Década de 1990

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

TÓPICOS DE ENSINAMENTOS

55ª ASSEMBLÉIA – 1990

55ª ASSEMBLÉIA – 1990 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 10 A 13 DE ABRIL DE 1990

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO

1 – PRELEÇÕES DEMORADAS DURANTE OS CULTOS

Alguns servos fazem demoradas preleções ao iniciar os cultos, antes da oração, antes dos testemunhos e antes da Palavra. Essas preleções fazem com que a irmandade não venha a dar a devida atenção à exortação da Palavra. Além do mais, isso toma muito tempo e leva os cultos a terminarem muito tarde. Assim, ao invés de trazer algum benefício, essas preleções acabam trazendo prejuízo. Deve-se também orientar a irmandade a não fazer orações prolongadas.

2 – CARAVANAS

Deve-se evitar caravanas de irmandade para batismos, reuniões da mocidade ou mesmo visita a outras localidades, num raio superior a 100 quilômetros. Devemos evitar ir a lugares mais distantes, onde se têm de voltar de madrugada ou, até mesmo, passar a noite. Quando se tratar da mocidade, é sempre aconselhável que vá um Cooperador de Jovens e Menores junto, ou mesmo uma irmã da Obra da Piedade, para haver o máximo respeito. Outrossim, deve-se considerar que há congregações mais afastadas que não comportam grande número de irmandade e a mocidade acaba ficando fora, sem participar da reunião.

3 – GUIA DO ESPÍRITO SANTO NOS CULTOS

A irmandade deve ser ensinada a fazer todos os movimentos da igreja pela guia do Espírito Santo; tanto no chamar dos hinos, como nas orações e nos testemunhos. As coisas movidas pelo Espírito Santo vêm na hora certa para fazer as obras de Deus no meio da irmandade. Quando se abre a liberdade para os testemunhos, deve-se dizer: “Estamos na liberdade para testemunhança; aqueles que forem chamados pelo Espírito Santo, para glorificar a Deus…”.

4 – BATISMO DE AIDÉTICOS

Deve-se explicar à irmandade que, quando souberem de algum doente, portador de AIDS, que deseja ser batizado, não devem traze-lo nos batismos gerais. Para esses casos deverá ser feito um batismo especial, na própria congregação. Se necessário, o servo irá à casa do próprio enfermo e fará o batismo, em um tanque portátil, que depois será convenientemente lavado.

Nas santas ceias, se houver algum irmão aidético, deverá ficar para a última rodada, no fim. E deverá ser aconselhado a retirar-se sem saudar a irmandade. Essas cautelas se fazem necessárias, em virtude de problemas sanitaristas.

5 – REUNIÕES PARA A MOCIDADE – SOLTEIRÕES

Há irmãos e irmãs solteiros, que já têm uma certa idade mas têm prazer de freqüentar as reuniões para a mocidade. Não convém estar insistindo com eles para que se decidam a casar. Os irmãos e irmãs nessas condições não se sentem bem com esse tipo de incentivo.

6 – BATISMOS – COMO PROCEDER, QUANDO NÃO SE APRESENTE NINGUÉM PARA BATIZAR

Se foi orado para a realização do batismo e a alma que queria ser batizada desistiu, faz-se o serviço normalmente. Faz-se a pregação da Palavra. Pode-se apresentar alguém para se batizar, convertido pelo Senhor. Não se deve encerrar o batismo sem ir para o tanque das águas. Agradece-se ao Senhor da mesma maneira.

7 – IRMÃOS QUE SE DESVIARAM E DEPOIS RETORNARAM – NÃO TÊM REQUISITOS PARA CARGOS MINISTERIAIS

Não devem ser apresentados para o ministério irmãos cujo passado não foi recomendável (há irmãos que após batizados caíram em erros muito graves) – estes não têm os requisitos para o ministério. Há os que se desviaram ou andaram enfraquecidos na fé, praticando o mal, mas depois se sentiram perdoa­dos e restaurados. Todos nos alegramos pela obra que Deus quiz fazer. Mas para o ministério não é possível indicá-los. ­

8 – CONSTRUÇÃO DE ABRIGOS PARA IDOSOS E VELÓRIOS

Em algumas localidades, pela necessidade que surgiu, foram construídos alguns abrigos para irmãos idosos. Isso, porém é uma novidade que pode trazer sérios inconvenientes à Obra de Deus e, portanto, deve ser evitada. A irmandade deve ser exortada a dar o devido valor aos seus familiares idosos, como nos ensina a Palavra de Deus: “Mas se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel”. (I. Tim., cap. 5, v. 8).

Os asilos que já existem poderão continuar. Porém, a partir de agora, não deverão mais ser construídos. Também não de­verão ser construídos velórios, creches, ambulatórios, etc. Quando surgir alguma grande necessidade, que não tiver mais solução, deverá ser trazida ao conhecimento do ministério, para ser considerada pelos servos de Deus mais antigos.

9 – IRMÃOS QUE NÃO TRAZEM CARTA DE APREENTAÇÃO – CARGOS

Não se deve dar qualquer cargo na congregação a irmãos que não tragam carta de apresentação e cujo passado seja desconhecido.

10 – SANTAS CEIAS DO SEGUNDO TURNO – SERVOS DO LOCAL

Servos do local não participam de novo. Participam só no primeiro turno.

11 – CONGREGAÇÕES ONDE HÁ BATISMOS SEMANAIS OU MENSAIS – BATISMO EXTRA

Em congregações onde há batismos semanais ou mensais, havendo necessidade de um batismo extra, deve-se orar.

12 – DOCUMENTOS PARA ENTRAR EM HOSPITAIS

Os documentos que os servos devem apresentar são: cédula de identidade e

cartão de entrada nos salões das reuniões ministeriais.

13 – LEVAR VÉUS PARA ORAÇÃO EM CASAMENTOS NOS SALÕES

Temos ensinamento antigo de que as irmãs devem levar seus véus também para a oração nos casamentos nos salões – Ora-se ajoelhados.

14 – LOCALIDADES COM PRÉDIO PRÓPRIO

Localidades que tenham prédio próprio e que, assim, não constam no Relató­rio, por não possuirem escritura de venda e compra definitiva, devidamente registrada no registro de imóveis competente, deverão remeter à Administração São Paulo cópia dos documentos comprovadores de que detemos a posse da área de terra, e os de que a edificação foi feita pela Congregação ou pela irmandade com recursos próprios. Como comprovantes de posse, a qualquer titulo, podem ser: contrato de compromisso, recibo, declaração, certidão de aforamento, doação, cessão de direitos, etc., para o necessário estudo, caso a caso.

15 – VENDA DE RELATÓRIOS

Os servos devem orientar a irmandade a se esforçar para adquirir os Relatórios anualmente, devido à sua grande utilidade. Seria conveniente que ca­da irmão ou irmã adquirisse seu Relatório.

16 – ENSAIOS SEMI-REGIONAIS OU BI-MENSAIS DEVEM CESSAR

Há ensaios locais em cada congregação. Há ensaios regionais que abrangem as regiões. Ultimamente começaram a se fazer ensaios semi-regionais ou bi-mensais. É uma novidade que deve cessar. Nunca existiu isso, nem deverá existir.

17 – REUNIÕES PARA JOVENS E MENORES

A partir do ano de 1936 foram iniciadas, no Brasil, as reuniões para jovens e menores, por revelação de Deus ao nosso caro irmão L. Francescon. Inicialmente, muitos a chamavam de “Escola Dominical”, mas o servo de Deus explicou que, tanto no Brasil como em outras nações, os sectários usavam essa denominação, porque os seus pastores se preparavam em seminários ou escolas bíblicas e obtinham diploma. Além disso, recebiam mensalmente um jornal editado por uma das seitas, com programas para serem adaptados nas suas igrejas e nas escolas dominicais, realizadas aos domingos. Em nossas congregações, porém, essas reuniões se denominam “reuniões para jovens e menores” e são abertas em Nome do Senhor Jesus e o Espírito Santo tem livre curso em nosso meio. Tanto o Cooperador dessas reuniões, assim como os jovens e mesmo menores, sempre guiados por Deus, têm liberdade para apresentar a Palavra que Deus lhes apontar.

Portanto, o nome correto dessas reuniões é “reunião para jovens e menores” e não só “reunião de jovens”. Devemos sempre pronunciar corretamente o nome dessas reuniões.

Outrossim, não é possível e nem necessário fazer constar do Relatório os nomes dos Cooperadores de Jovens e Menores.

 

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

TÓPICOS DE ENSINAMENTOS

56ª ASSEMBLÉIA – 1991

56ª ASSEMBLÉIA – 1991 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 22 A 26 DE MARÇO DE 1991

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO

1 – SIGILO NAS REUNIÕES MINISTERIAIS

O que se passa nas reuniões ministeriais não deve ser comentado com ninguém, nem com as próprias esposas. É assunto que Deus confiou aos seus servos. Os servos de Deus devem ter gravidade para guardar o necessário sigilo, pois um caso que seja comentado fora da reunião poderá ter repercussões indesejáveis. Os que não conservam o sigilo não tem dignidade para estar em nossas reuniões. Quem transmitir assuntos para fora da reunião será advertido e ficará sujeito às penalidades que o ministério determinar.

2 – PREGAÇÕES – DOUTIRNA NOS CULTOS E NAS REUNIÕES DA MOCIDADE

Os servos de Deus que se levantam pra pregar, devem ter certeza de que é Deus quem lhes aponta a Palavra. Quando um servo é guiado por Deus, não surgem inconvenientes, nem assuntos fora da doutrina, nem gritaria ou pulos, e nem o servo se transforma em ídolo. Ninguém deve pregar por entusiasmo. Deve-se pedir a Deus para dar doutrina.

3 – ORAÇÕES PROLONGADAS E REPETITIVAS

Ultimamente vem se notando que há orações muito prolongadas e repetitivas, tanto nos cultos normais, nas orações de agradecimento, como nos batismos, nas Santas Ceias, nos funerais e até nos casamentos. A oração de agradecimento é só para agradecer a Deus por aquilo que o Senhor nos deu no culto; não se deve fazer uma oração prolongada, na qual se repete o que o Senhor já falou pela Palavra.

4 – MUDANÇA DE SERVOS DE UMA LOCALIDADE PARA OUTRA – SERVOS QUE MUDAM NÃO DEVEM EXERCER MINISTÉRIO ALGUM, SEM ANTES PASSAR POR REUNIÃO MINISTERIAL

O Ancião, o Diácono e o Cooperador devem permanecer no lugar onde foram colocados no ministério. Quem muda sem passar por reunião, despreza o seu ministério, portanto, ficará sem o ministério. Os servos que mudarem para outra localidade deverão procurar o ministério local e, em reunião ministerial, expor o seu caso e a razão da mudança. Quando Deus confirma um irmão para exercer um ministério em determinada localidade, o único que pode move-lo dali é quem o colocou: Deus. Se em outra localidade houver uma necessidade maior, só o Senhor é que pode autorizar a transferência. Não é a convite e nem por desejo. A Obra de Deus é santa, guiada pelo Espírito Santo. Não podemos materializar a Obra de Deus. Alguns fizeram o que quiseram e se deram mal; depois, tentaram voltar, lamentando e não suportando a situação difícil em que se colocaram. Se é Deus que move, dizemos amém; porém, se não for Deus, tudo se complica. Outrossim, o servo que mudar não deverá ter domínio sobre o Ancião que ficou na localidade onde ele residia e nem sobre os Anciães da região para onde ele for, embora sendo mais antigo no ministério. Deverá honrar os servos do local. Quem edifica a Obra é Deus. A pessoa deve saber como entrar e como sair.

5 – CONVITES PARA ATENDIMENTOS

Os Anciães não devem atender serviços divinos movidos por convites, mas deverão sempre deixar-se guiar pelo Espírito Santo. Exemplo deixado pelo irmão Ancião Louis Francescon.

* 6 – CONVITES PARA REUNIÕES DA MOCIDADE E BATISMOS – CARAVANAS

Deve-se evitar convites par reuniões da mocidade e batismos, para localidades num raio superior a 100 quilômetros. Também deve-se evitar ir com caravanas a lugares distantes, de onde se têm de voltar de madrugada ou até mesmo passar a noite. Quando se tratar da mocidade, é sempre aconselhável que vá um Ancião ou um Cooperador junto, para haver o máximo respeito. Outrossim, deve-se considerar que há congregações mais afastadas que não comportam grande número de irmandade e a mocidade acaba ficando fora, sem participar da reunião.

* 7 – CULTOS E REUNIÕES BARULHENTOS

Perturbar o sossego público, com gritarias e exageros, é contra a lei e contra a Palavra de Deus. Deve se observar silêncio após as 22:00 horas. Quando a manifestação é do Espírito Santo, isso rende comunhão. O que é de Deus não sai fora da Palavra. Quando não é a voz do Espírito Santo, não rende comunhão. Há irmãos que ficam reunidos em oração até altas horas da madrugada, fazendo barulho e incomodando os vizinhos; isso é reprovável e pode trazer consequências desagradáveis para o bom nome da Congregação. Os servos de Deus, colocados como anjos nas Igrejas, têm que vigiar continuamente. Quando um grupo de irmãos, da localidade ou vindos de outra parte, deseja buscar os dons, deve dirigir-se aos Anciães que marcarão um dia para essa reunião. O Ancião poderá convocar a irmandade a permanecer, após um culto, na Congregação, ou em outro dia em que não haja culto. Não devemos começar pelo Espírito e acabar pela carne. Na busca da Promessa não se deve induzir os irmãos a falar línguas, pois quem dá os dons é o Senhor. Devemos ensinar os irmãos que assim procedem, a não o fazerem mais. Esses grupos devem ser chamados e orientados. Houve deliberação de que essas reuniões sejam feitas nas congregações, com a presença do Ancião, e este presidirá a reunião, vigiando para que não continuem alguns irmãos ou irmãs a andar pelos corredores e entre os bancos, incitando a irmandade a se manifestar. Podemos fazer reuniões para busca da Promessa também em nossas cassas. Nestes casos, deve-se levar ao conhecimento do servo local e este orientará par que não se fique orando até de madrugada. Ao mesmo tempo, o servo comunicará o caso ao ministério local.

8 – FUNERAIS – ORAÇÕES E PALAVRA – HINOS: INDAGAR SE A FAMÍLIA CONSENTE – FUNERAL PARA QUEM NÃO ERA BATIZADO – FUNERAL PARA NÃO-CRENTES

Nos funerais as orações e a Palavra não devem ser prolongadas. Quem preside deve indagar se a família consente que sejam cantados hinos. Deve-se dar ensinamento a irmandade para não chamar, no funeral, o hino que a pessoa a quem o Senhor recolheu gostava. Temos os hinos apropriados para funeral e estes devem ser chamados. Quem chama os hinos é o servo que preside. Nos funerais para quem não era batizado, o servo deve deixar-se guiar pelo Senhor. Para quem não era crente, não se faz serviço divino no funeral, a não ser que o Senhor guie de faze-lo.

9 – UNÇÃO

Quando os servos de Deus são chamados a ungir um enfermo, não devem fazer muitas perguntas, como um interrogatório, querendo até saber se o enfermo cometeu pecado. Deve-se perguntar ao enfermo se está em paz com a família, com o ministério e com a irmandade. No ato da unção, molha-se o dedo com um pingo de azeite e aplica-se sobre a testa do enfermo, fazendo a oração.

10 – SANTA CEIA – PÃO ASMO

Cristo Jesus é o Cordeiro de Deus, que tirou o pecado do mundo. Ele tomou os nossos pecados sobre si quando foi cravado na cruz. Por isso o pão que representa o corpo do Senhor é o pão levedado, com fermento. Quanto à primeira Santa Ceia, o Senhor usou o pão asmo, pois Ele ainda não havia sido carregado com o pecado da humanidade. O Senhor Jesus, estando de corpo presente, não deu o Seu corpo nem o Seu sangue para os apóstolos comerem e beberem, mas usou a mesma representação que nós usamos: o pão, e o vinho no cálice. O Seu corpo e o Seu sangue Ele deu por nós na cruz do calvário.

11 – A PÁSCOA ERA PARA ISRAEL – A SANTA CEIA, PARA TODOS OS POVOS

A Santa Ceia que o Senhor instituiu é para todos os povos. A páscoa era para Israel. O ato real foi consumado quando o Senhor se entregou por nós na cruz. Na Santa Ceia nós comemoramos a more do Senhor, reverenciando-a.

12 – SANTA CEIA – DISPOSIÇÃO DOS BANCOS PARA AS RODADAS – IRMÃOS SEM LIBERDADE – PORTADORES DE MOLÉSTIAS CONTAGIOSAS – HINOS

Convém colocar uma fila de bancos para que a irmandade se apóie ao ajoelhar e tenha a melhor ordem para ser servida a Santa Ceia. Exortar a irmandade a ficarem sentados em seus lugares até que sejam chamados. Em casos excepcionais, por motivo de enfermidade ou de força maior, poderão participar antes. Devem ser escalados irmãos (se possível Diáconos ou porteiros), para organizar as filas na Santa Ceia, de acordo com o tamanho da congregação. Portadores de moléstias contagiosas devem participar por último, após os servos haverem participado. Não deve existir rodada especial dos que orientaram as filas ou fizeram a contagem, junto com o ministério local. Deve-se ir participando das últimas rodadas. Os servos locais participam sós.

Quanto aos irmãos sem liberdade, deve-se considerar caso por caso. Fica na consciência de cada pessoa.

Quem anuncia os hinos na Santa Ceia é o Ancião que preside e não o encarregado de orquestra.

13 – INDICAÇÃO DE IRMÃOS PARA DIÁCONOS – DEVE SER FEITA PELOS ANCIÃES

Tem acontecido casos de irmãos que são indicados para o ministério de Diacono e, depois, chega ao conhecimento do Ministério Espiritual que aquele irmão ainda não foi selado com a Promessa do Espírito Santo. O Ancião é colocado como o anjo da Igreja e deve ter o cuidado de verificar, previamente, se o irmão que vai ser indicado para Diácono já recebeu a Promessa. Quando houver necessidade de se fazer uma indicação, os Anciães da localidade devem reunir-se com os Diáconos para ver se todos estão de acordo; devem procurar saber se aquele irmão tem os requisitos necessários para exercer o ministério. Estando todos de acordo, quem deve apresentar é o Ancião da localidade.

14 – BATISMOS – PALAVRAS A SEREM DITAS – HINO 195

As palavras que devem ser ditas pelo Ancião antes de submergir aquele que está sendo batizado, são as seguintes: “Irmão (ã), em nome de Jesus Cristo te batizo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo – Amém”. Os que vão ser batizados devem crer que Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele é quem salva e não o batismo, em si. O batismo é obediência à Palavra de Deus. O mandamento está em São Mateus, capitulo 28, verso 19; a ordem, em Atos, capítulo 2, verso 38. A primeira parte do Hino 195 deve ser cantada antes do batismo, enquanto o servo troca de roupa. A segunda parte, após a realização do batismo.

15 – BATISMOS PARA AIDÉTICOS OU PORTADORES DE OUTRAS DOENÇAS CONTAGIOSAS

Deve-se explicar à irmandade que, quando souberem de algum doente, portador de AIDS, ou outras doenças contagiosas, que deseja ser batizado, não devem traze-lo nos batismos gerais. Também não devem trazer doentes recém-operados que estejam com curativos, sondas e aparelhos, enfim, que não estejam em condições físicas adequadas. Para esses casos deverá ser feito um batismo especial, na própria congregação. Se necessário, o servo irá à casa do próprio enfermo e fará o batismo, em um tanque portátil, que depois será também convenientemente lavado e desinfetado.

16 – TÍTULOS ENVIADOS A CARTÓRIO – COMPRAS A PRAZO – CHEQUES SEM FUNDO

A Congregação não deve, sob pretexto algum, fazer compras a prazo, para evitar correr o risco de ter algum título enviado a cartório. Pelo passado, isso jamais aconteceu. A Congregação não dispõe de uma organização contábil centralizada, apta a controlar um grande movimento, como se fosse uma empresa; assim, o melhor é não se fazer compras a prazo, não assumindo compromissos maiores do que as possibilidades da Congregação. Se algum título da Congregação chegar a ser protestado, os responsáveis serão chamados para esclarecer o ocorrido e, se houver culpados, estes perderão o ministério ou o cargo que ocuparem, na Obra de Deus. – Cheques sem fundo: tem que haver um rigoroso controle sobre a emissão de cheques. Os que emitirem cheques sem a suficiente provisão de fundos, serão chamados para esclarecer o ocorrido. Se não são capazes, serão substituídos.

17 – MINISTÉRIO EM GERAL DEVE SER MAIS GRAVE / SÓBRIO, POIS HÁ MUITAS QUEIXAS DOS IRMÃOS DO CORPO MINISTERIAL DE MUITAS LOCALIDADES

Servos devem se colocar no seu devido lugar, mantendo-se na gravidade e sobriedade, tanto no proceder como no falar, e nos trajes. Os servos devem usar roupas discretas. Deve-se eliminar o costume que alguns têm de contar gracejos, incluindo o nome de Deus. Deve-se evitar de arremedar testemunhos, imitar quem ora e outras chocarrices que não convém para os servos de Deus. Nossa linguagem deve ser sã e irrepreensível na pregação da Palavra.

18 – CONSTRUÇÕES E REFORMAS EMPREGANDO LUXOS E EXAGEROS

O que não deve ser permitido na Obra de Deus é empregar luxo e exageros em certas construções e reformas, quando em outros lugares, de menor poder aquisitivo, constroem e reformam de maneira humilde, singela. Deus não se agrada dessas diferenciações. Não se deve confundir luxo com padrão estipulado.

19 – GRAVAÇÕES DE HINOS

Devemos ensinar, nos ensaios regionais e parciais, bem como nas congregações e nas reuniões dos encarregados de orquestra, para não se fazer lançamentos de gravações de hinos, com emprego de recursos e adaptações, hinos cantados pelo estilo de dupla sertaneja, com passagens e floreados. O ministério sente que isso não agrada a Deus. Devemos nos conservar no temor de Deus também nesta parte. Não convém que encarregados regionais fiquem fazendo exortações nos ensaios. Isto não é da competência deles, é do Ancião que preside. Os encarregados regionais devem ater-se às preleções sobre a parte musical. A oração e a Palavra não devem ser prolongadas.

20 – RELATÓRIO – NOMES DOS SERVOS

Os nomes dos servos (Anciães) não devem constar em várias Congregações, a não ser em caso excepcional. Na Grande São Paulo foi feita uma revisão e foram retirados os nomes dos que estavam constando em várias localidades.

21 – COLETAS: RESULTADOS – COLETAS EXTRAS NÃO SÃO PERMITIDAS

Não anunciar nos cultos os resultados das coletas para evitar riscos. Esses resultados são só para conhecimento do Ministério e da Administração. – Servos de Deus que viajam a São Paulo por ocasião das reuniões gerais ou em viagens particular, não devem ir às igrejas buscando ajuda financeira, fato esse que tem acontecido freqüentemente em São Paulo. Cada localidade deve pensar por suas construções. Ultimamente, certos servos têm feito angariações nas congregações de São Paulo e outras regiões, saindo fora dos ensinamentos que tivemos desde o princípio. Não devemos estar levando dinheiro de São Paulo e de outras regiões para as localidades que atendemos, com a finalidade de suprir custos de construções. Cada irmandade local deve trabalhar para suas próprias construções. Há grupos de irmãos que partem para localidades de outros Estados, a fim de fazerem construções; estes, não devem ser impedidos. Todavia, há localidades na Grande São Paulo que fazem construções em outros Estados, mas quase não contribuem para São Paulo. Isto deve ser corrigido e devem contribuir normalmente para o caixa local. Os que constroem em outros Estados devem fazer recibo da verba que levam, em duas vias, trazendo o comprovante da entrega.

