a responsabilidade de encaminhar os cartões de ingresso aos irmãos de ministério.

Também verificarão as informações constantes no Relatório correspondente à Administração a que pertencem, evitando assim que o Relatório seja publicado com dados incorretos. As regionais devem cobrar, das Administrações agregadas, as providências necessárias ao atendimento destas instruções.

?2 – COMPRA, VENDA E REFORMA DE IMÓVEIS – APROVAÇÃO
Após deliberação em reunião de cada Administração, toda compra, venda, construção e/ou reforma deverá ser submetida a aprovação em reunião regional, com a presença do Conselho de Anciães, Diáconos e a Administração interessada (art. 33 do Estatuto)

?3 – MANUTENÇÃO PREVENTIVA PARA EVITAR ACIDENTES
Cada congregação deverá possuir um grupo de manutenção preventiva, como já orientado pela Administração São Paulo, devendo reunir-se periodicamente, com ata, para tratar da permanente conservação dos prédios, evitando ter que realizar custosas reformas que, muitas vezes, equivalem em meses, revisar os telhados e suas estruturas, bem como outros itens de segurança prevenindo-se acidentes, conforme consta do nosso Manual.

?4 – ABERTURA DE CASAS DE ORAÇÃO
Os documentos referente à abertura de casas de oração deverão ser remetidos à Administração Regional que após análise dos mesmo, comunicará ao Departamento de Patrimônio em São Paulo, através de formulário Alteração de Relatório, para constar no mesmo.

· 5 – REALATÓRIO DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA – O QUE DEVE CONSTAR

No Relatório da Assembléia Geral Ordinária deve constar o movimento espiritual e material da Obra de Deus no exercício anterior, ou seja, a) o total de irmãos e irmãs que foram batizados; b) o total dos que participaram da Santa Ceia; c) o total de bíblias e hinários à irmandade e seus respectivos valores; d) os novos Obreiros que o Senhor levantou, ou seja, anciãos, diáconos, cooperadores do oficio ministerial e cooperadores de jovens e menores; e) os imóveis adquiridos e/ou alienados; f) as construções entregues; g) as construções em andamento; h) as reformas entregues e as que estão em andamento; i) as oficializações de salas de oração. Deverão constar também, os balanços patrimoniais encerrado no exercício anterior, bem como o parecer do Conselho Fiscal, a composição da Administração para o triênio e a composição do Conselho fiscal, com duração de 1 (um) ano.

Não deverá constar o nome de irmãos da Obra da Piedade, nem de encarregados regionais ou locais de orquestra, nem de músicos, organistas, porteiros ou irmãos com qualquer outro cargo na congregação.

· 6 – ADMINISTRAÇÃO-CONSULTAS

As Administrações que tiverem qualquer dúvida quanto a assuntos ou procedimentos administrativos, deverão consultar as responsáveis regionais e não dirigir-se diretamente à Administração São Paulo.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

ATENÇÃO: OS TÓPICOS ASSINALADOS COM (*) DEVERÃO SER LIDOS NAS CONGREGAÇÕES, PERANTE A IRMANDADE.

?*1 – IDOSOS/INTERNAÇÃO EM ASILOS
Conforme mandamento da Palavra de Deus, e também determinação na lei do idoso, é de responsabilidade dos filhos o cuidado dos Pais que são idosos. Não é de responsabilidade do ministério dos diáconos, a não ser que a irmã ou irmão idoso não tenha família e nem meios, tendo necessidade de cuidados especiais.

?2 – VIAGENS MISSIONÁRIAS / PROCEDIMENTOS
Em todas as viagens missionárias é necessária a apresentação da autorização de viagens.

O viajante ao receber o envelope, deve conferir a importância, assinar o recibo e se possível o envelope deve ser retirado pelo próprio viajante.

Os documentos de comprovação da viagem devem ser datados do período em que ocorreu a viagem, sendo que o atendimento é por viagem não sendo permitido realizar duas viagens com um mesmo envelope. Os documentos devem ser registrado no campo relativo ao histórico sempre em ordem cronológica de data. O recibo de entrega deve ser devolvido ao irmão que viajou por ocasião da devolução do envelope de viagem.

?3 – ENTREGA DE IMPORTÂNCIAS AO NECESSITADO
Doravante toda a importância relativa ao atendimento da obra da piedade deve conter a assinatura do necessitado. As irmãs da obra da piedade continuam assinando o envelope de atendimento, bem como os Diáconos, e o necessitado deverão assinar no verso do envelope, até que seja confeccionado novo envelope como os espaços já determinados para essa finalidade.

?*4 – TABALHADOR AUTÔNOMO / SERVIÇOS DIVERSOS
Os irmãos que são trabalhadores autônomos e executam serviços diversos, devem contribuir para o INSS, pois é uma garantia para a família em caso de eventual ocorrência, como doença ou morte. Está havendo muitos casos em que o irmão trabalha nessas condições, não se cadastra no INSS e não recolhe a contribuição mensal e, vindo a falecer, em conseqüência deixa a família totalmente desamparada.

?*5 – PESSOAS PEDINTES QUE SE APRESENTAM COMO NOSSOS IRMÃOS
Está havendo muitos casos de pedintes que se apresentam como nossos irmãos, dirigem-se às residências, se dizem crentes da congregação, falam e nome de Servos de Deus, para conseguirem recursos ou algum atendimento. Alegam enfermidades, famílias passando fome, viagens e outras. Devemos estar atentos: caso não conheça a pessoa, não se deve atender nem deixar entrar na residência. Já houve casos de assaltos em casa de nosso irmãos; também não encaminhar essas pessoas ao ministério, a não ser em casos excepcionais.

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