* 22 – COLETAS PARA AUXILIAR OUTRAS LOCALIDADES – MANDAR OS RESULTADOS POR VIA BANCÁRIA

Quando, em alguma congregação, os servos se sentirem de prestar ajuda financeira a outra localidade, a irmandade deve dar as contribuições aos porteiros e irmãos que recebem as coletas e não à pessoa interessada. O resultado total deverá ser contabilizado no local e encaminhado à referida localidade por via bancária, pela Administração. A verba não deverá ser levada por mãos próprias.

* 23 – IMPRENSA – RÁDIO – TV – JORNAIS E REVSITAS – REVISTA VEJA: ARTIGO SOBRE A CONGREGAÇÃO, QUANTO À COBRANÇA DE DÍZIMOS

Ninguém, dentre a irmandade, está autorizado a se manifestar ou a se pronunciar à imprensa ou às outras vias de comunicação acerca da Congregação, mesmo que seja para defende-la. Esse é um assunto que deve ser atendido somente pelo Ministério e pela Administração, e com muita cautela. Em artigo publicado pela Revista Veja a Congregação foi arrolada como pertencente ao grupo pentecostal e cobradora de dízimos. Não somos pentecostais e nada temos a ver com o movimento pentecostalista. A Congregação não cobra dízimos de seus fiéis. Os servos de Deus não são assalariados. Realizamos coletas livres, cujas finalidades são para benefício da Obra de Deus e da irmandade.

24 – REUNIÕES MINISTERIAIS

Os assuntos devem ser expostos com bastante clareza nas reuniões ministeriais, para que os servos possam entender. Quem preside deve dar a definição, ao final de cada assunto tratado.

25 – HOSPITAIS – IDENTIFICAÇÃO PARA ENTRADA COM CARTEIRINHAS COM FOTO

Temos ensinamentos do irmão Louis Francescon para nunca usarmos carteirinhas de identidade de Ancião, pois este é o comportamento das seitas. Os documentos que podemos apresentar, nas portarias de hospitais, são a cédula de identidade, o Relatório e o cartão de entrada nas reuniões. A atual Constituição assegura a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. Se algum hospital nos impedir, deixaremos sob sua responsabilidade.

* 26 – DESPESAS HOSPITALARES

A família daquele que for internado em hospital é que deverá pagar as despesas. Muitos sem disponibilidade internam e, como o INAMPS não cobre as despesas, recorrem aos irmãos Diáconos para pagar, mas não deve ser assim. Também famílias que internam os servos em quarto particular, não devem pretender que o irmão Diácono pague as despesas.

27 – REGISTRO PATENTE “CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL” / “CONGREGAÇÃO CRISTÃ DO BRASIL”

Já estão patenteadas, tanto a denominação “Congregação Cristã no Brasil”, como “Congregação Cristã do Brasil”.

28 – GÁS DE COZINHA – UTILIZAÇÃO COMO COMBUSTÍVEL NOS VEÍCULOS

A utilização de botijões de gás como combustível nos veículos é crime, além de poder provocar uma catástrofe. Quem infringir essa lei e vier a ser condenado, perderá a liberdade e o ministério, se o tiver.

29 – DOAÇÕES – NÃO PLEITEAR DOAÇÕES EM NOME DA CONGREGAÇÃO – COMO PROCEDER NO CASO DE NECESSITARMOS DE IMÓVEL, PERTENCENTE AO PODER PÚBLICO

Toda doação que envolva o total do patrimônio de uma pessoa física poderá ser anulada, pois o doador só pode doar no máximo 50% dos seus bens, no caso de haver herdeiros necessários (filhos ou progenitores).

A Congregação só recebe doações se a documentação estiver devidamente legalizada.

O art. 26º de nosso Estatuto proíbe que se pleiteie, em nome da Congregação Cristã no Brasil, junto a órgãos governamentais de qualquer nível, auxílios em dinheiro, imóveis, ou qualquer subsistência financeira por qualquer outro meio. Quando a Congregação tiver necessidade de construir uma casa de oração em determinada localidade onde os terrenos pertençam a algum órgão do poder público, deverá dirigir um ofício a essa entidade, manifestando o interesse na aquisição de um imóvel para nele construir um templo religioso destinado à celebração de cultos evangélicos, segundo a fé e doutrina da Congregação Cristã no Brasil, e consultando sobre a forma como essa aquisição poderia ser operada. Dependendo da resposta desse órgão, deve-se tomar as providências que se fizerem necessárias.

Nos casos em que a Prefeitura pretenda fazer doação de algum imóvel, é necessário que haja lei específica aprovada pela respectiva Câmara Municipal.

30 – REUNIÕES PARA JOVENS E MENORES AOS DOMINGOS E NÃO AOS SÁBADOS À NOITE

Sempre que for possível, é preferível que as reuniões para jovens e menores sejam realizadas aos domingos, e não aos sábados à noite.

31 – BRÁS – BATISMO – AGRESSÃO – NECESSIDADE DE SE TER ATENÇÃO QUANTO À SEGURANÇA NOS CULTOS E NOS BATISMOS

Houve agressão com um facão contra dois Anciães em um batismo na Congregação do Brás. Deus não permitiu que houvesse conseqüências mais graves. O agressor foi preso e está sendo processado. Um irmão estava alerta e, no momento do atentado (na hora da oração, quando todos estavam de olhos fechados), segurou o agressor. Devemos ter, nas congregações, irmãos que estejam alertas para essas possíveis emergências.

32 – DAR CUMPRIMENTO ÀS DELIBERAÇÕES

Em reuniões ministeriais tomamos muitas deliberações, mas, nem todas têm o devido cumprimento. Temos que ter o máximo de zelo para dar cumprimento ao que se delibera. Os servos mais antigos no ministério devem ser os primeiros a dar cumprimento a esta exigência.

33 – DIVÓRCIO ENTRE CASAIS DE IRMÃOS

Os casos de divórcio entre a irmandade devem passar por reunião ministerial. A Congregação não aprova o divórcio por incompatibilidades. O casal que se divorciar, sob essa alegação, perderá a liberdade entre nós. Se a deliberação ministerial for favorável a separação, então o casal deverá procurar um advogado para as devidas providências. Há casais que têm incompatibilidades, chegando por fim a se separar. Às vezes a culpa é de um só, mas às vezes a culpa é de ambos. Um dos pretextos que os cônjuges costumam apresentar, é o de que não há mais amor de um para com o outro. A Palavra de Deus menciona que se se apartarem, fiquem sem casar ou, então, que se reconciliem entre si. Quem não quiser se reconciliar, perderá a liberdade entre nós. Separar-se por incompatibilidade não dá direito a divórcio e a novas núpcias, perante a doutrina, visto não ter havido infidelidade conjugal.

* 34 – TRAZER BÍBLIA E HINÁRIO NOS CULTOS

Os servos devem dar o exemplo para a irmandade, trazendo suas Bíblias e Hinários e depois exortem a irmandade e a mocidade a fazer o mesmo. Isto é disciplina que se faz necessária.

35 – ORDENAÇÕES

O Ancião que vai ordenar fala o nome do que vai ser ordenado, e diz: “IRMÃO FULANO DE TAL, O SENHOR QUE TE CHAMOU PARA ESTA GRAÇA E TE BATIZOU COM O DOM DO ESPÍRITO SANTO, AGORA TE CHAMA PARA O MINISTÉRIO DE ANCIÃO (OU DIÁCONO), PARA QUE TU O SIRVAS NESTA CONGREGAÇÃO E ONDE O ESPÍRITO SANTO TE ENVIAR”. Em seguida, inicia a oração de ordenação conforme as palavras que Deus lhe der. Não se deve pedir a aprovação da irmandade com “amém”.

* 36 – NOIVADO PROLONGADO E DEPOIS DESISTÊNCIA – NAMORO AVANÇADO COM CONSEQÜÊNCIAS DESASTROSAS

Os noivados prolongados não são aconselháveis, mesmo porque pode haver desistência, que dá motivo a murmurações e desentendimentos entre as famílias. Também não deve haver namoros com muita liberdade, como no mundo, pois traz escândalo e conseqüências desastrosas.

37 – PRESIDÊNCIA DAS REUNIÕES – ORAÇÕES

Diversos irmãos que presidem oram pedindo a Deus que batize os Cooperadores com a Promessa do Espírito Santo, pois a seara é grande e os obreiros são poucos. Reclamam os Cooperadores: então eles não são obreiros? – E quando receberem a Promessa serão todos ordenados Anciães?

* 38 – AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Em diversas localidades os professores estão exigindo aulas de danças com ritmo escandaloso, acrescentadas às aulas de educação física nas escolas. Os filhos de nossa irmandade não devem participar das aulas de danças. Sendo necessário, a Congregação poderá orientar os pais, quanto aos termos de ofício a ser dirigido por eles aos Diretores da Escola ou às autoridades do ensino, solicitando a dispensa de freqüência de sues filhos a essas aulas.

* 39 – CASAMENTOS – ATRASOS DAS NOIVAS CAUSANDO TRANSTORNOS AO JUIZ DE PAZ

O Juiz do Cartório de certa localidade remte ofício denunciando atrasos das noivas, que transtorna o Cartório que tem outros compromissos de casamentos para realizar naquele dia. Deve-se eliminar os atrasos e observar a hora marcada para o casamento.

40 – CARTA DE CLÓVIS EVANGELISTA DE ALMEIDA – TAUBATÉ-SP

Trata-se de um irmão jovem, de 30 anos de idade, solteiro, auxiliar da Administração de Taubaté, que escreveu circular para os servos de todo o Brasil, depreciando a Obra de Deus e os servos. Não se deve dar atenção a essa circular; esse jovem já foi, inclusive, afastado de seu cargo na Administração.

41 – REUNIÕES PARA JOVENS E MENORES E REUNIÕES PARA A MOCIDADE

Muitos pais já não estão mandando os filhos às reuniões pra a mocidade e para jovens e menores, como anteriormente, pois o horário geralmente se prolonga e as pregações já não estão sendo apropriadas para a mocidade e para as crianças. Devem os Cooperadores de Jovens e Menores ser admoestados. Outrossim, há Anciães que dão liberdade para Cooperadores de Jovens e Menores pregarem em reuniões para a mocidade. Quanto à despedida, os noivos se despedem nas reuniões para jovens e menores e nas reuniões para a mocidade. Só os noivos e não as famílias. Os Anciães e Cooperadores devem dar maior assistência às reuniões para jovens e menores.

42 – TOCAR O HINO AJOELHADO

Há regiões onde os servos fazem com que os músicos ao ajoelhem para tocar o último hino do culto e reuniões para a mocidade. Isto deve cessar prontamente.

43 – APRESENTAÇÃO DE COOPERADOR À IRMANDADE

Apresenta-se o novo Cooperador à irmandade, depois da Palavra. E na oração final de agradecimento ora-se para que Deus o abençoe. Se coincidir de haver ordenação de Ancião ou Diácono, faz-se a ordenação e na mesma oração, apresenta-se o novo Cooperador, sem imposição de mãos sobre sua cabeça.

44 – APRESENTAÇÃO DE COOPERADOR DE JOVENS E MENORES OFICIALIZANDO, AUTOMATICAMENTE, A REUNIÃO

Quando se ora por um Cooperador de Jovens e Menores e o Senhor confirma, não é necessário orar pela reunião de jovens e menores. Esta já fica automaticamente oficializada. Porém, se houver necessidade de ter reunião devido ao elevado número de jovens e crianças e não houver ainda indicação de irmão para Cooperador, ora-se para iniciar a reunião de jovens e menores, que poderá ser atendida pelo Cooperador local ou outro servo, provisoriamente, até que Deus prepare o Cooperador de Jovens e Menores.

45 – VIAGENS MISSIONÁRIAS

As viagens devem ser de caráter missionário somente quando aprovadas em reuniões ministeriais, por serem realmente necessárias. Irmãos com pouco tempo de ministério não tem experiência suficiente para atender reuniões.

46 – MOVIMENTO FINANCEIRO

Conforme determina o Estatuto, todo movimento financeiro da Congregação deverá ser feito através de conta bancária, em nome da Congregação Cristã no Brasil, e não em nome particular. A Administração fornecerá procuração específica para os irmãos designados movimentarem a conta concernente ao movimento do Fundo Bíblico, bem como aos irmãos Diáconos que devem movimentar a conta referente à Obra da Piedade e Viagens Missionárias. Cada um movimentará em banco ou conta diferente à da Administração.

ATENÇÃO: Os tópicos assinalados (*) são os que devem ser lidos perante a irmandade. Os demais, são só para o ministério.

RESUMO DE ENSINAMENTOS DA BRA DA PIEDADE

01 – IRMÃS PARA TRABALHAR NA OBRA DA PIEDADE

a) Para apresentar uma irmã para trabalhar na Obra da Piedade, primeiramente deve-se verificar se ela tem o dom manifesto; se tem bom testemunho; se o esposo é crente; se os filhos já estão criados; se é casada (desquitada ou divorciada, mesmo que tenha casado novamente, não pode ser apresentada); e também deve ser da localidade.

b) Não devem ser apresentadas mais do que três (3) irmãs para cada congregação. Em localidades com muita irmandade carente será considerada a necessidade de mais irmãs. Salas de oração serão atendidas pelas irmãs mais próximas.

c) Após feitas as verificações acima descritas, num formulário próprio, padronizado, serão colocados os nomes das irmãs a serem apresentadas aos irmãos Diáconos na Reunião Ministerial para consideração.

d) Nesse formulário, um para cada localidade, irá constar o nome das irmãs, quantos anos é crente, quantos anos tem de idade, se ocupa algum cargo na Congregação e se o esposo tem ministério.

e) Após a consideração dos irmãos Diáconos, serão colocados os nomes das irmãs num outro formulário assinado por três irmãos Diáconos mais antigos no ministério e o mesmo será encaminha à Reunião Ministerial de Anciães e Diáconos para apresentar à Deus em oração.

02 – REUNIÕES DE ENSINAMENTOS DA OBRA DA PIEDADE

a) Nas Reuniões de Ensinamentos da Obra da Piedade, além dos irmãos Diáconos e irmãs da Obra da Piedade, também deverão comparecer os irmãos Anciães e Cooperadores do Ofício Ministerial da Região.

b) Este aviso deverá ser colocado na lista de batismo de região.

03 – ATENDIMENTO AO NECESSITADO

a) Ao se visitar uma família e percebendo-se que os filhos não cuidam de seus pais por serem crentes, embora tendo boas condições mas não o fazem, os mesmos devem ser aconselhados das suas obrigações.

b) “Se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel “ (1° Timoteo, 5, verso 8).

04 – ATENDIMENTOS DE CALAMIDADES

a) De um certo tempo para cá algumas cidades tem socorrido as regiões carentes enviando caminhões e carretas carregadas de mantimentos e roupas, em sua maior parte doações da irmandade, feitas através de coletas anunciadas nas Congregações.

b) Esses atendimentos tem sido feitos por Servos que acompanharam as mercadorias, fazendo as distribuições nas localidades carentes, atraindo à atenção dos nossos irmãos, do povo e também das autoridades.

c) Foi considerado que essa forma de atendimento não é correta, pois corre-se o perigo de saques, roubo de veículo, possível morte de seus ocupantes e insatisfação do povo da região.

d) Assim procedendo, algumas regiões foram atendidas várias vezes em detrimento à outras que não receberam nenhum atendimento em virtude de algumas localidades fazerem o atendimento sem comunicar ou consultar as cidades regionais.

e) Esses atendimentos são muito onerosos e nem sempre atendem a forma usual de alimentação da região.

f) Portanto, a partir de agora, as regiões carentes receberão o auxílio em dinheiro a fim dos irmãos Diáconos da região fazerem o atendimento necessário. As importâncias serão enviadas por via bancária na conta da Congregação. Após o atendimento, deverá ser enviado para São Paulo, o relatório dos atendimentos efetuados, constando os nomes das cidades assim como também das famílias atendidas.

g) Todas as remessas de roupas devem ser transportadas através de transportadores legais, com fretes pagos.

h) Toda distribuição deverá ser feita pelos irmãos Diáconos da região, em Reunião de Atendimento da Obra da Piedade, não havendo necessidade de ser no dia normal de Reunião.

05 – DEPÓSITO PARA MANTIMENTOS

a) Nas Congregações não deve ter depósito de mantimentos para atendimentos da Obra da Piedade, a fim de não haver murmuração por parte de alguns que querem ser atendidos e não o podem.

b) Nas localidades de colheitas de mantimentos, havendo doação, estes devem ser distribuídos nas Reuniões com a Guia de Deus.

c) Havendo possibilidade para venda dos produtos, deve-se aconselhar o irmão doador a vende-los e fazer a oferta em dinheiro.

d) Doravante, as localidades que fazem o atendimento com a cesta básica ou feira, não deverão continuar fazer dessa forma, mas as irmãs da Obra da Piedade receberão os frutos e farão as compras nos supermercados de acordo com a quantia que Deus confirmou para cada caso.

06 – COLETAS

a) As coletas oficiais confirmadas por Deus em Reunião Ministerial são: para Construções, Obra da Piedade e Viagens Missionárias. Cada Congregação deverá ter também a Coleta para Manutenção e Conservação.

b) As Coletas Especiais para Compra de Terrenos e outras necessidades devem ser confirmadas por Deus em Reunião Ministerial da Região, e serão por meio de envelopes distribuídos à irmandade.

c) Deve-se ter um local apropriado para contagem das coletas, evitando-se contar no salão onde são realizados os cultos.

d) Todas as Coletas, após os cultos devem ser registradas no Livro Registro de Coletas e rubricadas pelos irmãos que apuraram os valores.

e) As Coletas não devem ser levadas para casa, mas guardadas no cofre ou em local seguro, e no mais breve tempo possível deposita-las em banco.

f) Ao receberem as Coletas, os recebedores de Coletas não devem atentar para as importâncias que a irmandade dá, mas com a mão fechada colocar nos bolsos respectivos.

07 – COLETAS MARCADAS

a) Tem havido muitas reclamações da forma de se efetuar coletas em muitas Congregações, ou seja, Coletas marcadas, forçando a irmandade com listas e vales para pagamento posterior, listas de materiais de construções, listas para instrumentos musicais, etc.

b) Não deve haver pressão sobre a irmandade pois ela deve ser livre para contribuir de acordo a vontade de Deus.

c) Doações voluntárias de materiais são aceitas, desde que sejam no padrão que a Congregação utiliza.

08 – COMPROVANTE DE DESPESAS DE VIAGENS

a) A fim da Congregação não sofrer sanções na Receita Federal, todo o irmão que viaja com o auxilio da Congregação, no retorno da viagem deverá devolver o envelope onde deverão estar anexadas ao relatório, todos os documentos que foram possível obter (notas de combustível, refeições, tíquetes, passagem, etc.).

b) Não havendo qualquer documento comprovando as despesas, transparece ser uma ajuda de custo ao Servo, o que motiva sanções à Congregação.

c) O irmão que for viajar é que deverá assinar o comprovante quando retirar o envelope com a importância.

09 – ESCRITURAÇÃO DA OBRA DA PIEDADE (CONTABILIZAÇÃO)

a) As localidades onde se realizam Reuniões de Atendimentos da Obra da Piedade, devem ter a escrituração na mais perfeita ordem e atualizada.

b) Os Livros Caixa Auxiliar e Atas devem ser registrados no Registro de Títulos e Documentos, conforme determina o Estatuto.

c) Os Livros Caixa, Atas, Registros de Coletas e todos os demais documentos devem ser escriturados sem rasuras e conservados em boa ordem. Em localidades onde o irmão Diácono não tiver condições para faze-lo, deve solicitar auxilio de um irmão da Administração ou de algum irmão idôneo que tenha capacidade para isso.

d) Até o dia 10 de cada mês, o balancete da Obra da Piedade e Viagens Missionárias do mês anterior deverá ser entregue para à Administração, ficando uma das vias em poder dos irmãos Diáconos.

10 – DOAÇÕES DE IMÓVEIS E JÓIAS

a) Quando alguém quiser doar imóvel para a Congregação, o assunto deverá ser levado ao conhecimento do irmão Ancião, o qual, juntamente aos irmãos Administradores verificarão a conveniência ou não, em receber a doação. Este assunto deverá ser considerado em Reunião Ministerial.

b) Se um irmão sentir de doar alguma jóia, deverá ser aconselhado a ele mesmo vender e colocar o fruto onde sentir.

11 – VENDA DE BÍBLIAS, HINÁRIOS – MARCAR PEDIDOS DE ORAÇÃO – ATENDER AS PORTAS

– Os atendimentos destas partes devem ser feitos por irmãos destacados para cada fim. Os irmãos Diáconos devem cuidar do Ministério que receberam – Piedade.

12 – CASAMENTO DE DESQUITADOS

– Não é de competência dos irmãos Diáconos providenciar o casamento de desquitados. Isso é causa para Advogados.

13 – MUDANÇA PARA OUTRA LOCALIDADE

a) Quando um irmão Ancião, Diácono ou Cooperador do Ofício Ministerial pretender mudar para outra localidade, deverá o assunto ser apresentado em Reunião Ministerial para consideração.

b) Quando a mudança é motivada por trabalho para sua conveniência ou seu bem estar, conforme deliberação do Ministério Espiritual, o mesmo deverá assinar carta de renuncia.

c) Da mesma forma também a irmã que trabalha na Obra da Piedade, tendo de mudar de localidade, deverá assinar carta de renúncia.

14 – IRMÃO QUE RESIDE NO IMÓVEL DA CONGREGAÇÃO

a) Quando uma família for morar em imóvel da Congregação, se ela tiver alguma propriedade onde residia, ela deve ser aconselhada a não se desfazer da propriedade, pois alguns não tendo condições para continuar morando na Congregação, e tendo vendido a sua propriedade, ficaram sem ter para onde ir.

b) Antes de ser apresentado para orar essa família deverá ler o contrato de comodato a fim de tomar conhecimento das cláusulas, de que não poderá ocupar o imóvel para fins artesanais, comerciais ou industriais e também não poderá conservar no imóvel animais de qualquer espécie.

c) Não compete ao irmão morador (Comodatário) se envolver com o trabalho dos irmãos porteiros (anotar pedidos de oração, receber coisas, etc.), pois causará transtornos nos serviços e aborrecimentos. Também deverá ser submisso aos irmãos responsáveis.CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

 

TÓPICOS DE ENSINAMENTOS

57ª ASSEMBLÉIA – 1992

57ª ASSEMBLÉIA – 1992 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 13 A 17 DE ABRIL DE 1992

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO

Atenção: Os tópicos assinalados (*) são os que devem ser lidos perante a irmandade. Os demais, são só para o ministério.

1 – APRESENTAÇÃO DE NOVOS OBREIROS

Doravante não será mais orado em são Paulo para novos obreiros de todo o Brasil, a não ser em casos excepcionais. Para as necessidades de são Paulo ora-se em outro dia e não nos dias de Assembléia.

Por ocasião das Assembléias Gerais Anuais de cada região, as quais são atendidas por dois ou três dos servos mais antigos de São Paulo, serão bem consideradas e analisadas, junto ao ministério lo­cal, as necessidades de novos obreiros e ali mesmo, serão apresentadas a Deus em oração para pedir confirmação. Depois de confirmados, serão trazidos os nomes para o ministério em são Paulo, a fim de serem marcadas as ordenações.

2 – REUNIÕES PARA JOVENS E MENORES SOMENTE AOS DOMINGOS

As reuniões para jovens e menores devem ser sempre realizadas aos domingos (pela manhã ou à tarde), e não em outros dias da semana.

3 – SERVOS NOVOS NO MINISTÉRIO NÃO DEVEM ATENDER REUNIÕES REGIONAIS.

Os servos mais novos ainda não têm a experiência necessária para esse atendimento. As reuniões regionais devem ser atendidas pelos Anciães mais antigos, que deverão levar consigo servos mais novos do que eles, para que ­possam ir adquirindo a necessária experiência.

* 4 – AIDS – EXAME PRÉ-NUPCIAL

Os jovens devem ser aconselhados, nas reuniões para a mocidade, sobre a conveniência de se submeterem a exame pré-nupcial, principalmente para prevenir-se contra os riscos de contaminação da AIDS, pois trata-se de uma enfermidade gravíssima, que pode ser contraída até mesmo acidentalmente, como, por exemplo, através de uma transfusão de sangue.

5 – BATISMO PARA ENFERMOS – ORAR, PARA CONFIRMAÇÃO, OU NÃO? – BATIZAR SOMENTE O ENFERMO

Se a enfermidade não é grave e o enfermo tem condições de espe­rar o batismo, ora-se para pedir a confirmação para um batismo, na congregação. Se a pessoa que pediu o batismo está em estado grave, deverá ser batizada imediatamente, não sendo necessário orar-se para pedir confirmação, pois o doente pediu o batismo e sobre ele recai a responsabilidade. O Ancião que for chamado deverá considerar a urgência de cada caso. Se o batismo do enfermo for em um rio ou córrego, pode-se batizar, também, pessoas sãs. Mas se for em tanque e se trata de enfermidade contagiosa, batiza-se só o enfermo. Os ou­tros ficam para um batismo de rotina.

– 6 – NÃO APRESENTAR IRMÃO DESQUITADO OU DIVORCIADO PARA CARGOS MINISTERIAIS

Irmão desquitado ou divorciado não deve ser apresentado para o ministério de Ancião, Diácono, Cooperador do Ofício Ministerial ou Cooperador de ‘ovens e Menores, nem irmãs para a Obra da Piedade, mesmo que o desquite ou divórcio tenha ocorrido antes de ele ter sido chamado para a Graça. Quanto a cargos na Administração, não há im­pedimento.

* 7 – VELÓRIOS EM RESIDÊNCIAS – CONSIDERAÇÕÉS QUANTO A ORAR EM PÉ OU AJOE­LHADOS

Em velórios públicos não se deve ajoelhar, em obediência às determinações sanitárias. Quando o velório é feito na residência, não há inconveniente em se fazer a oração ajoelhados, desde que haja es­paço suficiente para isso. Se não houver espaço, o servo que esti­ver atendendo explicará à.irmandade presente a impossibilidade de se ajoelhar, todos ficarão em comunhão e a oração será feita em pé, com os olhos fechados.

8 – TANQUES DE BATISMO NOS MUNICÍPIOS

Municípios afastados ou muito populosos deverão ter tanque de batismo. Quando o município estiver próximo a outro, que já tem tanque de batismo, não há necessidade de haver tanque.

* 9 – PROTESTO OU INVASÃO DE TERRAS, QUER NA AREA URBANA, COMO NA RURAL – A IRMANDADE NÃO SE DEVE ENVOLVER NISSO

A irmandade não se deve envolver em movimentos de protestos ou invasão de terras, quer na área urbana, pretendendo a posse de imóveis nas cidades, quer na área rural, invadindo glebas de terras.

* 10 – CASAMENTOS – ORAÇÃO – ONDE DEVE SER FEITA

Os servos primitivos sempre fizeram a oração no lugar onde os noivos se casavam e os convidados se reuniam para comemorar, em casa ou no salão. E assim deve continuar. Se o casamento for celebrado em um cartório, ora-se depois no local para onde os noivos e con­vidados se dirigirem para celebrar, seja em casa ou no salão. Deve­-se ensinar a irmandade a se guardar da vaidade e das apresentações mundanas quanto aos trajes e ao porte, nas festas de casamento. As irmãs deverão levar seus véus em suas bolsas. Ora-se de joelhos.

11 – ENSAIO MUSICAL FILMADO

Em uma congregação houve um irmão que filmou todo o ensaio. Não devemos permitir isso. É preciso que todos tomem conhecimento, para que isto não se repita mais, em lugar algum.

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12 – BEBIDAS

A Palavra de Deus nos ensina a moderação. Em festas de casamento, muitas vezes, há bebidas de alto teor alcoólico. Para o po­vo de Deus convém sempre a moderação, em tudo, a fim de não sermos reprovados.

* 13 – PROFECIAS

Pareceu bem ao Ministério pôr a irmandade a par da grave situação ocasionada pela correria do povo atrás de profecias, revelações, orações exageradas e pelo espírito de imitação dos verdadeiros dons, espírito esse que se espalhou por toda a parte.

Muitos buscam profecias para ter resposta sobre casamentos, negócios e tantos outros assuntos, com orações que se prolongam pela madrugada. A Palavra pregada nas congregações vem sendo posta em segundo lugar. Muitos dão mais valor à profecia do que à própria Palavra. E está escrito: “ENGRANDECESTE A TUA PALAVRA ACIMA DE TODO O TEU NOME” (Salmo 138, verso 2).

Outros são enganados por falsas profecias e têm sofrido transtornos materiais e espirituais. Muita coisa estranha tem surgido, provocando estragos irreparáveis.

Entrou a desordem nesse setor. Todos temos que parar e refletir sobre esta advertência, para beneficio da Obra, mantendo, acima de tudo, a unidade de espírito.

Exortamos a irmandade a voltar à simplicidade que sempre tivemos desde o principio, de buscar a Santa Palavra para saber a vontade do Senhor, terminando com correrias à procura de outras respostas.

Aconselhamos a irmandade a ir para casa, após terminado o culto, meditando na Palavra. Não se reunam para orar procurando orientação por profecias e revelações.

Os prudentes aceitarão estes conselhos e obedecerão. Os demais levarão a responsabilidade pelos prejuízos e desunião que vêm ocorrendo.

14 – BATISMO PARA AMASIADOS – CONSIDERAÇÕES

Casos insolúveis, como por exemplo quando o cônjuge está desaparecido, ou o casal não tem recursos nem para se alimentar, ou estão unidos há longos anos e um deles não concorda em casar, traz-se à reunião e age-se conforme a deliberação.

Casos normais deve-se aconselhar a se divorciarem e casarem pa­ra depois se batizarem.

* 15 – A IMAGEM DA BESTA QUE FALA NÃO É A TELEVISÃO

No livro de Apocalipse, capitulo 13, verso 15, está escrito que foi concedido à besta que subiu da terra, que desse espírito à ima­gem da besta que subiu do mar, para que ela falasse. Essa imagem não é a televisão, como alguns, por equivoco, pensaram.

16 – TRAJES PARA AS IRMÃS ENTRAREM NAS ÁGUAS DO BATISMO.

Macacões apropriados, de cor escura, são usados para as irmãs entrarem nas águas do Batismo. E sobre esses macacões são sobre­postos aventais ou saias rodadas. Se, em determinadas localidades forem usados paletós para cobrir os macacões, tais paletós devem ser suficientemente longos para chegar até os joelhos.

17 – COOPERADOR DE JOVENS E MENORES, ENCARREGADOS REGIONAIS, ENCARREGADOS LOCAIS E PORTEIROS, NÃO DEVEM PARTICIPAR DAS REUNIÕES MINISTERIAIS REGIONAIS.

Cooperador de Jovens e Menores, encarregados regionais, encarregados locais e irmãos porteiros não devem participar de reuniões ministeriais regionais. Excetuam-se aquelas reuniões em que são tratados apenas assuntos locais, da própria congregação, de ordem material.

Participam das reuniões ministeriais regionais os membros titu­lares e os vices da Administração da localidade onde é realizada a reunião, em face do que dispõe o Art. 220 do nosso Estatuto.

18 – IRMÃOS ANCIÃES QUE PERMANECEM NO TANQUE DE BATISMO INSISTINDO PARA SE BATIZAREM E BATIZAM UMAS POUCAS ALMAS

Quem chama as almas é Deus e não a nossa insistência. Deixemos as almas livres. Não nos tornemos responsáveis por alma alguma.

O Diácono que ajuda no Batismo não deve ajudar a imergir as pessoas, mas só ajudar para retirá-las das águas.

19 – BATISMO DE JOÃO

João batizava para o arrependimento, dizendo que após ele viria o que batizaria com o Espírito Santo e com fogo. E terminou a sua missão. Não devemos dizer ou pregar que o batismo feito nas seitas e crenças seja o batismo de João. O batismo de João terminou com a vinda do Senhor Jesus.

20 – SOBRE O SÁBADO

Jesus Cristo é o Dia de Deus (S. João, cap. 11, vs. 9 e 10). Ele é o Sábado de Deus, é o nosso Sábado. Nosso repouso é Cristo e não o sábado. Sendo Cristo o Senhor do sábado, nós guardamos a Cristo.

O sábado era guardado na lei. Nós estamos na Graça e temos que guardar o que foi estabelecido pelo Espírito Santo na Assembléia de Jerusalém (Atos, cap. 15, vs. 20, 28 e 29; cap. 21, v. 25 e Gálatas, cap. 4, vs. 10 e 11).

Para a Igreja de Cristo há um dia a observar e esse Dia é o Se­nhor Jesus. Resta um repouso para o povo de Deus: a vinda do Senhor Jesus, quando iremos descansar (Hebreus, cap. 4, vs. 3 a 9, e cap. 7, v. 12).

* 21 – VENDA DE BÍBLIAS, HINÁRIOS E VÉUS NAS CONGREGAÇÕES

A Congregação é livre para vender Bíblias, Hinários e véus, fornecidos pela coordenadora Brás-São Paulo – sem lucro. ­

Os demais artigos a irmandade deverá adquirir fora da Congregação. É proibido irmãos e irmãs venderem véus e outros artigos nas dependências da cassa de oração. “Minha casa será chamada Casa de Oração” (S. Mateus, cap. 21, v. 13) “para todos os povos” ‘(Isaias, cap. 56, v. 7).

Os moradores das casas de oração não podem exercer nenhuma ati­vidade de comércio ou de indústria no recinto da congregação.

22 – ASSUNTOS DE CUNHO ADMINISTRATIVO E PATRIMONIAL – COMUNICADO

Comunicamos o seguinte: “Dando-se cumprimento ao que estabelece o Artigo 22º do Estatuto, delibera-se que, todos os assuntos de cunho administrativo e patrimonial devem ser examinados em reunião conjunta do Ministério Espiritual e Administração, para a deliberação correspondente”.

23 – CONTRIBUIÇÃO CONFEDERATIVA

A orientação é de que qualquer Notificação para pagamento, deverá ser remetida para a Administração/Brás, em são Paulo.

24 – TÍTULOS ENVIADOS A CARTÓRIO – COMPRAS A PRAZO – CHEQUES SEM FUNDO

A Congregação não deve, sob pretexto algum, fazer compras a prazo, para evitar correr o risco de ter algum título enviado a cartório. Pelo passado, isso jamais aconteceu. A Congregacão não dispõe de uma organização contábil centralizada, apta a controlar um grande movimento, como se fosse uma empresa; assim, o melhor é não se fazer compras a prazo, não assumindo compromissos maiores do que as possibilidades da Congregacão.

Se algum titulo da Congregação chegar a ser protestado, os responsáveis serão chamados para esclarecer o ocorrido e, se houver culpados, estes perderão o ministério ou o cargo que ocuparem na Obra de Deus.

Cheques sem fundo: tem que haver um rigoroso controle sobre emissão de cheques. Os que emitirem cheques sem a suficiente provisão de fundos, serão chamados para esclarecer o ocorrido. Se não capazes, serão substituídos.

MS/VA/DP

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – REUNIAO DE ENSINAMENTO.

O irmão diácono que presidir a reunião deverá ter a Guia de Deus pa­ra apresentar os ensinamentos necessários, sem repetir a Palavra que foi pregada, todavia, sem sair fora dela. Outros que porventura sentirem de falar alguma coisa, também deverão ter cuidado para não desfazer os ensinamentos dados, não repetir o que já foi falado, como, também, não se levantar apenas para contar testemunhos. Se for necessário fazer alguma correção no ensinamento apresentado, deverá ter a prudência de tratar o assunto em separado, na própria reunião.

2 – REUNIÃO DE ATENDIMENTO

A-Os irmãos diáconos devem ter conhecimento da situação dos necessita­dos, a fim de não ser apresentado caso na reunião sem certeza do que está acontecendo, assim como também as irmãs do Ministério da Obra da Piedade, não devem apresentar caso na reunião, sem antes terem falado com o irmão diácono da localidade.

B-Os atendimentos mensais devem ser periodicamente revisados com visita aos necessitados, para considerar-se a continuidade ou suspensão. Como os atendimentos que Deus prepara são para ajudar nas despesas complementando o ganho da família, não se deve atender com a çesta ou a feira, mas sim, com a Guia de Deus.

C-Os atendimentos com roupas também devem ser considerados com a Guia de Deus em comunhão, nesta reunião, e não se atender de qualquer, maneira.

D-As irmãs do Ministério da Obra da Piedade, juntas, devem fazer as visitas, e não somente o irmão diácono com a esposa.

E-Irmãos de ministério não devem pedir e nem exigir dinheiro dos imãos diáconos para fazer atendimento.

F-O Livro de Atas impresso, registrado, deverá ser assinado pelo irmão diácono que presidiu a reunião e também pelos demais presentes. Não há necessidade de outro Livro de Atas ou relatórios pois devem ser utilizados os impressos próprios.

3 – CAIXA DA OBRA DA PIEDADE – VIAGENS MISSIONÁRIAS

As localidades regionais, possuindo saldo elevado em caixa, devem cooperar com as regiões vizinhas que são necessitadas, pois muitas vezes, nestas faltam roupas e calçados e não possuem condições de atender aos necessitados. ­

Não se deve visar somente a aplicação de dinheiro, fazendo inclusive os atendimentos com a renda bancária obtida, mas considerar que o a­tendimento da Obra da Piedade deverá ser com a Guia de Deus.

O dinheiro da Obra da Piedade e Viagens Missionárias não deve ser transferido para outros fins, assim como também a Administração deverá reter os frutos recebidos, mas deve encaminhá-los para os irmãos Diáconos tão logo a coleta seja encerrada. ­

4 – ESCRITURAÇÃO DO MOVIMENTO DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÁRIAS

A escrituração do movimento da Obra da piedade e Viagens Missionárias deverá ser feita na secretaria ou em um outro local adequado da con­gregação, evitando-se levar os documentos para casa. A escrituração poderá ser feita por um irmão diácono, por um irmão da Administração, ou por um irmão fiel que saiba como fazer. O Livro de Registro de Coletas deverá ser preenchido todos os dias após o culto, e rubricado pelos irmãos que apurarem os valores.

5 – CONTRIBUIÇÃO COM MANTIMENTOS

Nas localidades de colheitas de mantimentos, havendo doação, estes devem ser distribuídos nas reuniões, com a Guia de Deus. Havendo possibilidade para venda dos produtos, deve-se aconselhar o irmão doador a vendê-los e fazer a oferta em dinheiro. Nas congregações não deve ter depósito de mantimentos para atendimentos da Obra da Piedade, a fim de não haver murmuração por parte de alguns que querem ser atendidos e não o podem. Em reformas ou construções de congregações a ir­mandade pode cooperar com mantimentos para as refeições dos irmãos que estejam trabalhando.

6 – TESTEMUNHOS COM O OBJETIVO DE ANGARIAR DINHEIRO

Irmãos com ministério e outros sem ministério, não devem viajar para outras localidades com a intenção de congregar para contar testemu­nhos e relatar situações calamitosas da região, apenas para comover a irmandade e obter roupas e dinheiro. A irmandade tem o coração preparado, e ouvindo tais testemunhos, cooperam, mas depois não pos­suem o necessário para cooperar nas coletas da localidade.

7 – CONTRIBUIÇÃO À PREVIDÊNCIA SOCIAL

Os irmãos de ministério assim como também a irmandade, devem contri­buir regularmente para o INSS, quer sejam urbanos ou rurais, a fim de poderem usufruir os beneficios, e no futuro a aposentadoria. Os irmãos que exercem ministério devem trabalhar para exemplo do reba­nho.

 

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

TÓPICOS DE ENSINAMENTOS

58ª ASSEMBLÉIA – 1993

58ª ASSEMBLÉIA – 1993 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 05 A 09 DE ABRIL DE 1993

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO

Atenção: Os tópicos assinalados (*) são os que devem ser lidos perante a irmandade. Os demais, são só para o ministério.

1 – ORDENAÇOES DE NOVOS OBREIROS

As ordenações de novos obreiros são da competência dos Anciães mais antigos no ministério e não de Anciães mais novos.

2 – ABERTURAS DE NOVAS CASAS DE ORAÇÃO

Aberturas de novas casas de oração devem ser feitas pelos Anciães mais antigos da região. Porém, há aberturas que, após consideradas reunião, podem ser feitas por Anciães mais novos.

* 3 – PRESIDÊNCIA DOS CULTOS

Nas congregações, quem deve abrir os cultos são os servos locais. Os Cooperadores e a irmandade devem ser ensinados a respeito. Se o Ancião está em missão, ele preside o culto.

4 – MUDANÇAS DE LOCALIDADE

Toda mudança de servos de Deus, Anciães, Diáconos e Cooperadores, em caráter definitivo ou missão temporária, deve passar, primeiramente por reunião ministerial da região e, depois, obter-se a concordância dos Anciães da localidade para onde pretende mudar-se. Deve-se saber por que razão pretendem mudar do lugar onde estavam. Após, cada caso será examinado pelos Anciães mais velhos de São Paulo ou na reunião ge­ral anual. Sendo aprovada a mudança, o servo irá com ministério. Se a mudança não for aprovada, irá sem ministério. Quem muda por conveniência, interesse próprio ou motivo financeiro, também irá sem ministério.

Quem muda sem ministério não poderá levantar com a Palavra.

Deve ser considerado o caso de transferência por intermédio da firma onde o servo trabalha, se a mesma partiu da empresa ou a pedido do interessado. Os servos, segundo as Escrituras, são ordenados para atender as Congregações às quais pertencem.

5 – CASAMENTO DE SERVOS VIÚVOS COM IRMÃS DIVORCIADAS

Este assunto tem passado por reuniões ministeriais e têm se considerado não ser conveniente irmãos do ministério, viúvos, casarem com irmãs divorciadas. Todavia, cada caso deverá ser considerado em conjun­to; em reunião ministerial.

6 – VIAGENS DE ANCIÃES

Anciães que viajam não devem levar dinheiro para atender construções e outras necessidades das regiões para onde vão. Em casos muito especiais, nos quais os servos de Deus se sintam de auxiliar outra localidade, deverão remeter os frutos por via bancária, de Administração para a Administração. Tais casos, entretanto, deverão ser previamente levados em reunião.

* 7 – CONTRIBUIÇÃO DA IRMANDADE PARA OUTRAS LOCALIDADES

Quando irmãos se sentirem de enviar algum fruto para outras regiões, deverão entregá-lo aos Diáconos, nas congregações. Esses recursos se­rão enviados de Administração para Administração, estipulando-se a finalidade.

8 – BATISMOS

Anciães que atendem batismos não devem forçar as almas a se batiza­rem, com insistências ou ameaças. As almas deverão se batizar quando estiverem convencidas e convertidas por Deus. Em Atos dos Apóstolos, capítulo 2, versos 37 e 38, vem dito: “E, ouvindo eles isto, compungi­ram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos:

Que faremos, varões irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pe­cados; e recebereis o dom do Espírito Santo”.

Outrossim, os Anciães não devem esperar longo tempo dentro do tan­que de batismo, sem necessidade.

* 9 – MENORES BATIZADOS COM A PROMESSA DO ESPÍRITO SANTO

Os menores de 12 anos que receberam a Promessa do Espírito Santo devem ser aconselhados pelos pais a terem prudência e só se batizarem nas águas se estiverem bem acertados sobre o passo que vão dar. É preferível que aguardem até completar 12 anos.

* 10 – ENSAIOS MUSICAIS LOCAIS ANTES DO CULTO

Os ensaios musicais locais realizados antes do culto devem termi­nar, no máximo, 45 minutos antes de iniciar o serviço de culto.

O encarregado de orquestra atende o ensaio embaixo, e não em cima do púlpito; outrossim, não deve dar ensinamentos de doutrina aos músi­cos.

* 11 – REUNIÃO GERAL ANUAL DE ENCARREGADOS REGIONAIS COM ENSAIO MUSCIAL EM SÃO PAULO-SP

Deliberou-se tornar a realizar a reunião geral de encarregados regionais com ensaio musical em São Paulo, na Congregação do Brás, no primeiro domingo do mês de junho de cada ano, com início às 09:00 horas.

* 12 – HINOS DE JOVENS E MENORES NOS CULTOS DE ADULTOS

Ha em nosso Hinário 50 hinos que são destinados às reuniões para jovens e menores. São os hinos de números 401 a 450. Em alguns cultos de adultos a irmandade tem chamado esses hinos. Como em determinadas localidades se canta e em outras não, delibera-se deixar que o Espírito Santo guie a irmandade. Quando forem chamados esses hinos, deve-se cantar.

Convém ensinar a Igreja a esse respeito, para não chamar hinos ex­clusivos para crianças.

* 13 – HINÁRIO PARA ORGANISTAS

Já está à disposição das irmãs organistas o Hinário com dedilhado assinalado (capa cor cinza). Além do dedilhado, esse Hinário apresenta instruções relativas à registração, contagem de tempos e uso da pedaleira. É, portanto, conveniente que os irmãos encarregados de orquestras tomem conhecimento desse trabalho.

Os irmãos músicos, entretanto, não devem utilizar esse Hinário para tocar na orquestra.

* 14 – ESCLARECER A IRMANDADE SOBRE A IMPORTÂNCIA DO BATISMO E DA SANTA CEIA – EXORTAR A PEDIR A PROMESSA DO ESPÍRITO SANTO

Convém ensinar na Igreja, periodicamente, o significado do Batismo e da Santa Ceia.

Exortar a todos, também, para que peçam a Deus a Promessa do Espírito Santo com evidência de novas línguas.

15 – ALIMENTOS DISTRIBUÍDOS PELO CLERO

O clero oferece alimentos a famílias necessitadas. Há casos em que o Governo proporciona os alimentos ao clero e este faz a distribuição. Há famílias de nossos irmãos recebendo tais auxílios. Isso não é coisa sacrificada aos ídolos. Contudo, se essas famílias já estão sendo atendidas pela Obra Pia, não há necessidade de recorrer a outro auxílio.

Os Diáconos procurem examinar bem para que os auxílios sejam suficientes.

16 ­ – ADVERTENCIA DOUTRINAL

O amor a sí próprio é um ídolo que está no coração do homem e impede de amar a Deus e ao seu próximo, transgredindo, assim, os dois primeiros grandes mandamentos que abarcam toda a vontade do Eterno Deus.

Os que recebem dons espirituais são provados por duas diferentes fraquezas da natureza humana: primeiro, o orgulho causado pelo próprio povo, que põe os olhos sobre a pessoa que tem o dom e, nesse caso, Deus a reprova, pois Ele “rejeita o homem de coração orgulhoso e de olhos altivos”; segundo, são também provocados por inveja e criticados, perseguidos sem razao e esta prova vem para ver se a pessoa busca a sua própria razão ou vingança, sendo, neste caso, vencida porque não esperou a razão prometida pelo Senhor, a quem pertence a vingança. Escrito está: “O entendimento do homem retém a sua ira; e sua glória é passar sobre a transgressão”. (Provérbios 19, verso 11).

* 17 – CONVITES PARA ASSISTIR À REUNIÃO DA MOCIDADE

Há congregações que mandam convites para que a irmandade de localidades distantes venha assistir à reunião da mocidade, mencionando, inclusive, o nome do servo que irá atender. Já foi deliberado, há muito tempo, que não se deve fazer esses convites.

* 18 ­ – REUNIÕES PARA MOCIDADE – DESPEDIDA DE CASAIS

O procedimento é o seguinte: O jovem e a jovem que vão casar se despedem ao microfone, normalmente. Na oração de agradecimentos os casais que se despediram devem ser apresentados por quem orar, para que Deus os abençoe.

19 – PÃO DA SANTA CEIA

Já foi ensinado que o pão da Santa Ceia é levedado. Pão fermentado, pão comum, redondo. Não deve ter corte em cima. Até a morte do Senhor Jesus tudo era feito com base no Velho Testamento; a páscoa era celebrada com pães asmos. Depois, com a morte e ressurreição do Senhor Jesus, foi instituído o Novo Testamento e a Santa Ceia. O Senhor Jesus é o nosso pão. Ele foi crucificado pelos nossos pecados. Aquele que participa da Santa Ceia participa do Seu corpo e do Seu sangue.

20 – CULTOS BARULHENTOS

Há servos que ficam ao microfone manifestando em alta voz e incentivando a irmandade a gritar, tanto nas orações como na Palavra. Uma coisa é quando o Espírito Santo toma a Igreja e outra coisa é quando a irmandade começa a fazer barulho e gritaria.

Quando há ordem na Igreja, o Espírito Santo tem livre curso; porém, quando há gritaria, outro espírito pode tomar oportunidade. O Espíri­to de Deus é Santo, é perfeito, não perturba a ninguém e não faz nada errado.

Devemos fazer tudo com entendimento, para não sermos criticados e para que o nome de Deus venha glorificado (Efésios 4, verso 31). Há servos que batem na tribuna com a mão; convém evitar isso. Quando alguém está orando, não deve o Ancião ou Cooperador ficar falando “gloria”, ao microfone.

* 21 -­ GRAVAÇÃO DE SERVIÇOS SANTOS

Não é conveniente e nem contribui para edificação realizarem-se gravações de pregações da Palavra, orações e outros serviços que o Senhor nos concede.

A Palavra vem pelo Espírito Santo, dirigida para aquele ato e para aquele momento. Vem misturada com a fé para edificação de quem a ouve. Já o gravador materializa a pregação, não produzindo o mesmo efeito no coração de quem ouve.

Este ensinamento é antigo (Assembléia de 1968). Portanto, evitemos tais gravações.

22 – DIVÓRCIO

A irmandade deve ser esclarecida, segundo a Palavra de Deus, no sentido de que o matrimônio só pode ser desfeito se um dos cônjuges cair em adultério. Não sendo por esse motivo, não é lícita a separacão e muito menos um novo casamento.

Aquele que se separar e casar novamente, não sendo por causa de in­fidelidade conjugal, cairá em pecado e não será mais considerado nosso irmão ou irmã na fé. No caso de haver adultério, a parte inocente es­tará livre para casar-se novamente, após o divórcio.

Em casos de impotência (entre recém-casados), ou homossexualidade, pode-se desfazer o casamento, podendo a parte inocente casar nova­mente.

23 – CUIDADO NA PRESIDÊNCIA DOS CULTOS

Há irmãos que não conhecemos e que, por causa do seu falar, muitas vezes enganam até o Cooperador, que logo lhes oferece a Palavra. São pessoas que trazem transtorno e até vergonha no ministério.

Quando o servo de Deus não conhece uma pessoa, deve usar de franqueza e não ir entregando, de qualquer maneira, o lugar onde Deus o colocou. Dar oportunidade ou convidar para ler a Palavra, só deve ser feito a irmãos que conhecemos, quando formos por Deus guiados a faze-lo.

* 24 – ALERTA À MOCIDADE

As irmãs jovens, que são sempre em maior número que os irmãos jovens, na ansiedade de arranjar um matrimônio, muitas vezes acabam se envolvendo com pessoas desconhecidas que, geralmente, tem um falar suave e doce, mas são lobos devoradores.

Se as moças e as famílias não conhecem a pessoa, devem procurar sa­ber com o ministério, de onde veio, se trouxe carta de apresentação, se tem bom testemunho, se não há qualquer coisa que a desabone. Muitas vezes, não se tomam essas precauções e depois se descobre tratar-se de uma pessoa sem dignidade, sem pudor, sem honra, e aí vem os desastres. É preciso cuidado para que isso não aconteça.

Atualmente, com a disseminação da AIDS, é necessário muita cautela com as pessoas que se batizam e podem estar contaminadas por essa doen­ça. Quem se une em casamento com essas pessoas fica também contamina­do. Deve-se ensinar isso nas reuniões para a mocidade. É conveniente que, antes do casamento, se façam exames de sangue e se verifique se são aidéticos, mediante o exame do HIV. Quando se sabe, deve-se aconselhar a família.

25 – FALSO IRMÃO RAMON GUIOMAR PIRES (ÍNDIO MECÂNICO)

Esse elemento tem trazido incalculáveis transtornos na Obra de Deus, apresentando-se como Ancião do Chile. Há servos que lhe têm dado o púlpito para presidir e pregar. E ele tem feito até batismos. Tem iludido nossas irmãs jovens.

Tem agido entre nós no Brasil, na Colômbia, no Equador, no Chile, na Venezuela e na Argentina. Tem o apelido de “Índio mecânico”. Não é nosso irmão na fé. Não se deve dar liberdade alguma na Congregação.

26 – VIAGENS DOS SERVOS DE DEUS

Os servos de Deus não devem viajar para atender a Obra a chamado de alguém, por convite de terceiros ou por vontade própria, sem a guia de Deus. Só devem sair para atender a Obra quando movidos pelo Senhor. (Carta do irmão Louis Francescon, de 27-11-1940, cujo trecho é transcrito a seguir:)

“Por tudo damos louvor a Deus Pae, que quiz revelar em nós o Seu Amado Filho, pelo qual fomos reconciliados com Ele (Deus), e também fei­tos participantes das Suas fiéis promessas, aqui nesta terra e se lhe permanecermos fiéis até o fim da nossa carreira iremos possuir a glória eterna com Ele, juntos aos que, venceram neste mundo de provas que os Remidos pelo sangue do Concerto Eterno devem passar nesta vida, com os que estão longe da Salvação de nosso Remidor, e também com os de entre o povo, porque o inimigo ciranda alguns sempre, e por estes temos de sofrer o resto dos sofrimentos e aflições de Cristo Jesus. Eu tenho passado muitas dessas provas, mas agradeço o Pae de Nosso Senhor Jesus Cristo que estas, não chegaram com o poder delas a enfraquecer-me, antes fui fortalecido pelo meu Redentor para lutar a boa luta sem medo, nem respeito à qualidade de pessoas. Assim somos chamados para proclamar a eterna verdade e de praticá-la com caridade de Deus em nossos corações, sem parar por nenhuma coisa contrária que sempre se apresentará neste Santo Caminho. Alleluia.­

Eu e família ainda gosamos de boa saúde, graças a Deus, doador de todo o bem, e por esta saúde, posso também com o meu corpo servir ao Grande e só Senhor em tudo o que se apresenta, dia após dia, no meio do Seu povo nesta cidade. Sou chamado sempre para ir em outras Congregações (cidades) perto e longe desta cidade de Chicago, Ill., pelas necessidades que se apresentam nestes dias maus, complicados pelos inconstantes à fé que uma vez foi dada aos Santos, cuja fé, também eles abraçaram antes, mas as coisas desta vida tomaram outra vez possessão neles, e por elas, fizeram naufrágio na fé; procurando agora, conformarem-se como o mundo está conformado com suas teorias, etc., mas não me sinto da parte de Nosso Senhor, de deixar esta cidade. Deus só sabe tudo. Assim, fico sossegado em paz, porque eu estou disposto para obede­cer só a meu Senhor, mas sem a sua ordem, não se pode ajudar ninguém, antes, em grande perigo se expõe a pessoa que conhece a voz de Nosso Senhor e não espera até que ela faça ouvir a vontade d’Ele com paciência, com a qual somos obrigados, desde o dia que nos chamou, de servi-lo se­gundo a luz e o querer do nosso Vivo e presente Senhor.

Isto é caminhar pela guia do Espírito Santo que foi enviado à Igre­ja de Deus para servi-lo em espírito e em verdade em conformidade à E­terna Palavra de nosso Bondoso Deus que quiz enriquecer-nos de um tão grande Dom pela fé no Seu Amado Filho, Bendito em Eterno.”

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – COZINHA NAS REUINIÕES REGIONAIS E ASSEMBLÉIAS

Os irmãos Diáconos das localidades onde são realizadas as reuniões regionais ou Assembléias são os responsáveis pelo funcionamento da cozinha. Devem providenciar, com antecedência, as coletas para a compra dos alimentos e outros materiais. Devem organizar o funcionamento da cozinha e também a distribuição dos irmãos que irão trabalhar.

Os irmãos Diáconos devem também incentivar e orientar a irmandade para hospedagem dos servos.

2 – CARAVANAS

O ensinamento para aqueles que se sentem de viajar, para participar em reuniões para a mocidade, batismos, ensaios musicais ou para congregar em outras cidades devem faze-lo às suas próprias expensas. Nas congregações não devem funcionar a cozinha e o dormitório.

3 – COOPERAÇÃO A CIDADES CARENTES

Quando Deus prepara de alguma localidade ou região angariar roupas, mantimentos ou dinheiro para atender uma região carente ou com calamidade, deverá entregar o que Deus preparou ao ministério da localidade, a fim de que o irmão Diácono, juntamente com as irmãs da Obra da Piedade, faça os atendimentos com a guia de Deus.

Não se deve viajar com condução própria e fazer os atendimentos isolados do irmão Diácono e irmãs da Obra da Piedade. Também os irmãos que têm ministério devem atender a esta orientação. As roupas devem ser enviadas por meio de transportadora regulamentada e o dinheiro deverá ser enviado por via bancária,em nome da Congregação.

4 – VIAGENS PARA ATENDER ENSAIOS PARCIAIS OU MENSAIS

O encarregado regional que desejar atender ensaio parcial ou mensal em outra localidade, deverá fazê-lo às suas próprias expensas.

5 – VIAGENS A NEGÓCIOS OU A PASSEIO

Irmãos com ministério que viajam a negócios ou a passeio, não devem hospedar-se em residências de irmãos e nem nas congregações. Tem havi­do reclamações de muitos que foram hospedados em residências de irmãos, ficando muitos dias, causando transtornos e onerando as famílias. Ao final, foram embora sem ter deixado a mínima cooperação. Outros, além do que acima foi descrito, forçaram a compra de produtos sem que a família tivesse condições para adquirir.

6 – APRESENTAÇÃO DE IRMÃS PARA O MINISTÉRIO DA PIEDADE

Compete aos irmãos Anciães, Diáconos e Cooperadores, na comunhão, juntos, fazerem a apresentação para ser orado para irmãs para o Ministério da Piedade. As irmãs que já se encontram trabalhando no Ministério da Piedade, não devem procurar irmãs para serem apresentadas para o ministério.

7 – IRMAS QUE AUXILIAM NA PORTA

As irmãs que auxiliam na porta, não devem permanecer em pé nos cor­redores. Devem estar junto à porta, auxiliando alguma testemunhada a encontrar lugar para sentar, ceder algum véu ou hinário, auxiliar algu­ma irmã ou criança, que esteja se sentindo mal e também verificar se al­guma criança está estragando material no sanitário. As irmãs não de­vem receber coletas, mas deverão indicar os irmãos que recebem.

8 – ALTERAR DELIBERAÇÕES DE REUNIÕES

Quando um servo viajar para determinada cidade, a fim de atender uma reunião, que é atendida por outro irmão de ministério, não deverá alterar as deliberações dadas. Se, porventura, alguma coisa deve ser alterada, primeiramente deverá ser apresentada ao irmão que normalmente atende as reuniões e, estando tudo de acordo, então será feita a alteração, se for necessário. ­

9 – SOLICITAR OU ANGARIAR ROUPAS DA IRMANDADE

Os Diáconos e demais irmãos do ministério, por ocasião das reuniões gerais em São Paulo, não devem solicitar ou angariar roupas da irmanda­de ou das congregações para levar consigo. Havendo necessidade, devem procurar os Diáconos que atendem a região.

10 – DOAÇOES DE ROUPAS USADAS

Doações de roupas usadas pela irmandade ou criaturas, são aceitas, desde que estejam ainda em condições de uso; não há inconveniente . Todavia, sabendo-se que querem doar alguma roupa que pertenceu a uma pessoa falecida por doença contagiosa, com boas maneiras recusamos a doação.

Exortar as irmãs, nas reuniões para mocidade, que se sentirem de doar o vestido de noiva para a Obra da Piedade, após o casamento, o mesmo será útil para outras jovens que não tem condições de adquiri-lo.

Doações ou ofertas em dinheiro, que criaturas ou desviados da. fé quiserem fazer, poderemos aceitar, sem inconveniente.

11 – BALANCETE DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONÂRIAS

Os valores constantes nos balancetes devem coincidir exatamente com os saldos do balancete anterior; as entradas de coletas com os registros feitos no Livro de Coletas; as saídas com os lançamentos feitos no Livro Caixa e o saldo bancário com o extrato bancário. O saldo de caixa também deve ser conferido, a fim de se poder fechar o balancete, que não poderá ter emenda ou rasura.

Coleta ou oferta recebida esporadicamente, deve ser conferida com o Livro Registro de Coletas.

O movimento de viagens deve ser apresentado nas reuniões ministeriais de Anciães e Diáconos.

12 – FUNERAIS

Muitas pessoas estão tomando conhecimento que a Obra da Piedade faz o funeral de irmãos que não possuem condições financeiras e, aproveitando-se desse conhecimento, estão encaminhando para serem batizadas pessoas que estão passando muito mal, à beira da morte, a fim de que o fu­neral seja custeado pela Obra da Piedade.

 

 

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL

TÓPICOS DE ENSINAMENTOS

1994 A 2006

59ª ASSEMBLÉIA – 1994 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 28 DE MARÇO A 1º DE ABRIL DE 1994

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO

TÓPICOS PARA ANCIÃES, DIÁCONOS E COOPERADORES

Atenção: Somente os tópicos assinalados com asterisco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

1 – EXAGEROS NO MODO DE PREGAR A PALAVRA

Há servos que, durante a pregação, falam e gritam sem parar. O dom de Deus é maravilhoso, mas, em algumas localidades parece, até, que há uma certa disputa de pregar promessas e gritar sem parar duran­te a pregação.

Muitas vezes, os culpados pelo povo fazer idolatria são os próprios servos, que não se comportam como devem. Outrossim, o que pre­side não deve dizer que Deus lhe apontou que a Palavra está com o ser­vo tal. Aqueles que não atenderem o que é ensinado, sofrerão as con­seqüências.

2 – SERVOS QUE VIAJAM SEM CONSULTAR O MINISTÉRIO.

Há servos que abandonam os seus lugares, não comparecem às reuniões ministeriais e viajam para outras localidades, até para o exte­rior, sem consultar o ministério, sem qualquer autorização, e dizem que estão em missão. Um irmão de ministério dirá que está em missão quando o seu caso passar pela reunião ministerial e for confirmado por Deus, em oração. Os servos de Deus têm que ter gravidade e pesar suas palavras. Cada um tem que prezar o lugar onde o Senhor o coloca; aquele que o despreza, não tem condições de ocupar ministério em outra localidade, nem de usar de autoridade em cousa alguma ou pregar a Pa­lavra.

* 3 – ORAÇÕES DE AGRADECIMENTO.

Em certas localidades, na oração de agradecimento se apresenta muito mais do que já foi apresentado na primeira oração. Devemos per­manecer naquilo que aprendemos desde o principio: a oração de agradecimento deve se limitar em agradecer a Deus por tudo o que nos concedeu naquele culto. Isto deve ser ensinado à irmandade, nas congregações.

* 4 – ORDEM NOS CULTOS.

A ordem no culto deve começar quando o irmão/irmã entra na congregação, ora a Deus, fica em comunhão e, se houver tempo, lê as Escrituras, sem conversar. Quando Deus dá a oração a alguém, a igreja deve permanecer em silêncio para que todos ouçam. Também no chamar dos cânticos e nos testemunhos é preciso comunhão para saber quando é Deus que está chamando.

Outrossim, enquanto o servo aguarda a revelação da Palavra, a irmandade deve permanecer em silêncio, clamando a Deus em seu próprio coração e não em voz alta. O clamor do povo, em voz alta, nessa ho­ra, perturba ao invés de trazer comunhão e pode induzir o servo de Deus a um erro.

Nota-se também muita manifestação e vozerio na hora da Palavra, em muitas congregações. Isso está fora do que_aprendemos, desce o princípio. A irmandade deve ser ensinada a como se comportar durante os cultos, para que as bênçãos de Deus desçam sobre a igreja.

O nosso Deus é Deus de ordem.

* 5 – COSTUMES MUNDANOS NAS CONGREGAÇÕES

Os costumes mundanos, reprovados pela Palavra de Deus, aos poucos estão entrando nas congregações, principalmente nos trajes, nas pinturas e nos cortes de cabelos, tatuagens, etc., que depõem contra o testemunho do povo de Deus.

Se nós andarmos da mesma maneira que as criaturas, onde estará a diferença do povo santo de Deus, na terra? Nas formaturas, nossos irmãos e irmãs não devem participar do baile.

* 6 – CULTOS QUE TERMINAM TARDE

Há servos que, principalmente na época da Assembléia, levam os cultos a terminar muito tarde, provocando reclamações dos vizinhos, que precisam descansar. Não é porque é a semana da Assembléia que se justifica levar os cultos até as 23:00 horas ou mais.

Se os servos não atenderem, que conselhos irão dar a irmandade, se eles mesmos não obedecem? Nós aprendemos, desde o princípio, que as coisas de Deus tem que ser feitas com ordem.

Há servos que vêm de fora e, ao testemunharem, falam muito, porém, sem grande proveito. Os servos de fora que testemunham devem observar o horário, no relógio.

* 7 – REUNIÕES MINISTERIAIS REGIONAIS – PARTICIPANTES.

Participam das reuniões ministeriais regionais os Anciães, Diáconos, Cooperadores do Ofício Ministerial e Administradores locais. Assuntos de família e casos particulares ficam para ser tratados pelos Anciães, em separado.

Outrossim, quando os irmãos Anciães marcarem o atendimento dos ensaios regionais, entrarão em contato com os encarregados para marcar o atendimento da parte musical. Pode-se marcar, também, os ensaios regionais para o ano todo, elaborando-se uma tabela.

* 8 – RECONSIDERAÇÃO: ONDE HOUVER NECESSIDADE, AS COZINHAS PODERÃO FUNCIONAR POR OCASIÃO DOS ENSAIOS REGIONAIS, SERVINDO REFEIÇOES PARA OS MÚSICOS.

Em cada região o ministério local determinará o que deve ser feito.

* 9 – APARELHOS DE ALARME NAS CONGREGAÇOES.

Devido aos constantes furtos de telefones, aparelhos de som e instrumentos musicais, onde houver necessidade é aconselhável que se instalem sistemas de alarme. Outrossim, os aparelhos de som poderão ser colocados no seguro, se for preciso.

* 10 – COMUM CONGREGAÇÃO

Comum congregacão é aquela do bairro ou a mais próxima da re­sidência, a qual se freqüenta, onde se dá a coleta e se participa da Santa Ceia, e onde se pede a unção.

A irmandade deve freqüentar a sua comum congregacão nos dias de culto que lá houver. Nos demais dias, são livres para congregar em outras congregações.

* 11 – DOAÇÕES DE IMÓVEIS PARA A CONGREGAÇÃO

Os casos de doações de imóveis para a Congregação, após passar pela reunião ministerial, devem ser encaminhados à Administração, para que sejam examinados, antes de se aceitar.

* 12 – VIAGENS PARA O EXTERIOR.

Todos os que viajarem para outros países não se deverão envol­ver nos assuntos ministeriais e de doutrina. Em caso de qualquer dú­vida, deverão dirigir-se aos Anciães do Brasil que já estiveram nesses países.

* 13 – IRMÃOS INCUMBIDOS DE VIGIAR OS VEÍCULOS DA IRMANDADE DURANTE OS CULTOS – RISCOS.

A Congregação não pode assumir a responsabilidade pela colocação de pessoas para vigiar os veículos da irmandade durante os cultos. Cada proprietário deverá tomar as precauções que entender adequadas.

* 14 – RECONSIDERAÇÃO DO TÓPICO Nº 2, DO RESUMO DE ENSINAMENTOS DE 1990, SOBRE CARAVANAS PARA BATISMOS, REUNIÕES PARA MOCIDADE, ETC.

À vista das graves ocorrências que tem havido com caravanas para batismos, reunião para mocidade, etc., o ministério deliberou não aconselhar nem se envolver mais com caravanas ou locação de ônibus, isentando a congregação de qualquer responsabilidade sobre o que venha a ocorrer.

* 15 – IRMÃS TIRAREM O VÉU PARA SE SAUDAR, AO TÉRMINO DO CULTO

Ao terminar o culto as irmãs retiram o véu e o guardam; depois é que se saúdam.

* 16 – HINO DOS MÚSICOS, APÓS O ENCERRAMENTO DO CULTO

Deve-se tocar só uma estrofe e o coro do Hino dos músicos, após o encerramento do culto, sem exceção.

* 17­ – REGÊNCIA EM ENSAIOS PARCIAIS

Onde houver real necessidade a regência poderá ser de cima do púlpito.

* 18 ­ – MOLÉSTIAS CONTAGIOSAS

Irmãos que sofrem de Hanseníase (lepra), tuberculose, hepatite, Aids, etc., devem tomar os cuidados necessários entre a irmandade e, nas Santas Ceias, devem ser os últimos a participar.

* 19 – AJOELHAR PARA ORAR EM VELÓRIOS E HOSPITAIS.

Nos serviços de funeral as orações devem ser feitas ajoelhados, tanto nas residências como nos velórios.

O mesmo procedimento deve ser observado ao orarmos para enfer­mos, em hospitais, para podermos estar mais de acordo com a Palavra de Deus.

* 20 – JOVENS DE 12 ANOS EM DIANTE FREQUENTAREM AS REUNIÕES PARA A MOCIDADE.

Considerou-se ser conveniente os jovens de 12 anos em diante freqüentarem as reuniões para a mocidade, alterando-se o limite de idade anterior, que era de 14 anos.

* 21 ­- BÍBLIAS E HINÁRIOS SEM CONDIÇÕES DE USO

Bíblias e Hinários gastos, que já não tenham condições de uso, não devem ser jogados fora; devem ser queimados. Quem quiser conser­vá-los, é livre. Outrossim, não se deve abandonar esses sagrados li­vros nas mãos de crianças pequenas, que poderão estragá-los ou danificá-los.

22 – RECONSIDERAÇÃO DO TÓPICO Nº 3, DO RESUMO DE ENSINAMENTOS DE 1993, SO­BRE ANCIÃO QUE CONGREGA EM OUTRA LOCALIDADE – PRESIDÊNCIA DO CULTO.

Ancião que congrega em outra localidade, poderá presidir os cultos, quer esteja em missão, quer esteja em visita.

Outrossim, quando o servo de Deus não conhece uma pessoa, deve usar de franqueza e não ir entregando, de qualquer maneira, o lugar onde Deus o colocou. Dar oportunidade ou convidar para ler a Palavra, só deve ser feito a irmãos que conhecemos, quando formos por Deus guiados a fazê-lo.

23 – PERDA DE MINISTÉRIO

O servo que for destituído do ministério por ter perdido o testemunho, não mais poderá retornar ao ministério.

60ª ASSEMBLÉIA – 1995 -RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 10 A 14 DE ABRIL DE 1995

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO.

Atenção: Somente os tópicos assinalados com asterisco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – PIRÂMIDES E CORRENTES DA FELICIDADE.

“Pirâmides” e “Correntes da Felicidade” são procedimentos que estão se alastrando, prometendo dinheiro fácil aos participantes, mas estão fora da lei. A irmandade não deve participar, nem se envolver nessas coisas.

* 2 – NOVIDADES – NÃO USAR DE VÃS REPETIÇÕES.

Em muitas localidades a irmandade costuma repetir várias vezes as mesmas expressões, nas orações e nos testemunhos, tais como: “Gló­ria ao Cordeiro”, “Santo é o Cordeiro”, “Bendito é o Cordeiro” e assim por diante. Nós sabemos que a pessoa está se referindo ao Filho de Deus, mas as almas novas não sabem o que significa e podem ficar em confusão. É necessário dar Glória a Deus, Glória ao Senhor Jesus, Glória ao Cordeiro de Deus.

* 3 – LER O RESUMO DA CONVENÇÃO PARA A IRMANDADE.

O Resumo da Convenção de 1936 e 1948 precisa ser lido e expli­cado, periodicamente nas congregações, principalmente nos cultos em que houver poucos testemunhos. Outrossim, a irmandade deve ser in­centivada a ler os Artigos de Fé constantes dos Hinários.

4 – NÃO SE DEVE FAZER VELÓRIO NAS CONGREGAÇÕES.

A Congregação é lugar de vivos e não de mortos. Não se deve trazer defuntos para serem velados nas dependências das congregações. Temos que ter uma medida só para todos, sem exceção.

5 – SALAS DE ORAÇÃO EM RESIDÊNCIAS – REQUISITOS.

Há muitas salas de oração em residências, principalmente em sobrados, nas quais se reune um número de pessoas muito maior do que a capacidade do local pode comportar, colocando em risco a segurança de todos.

Não é conveniente autorizar a realização de reuniões em sobra­dos, para salvaguardar a integridade física da irmandade e a responsa­bilidade da Congregação. Mesmo em salas térreas, é aconselhável que um irmão engenheiro faça uma avaliação prévia sobre os requisitos mínimos de segurança e higienização.

* 6 – REUNIÕES DA MOCIDADE E CULTOS – NOVIDADES.

Em muitas localidades está aparecendo um costume no meio da mocidade, e também em alguns cultos: terminada a reunião, ou o culto, diversos irmãos, ao se saudarem, permanecem abraçados, de rosto colado, manifestando, como se quisessem transmitir a Promessa do Espírito San­to de um para outro. Esse costume não é bom e causa má impressão.

Entrou um costume de, após as orações, irmãos ficarem de pé, indagando se alguém tem qualquer coisa para manifestar. Isto é uma novidade que deve ser corrigida.

* 7 – ESPERTALHÕES.

Em várias localidades surgem espertalhões que procuram explo­rar a irmandade. O povo deve ser ensinado a não dar dinheiro a qual­quer um que aparece chorando ou contando uma história triste, ou testemunhos fantásticos, mesmo alegando que vem em nome de algum servo de Deus. A recomendação é: não se dá crédito a quem pede. O povo de Deus nada pede, mas apresenta ao Senhor suas necessidades e Ele as su­pre.

8 – NÃO DEVE EXISTIR PREGAÇÃO A FAVOR DA DISCRIMINAÇÂO RACIAL.

No Estatuto da Congregacão consta que, em nosso meio não existe qualquer distinção racial. Os servos de Deus devem ter bastante atenção e prudência nas pregações, para não errar. Todos somos filhos de Deus e nos amamos, igualmente, no amor de Cristo.

Devemos estar atentos também nos testemunhos, ensinando e cor­rigindo, sempre que for necessário. Não há discrimnação racial na Congregacão Cristã no Brasil.

9 – PORTADORES DE MOLÉSTIAS INFECTO-CONTAGIOSAS – NÃO CONFUNDIR CAUTELA COM SEGREGAÇÃO

Quando os servos de Deus souberem que há em nosso meio algum doente portador de moléstia infecto-contagiosa, como a tuberculose e, principalmente, essa terrível enfermidade que é a AIDS, deverão aconselhá-lo, em particular, com bastante amor e carinho, a sentar-se no último banco e procurar sair um pouco antes do encerramento do culto.

Também na Santa Ceia essas pessoas devem participar por último, após toda a irmandade e os servos já terem participado. Quanto aos testemunhados nessas condições, que desejam ser batizados, deve-se procurar, sempre que possível, fazer um batismo especial, pois, num batismo geral, mesmo que for deixado para o fim, nem sempre se consegue garantir que o enfermo seja o último a ser batizado.

Não se deve confundir essas cautelas necessárias com segregação, de qualquer espécie.

10 – SANTA CEIA – ORAÇÕES PELO PÃO E PELO CÁLICE.

Na Santa Ceia o servo de Deus que ora pelo pão tem que apresentá-lo a Deus como símbolo do corpo do Senhor Jesus, que foi morto pelos nossos pecados. O servo que ora pelo Cálice deve apresentá-lo como símbolo do sangue de Jesus Cristo, que por nós foi derramado. Não se deve misturar o pão e o Cálice em uma mesma oração; cada qual apre­senta a sua parte.

Na Santa Ceia, após cada rodada de distribuição toca-se só uma estrofe do Hino, sem o coro, ficando este para a rodada seguinte.

Não se celebra a Santa Ceia em presídios, por não ser permiti­da a entrada, nesses locais, de bebida alcoólica.

* 11- IRMÃ QUE CUIDA DOS SANITÁRIOS, DURANTE O CULTO, PERMANECE COM O VÉU NA CABEÇA.

Essa irmã não é obrigada a ficar todo o tempo nos sanitários. Ela fica no culto e, quando percebe que alguma desordem ou alguma irmã precisa de auxilio, nos sanitários, ela vai, faz o que for preciso e volta para o seu lugar, no culto.

12 – APARELHOS DE SOM NOS QUARTINHOS E SANITÁRIOS NAS CASAS DE ORAÇÃO

Já tivemos ensinamento de que não se deve colocar alto-falan­tes nos quartinhos e sanitários das casas de oração. Esses não são locais apropriados para se ouvir a pregação da Palavra de Deus. ­

* 13 – FORMA CORRETA DE ORAR.

Quando oramos devemos dirigir-nos ao Pai, Em Nome do Senhor Jesus. Em são Mateus, cap. 6, vº 9, vem dito: “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome”. O próprio Senhor Jesus disse: “Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar”. (S. João, cap. 16, vº 23). Terminamos a oração agradecendo a Deus, Em Nome do Senhor Jesus.

* 14 – NATUREZA E FINALIDADE DOS CULTOS – INVOCAÇÃO E ADORAÇÃO A DEUS.

Quando celebramos os cultos de louvor a Deus estamos invocando e adorando a Sua majestade altíssima. Nos santos cultos cantamos os Hinos, oramos, testemunhamos, o Senhor fala conosco pela Sua Santa e Bendita Palavra e, por fim, agradecemos a Deus. Por isso devemos ter toda a reverência e temor. Vem dito em Eclesiastes, cap. 5, verso 1º: “Guarda o teu pé, quando entrares na casa de Deus”.

15 – JULGAMENTO DE CASOS.

Nos julgamentos dos casos os irmãos do ministério não devem divergir de pensamento entre sí, na presença dos que estiverem sendo julgados, mas, após ouví-los, pedir que se retirem da sala de reunião e aguardem do lado de fora, até serem chamados novamente.

Ao julgar casos é sempre necessário ouvir ambas as partes.

16 – SERVIÇO ESPIRITUAL NOS FUNERAIS – ÓSCULO SANTO.

O serviço espiritual a ser feito em funerais, deve ser julgado de acordo com o momento. Iniciamos o serviço Em Nome do Senhor Jesus, cantamos um Hino e

oramos; pregamos a Palavra, fazemos a oração de a­gradecimento, cantamos mais um Hino e encerramos o serviço. (Sempre que a família esteja de acordo que se cante). Nos funerais não deve­mos nos saudar com o ósculo, devido à aglomeração de pessoas estranhas à nossa fé.

Fazemos a oração de joelhos em velórios nas residências, nos velórios públicos e nos hospitais.

17 – REUNIÕES PARA JOVENS E MENORES.

Anciães e Cooperadores devem visitar periodicamente as reu­niões de jovens e menores. Exortar os pais a mandarem seus filhos às reuniões. Os servos de Deus devem dar o exemplo, mandando seus filhos. Ensinar as crianças e os jovens a se saudarem com o ósculo.

* 18 – IRMÃOS QUE SE DIZEM PROFETAS E ALEGAM ESTAR EM MISSÃO.

Há irmãos e irmãs que se dizem profetas e alegam estar viajando em missão, partindo de São Paulo ou outras localidades, movimentam­-se por toda a Obra de Deus, trazendo perturbação. Não devem ser recebidos, nem pelo Ministério, nem pela irmandade. Não se lhes deve oferecer o púlpito para presidir cultos ou testemunhar. Tais falsos profetas costumam também se introduzir nas casas fazendo orações prolongadas até altas horas e profetizando.

Os irmãos do Ministério devem ficar atentos e impedir a atua­ção de quem assim procede.

* 19 – CARTAS DE APRESENTAÇÃO – MISSÕES.

Não se deve dar carta de apresentação a quem queira viajar a pretexto de missão com exceção dos que têm ministério e quando o as­sunto passa por reunião ministerial, sendo aprovado em oração. Muitos têm acarretado transtornos incalculáveis, pretendendo reabilitar des­viados, elementos desligados da comunhão da Igreja. Outros, lançam confusões nas famílias, separando casais, desfazendo noivados e escan­dalizando a muitos.

Somente damos carta de apresentação a quem tenha bom testemu­nho, cujo motivo de viagem seja mudança, estágios para trabalho ou es­tudos.

* 20 – CHAMAR OS HINOS NOS CULTOS.

Quem chamar Hino para ser cantado nos cultos, deverá levantar­-se e falar algarismo por algarismo, para melhor compreensão do servo que estiver presidindo.

* 21 – “CREADOR” E “CRIADOR”.

A Palavra “Creador”, com “e”, refere-se a Deus, mas é forma arcaica, não existe mais nos dicionários da língua portuguesa. ­

A forma atual é “Criador”, com “i”. Esta palavra tem dois sentidos básicos: fazer aparecer do nada – que foi como Deus fez, criando todas as coisas, visíveis e invisíveis – e criar, no sentido de tratar, cuidar, alimentar.

Portanto, usar a forma “Criador”, referindo-se a Deus, está correto, como é empregado na Bíblia e em nosso Hinário.

Muitos irmãos fazem perguntas a esse respeito. O presente tó­pico esclarece a irmandade

22 – EXAGEROS NAS PREGAÇOES.

Os irmãos do ministério da Palavra devem ter muita prudência com o que pregam diante do povo, deixando-se guiar inteiramente pele Espírito de Deus.

Palavras de libertação, promessas, marcando datas, dando pra­zos, incitando a irmandade à gritaria e atraindo-a para sí, estão rou­bando a glória de Deus. Alguns repetem várias vezes: Deus me manda falar, Deus me mostra, etc.

Devemos nos ater a pregar a doutrina, a fé e o temor de Deus. Assim, estaremos conduzindo o povo a Cristo e à salvação da alma, cer­tos de que, na obediência Deus os abençoará, libertará, guardará e os fará prosperar em tudo. (vide Salmo 112)

* 23 – IRMÃS CANDIDATAS A ORGANISTAS – ELIMINADOS OS TESTES PARA A MEIA HORA.

Não há mais teste para se tocar a meia hora. Quem toca duran­te a meia hora, antes de iniciar o culto, são as irmãs que já fizeram teste para as reuniões de jovens e menores e são batizadas, ou aquelas que já tocam nos cultos oficiais. As irmãs que já fizeram o teste para a meia hora e estão tocando, podem continuar.

* 24 – TROCA DE INSTRUMENTOS NAS ORQUESTRAS.

Os músicos não devem trocar de instrumento, a não ser nos se­guintes casos: por deficiência física, por falta de condições técnicas ou pela necessidade da orquestra. Mesmo assim, em qualquer dessas hi­póteses deverá haver prévia autorização do ministério e submeter-se o músico a novo exame pelo método do instrumento que for tocar.

25 – ENCARREGADOS REGIONAIS – PARA ATENDEREM OUTRAS REGIÕES, DEVEM PASSAR POR REUNIÃO MINISTERIAL.

Os encarregados regionais foram colocados por Deus para aten­der cada qual a sua região. Atendimentos a outras regiões devem pas­sar por reunião ministerial.

26 – COLETAS.

Conforme já doutrinado desde o princípio e consta no Estatuto, as coletas são voluntárias e anônimas. Portanto, a irmandade é livre para cooperar conforme se sentir da parte de Deus. As coletas oficiais são: para construção, obra da piedade e viagens missionárias, a­lém das que se fazem com envelopes (compra de terrenos, despesas com a Assembléia). Em algumas localidades a coleta para manutenção é desta­cada da coleta de construção. Na Congregação não deve haver marcação daquilo que a irmandade vai cooperar: ofertas de dinheiro ou materiais.

COLETA PARA FUNDO MUSICAL – Esta coleta destina-se à compra de instrumentos musicais para as localidades necessitadas. Ela é feita somente nos ensaios musicais regionais. Não deve ser anunciada entre a irmandade.

COLETAS NAS REUNIÕES DA MOCIDADE – Estas coletas destinam-se à Obra da Piedade.

COLETAS NAS REUNIÕES DE JOVENS E MENORES – Estas coletas têm a destinação específica que os jovens e menores sentirem em cooperar.

27 – SISTEMA DE COLETAS FORA DE DOUTRINA.

Anotar o nome dos irmãos e o valor que darão na coleta, fazen­do listas, é fora de Doutrina. Disse o Senhor Jesus que não deve sa­ber a mão esquerda o que faz a mão direita. Todos temos que ter um só sistema, que é dar o valor na mão dos irmãos que recebem, mencionando qual a finalidade.

28 – VIAGENS.

Conforme deliberação, somente são consideradas missões quando é orado e confirmado pelo ministério. Muitos servos, atendendo a con­vites, participam de reuniões ministeriais em outras regiões e assumem compromissos de atendimentos, sem conhecimento da reunião regional a que pertencem. A quem compete custear tais despesas? – Outros ser­vos, espontânea e periodicamente, viajam para cidades do Brasil e anunciam nas congregações solicitando roupas, calçados, dinheiro, etc. ­Somos ensinados a fazer essas solicitações somente quando aprovadas em reunião.

29 – ENDOSSOS – AVAIS – APRESENTAÇÃO.

Os irmãos de ministério, particularmente, devem evitar de se­rem endossantes, avalistas, apresentadores, etc., a fim de não se com­prometerem.

* 30 – VISITAS A ENFERMOS.

Alguns grupos de visita, servos e irmandade não têm o devido cuidado, pois demoram-se nas mesmas e fazem longas orações em voz muito alta, isto em hospitais e em casas de família. Deve-se considerar que o enfermo precisa descansar, fazer sua higiene e, muitas vezes, a família não é crente.

* 31 – DECLARAÇÃO PARA APOSENTADORIA.

Em algumas regiões foi solicitado que a pessoa conseguisse uma declaração da Congregação, alegando que ela é membro, para, assim, obter aposentadoria pelo INSS ou FUNRURAL. Pelo nosso Estatuto, não há registro de membros. Assim, tal declaração não pode ser fornecida.

32 – REUNIÕES MINISTERIAIS REGIONAIS – ADMINISTRAÇÕES PARTICIPANTES.

Em reuniões ministeriais regionais devem participar os administradores locais e os administradores das cidades pertencentes à região, quando houver assuntos administrativos a respeito delas.

33 – CARGOS VAGOS DE TITULAR DA ADMINISTRAÇÃO – PREENCHIMENTO

Vagando o cargo de Presidente, Secretário ou Tesoureiro, o mesmo será preenchido pelo respectivo vice. Se na Administração não houver vices, ora-se a Deus para se colocar outro irmão no cargo vago. O novo titular preencherá o tempo faltante para completar o triênio de quem está sendo substituido.

34 – ASSEMBLÉIAS GERAIS ORDINÁRIAS E/OU EXTRAORDINÁRIAS – PRESIDÊNCIA

Na falta do Presidente da Administração, quem preside as Assembléias Gerais Ordinárias ou Extraordinárias é o substituto legal do Presidente e não o Ancião que abriu o culto. (artigo 27, parágrafo único do Estatuto).

* 35 – RELATÓRIO.

A Administração São Paulo fará constar no Relatório as seguintes siglas: I.P. – para Imóveis Próprios, e C.P. – para indicar Construções Próprias, porém, em terrenos que ainda não possuem escritura definitiva.

36 – EXTINÇÃO OU INCORPORAÇÃO DE UMA ADMINISTRAÇÃO.

Ocorrendo a extinção ou incorporação de uma Administração, devem ser observadas as obrigações legais e fiscais (Ata, Baixa do CGC, Transferência do Patrimônio, etc.).

37 – ADMINISTRAÇÕES NOVAS.

Considerar a real necessidade de constituição, e se há irmãos aptos para exercer os cargos. Quando forem constituídos, deverão ser acompanhadas por três anos pela Administração descentralizadora.

Remeter para a Administração São Paulo o questionário próprio, com informações da constituição da Administração, para fins de cadastro.

* 38 – CONSTRUÇÕES EM OUTRAS LOCALIDADES.

Grupos de irmãos voluntários através de seus responsáveis, de­vem verificar documentos de aquisição de titularidade e somente proce­der à construção atendendo os requisitos legais: planta aprovada, re­gistro do mutirão e INSS. A não observância da legislação do INSS a­carretará a cobrança da contribuição para a Previdência Social como se fosse mão de obra paga.

A Administração local é responsável e deverá acompanhar o andamento da obra e sua documentação. É aconselhável que, antes de se i­niciar uma obra, haja uma reunião prévia da Administração com o Minis­tério local, a fim de verificar todas essas questões e instruir os ir­mãos que irão trabalhar nessa obra.

39 – REUNIÃO REGIONAL DE ADMINISTRADORES.

O ministério da região deverá também participar dessas reu­niões, a fim de tomar conhecimento das orientações dadas aos adminis­tradores.

40 – PROCURAÇÕES.

Outorgar no mínimo a três irmãos, com fins específicos, sem poderes para substabelecer e com prazo determinado (artigo 23 do Estatu­to).

* 41 – ÍNDIOS.

Quem Deus enviar para evangelizar deverá limitar-se unicamente a pregar a doutrina, sem interferir nos usos e costumes e nem nas tra­dições dos índios.

42 – RESULTADOS DE BATISMOS – ESTATISTICA.

Os Anciães, ao apresentarem os resultados de Batismos deverão fazê-lo indicando o Estado a que pertencem as almas batizadas, para fins de estatística anual no Relatório Geral.

43 – DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA E RAIS.

A não entrega, em tempo hábil, destes documentos acarreta multa de 500 UFIR – hoje, R$ 353,05.

44 – CARTEIRA DE SEGURADO ESPECIAL – INSS.

Todo empregador rural deverá ser inscrito junto ao INSS na forma de segurado especial (Instruções junto às Administrações).

* 45 – ORAÇÕES DIZENDO QUE OS MÚSICOS AQUI DA TERRA SERÃO MÚSICOS NOS CÉUS – CORRIGIR.

Não existe na Palavra de Deus menção alguma de que os músicos aqui da terra serão músicos nos céus. Portanto, quem ora ou testemunha se referindo a este assunto, deve ser corrigido.

46 – REUNIÕES DE EVANGELIZAÇÃO E REUNIÕES FAMILIARES – ESCLARECER AS DIFERENÇAS E QUANDO PODE HAVER MÚSICOS

Reuniões familiares são feitas por pequenos grupos em residências – Não há músicos. Cantam-se alguns hinos, ora-se e há a pregação de um trecho da Palavra. Podem ser feitas por irmãos sem ministério, mas com o consentimento deste.

Reuniões de evangelização são feitas em grupos maiores, com músicos. Cantam-se os Hinos, ora-se e há a pregação da Palavra. É para evangelizar as criaturas. O Ancião ou o Cooperador presidem.

* 47 – ENSINO RELIGIOSO NAS ESCOLAS.

O ensino religioso de matrícula facultativa, constitui-se em disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, conforme disposto no artigo 210 da Constituição Federal e artigo 244 da Constituição Estadual. ­

Pela dificuldade de apresentar professores habilitados, conforme resolução da Secretaria da Educação, na hora da matrícula declaramos que nossos filhos deverão ficar dispensados das aulas de religião, pois recebem educação religiosa todas as semanas, por uma hora e meia, nas reuniões de jovens e menores em nossas congregações.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – REUNIÕES DE ENSINAMENTO.

Nestas reuniões devem comparecer os irmãos Anciães, Diáconos, Cooperadores, Administradores e irmãs do ministério da piedade. Deve-se tomar cuidado para não participarem irmãos alheios ao ministério.

Para haver estas reuniões, deve ser orado na reunião ministe­rial, com conhecimento do Ancião que atende a localidade.

2 – FREQUÊNCIA NAS REUNIÕES.

Nota-se a ausência de muitos Diáconos e irmãs do ministério da piedade nas reuniões, não dando o devido valor ao que receberam de Deus.

3 – APRESENTAÇÃO DE IRMÃS PARA O MINISTÉRIO DA PIEDADE.

A apresentação para oração em reunião ministerial deve ser em comunhão dos irmãos Ancião, Diácono e Cooperador da localidade.

Não deve ser forçada a apresentação de um familiar pelo próprio parente.

Com antecedência, deverá ser preenchido o formulário próprio, com as assinaturas do ministério (modelo anexo).

4 – REUNIÕES DE ATENDIMENTO.

Quando as irmãs se apresentarem na reunião para expor algum caso, uma delas deverá dizer “Deus seja louvado” e todos juntos responderão “Amém”. Da mesma forma, ao se retirarem.

5 – VISITA A IRMÃOS NECESSITADOS.

Nessas visitas, uma das irmãs fará a oração, não havendo necessidade de se fazer a abertura da mesma, não prolongando e também evitando manifestação em alta voz.

6 – ESCRITA DA OBRA DA PIEDADE.

Os Diáconos são responsáveis pela escrituração da obra da pie­dade, mantendo-a em dia e em boa ordem. Se o Diácono não tiver condi­ções de fazê-la, deverá procurar cooperação de um irmão da administra­ção. Numa eventual irregularidade por negligência, o Diácono responsável responderá. Poderá também ser orientado por irmãos Diáconos de cidades próximas.

A Administração deverá receber um relatório mensal do movimen­to do mês anterior até o dia 10 (dez) do mês seguinte.

7 – ROUPAS PARA BATISMO DE IRMÃOS E IRMÃS.

Na medida do possível, cada localidade onde há batismos deverá ter quantidade suficiente de calções e toalhas para atendimento. Essa compra é de responsabilidade da Administração local. Observar que a cores do tecido não dêem transparência, de preferência cor cinza-escu­ro.

8 – ENTIDADES ASSISTENCIAIS PARTICULARES.

A obra da piedade não tem obrigação de auxiliar asilos, abrigos, orfanatos, etc. Só se fará quando Deus fizer saber e como Ele guiar.

9 – ABRIGO PARA IRMÃOS IDOSOS DESAMPARADOS.

Nas localidades que já possuem esses abrigos, serão mantidos, todavia, não se deve construir novos abrigos pois é elevado o custo para sua manutenção, pela observância às determinações legais.

10 – INTERNAÇÕES E FUNERAIS.

É de responsabilidade dos familiares as despesas com interna­ções e/ou funerais. Os irmãos Diáconos não devem ser forçados por ninguém a atender esses casos, devendo fazer tudo pela guia de Deus. ­

11 – ALMOXARIFADO DA OBRA DA PIEDADE.

Os irmãos Diáconos devem colocar irmãs responsáveis para cui­dar desse setor, colocando os materiais recebidos em seus devidos lu­gares, mantendo-os em boa ordem.

Para essa finalidade não devem ser colocadas irmãs que já exercem o ministério da piedade.

12 – NECESSIDADE DE ROUPAS, CALÇADOS, AUXÍLIOS, ETC.

Localidades carentes de roupas, quer sejam por pobreza ou calamidade, devem recorrer às regionais mais próximas; quando estas não puderem atender, deve-se procurar as cidades que periodicamente dão a­tendimento.

Os pedidos devem ser feitos por carta, com assinatura dos Diá­conos que atendem a localidade, conjuntamente com o ministério local (no mínimo três (3) assinaturas).

13 – MEDIDA REPREENSIVA CONTRA DIÁCONO OU IRMÃ DA PIEDADE.

Quando necessário fôr tomar medida repreensiva contra Diácono ou irmã da Piedade, deve-se, antecipadamente, participar aos Diáconos mais antigos da região, para em conjunto julgar o assunto, não determinando posição punitiva sem passar pela Reunião Ministerial Regional. ­

61ª ASSEMBLÉIA – 1996 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 1º A 5 DE ABRIL DE 1996

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO.

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com asterisco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – SEPARAÇÃO E/OU DIVÓRCIO.

A irmandade deve ser esclarecida no sentido de que, segundo a Palavra de Deus, o matrimônio só pode ser desfeito se um dos cônjuges cair em adultério. Não sendo por esse motivo, não é lícita a separação e muito menos um novo casamento.

Aquele que se separar e casar novamente, não sendo por causa de infidelidade conjugal, cairá em pecado e não será mais considerado nosso irmão ou irmã na fé. No caso de haver adultério, a parte inocente estará livre para casar-se novamente, após o divórcio. Contudo, cada caso será considerado e julgado pelo Conselho de Anciães.

* 2 – HINOS QUE NÃO CONSTAM DE NOSSO HINÁRIO.

Têm chegado ao conhecimento do Ministério, gravações de hinos que não pertencem ao Hinário da Congregação. Sabemos que há irmãos habituados a compor tais hinos, outros a gravá-los e a distribuí­-los à irmandade, que, em algumas congregações, até já os têm ensaiado.

O Conselho de Anciães, considerando o assunto, deliberou lembrar a irmandade que somos um só povo, uma só família em Cristo Jesus, pelo que não devemos nos desviar

dos ensinamentos que nos foram dados pelos primitivos servos de Deus nesta gloriosa Obra.

Assim, não deve mais a irmandade se preocupar nem em compor, nem em cantar esses hinos avulsos, pois isso poderá gerar uma confusão em nosso meio, para desviar-nos da unidade e da guia que esta Obra possui desde o princípio. Além do mais, possuímos em nosso Hinário 450 hinos, alguns dos quais quase não são chamados nos cultos. A irmandade deve dedicar-se a conhecer as melodias dos nossos hinos e suas palavras, as quais nos foram dadas por revelação de Deus.

* 3 – BATISMOS DE ENFERMOS HOSPITALIZADOS.

Em muitas localidades têm acontecido casos semelhantes: hospitalizados enfermos, passando muito mal, querem ser batizados; alguns são convertidos, outros, é a família que quer que eles sejam batizados. De qualquer forma, quem deve pedir autorização aos médicos para que o doente seja batizado é a família e não os servos de Deus. Se o médico autorizar, faz-se o batismo, para que a responsabilidade não recaia sobre a Congregação.

* 4 – ENFERMOS QUE PEDEM BATISMO.

Já há ensinamento antigo de que, quando um enfermo pede batismo, deve-se atender o mais rapidamente possível, no próprio local, em um tanque portátil. Não se deve trazer enfermos graves nos batismos gerais.

* 5 – INVASÕES DE TERRAS – ADVERTÊNCIA À IRMANDADE DE ZONAS RURAIS.

O povo de Deus deve guardar-se de envolvimentos em invasões de terras. Não se devem deixar manipular por elementos que, a pretexto de fazer justiça agrária, pretendam incitar a irmandade de zonas rurais à violência e à posse ilegítima de terras.

Quem se comprometer com isso, perderá o testemnho. O que tem que ser nosso, Deus nos dará, quando for de Sua vontade. Quanto à distribuição normal de terras, deixa-se a cargo das autoridades governamentais, que estão atentas a respeito, e atuarão no tempo certo.

* 6 – CHEQUES NAS COLETAS.

Há irmãos que procuram trocar cheques por dinheiro no caixa da coleta ou na Distribuidora de Bíblias. Isto não pode acontecer em nosso meio; deve-se proibir terminantemente a qualquer membro, sem exceção. Os irmãos que recebem coletas não podem trocar dinheiro por cheques, de quem quer que seja.

* 7 – VÉUS – NOVIDADES.

Em muitas localidades estão surgindo véus diferentes dos que as irmãs sempre usaram até agora: são véus com rendas enormes, véus especiais para organistas e até véus de cores diferentes, que não são totalmente brancos. Deve-se parar imediatamente com essas novidades e permanecer na simplicidade que sempre tivemos, desde o princípio da Obra de Deus.

* 8 – ORAÇÃO PARA AGRADECER PELOS ALIMENTOS E PEDIR AS BÊNÇÃOS.

Devemos orar para agradecer a Deus e pedir as bênçãos sobre os alimentos que vamos tomar. Os alimentos devem ser abençoados por Deus antes de os ingerirmos. Pode-se orar em torno da mesa onde estão servidos os alimentos, ou em qualquer outra dependência da casa.

Onde não temos condições de orar, fazemos uma rápida oração em nossa mente.

Os servos de Deus que estão em viagem costumam orar de manhã, apresentando a Deus todos os alimentos que irão ingerir durante o dia.

* 9 – EVITAR DIZER NA ORAÇÃO: “NÃO VIEMOS AQUI PARA OUVIR O HOMEM”.

Devemos evitar dizer na oração e nos testemunhos: “Não viemos aqui para ouvir o homem”. O homem que se levanta para exortar a Palavra nos cultos é um vaso tomado pelo Espírito Santo, e não fa1a de si mesmo. Deixemos de usar na oração essa expressão e outras que são novidades na Obra de Deus.

* 10 – ORAÇÃO DE AGRADECIMENTOS – NÃO DIZER QUE O CULTO VAI SER ENCERRADO EM NOME DO SENHOR JESUS.

Muitos irmãos dizem na oração de agradecimentos que o culto foi aberto Em Nome do Senhor Jesus e no mesmo nome será encerrado. Não é assim. Não se encerra o santo serviço Em Nome do Senhor Jesus, mas despede-se a irmandade com as palavras que o Senhor colocar na boca do servo.

*11 – TESTEMUNHOS – PRECAUÇÕES.

Testemunhar nos cultos é render graças a Deus, exaltá-1o e relatar as maravilhas que dEle temos recebido. Não devemos relatar sonhos, nem visões ou revelações.

Também nos testemunhos não devemos atacar quem quer que seja, nem pronunciar o nome de denominações ou credos religiosos, nem contar proezas do inimigo de nossas almas. A irmandade não deve testemunhar agradecendo pela dispensa do serviço militar. O serviço militar é um dever do cidadão.

* 12 – TESTEMUNHADOS DA GRAÇA QUE TRAZEMOS PARA ASSISTIR O CULTO -­ PRECAUÇÕES.

Irmãos e irmãs que trazem para assistir o culto altas personalidades, ministros de denominações religiosas e outros testemunhados, não devem comunicar isso ao servo da congregação antes do início do serviço, nem testemunhar que os trouxeram, pois tal comportamento faz com que o servo perca a franqueza de pregar a Palavra, como também faz com que aquele que nos está visitando não receba a Palavra, notando que o servo ficou sabendo da sua presença. Podemos apresentar nossos convidados ao servo após terminado o culto.

Deve-se evitar de convidar testemunhados para assistir a Santa Ceia.

* 13 – SUICÍDIO – IRMÃOS ASSASSINADOS – SANTO SERVIÇO NO FUNERAL.

Não se faz o santo serviço no funeral para quem se suicida. Faz-se uma oração para conforto da família. O servo que for atender, deixe-se guiar por Deus. Quanto a irmãos que foram assassinados, deve-se averiguar se a pessoa tinha bom testemunho.

Houve irmãos que foram mortos por assaltantes. E temiam a Deus. Certamente o Senhor permitiu que morressem dessa forma.

* 14 – NÃO FILMAR, NEM FOTOGRAFAR E NEM GRAVAR OS SANTOS SERVIÇOS.

Não devem ser filmados, nem fotografados e nem gravados os santos serviços. Quanto a estranhos à nossa fé, devemos aconselhá-los a não fazê-lo, porém, não podemos impedir.

* 15 – PECADO DE ADULTÉRIO, FORNICAÇÃO E PROSTITUIÇÃO.

A Palavra de Deus determina: Fugi da prostituição (do adultério ou da fornicação). Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o que se prosti-

tui peca contra o seu próprio corpo. Diz a Escritura que os que tais pecados cometem ficarão de fora, não entrarão no reino dos céus. Devemos conservar brancas as nossas vestes que foram lavadas pelo Sangue do Concerto Eterno. Nossa mocidade deve, acima de tudo, andar na santidade, consagrando o seu corpo a Deus, não andando segundo o desenfreamento do mundo. Nossos jovens que vão contrair matrimônio devem, respeitosamente, aguardar o dia das núpcias para se unirem no temor de Deus.

* 16 – DOAÇÃO DE ÓRGÃOS DO CORPO HUMANO.

Somos livres para doar órgãos do nosso corpo, seja em vida, seja após o falecimento. Quanto a doar sangue, a Palavra de Deus também não proibe. Proibe ingerir o sangue ou a carne com o sangue dos animais.

* 17 – COSTUMES MUNDANOS.

O crente que quer agradar a Deus, que quer herdar a vida eterna, deve se santificar, deve se dedicar a fazer a vontade do Senhor, não se conformando com o mundo e nem com o que ele apresenta. Devemos nos apartar do mal e da aparência do mal.

Diz a Escritura Sagrada: “Todas as coisas me são licitas, mas nem todas as cousas convém” (I Cor. 10, v. 23). Todas as coisas me são lícitas mas nem todas as coisas edificam. Noutro ponto diz: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria”.

* 18 – ORQUESTRA NAS CONGREGAÇÕES.

A maioria dos músicos em nosso meio louva a Deus, segundo o conhecimento que aprendeu nos simples livros, como a teoria musical, o Bona, o método do seu instrumento e o hinário. Nessa simplicidade Deus tem se agradado e abençoado as orquestras. Portanto, devemos permanecer assim, para continuarmos recebendo Suas bênçãos. Nossos hinos são sacros e não devem ser tocados ou cantados com ritmo alterado, passagens ou floreados.

* 19 – POLÍTICA.

Nas congregações não são admissíveis partidos de espécie alguma; cada um é livre, cumprindo o seu dever de votar, que é uma determinação da lei.

Não se deve permitir que candidatos a cargos políticos venham fazer propaganda ou visitar as casas de oração com essa finalidade.

Se algum irmão ou irmã assumir encargo político e estiver ocupando cargo ou ministério na Obra de Deus, deverá renunciar a este.

Quando alguém for convocado pela Justiça Eleitoral para trabalhar nas eleições; deverá comparecer e cumprir esse dever cívico.

* 20 – DENOMINAÇÕES.

Os servos do ministério e a irmandade, sendo abordados ou interrogados para dizer qual a posição da Congregação em questões surgidas entre as denominações, devem responder que não estão autorizados a emitir parecer sobre isso, pois nós não nos envolvemos nas questões alheias.

O ensinamento que tivemos desde o princípio é de não se falar nas congregações contra denominações religiosas, médicos, remédios, autoridades, etc.

* 21 – IRMÃOS QUE ANTECIPAM A UNIÃO ANTES DO CASAMENTO.

Irmãos que antecipam a união antes do casamento ficam sem liberdade na Congregação. Sendo músicos ou organistas, ficam sem liberdade e sem poderem tocar. Se tiverem cargo na Obra de Deus, serão destituídos.

* 22 – JOVENS QUE SE DESPEDEM NA REUNIÃO DA MOCIDADE.

Na hora dos testemunhos, concede-se a liberdade primeiramente para os jovens que vão se despedir da mocidade. Virão os moços e as moças também. Testemunham um por um e vão sentar; não há necessidade de ficar esperando o seu par. Se um dos dois não quiser testemunhar não há inconveniente algum.

Depois, concede-se a liberdade para os demais testemunharem.

ATENCÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SOMENTE PARA O MINISTÉRIO.

23 – HINOS NAS SANTAS CEIAS.

Os hinos serão chamados pelo Ancião que presidir a santa ceia, conforme a lista no índice do binário, até o sexto hino, que é o 394. Quando começar a distribuição, o servo que preside não precisa seguir a seqüência do índice. Poderá saltear os números.

Ao terminar cada rodada, o ancião deve dar um sinal para que a orquestra inicie a estrofe ou o coro do hino.

24 – ANDAMENTO DOS CULTOS – CANTAR O HINO E DEPOIS LER A LISTA DE BATISMOS

Logo que se encerram os testemunhos canta-se um hino e, após isso, faz-se a leitura da lista de batismos. Todos os servos que presidem os cultos devem fazer desta forma, para que haja uniformidade no andamento do serviço.

Quando houver muitos testemunhos e o horário estiver avançado, pode-se suprimir o hino e passar à leitura da lista de batismos.

Só deixamos de cantar hinos por motivo de força maior, e não por preleções que tomam o tempo do culto desnecessariamente.

25 – CELEBRAÇÃO DO BATISMO.

O Ancião que entra na água para fazer o batismo, não precisa dizer “Deus seja louvado”. Quando fizer a oração, deverá colocar a mão sobre a cabeça da primeira pessoa que irá se batizada. Durante o batismo, colocará a mão sobre a cabeça de cada um que for batizando.

26 – PESSOAS QUE TENCIONAM SE BATIZAR.

– Devemos anunciar esclarecendo bem e deixar a alma se decidir, ela se deci-

de quando está convertida. Os convertidos se batizam e permanecem e os coagidos, batizam-se para agradar ao irmão ou à irmã que lhe anunciou e depois abandonam a graça de Deus.

– Há irmãos cooperadores de algumas localidades que, para haver sempre festa em sua cidade, solicitam a realização de batismo logo que uma alma começa a congregar, sem ter certeza de que esta esteja convertida.

– Outras vezes, nos serviços de batismo, os servos insistem tanto, mandam cantar muitos hinos, exortam fazendo ameaças, como que obrigando as almas a darem este passo. Isto não é conveniente.

– Nos tempos atuais os solteiros que estão no mundo, namoram e, já no namoro se relacionam intimamente; quando dizemos que os amasiados não podem ser batizados, eles não se consideram amasiados mas, sim, namorados; não sabem que estão vivendo em pecado e nós temos que esclarecê-los quanto à sua condição perante o batismo.

– Há também irmãos que, ao darem o testemunho da graça, mencionam a Obra da Piedade, dizendo que se eles se batizarem a Igreja cuidará deles; estes vêm com interesse nas coisas desta vida e não para a salvação.

– Há os que se interessam em namorar nossas irmãs e, sabendo que elas não podem se casar com estranhos à nossa fé, prontificam-se a se batizar para conseguir o seu intento. Cabe aos servos fazer essa advertência nos batismos, para que ninguém proceda desta maneira.

27 – LER E EXPLICAR APÓS O BATISMO O ARTIGO 9º DOS PONTOS DE DOUTRINA.

O artigo 9º dos Pontos de Doutrina constantes de nosso Hinário, deve ser lido nos batismos após terminado o serviço das águas. É de suma responsabilidade, pois trata das abstenções que o novo crente deve passar a observar a partir do momento em que se batizou. Portanto, devemos aguardar que retornem do vestiário em que trocaram de roupa após o batismo, para que todos ouçam e fiquemos livres de responsabilidades.

28 – BATISMO DE PRESIDIÁRIOS.­

Se a direção do presidio autorizar que se leve um tanque portátil e se faça o batismo, tudo bem; mas não se deve pedir autorização para levar o preso para ser batizado na Congregação.

29 – SEPARAÇÃO NA IGREJA DE CRISTO.

Jamais devemos pensar em separação. Qualquer ponto de divergência que, porventura, surgir, será superado com a ajuda de Deus.

Somos humanos, podemos ter alguma falha em nós, ou mesmo no ministério, mas poderoso é o Senhor para colocar tudo em seu devido lugar. Temos que orar e Deus aperfeiçoará tanto nós como a Sua Obra, pois somos um só corpo e custamos o preço de sangue de Seu amado Filho.

30 – HÁBITOS NA PREGAÇÃO QUE DEVEM SER ABOLIDOS: BATER NA TRIBUNA,­ CORRER NO PÚLPITO, PULAR E GRITAR.

Temos sempre dado ensinamentos a esse respeito, mas há servos que insis-

tem em errar nestes pontos. Muitos batem na tribuna quando pregam. Na tribuna estão os dizeres: “Em Nome do Senhor Jesus” e não é lugar para se estar batendo. Este costume deve ser abolido, pois é um desrespeito ao Nome do Senhor. A irmandade também nota isso e não aprova.

Não é necessário bater em lugar nenhum quando se exorta a Palavra. Outros correm de um lado para outro do púlpito e dão pulos enquanto pregam. Alguns batem na perna, outros batem palmas, dando um mau aspecto. E há os que exageram no falar, gritando na pregação. Esses hábitos devem acabar.

31 – INTIMAÇÕES SOBRE RUÍDOS.

Têm chegado intimações para congregações onde o ruído do microfune e da orquestra ultrapassou o limite dos decibéis permitido. Decibel é a unidade da escala que mede a intensidade dos ruídos. Casas de diversão e templos são submetidos à medição. Após algumas advertências é aplicada a punição para os reincidentes, com o fechamento das portas. Igrejas evangélicas têm sido fechadas, por não observarem essa determinação.

As congregações devem controlar o volume do som do microfone nos testemunhos e na Palavra. Deve cessar a gritaria nos cultos e as pregações em alta voz. Também o horário para o término dos cultos deve ser rigorosamente observado, para não infringir a lei do silêncio à noite.

32 – IRMÃOS DO MINISTÉRIO QUE VIAJAM PARA OUTROS LUGARES SEM MISSÃO.

Os irmãos do ministério que viajam em visita à irmandade, quer no Brasil ou no Exterior, sem que sua viagem seja missão confirmada por Deus em oração do ministério, abstenham-se de interferir na Obra e envolver-se em responsabilidades por influência da irmandade local, pois podem causar transtornos e contradições por desconhecerem o real fundamento das coisas naquele lugar, caindo em descrédito por terem tomado esta ou aquela decisão e dito esta ou aquela palavra.

Quem viajar ao Exterior, deverá comumicar-se previamente com os irmãos aqui no Brasil que atendem aquela nação, para inteirar-se das precauções devidas.

33 – COLETAS – PRECAUÇÕES.

A coleta é bíblica. Vem mencionada no antigo e no novo testamento. Rea1izamos coletas livres, voluntárias e sigilosas entre a irmandade e, por este meio, Deus tem sempre suprido Sua Obra com o necessário para compras de terrenos, construções de casas de oração, atendimento a nossos necessitados e custeio de viagens missionárias, sem dependermos de quem quer que seja. Deve ser sempre respeitada a guia de Deus no coração de quem contribui, para cada finalidade.

A irmandade deve ser ensinada a deixar-se guiar por Deus e, quando entregar a coleta, dizer qual a finalidade a que se destina, ou seja, para a Piedade, Construções, Viagens ou necessidades da Igreja.

A precaução que devemos ter, no tocante às coletas, é não coagir a irmandade a contribuir. Não organizar listas impondo que a pessoa contribua com quantias estipuladas, nem recolher a coleta sobre a tribuna ou o púlpito, nem usar caixas de papelão para serem lançadas as ofertas, ou modalidades semelhantes, contrárias à doutrina. Os frutos devem ser dados nas mãos dos irmãos recebedores de coletas.

O Senhor Jesus nos recomendou que a oferta de cada um seja dada em oculto, dizendo: “e teu Pai, que vê em segredo, te recompensará publicamente”.

34 – DEPENDÊNCIAS PARA OS COMODATÁRIOS NAS CASAS DE ORAÇÃO.

Em muitas congregações que se constroem, as casas dos comodatários são pequenas, sem conforto e sem segurança, fazendo com que muitos se mudem, depois de pouco tempo. Quando se construirem as casas de oração, deve-se atentar para que as dependências dos comodatários tenham o conforto e a segurança necessários.

35 – APRESENTAÇÃO DE PORTEIROS – CONSIDERAR PREVIAMENTE COM OS DIÁCONOS.

A apresentação de porteiros para as congregações deve ser feita com o prévio conhecimento dos irmãos diáconos.

A responsabilidade dos porteiros é grande, pois lidam diretamente com a irmandade e recebem as coletas. Portanto, não devem ser apresentados para porteiros irmãos novos na fé, nem irmãos que estejam desempregados ou em situação financeira complicada.

Para colocar porteiros o ministério local se reune, indica-os e ora para que Deus os abençoe.

Não se ora para esperar resposta.

36 – REUNIÕES MINISTERIAIS REGIONAIS – PORTARIA.

Devido ao grande crescimento da Obra de Deus em quase todas as regiões do Brasil e ao grande número de servos que comparecem às reuniões regionais, é aconselhável que sejam colocados, nas entradas, membros da Administração (ou irmãos indicados pelo ministério), para identificar aqueles que comparecem, evitando, dessa forma, que algum estranho ao ministério possa ingressar nas reuniões.

Lembramos que todos os servos autorizados a participar das reuniões possuem cartão de identificação.

37 – ALTERAÇÕES NO RELATÓRIO.

Alertamos aos servos de Deus que todas as alterações que se pretenda introduzir no Relatório, deverão ser previamente aprovadas em reunião ministerial local e, depois, comunicadas à Administração São Paulo em impresso próprio, devidamente assinado pelo (s) Ancião (ões) responsáve1(eis).

38 – CUIDADOS ESPECIAIS NAS VIAGENS DE ATENDIMENTO À OBRA DE DEUS.

Em decorrência do aumento de acidentes vitimando os servos de Deus, é recomendável que as viagens sejam efetuadas de preferência de avião ou ônibus. Entretanto, se a viagem for através de automóvel, recomenda-se observar o seguinte: 1° – Examinar as condições do veículo; 2° – Observar o limite de velocidade permitido nas estradas; 3° – Dirigir ou viajar em condições fisicas adequadas; 4° – Viajar, sempre que possível, durante o dia, e em condições climáticas

favoráveis; 5º – Não viajar com excesso de pessoas e de bagagens; 6º – Programar as viagens com tempo suficiente para a permanência e o retorno; 7º – Manter em dia seguro de vida, cobertura do INSS e seguro do veículo. (Se a viagem for para o Exterior, comunicar previamente à companhia seguradora para a cobertura adicional).

39 – APRESENTAÇÃO DE COMODATÁRIOS (MORADORES) NAS CASAS DE ORAÇÃO.

Para se apresentar e colocar comodatários (moradores) nas casas das congregações, não se ora esperando confirmação. O ministério local aponta o casal e considera o assunto; depois, ora para que Deus os abençoe e os coloca. Faz-se o contrato de comodato, como sempre tem sido feito.

40 – FICHAS PARA APRESENTAR IRMÃOS (ÃS) PARA O MINISTÉRIO.

Os Anciães só assinam a ficha se conhecerem o irmão ou irmã que está sendo apresentado.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – REUNIÃO DE ENSINAMENTOS.

É conveniente que o atendimento desta reunião fique a cargo do irmão diácono que foi para essa finalidade. Se outro irmão diácono for falar, deverá tomar o devido cuidado para não repetir e nem desfazer o que já foi dito. Algumas reuniões têm sido muito prolongadas; há servos que pregam durante mais de uma hora, outros contam testemunhos e ainda insistem para que outros se levantem.

2 – REUNIÃO DE ATENDIMENTOS.

Esta reunião não deve ser realizada após o culto ou à noite; deve ser feita durante o dia. Nesta reunião não há pregação da Palavra, a fim de não ser muito prolongada, evitando assim que as irmãs cheguem tarde em suas casas.

3 – ATENDIMENTOS FEITOS PELA IRMANDADE.

Muitos irmãos, às suas expensas ou com a colaboração de outros, angariam roupas e alimentos e viajam para várias cidades do Brasil, fazendo a distribuição para a irmandade carente. Essa dedicação é uma boa coisa, mas, como a distribuição é feita indiscriminadamente, tem causado murmuração por parte da irmandade, pois algumas famílias sem necessidade são atendidas e outras que necessitam, não o são. O correto é, ao chegar à cidade, procurar o irmão diácono que atende a região e entregar o que Deus preparou, para depois serem feitos os atendimentos com a Guia de Deus.

4 – FICHA DE APRESENTAÇÃO DE CASO (PRONTUÁRIO).

O preenchimento dessa ficha deve ser o mais correto possível, devendo, num

breve relato, constar os dados necessários sobre o necessitado, sobre a situação e sobre a causa da necessidade apresentada. Nessa ficha não deve constar se tem ministério, cargo ou função na Obra de Deus. Na ficha, a fim de não haver comprometimento fisico ou moral, também não deve constar se na familia existe a1guém que é viciado, marginal, de vida irregular, etc.

5 – PAGAMENTO DE DÍVIDAS.­

Não é da competência da Obra da Piedade assumir compromisso para pagar dividas com internação hospitalar, prestação de aquisição de imóvel, aluguel, compra de veículo, impostos, consumo de água e luz, aquisição de utensilios domésticos, etc., quer seja de um simples irmão ou de irmão com ministério.

6 – SALÃO PARA COSTURA.

Não deve haver salão para costura nas dependências da Congregação, mas, apenas um local onde se cortam os tecidos e se faz a distribuição para as irmãs levarem para costurar em suas casas e, também, se recebe o que foi costurado. Nas congregações onde já se encontram instalados os salões, continua o funcionamento.

7 – DIÁCONOS E PORTEIROS QUE NÃO TRABALHAM (OU DESEMPREGADOS).

Na congregação que tiver um irmão diácono ou porteiro que não trabalha (ou esteja desempregado), sem condições de sobrevivência, este não deve ficar na porta recebendo coletas, a fim de evitar murmuração por parte da irmandade, com prejuízo para o resultado das coletas.

8 – RESPEITO.

Deve haver respeito e consideração mútua entre o irmão diácono e as irmãs da Obra da Piedade. As irmãs devem ser submissas ao diácono e este, por sua vez, não deve ser autoritário, mas tratar com respeito. Todos são servos de Deus. Em tudo deve prevalecer a humildade.

62ª ASSEMBLÉIA -1997 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 25 A 28 DE MARÇO DE 1997

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO.

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – PRESIDÊNCIA DOS CULTOS.

Quem preside nunca desce do púlpito antes de encerrar o culto. Seja qual for o servo que levante com a Palavra: Ancião, Diácono, Cooperador ou Cooperador de Jovens e Menores. Enquanto o que levantou prega, o que preside permanece sentado na cadeira.

* 2 – SANTA CEIA – LIBERDADE PARA A RECONCILIAÇÃO.

Exortar a irmandade, tempos antes, para que se reconciliem, para evitar que haja reconciliações no dia da Santa Ceia. Todavia, a liberdade para a reconciliação, mediante a Palavra, fica livre. Quanto aos minutos concedidos para reconciliação, antes da Palavra, devem continuar.

* 3 – FALSAS PROFECIAS – TESTEMUNHOS FANTÁSTICOS – ELEMENTOS EXPLORADORES.

Falsas profecias não devem ser admitidas nunca, em hipótese alguma, por causa dos estragos que têm provocado na Obra de Deus. Falsos profetas devem ser reprimidos. Não se deve permitir, também, testemunhos fantásticos que pretendam iludir e enganar a irmandade. Os servos devem se prevenir e advertir a irmandade contra elementos exploradores que querem tirar proveito do povo de Deus.

* 4 – DECALQUES COM TEXTOS BÍBLICOS.

Muitas pessoas colocam decalques com citações de textos bilicos nos veículos, mencionando o nome do Senhor Jesus e o nome de Deus. Não devem ser usados pela nossa irmandade.

* 5 – HINOS ESPECIAIS – NÃO CHAMAR EM TODOS OS CULTOS.

Para o bom andamento dos cultos é conveniente ensinar a irmandade que os hinos especiais para abertura, oração, Palavra e encerramento não devem ser obrigatoriamente chamados em todos os cultos. Caso contrário, a irmandade se limitará a cantar, sempre, somente os 35 hinos especiais e nunca cantará os 450 hinos que existem no hinário.

Devemos deixar a irmandade livre para chamar os hinos movida pelo Espirito

Santo e não por costume, obedecendo a uma tabela de poucos hinos, como vem sucedendo.

Também a irmandade deve ser aconselhada a não chamar sempre os mesmos hinos. Há muitos hinos gloriosos que nunca são cantados.

Há hinos exclusivos para santas ceias, funerais e encerramento que só devem ser cantados nessas ocasiões.

* 6 – INTIMAÇOES E COMUNICADOS OFICIAIS – TOMAR PROVIDÊCIAS A TEMPO.

Sempre que formos intimados a comparecer perante a justiça ou perante entidades governamentais por meio de intimações e comunicados oficiais, devemos atender dentro do prazo estipulado, para evitar que um eventual processo corra à revelia, com conseqüências danosas.

Quem não tiver noção do que se deve fazer procure um servo de Deus ou algum irmão que seja mais esclarecido, para que haja orientação.

Nunca se deve deixar de atender a intimações e comunicados oficiais.

* 7 – OPERAÇÕES CIRÚRGICAS – UNÇÃO.

Não há mandamento ou ensinamento determinando que os que vão passar por cirurgia devam ser previamente ungidos. Todavia, se quem vai ser operado solicitar a unção, podemos ungir.

O pedido de unção deve partir do enfermo. Em São Tiago, capitulo 5, versos 14 a 16, vem dito: “Está alguém dentre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome do Senhor”. Unge-se sempre sobre a testa, embora a enfermidade possa estar em qualquer região do corpo.

Em alguns casos, quando o servo de Deus sentir, pode oferecer e efetuar a unção. Em tais ocasiões, nota-se que o enfermo aguardava a confirmação por esse oferecimento.

Quanto a ungir estranhos à nossa fé, o servo deve ser guiado por Deus e fica sob sua responsabilidade.

* 8 – FUNERAIS NAS DEPENDÊNCIAS DA CONGREGAÇÃO.

Na Convenção de 1936 ficou estabelecido: “O serviço a ser feito em funerais, deve ser julgado de acordo com o momento. Todavia, não se deve levar o corpo na Casa de Oração, pois isto tomar-se-ia um hábito e imitação de costumes mundanos, que não se fundamenta na fé apostólica e na Palavra de Deus.”

Deve-se utilizar os velórios disponiveis na localidade ou outra alternativa encontrada pela família.

Esta determinação é de caráter geral, aplicando-se tanto ao ministério, quanto à irmandade.

* 9 – BATISMOS – ANCIÃO QUE PRESIDE DURANTE O SERVIÇO DAS ÁGUAS – LEITURA DO ITEM 9º DOS ARTIGOS DE FÉ.

O Ancião que preside enquanto o outro Ancião realiza o batismo não deve ficar sentado. Deve ficar de pé, pois está presidindo no lugar do outro.

Quanto à leitura do item 9° dos artigos de fé, o Ancião que preside deve reco-

mendar aos que foram batizados para não se retirarem antes de ouvir os ensinamentos concernentes a esse item, que é de suma responsabilidade para os novos batizados.

* 10 – SAUDAÇOES COM A PAZ DE DEUS.

É conveniente corrigir o hábito de muitos irmãos que ao saudarem os servos de Deus acrescentam os seguintes tratamentos: “A Paz de Deus, servo!” ou “A Paz de Deus, ungido do Senhor!” ou “A Paz de Deus, querido!”.

Deve-se dizer: “A Paz de Deus, irmão Fulano de Tal”.

* 11 – ORGANISTAS – MANGAS DOS VESTIDOS E DAS BLUSAS.

As mangas dos vestidos e blusas das organistas devem ser de meia-manga para 3/4 de manga, ou manga comprida, para tocarem nas congregações. Nunca deverão usar mangas curtas.

ATENCÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SOMENTE PARA O MINISTÉRIO.

12. MUDANÇAS DE SERVOS.

Toda mudança de servos de Deus, Anciães, Diáconos e Cooperadores, em caráter definitivo ou missão temporária, deve passar, primeiramente por reunião ministerial da região e, depois, obter-se a concordância dos Anciães da localidade para onde pretendem mudar­-se.

Deve-se saber por que razão pretendem mudar do lugar onde estavam. Após, cada caso será examinado pelos Anciães mais velhos de São Paulo ou do Estado a que pertençam, ou na reunião geral anual. Sendo aprovada a mudança, o servo irá com ministério. Se a mudança não for aprovada, irá sem ministério. Quem muda por conveniência, interesse próprio ou motivo financeiro, também irá sem ministério.

Deve ser considerado o caso de transferência por intermédio da firma onde o servo trabalha, se a mesma partiu da empresa ou a pedido do interessado. Os servos, segundo as escrituras, são ordenados para atender as congregações às quais pertencem.

13 – REUNIÕES MINISTERIAIS E ATENDIMENTOS DA OBRA DE DEUS EM TODO O BRASIL

Servos mais antigos de outros Estados poderão presidir e atender. Os Anciães mais antigos de cada Estado podem ser designados, conforme o disposto no § 10, do art. 36, do Estatuto. As reuniões ministeriais mensais e bimensais também poderão ser atendidas por servos de outros Estados.

14 – ORAÇÃO PARA NOVOS OBREIROS.

Irmãos não confirmados poderão ser reapresentados futuramente se conservarem o bom testemunho. Não guardaremos registros da não-confirmação. Livros e fichas porventura existentes devem ser incinerados. Casos de irmãos não confir-

mados ficarão no esquecimento dos demais Anciães.

Irmãos que transportam servos e os beneficiam com favores não devem, por esse motivo, ser apresentados para o ministério. O ministério não é dado por favores nem por amizade.

15 – REUNIÕES DE CASADOS.

Tivemos conselho do irmao Louis Francescon para não fazer reuniões de casados. Se em alguma região ainda fazem, devem ser admoestados a não repetir isso.

Se algum casal necessitar de algum esclarecimento, o servo de Deus poderá dá-lo, em particular, conforme Deus o guiar.

16 – APARELHOS DE TELEVISÃO.

Quem tem ministério não deve possuir. Entretanto, temos que ter todo o cuidado nas pregações, a fim de não atacar aparelho de divulgação e cultura do Governo. Também não se deve atacar computadores, nem denominações religiosas.

Temos que advertir o povo, mas pedir a guia de Deus. “Tudo é licito, mas nem tudo me convém”, disse o Apóstolo São Paulo. E, noutra parte: “Conjuro-te que pregues a Palavra e instes a tempo e fora de tempo”.

Não se deve orar para nenhum ministério na Obra de Deus se a pessoa tiver televisão.

17 – ORDENAÇÕES DE NOVOS OBREIROS.

A ordenação de novos obreiros compete aos Anciães bem antigos no Ministério, e não aos servos mais antigos da região. A autorização deve partir da reunião ministerial dos servos mais antigos.

18 – PREGAÇÕES AMEAÇANDO COM A MORTE.

Há servos que são costumeiros em ameaçar com a morte, nas pregações, sobressaltando e aterrorizando a irmandade. Alguns estipulam até a data para a morte de alguém. Tais pregadores devem ser advertidos e, se não se corrigirem deverão ser afastados do Ministério.

19 – PREGADORES DE PROMESSAS.

Há servos que só pregam promessas para a irmandade. Habituam-se a proceder desta maneira e não sabem apresentar outro assunto que não seja o de prometer libertações e bênçãos. Devem procurar se corrigir e deixar que o Senhor dispense para o Seu povo tudo o que for necessário para o seu crescimento espiritual.

20 – CARTAS ANÔNIMAS.

Cartas anônimas não merecem nossa atenção. Todas as cartas devem ter o nome, a assinatura e o endereço verdadeiros de quem escreve. Cartas anônimas não merecem crédito e devem ser inutilizadas. Não se deve perder tempo em lê-las.

Cartas que vão do Paraná para São Paulo e outros Estados, se tiverem nome, assinatura e endereço devem ser remetidas de retomo ao Ministério do Paraná ou de outros Estados de onde procederem. Se forem anônimas, devem ser inutilizadas.

21 – BATISMO DE AMASIADOS – PRECAUÇÕES.

Em muitas localidades certos servos têm seguido uma orientação diferente daquela que aprendemos, desde o princípio, quanto a batizar amasiados. Quando surgir um caso desses, os Anciães mais novos, principalmente, devem consultar os Anciães mais antigos, pois não convém assumir essa responsabilidade sozinhos.

22 – ENSAIOS REGIONAIS – PREGAÇÕES NÃO PROLONGADAS – ANCIÃES, DIÁCONOS E COOPERADORES NÃO REGEREM.

Os Anciães que presidem ensaios regionais de orquestras devem ter toda a prudência para fazer uma oração curta e não fazer pregações prolongadas da Palavra. Trata-se de ensaio musical com tempo limitado de duração, onde precisam ser apresentados aos músicos diversos assuntos concernentes à parte musical e devem ser ensaiados diversos hinos. O tempo, às vezes, nem é suficiente para expor tudo o que é necessário. Portanto, a oração e as pregações devem ser curtas.

Anciães, Diáconos e Cooperadores que foram encarregados regionais, de preferência não devem reger nos ensaios. Mesmo Anciães e Cooperadores que estão presidindo cultos não convém ficar regendo os hinos.

23 – ESTUDAR MÚSICA NOS PRESÍDIOS.

Irmãos que atendem reuniões de evangelização nos presídios ensinam música para os presidiários que são batizados e têm bom testemunho. Estes podem tocar nas reuniões nos presídios, ensinar música e, quando retornarem ao convivio da sociedade poderão passar por exame e tocar nos cultos.

O mesmo não acontece com irmãos que cometem crimes, perdem o testemunho e vão para os presídios. Estes não poderão tocar nas reuniões presidiárias e nem nos cultos, quando retornarem à liberdade.

24 – ADMINISTRAÇÃO: ASSEMBLÉIA GERAL ANUAL – CONVOCAÇÕES – APRESENTAÇÃO DE ADMINISTRADORES.

Na Assembléia Geral Ordinária, realizada anualmente, não se pede ao plenário a aprovação para o parecer do Conselho Fiscal mas, sim, a aprovação das contas apresentadas referentes ao exercicio em questão, mencionando-se que os documentos ficam à disposição de qualquer membro da Congregação para verificações.

Assembléias, depois de convocadas por edital em tempo hábil, não devem ser canceladas, exceto por motivo justificável, que impeça a sua realização.

Quanto à apresentação de irmãos para a Administração e Conselho Fiscal, é prudente consultar antes os administradores locais, para saber se aquele irmão tem um minimo de conhecimento para o exercicio do cargo e se a situação dele,

perante as leis e a sociedade, não tem qualquer irregularidade.

O pedido de confirmação da irmandade, com a palavra “amém”, por ocasião da eleição de membros da Administração ou do Conselho Fiscal, é de competência do Ancião que estiver presidindo.

Os administradores devem prestar colaboração sem pretender ultrapassar a decisão do Ministério de Anciães.

25 – REUNIÕES MINISTERIAIS – LAVRATURA DE ATAS.

Devem ser lavradas atas de todas as reuniões em que o ministério toma deliberações, para que as mesmas fiquem documentadas, com a assinatura de todos os participantes.

Nas reuniões em que sejam tratados assuntos reservados, envolvendo questões pessoais, quer sejam de familias ou de irmãos de ministério, devem participar somente o ministério, os envolvidos e testemunhas.

Outrossim, quando esses assuntos reservados forem tratados, deve ser lavrada uma ata em separado, da qual conste apenas esses casos, com a assinatura de todos os participantes. Não se deve misturar, em uma mesma ata, esses assuntos e os demais casos de rotina do ministério. Essas reuniões poderão ser secretariadas pelo irmão Secretário da Administração ou por um Ancião ou Diácono que tenha condições de fazê-lo. Nem sempre é possível lavrar-se a ata na hora e colher-se as assinaturas de todos os participantes no corpo do documento. Nesses casos, colhe-se as assinaturas dos participantes em uma folha própria, a qual ficará fazendo parte integrante da ata, após sua lavratura e aprovação.

Nas reuniões em que se ore para Cooperadores, Cooperadores de Jovens e Menores, irmãs para a Obra da Piedade e Administradores, devem participar somente os Anciães e Diáconos.

26 – ATAS DE REUNIÕES MINISTERIAIS – NÃO REMETER PARA OUTRAS LOCALIDADES.

Não se deve remeter cópias de atas de reuniões ministeriais para outras localidades. São documentos reservados que não devem sair da própria congregação onde foram lavrados. O sigilo dos assuntos consignados em uma ata de reunião ministerial não pode ser violado, pois envolve responsabilidade da Congregação.

27 – COMUNIDADE DE CRENTES NA FLORESTA AMAZÔNICA QUE NÃO SE CASAM POR NÃO HAVER CARTÓRIO E NEM REGISTRAM OS FILHOS.

Se em uma aldeia ou localidade, por extrema dificuldade de locomoção ou transporte, não for possível o casal que deseja ser batizado ir até o Cartório e o Escrivão também não tiver condições de comparecer ao local, deve-se esgotar todos os recursos para celebrar o casamento, mediante a remessa de documentos ao cartório, testemunhas e procurador constituido para essa finalidade especifica ou qualquer outro meio idôneo, legalmente aceito.

De qualquer forma, o servo não deverá envolver-se pessoalmente nessa questão. Só em um caso muito especial ele poderá atuar, por determinação do Juiz competente.

Esgotados todos os recursos e não sendo possível a regularização da situação do casal, o servo poderá fazer o batismo, deixando-os nas mãos de Deus. Nesse caso, deve-se alertá-los da responsabilidade que assumiram, de viver em união e não se separarem, mantendo a fidelidade.

28 – ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA NA CELEBRAÇÃO DO CULTO: DEVE SER REALIZADA APÓS A PREGAÇÃO DA PALAVRA.

Por ocasião da celebração do culto e Assembléia Geral Ordinária devemos dar início à Assembléia após a pregação da Palavra.

O procedimento na ordem do culto deve ser o seguinte:

Abre-se o culto e Assembléia Em Nome do Senhor Jesus. Canta-se um hino e ora-se a Deus. O servo que preside ora. Após a oração canta-se outro hino. Suprimem-se os testemunhos. Passa-se à pregação da Palavra.

Terminada a Palavra o Ancião convida a Administração e o Conselho Fiscal a subir ao púlpito. O Presidente da Administração declara aberta a Assembléia dando inicio aos trabalhos.

Terminada a Assembléia os Administradores e os membros do Conselho Fiscal descem do púlpito. O Ancião que preside encerra o culto.

TÓPICOS DO MINISTÉRIO DA OBRA DA PIEDADE

1 – ENDOSSAR – AVALIZAR – AFIANÇAR – EMPRESTAR.

Estes são compromissos que os irmãos Diáconos e os demais irmãos com ministério não devem assumir, a fim de poderem ter liberdade para cumprir o ministério. Tem havido ensinamentos a este respeito. Deve-se dar o devido valor, a fim de não se envolver nestes compromissos (mesmo sendo verbais) e depois encontrar-se em situações que prejudiquem o seu ministério. No capitulo 6 de Provérbios, versos 1 ao 5, há advertência contra o servir de fiador.

2 – REGER ENSAIOS MUSICAIS – FORMAR MÚSICOS – ESCALAR ORGANISTAS ­ASSUMIR CONSTRUÇÕES, REFORMAS, ETC.

Os irmãos Diáconos devem dedicar-se em servir a Deus no ministério para o qual foram ordenados, evitando assumir compromissos que prejudiquem o seu ministério, salvo se houver solicitação.

3 – ATENDIMENTOS MENSAIS.

Os irmãos Diáconos devem acompanhar diligentemente os atendimentos que estão sob sua responsabilidade, verificando a justa causa dos mesmos.

4 – CESTAS BÁSICAS.

Não convém fazer-se atendimentos com cestas básicas. O atendimento deve ser feito em reunião, com a revelação do Espírito Santo, em dinheiro (não com cheques), ou compras feitas em supermercados. Os irmãos Diáconos e as irmãs da Obra da Piedade devem tomar cuidado a fim de não mudar o sistema de vida da região.

5 – ATENDIMENTOS EM CALAMIDADES.

Todo e qualquer atendimento nesses casos, quer seja em dinheiro alou roupas, deverá ser remetido para os Diáconos que atendem a região. Não se deve carregar caminhão com mantimentos e roupas e ir fazer as entregas sem ter havido reunião e sem a presença do (s) irmão (s) Diácono (s) e das irmãs da Obra Pia que atendem o local da calamidade.

6 – ATENDIMENTOS DUPLICADOS OU TRIPLICADOS.

A fim de evitar atendimentos duplicados ou triplicados em uma região, em detrimento de outras regiões necessitadas, deve haver comunicação com as localidades regionais da Obra Pia.

7 – REGIÕES CARENTES.

Deve ficar acertado qual o irmão ou irmãos Diáconos que irão atender uma determinada região carente. Outros irmãos de ministério não devem percorrer as congregações solicitando auxílio, demonstrando falta de fé e confiança para com o Senhor Nosso Deus, que poderá prover além daquilo que está faltando. Só com deliberação em reunião ministerial poder-se-á solicitar cooperação da irmandade.

Toda irmandade deve e é livre para praticar a Caridade, mas deve ser doutrinada como praticá-la, afim de não transformá-la em obra material, revelando o homem e encobrindo Cristo.

Não se deve modificar os hábitos regionais de alimentação. Também não se deve ir pelas casas solicitando doações de roupas, calçados, dinheiro, ete., mas naquilo que Deus preparar, deverá informar-se com o irmão Diácono, de como proceder, a fim de não menosprezar os irmãos do ministério da Piedade daquela região.

8 – EXIGÊNCIAS.

Os irmãos Diáconos, notando as necessidades de uma região carente (roupas, calçados, etc.), devem expor as necessidades, sem exigências, e orar a Deus com fé, pois é dEle que provêm todas as coisas.

9 – DOAÇÕES DE IMÓVEIS.

Não é de responsabilidade dos Diáconos aceitar doações de imóveis. Essa responsabilidade é de competência dos irmãos Anciães e Administradores, em reunião ministerial, para consideração.

10 – INTERNAÇÃO EM HOSPITAL.

Os irmãos Diáconos devem estar atentos com os irmãos enfermos procedentes de outras localidades que, não encontrando vaga em hospitais públicos, são internados em hospitais particulares, conseqüentemente, sobrecarregam a irmandade com coletas para saldar a conta do hospital.

11 – VIAGENS PARTICULARES.

Irmãos Diáconos e irmãs da Obra da Piedade que desejam viajar particularmente para outras localidades, deverão ter o numerário suficiente, e não angariar frutos entre a irmandade, evitando hospedar-se em casas de nossos irmãos, pois, em muitas ocasiões os mesmos não possuem condições e em outros casos serve-se de empecilho para os irmãos irem trabalhar. Não se deve permanecer muito tempo viajando, em detrimento do ministério que Deus nos confiou. Também não se deve angariar roupas ou dinheiro entre a irmandade. Viagens em missão são aquelas apresentadas em reunião ministerial e aprovadas por Deus.

12 – COLETAS E AUXÍLIOS PARA VIAGENS.

A irmandade deve ser doutrinada a cooperar também para as coletas de viagens dos servos, expondo-se os serviços divinos que os mesmos irão atender em missão na Obra.

Os irmãos Diáconos, sabedores da viagem em missão de um servo, não devem dar somente o estritamente necessário para a viagem.

13 – APRESENTAÇÃO DE IRMÃS CONFIRMADAS PARA O MINISTÉRIO DA PIEDADE.

Quando, em reunião ministerial, Deus confirmar uma irmã para o ministério da Piedade, um dos Diáconos que atende aquela localidade deverá reunir o ministério local, as demais irmãs que já exercem esse ministério e fazer a apresentação dessa irmã, expondo a ela a responsabilidade que está assumindo perante Deus, na presença de seu esposo que também deverá participar dessa reunião.

Esta irmã, entretanto, não deverá ser apresentada diante do povo.

14 – APRESENTAÇÃO DE IRMÃOS PARA PORTEIROS.

É de responsabilidade dos irmãos Diáconos a apresentação, ao ministério, de irmãos para porteiros, os quais não devem ser neófitos (novos na fé), nem estar desempregados, etc.

63ª ASSEMBLÉIA – 1998 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 08 A 10 DE ABRIL DE 1998

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIOES COM ORAÇÃO.

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – PROFECIAS – REVELAÇÕES – ORAÇÕES.

Ultimamente tem surgido muita correria do povo atrás de profecias, revelações, orações exageradas e espírito de adivinhação que se espalhou por toda a parte, e a Palavra pregada nas congregações vem sendo posta em segundo lugar.

Muitos são enganados por falsas profecias e têm sofrido transtornos materiais e espirituais irreparáveis.

Exortamos a irmandade a voltar à simplicidade que sempre tivemos desde o princípio, de buscar a Santa Palavra para saber a vontade do Senhor, terminando com correrias à procura de outras respostas.

Os prudentes aceitarão estes conselhos e obedecerão. Os que não atenderem serão chamados pelo Ministério e exortados severamente, podendo até perder a liberdade na Igreja.

* 2 – MÚSICOS DA CONGREGAÇÃO – ORQUESTRAS SINFÔNICAS.

Os irmãos que foram chamados a esta graça e já pertenciam a qualquer corporação musical, e os que já estão nessa condição, poderão permanecer nessa função.

Os irmãos que aprenderam a música para louvar a Deus e estão tocando nas congregações, não devem ingressar em orquestras ou corporações alheias à Congregação. Estes irão se colocar debaixo de um jugo que os obrigará a tocar em lugares não licitos, como festas mundanas e cerimônias perante ídolos, falta grave diante de Deus, que lhes acarretará sérias conseqüências. Além disso, após as cerimônias poderão surgir convites para freqüentar outros ambientes que não são próprios para o crente.

O Histórico e Instruções sobre as Orquestras nas Congregações voltará a ter esse ensinamento.

Outrossim, há irmãos encarregados que organizam orquestras sinfônicas com músicos da Congregação e fazem apresentações, em vários Estados do Brasil. Delibera-se que esses irmãos deverão optar: ou ficam com a orquestra e param de tocar na Congregação, ou param definitivamente com a orquestra e continuam tocando na Congregação.

* 3 – ENSAIOS REGIONAIS – SÓ UM ENCARREGADO REGE.

Em muitos ensaios regionais um encarregado marca o atendimento mas comparecem vários regionais. Somente o que marcou o atendimento deve reger. Não deve haver revezamento na regência de ensaios regionais, a não ser por motivo de enfermidade ou força maior.

* 4 – ORGANISTAS.

As irmãs organistas revezam-se para tocar durante as rodadas da Santa Ceia, nos ensaios e durante o serviço das águas nos batismos. Nos cultos normais, não há revezamento de organistas.

* 5 – CUIDADO COM LIVROS SACROS.

Bíblias, Hinários e outros que contém ensinamentos sacros, não tendo mais condições de uso, devem ser devolvidos à Congregação e alí terão o seu destino. Havendo possibilidade, serão recuperados; caso contrário, serão incinerados (queimados) conforme ensinamento antigo.

* 6 – ORAR TODAS AS VEZES QUE FOR NECESSÁRIO COLOCAR COOPERADOR DO OFÍCIO MINISTERIAL.

Deverá ser orado sempre que for necessário colocar um Cooperador do Ofício Ministerial, mesmo que seja o próprio Cooperador de Jovens e Menores. Quando, por alguma circunstância, o Cooperador de Jovens e Menores ficar atendendo a obra, deverá ser alertado de que é em caráter provisório, até que Deus levante um Cooperador oficial.

* 7 – ASSEMBLÉIAS GERAIS ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA DURANTE A CELEBRAÇÃO DO CULTO – DEVEM SER REALIZADAS ANTES DA PREGAÇÃO DA PALAVRA – RECONSIDERAÇÃO DO TÓPICO DE 1997.

Pareceu bem aos servos de Deus reconsiderar o tópico do Resumo de Ensinamentos da Assembléia de 1997 e determinar que as Assembléias Gerais Ordinária e/ou Extraordinária voltem a ser realizadas durante o horário reservado aos testemunhos, antes da Palavra.

* 8 – CARTAS DE APRESENTAÇÃO.

Cartas de apresentação não devem ser lidas perante a irmandade. São só para o ministério.

* 9 – FAZER VOTOS – PRECAUÇÕES.

Fazer votos e pagar diante de Deus é bíblico. O que a irmandade não deve é fazer voto para pagá-lo todas as vezes que for pela primeira vez a uma congregação. O Senhor não requer isso do seu povo, basta pagar o voto uma vez, podendo o mesmo ser contado em outras ocasiões, quando Deus fizer sentir, bem como, as maravilhas, libertações e outras obras.

Quem já fez o voto para pagá-lo em todas as congregações em que for pela primeira vez, fica desobrigado desse compromisso.

* 10 – COLETAS PARA IRMÃOS QUE TESTEMUNHAM.

Não se deve fazer coletas nos cultos pelo motivo de irmãos testemunharem contando misérias, alegando pobreza da irmandade, alegando não ter condi

ções para poder construir ou atender outras necessidades. Muitos irmãos deixam abandonadas as suas regiões, os seus trabalhos, as suas famílias, e permanecem muito tempo viajando e testemunhando. Todas as necessidades da Obra de Deus devem ser apresentadas em reunião ministerial para consideração. Se Deus confirmar, então se dará ciência à irmandade. A irmandade deve ser doutrinada a não cooperar diretamente para os que assim testemunharem, mas aquilo que sentirem, devem colocar nas coletas.

* 11 – ALDEIAS INDÍGENAS

A irmandade que está tendo contato com aldeias indígenas deve saber que, pelas Instruções Normativas elaboradas pela Fundação Nacional do indio, é terminantemente proibido mudar os usos e costumes dos índios.

Aqueles que estão tendo contato com os índios deverão apenas permanecer na apresentação da Doutrina de Jesus Cristo, sem impor mandamentos. Outrossim, não devem fazer coletas e devem evitar de pedir ou receber dádivas. Só poderão adentrar nas aldeias indigenas aqueles que tiverem autorização dos irmãos anciães que atendem a região.

ATENCÃO: O TÓPICO A SEGUIR É SOMENTE PARA O MINISTÉRIO.

12 – PROFECIAS – REVELAÇÕES – ORAÇÕES.

Há servos que apoiam e muitos até se envolvem com movimentos de profecias, revelações e orações. Os que assim procederem, serão chamados em reunião no Brás ou nas reuniões regionais, nos demais Estados, onde receberão a sentença. Se houver necessidade de uma punição severa, como a perda do ministério, esta deverá ser previamente submetida ao Conselho dos irmãos Anciães mais antigos que atendem a região. Temos que ser os primeiros a dar o exemplo para a irmandade.

TÓPICOS DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONARIAS

1 – COLETAS.

Deve-se permanecer nos ensinamentos que foram transmitidos há muitos anos, respeitando o Estatuto, que determina que “as ofertas e coletas são voluntárias e anônimas”. Portanto, não se deve forçar a irmandade, nem estabelecer importâncias, nem fazer marcação de nomes para compromissos futuros e nem distribuir envelopes para outras coletas, além da coleta especial quadrimestral para compra de terrenos, determinada há longos anos. Também não se deve desvirtuar os frutos, mas respeitar o sentimento de cooperação da irmandade.

As coletas para construções e compra de terrenos são de responsabilidade da Administração; quanto às demais coletas, a responsabilidade é dos irmãos diáconos.

2 – COLETAS PARA IRMÃOS QUE TESTEMUNHAM.

Não se deve fazer coletas nos cultos pelo motivo de irmãos testemunharem

contando misérias, alegando pobreza da irmandade, alegando não ter condições para poder construir ou atender outras necessidades. Muitos irmãos deixam abandonadas as suas regiões, os seus trabalhos, as suas famílias, e permanecem muito tempo viajando e testemunhando. Todas as necessidades da Obra de Deus devem ser apresentadas em reunião ministerial para consideração. Se Deus confirmar, então se dará ciência à irmandade. A irmandade deve ser doutrinada a não cooperar diretamente para os que assim testemunharem, mas aquilo que sentirem, devem colocar nas coletas.

3 – VIAGENS MISSIONARIAS.

Viagens missionárias, são aquelas que nas reuniões ministeriais foram apresentadas a Deus em oração e confirmadas. Os irmãos, ao receber o envelope com a importância para as despesas, deverão conservá-lo em boa condição, pois nele devem ser relacionadas as despesas e nele devem ser colocados os comprovantes de compras de passagens, combustível, lanches, refeições; pagamento de hotéis, pedágios, etc., para comprovação perante a lei.

A região de onde o servo atende é responsável pela manutenção do mesmo nas viagens, nacionais ou internacionais.

Nas Reuniões Ministeriais Regionais, os irmãos diáconos devem mostrar a necessidade de serem feitos seguros para os servos que viajam em missão ministerial ou material, que cobrirá as eventuais despesas de socorro médico, hospitalar ou remoção.

4 – REUNIÕES DE ATENDIMENTOS.

Localidades pequenas, que não ofereçam condições para um bom atendimento, embora tendo irmão diácono local, devem ser agregadas a uma localidade maior, desde que não seja uma grande distância, pois assim serão mais irmãos diáconos para juntos considerarem os casos.

As reuniões de atendimentos devem ser realizadas durante o período diurno e jamais no período noturno. Várias considerações foram feitas a respeito de reuniões realizadas à noite e encontrou-se muitos inconvenientes. Deve-se atentar para esta obediência e não somente para a nossa comodidade.

Em cidades que têm apenas 2 ou 3 congregações, não se justifica uma reunião regional.

5 – APRESENTAÇÃO DE IRMÃOS PARA DIÁCONOS, IRMÃS PARA A OBRA DA PIEDADE, PORTEIROS E COMODATARIOS.

Os irmãos anciães e diáconos devem estar unidos na consideração para apresentação de irmãos para Diáconos, a fim de evitar que sejam apresentados irmãos neófitos, que não trabalham ou estejam com dificuldade financeira, que sejam de outras localidades, ou tenham algum problema que as impeça de exercer o cargo.

Para apresentação de irmãs para a Obra da Piedade, os irmãos Anciães e Diáconos também deverão estar unidos na consideração, a fim de evitar que sejam apresentadas irmãs sem o dom, neófitas, novas na idade, muito idosas, que tenham filhos menores que as impeçam, que sejam de outras localidades, desquitadas, que o esposo é ciumento ou não pertença a esta Fé.

Para apresentação de irmãos para porteiros ou comodatários, os irmãos anci

ães, diáconos e cooperadores também deverão estar unidos para consideração, a fim de evitar que sejam apresentados irmãos neófitos, que não trabalham embora podendo trabalhar, que estejam com dificuldade financeira, que sejam de outras localidades ou tenham algum problema que os impeçam de exercer o cargo.

6 – ESCRITURAÇÃO DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS.

Está sendo confeccionada a quarta edição atualizada do Manual de Escrituração da Obra da Piedade e Viagens Missionárias que será enviado para todas as localidades que, obrigatoriamente, devem fazer a escrituração.

Os irmãos diáconos são os responsáveis por todo o movimento, devendo fazer o acompanhamento diligentemente. Se o irmão diácono não tiver conhecimento para fazê-lo, deverá solicitar a cooperação de um irmão da Administração.

Todo movimento bancário deverá ser feito em conta separada, em nome da Congregação, com procuração a favor de três irmãos, se possível que sejam diáconos, levando sempre duas assinaturas, não sendo permitido o uso de cartões magnéticos, quer sejam de bancos, ou de firmas.

Toda documentação, livros, talões de cheques, ete., devem ficar na congregação, e não em casa de irmãos. Os frutos também não devem ser levados para casa, mas depositados diretamente no banco.

Periodicamente serão feitas verificações nas escritas, devendo ser apresentados os documentos, o modelo P-18, o extrato bancário, a verificação do saldo em caixa, e os livros de coletas; nessas ocasiões, deverão estar presentes os Anciães, os Diáconos e os Administradores da região.

7 – ALDEIAS INDÍGENAS.

A irmandade que está tendo contato com aldeias indígenas deve saber que, pelas Instruções Normativas elaboradas pela Fundação Nacional do Índio, é terminantemente proibido mudar os usos e costumes dos índios.

Aqueles que estão tendo contato com os índios deverão apenas permanecer na apresentação da Doutrina de Jesus Cristo, sem impor mandamentos. Outrossim, não devem fazer coletas e devem evitar de pedir ou receber dádivas. Só poderão adentrar nas aldeias indígenas aqueles que tiverem autorização dos irmãos anciães que atendem a região.

8 – PORTEIROS.

Deve-se limitar o número de irmãos porteiros numa mesma congregação, ao estritamente necessário, observando-se o número suficiente para que haja condições de revezamento entre eles.

Deve-se evitar, ao máximo, a colocação de irmãs para atender a portaria.

64ª ASSEMBLÉIA -1999 – RESUMO DE ENSINAMENTOS

SÃO PAULO – 31 DE MARCO A 02 DE ABRIL DE 1999

EM NOME DO SENHOR JESUS INICIARAM-SE ESTAS REUNIÕES COM ORAÇÃO

Atencão: Somente os tópicos a seguir, assinalados com aste­risco (*) deverão ser lidos nas congregações, perante a irmandade.

* 1 – SANTA CEIA – AGRADECIMENTO

Alguns irmãos e irmãs, após participarem da santa ceia, ao retornar aos seus lugares ajoelham-se para agradecer a Deus e depois sentam. Não há necessidade de se agradecer individualmente, porque no final do serviço se agradecerá coletivamente.

* 2 – BUSCAR OS DONS DE DEUS

O ministério deve exortar a irmandade a buscar mais os dons de Deus e a Promessa do Espírito Santo com evidência de novas línguas. Quando Deus fizer sentir a quem estiver presidindo, na última oração a irmandade poderá ficar um pouco mais de tempo ajoelhada (não em todos os cultos, mas periodicamente), aguardando a promessa do Espírito Santo com evidência de novas línguas e os demais dons de Deus.

* 3 – RECEBIMENTO DO ESPÍRITO SANTO E BATISMO COM O DOM DE LÍNGUAS

Ao aceitarmos a fé em Cristo o Espírito Santo se manifesta em nós e, enquanto formos fiéis, permanece conosco para operar a nova vida debaixo da graça e consolar-nos até a vinda do Senhor Jesus. Quem crê já recebe o Espírito Santo, embora não tenha ainda o dom de línguas.

Nenhum crente, andando em sinceridade de coração, deve pensar que não tem o Espirito Santo, nem deve pensar que não está salvo só porque não foi batizado com o dom de linguas, que é um dos muitos dons do Espírito, pois pelo Espírito Santo uns têm ministério, outros sabedoria na palavra, outros têm a ciência, outros a fé, dom de cura, maravilhas, discernimento, outros as línguas, outros a interpretação delas (I Aos Corintios, 12, v. 5 ao 11), mas o penhor do Espírito Santo está em todos para recebermos a vida eterna, no reino de Deus.

* 4 – SERVIÇO DIVINO NO FUNERAL À NOITE

O serviço divino no funeral deverá ser iniciado mais ou menos uma hora antes do sepultamento, seja ele realizado de dia, ou seja à noite. O que deve ser anunciado, para a irmandade, é o horário da saída do enterro.

* 5 – VISITAS – CUIDADOS

É necessário usar de prudência ao se frequentar casas quando as irmãs se encontram sós, assim como não se deve viajar a sós com elas, salvo em casos muito excepcionais.

Em geral não se deve tomar qualquer confiança pessoal entre irmãos e irmãs; os irmãos devem se portar varonilmente na Igreja e nos minimos atos de sua vida.

* 6 – CARAVANAS PARA BATISMOS, REUNIÕES PARA MOCIDADE, ETC.

À vista das graves ocorrências que têm havido com caravanas para batismos, reuniões para mocidade, etc., o ministério delibera que não se façam locações de ônibus ou outros veículos para essa finalidade. Se alguém o fizer, nunca deverá mencionar o nome da Congregação em qualquer contrato, escrito ou verbal, mas deverá assumir, individualmente, toda a responsabilidade.

É vedado aos irmãos de Ministério e Administração se envolverem com caravanas ou divulgá-las entre a irmandade.

* 7 – MANDAMENTOS

No meio da irmandade vêm surgindo determinações que não se ajustam à Palavra de Deus. Uns proibem o uso da bicicleta dizendo ser uma transgressão; hoje em dia, com a condução difícil e cara é comum mesmo irmãs utilizarem a bicicleta para se locomover, o que não é condenável.

Outros obrigam crianças a se batizar ao atingir a idade de doze anos. Obrigar a batizar é uma coisa errada. É necessário sempre esperar a conversão da pessoa para que ela possa entender o que vai fazer. Muitas vezes pessoas se batizam e não são convertidas, o seu fim é o abandono da graça.

Não devemos proibir nem falar de batismos em tais casos, é necessário que venha da própria criança. Embora se diga que a criança não tem entendimento devemos deixá-la nas mãos de Deus, porque d’Ele é a obra, a Ele compete operar. Muitas vezes a criança não entende a voz de seus pais, porém, entende a voz de Deus em seu coração.

Também as saias longas ou largas não são condenáveis, o que deve ser condenado são os vestidos que mostram os contornos do corpo e as roupas feitas com tecidos transparentes.

* 8 – CERIMÔNIAS DE CASAMENTO SIMULADAS

Está se espalhando entre os noivos, no meio da irmandade, o seguinte comportamento: querendo economizar a taxa de comparecimento do juiz e escrevente ao salão da festa, casam-se no cartório, geralmente na parte da manhã. Depois, perante os convidados, na hora da festa simulam a cerimônia de casamento feita pelo Juiz e escrevente. Um irmão, acompanhado por uma irmã que se faz de escrevente, faz-se passar por juiz e lê os autos do casamento, declarando o noivo e a noiva casados.

Isto é uma atitude estranha, baseada na mentira, fazendo todos acreditarem que o juiz esteve presente. Os servos de Deus devem orientar os moços e moças, nas reuniões para a mocidade, a não agir desta maneira falsa. Somos povo da verdade e a verdade deve predominar em nossa vida. Tal procedimento deve cessar.

Outrossim, tornamos a lembrar que nas festas de casamento pode ser tocada apenas a marcha nupcial.

* 9 – TELEFONE CELULAR – DESLIGÁ-LO EM REUNIÕES MINISTERIAIS E DEMAIS SERVIÇOS DIVINOS

Irmãos que possuem telefone celular ou outros aparelhos similares, ao entrar nas congregações devem desligá-los durante os santos serviços, bem como todos os servos que freqüentam as reuniões e demais serviços sagrados.

* 10 – SAUDAÇÃO COM O ÓSCULO

A Palavra de Deus determina a saudação com o ósculo. Não devemos imitar os costumes do mundo, dando mais do que um ósculo. O ósculo deve ser dado entre irmãos (irmão com irmão) e entre irmãs (irmã com irmã).

Há casais de namorados que se beijam antes de entrar na reunião ou no culto e também ao término do mesmo.

Esses procedimentos não estão de acordo com os ensinamentos que sempre tivemos desde o princípio. São costumes mundanos que devem ser eliminados.

* 11 – ALDEIAS INDÍGENAS

Conforme tem sido amplamente divulgado pela imprensa escrita, falada, e demais meios de comunicação, a visita de pessoas não credenciadas nas aldeias indígenas, tem causado muitos transtornos, alterando hábitos e costumes, infringindo as leis de proteção ao indio. Alguns religiosos, saindo fora dos princípios de evangelização, pedem aos índios objetos de artesanato e outros mais, para beneficio próprio.

Somente a presidência da FUNAI é que pode conceder permissão para ingresso em terras indígenas no país. Embora em várias aldeias haja a Obra de Deus, todavia, a irmandade deve abster-se de fazer visitas, deixando isso a cargo dos servos já designados para essa finalidade, a fim de evitar que a Congregação venha a sofrer restrições de evangelização, como tem acontecido com algumas denominações religiosas.

Outrossim, não se pode fazer coleta em aldeias indígenas. É proibido pela FUNAI.

* 12 – QUADRO DA CONSTITUIÇÃO DA IGREJA DE DEUS

Em reunião ministerial de Anciães de todo o Brasil, deste ano, deliberou-se por aprovação unânime remover esse quadro de nossas casas de oração.

Essa resolução é tomada devido à revelação que o Senhor deu ao seu servo, irmão Louis Francescon, de que os únicos dizeres que devem constar nas casas de oração, são estes: “EM NOME DO SENHOR JESUS”.

Os dizeres do quadro serão tirados, também, da contra-capa do livreto de nosso Estatuto.

ATENÇÃO: OS TÓPICOS A SEGUIR SÃO SÓ PARA O MINISTÉRIO.

13 – REUNIÕES GERAIS A PARTIR DO ANO 2000- DATAS

A partir do ano 2000 voltarão a ser realizadas as reuniões com os anciães mais antigos de todo o Brasil na segunda e terça-feira da semana da Assembléia. Outrossim, será suprimida a reunião do mês de janeiro, com os anciães mais antigos de todo o Brasil.

14 – ANCIÃO QUE PRESIDE A SANTA CEIA

O ancião que estiver presidindo a santa ceia na sua comum congregação, não deverá descer do púlpito para participar, a fim de que o serviço não fique sem presidência. Deverá participar ajoelhado, de cima do púlpito, ao final do serviço, com os dois servos que estiverem servindo (estes dois participarão em baixo, junto da mesa).

15 – SANTA CEIA – CONSIDERAÇÕES GERAIS

Não se realizam santas ceias na parte da manhã. Só à tarde ou à noite, dando-se preferência aos sábados, domingos e feriados. A santa ceia se faz com um só pão, que deve ser partido com a mão, em pedaços não muito grandes.

Quem chama os hinos é o ancião que preside. Os seis primeiros hinos devem ser chamados na ordem em que estão no indice do Hinário. Os demais, que são para as rodadas, podem ser chamados alternadamente.

O servo que vai distribuir o pão ora só pelo pão, e o que vai distribuir o cálice ora só pelo cálice. Ambos pedem que Deus abençoe o que estão apresentando. Ao servir o cálice, procurar girar e, ao término de cada rodada, limpar as bordas com o pano de uma maneira discreta.

Quem serve a santa ceia são os servos da congregação local. Se houver dois anciães, ambos servem. Se houver um só ancião, o cooperador serve junto. Se não houver ancião o cooperador serve com o diácono. Em um caso excepcional, não havendo outro servo, o cooperador de jovens e menores poderá servir.

A liberdade para as reconciliações deve ser dada antes da Palavra e não depois, perdurando essa liberdade até o fim das rodadas.

16 – CUIDADOS NA CELEBRAÇÃO DA SANTA CEIA

Há certos cuidados que devem ser observados pelos servos que vão atender as santas ceias. Quando o ancião que vai presidir chega, antes de iniciar o serviço deve primeiramente verificar se está tudo em ordem sobre a mesa: o pão, o cálice e a jarra com vinho. A jarra já deve estar com vinho dentro. O vinho deve ser vinho tinto, feito de uva.

Quanto ao pão, tem que ser um só, pois representa o corpo do Senhor Jesus.

Só depois de constatar que está tudo em ordem é que deverá ser iniciado o serviço.

Somente os de 12 anos para cima, batizados nas águas, poderão participar da santa ceia. Os menores de 12 anos não devem participar, mesmo que sejam batizados nas águas.

17 – APRESENTAÇÃO DE DIÁCONOS PARA ANCIÃES

Já há algum tempo vem se observando a facilidade com que, atualmente, estão sendo apresentados irmãos diáconos para o ministério de ancião. Isso não de-

ve ser feito. Se Deus colocou um irmão como diácono, devemos deixá-lo nesse ministério. Só num caso excepcional e, mesmo assim, tem que ser muito bem considerado antes de se levar para orar. E quem é diácono não deve ficar esperando ir para ancião, mas deve permanecer no lugar onde o Senhor o colocou e trabalhar com o dom que Deus lhe deu.

Portanto, quando for necessário apresentar algum irmão para o ministério, devemos examinar bem o dom que está nele.

18 – COMPUTADORES E INTERNET

Chegou ao conhecimento do ministério que alguns pregadores estão criticando a utilização de computadores e da Internet. Não há razão e nem conveniência de se fazer qualquer comentário a respeito. Nosso dever é pregar Jesus Cristo e não criticar coisas que muitos nem sabem exatamente o que significam. .

Outrossim, ainda há servos pregando que o homem não chegou à lua. Não podemos pregar essas coisas absurdas, que não têm qualquer fundamento. Temos que ficar na doutrina do Senhor Jesus para que a Obra de Deus não seja criticada, pois estamos sendo vigiados e observados constantemente.

19 – BATISMOS – QUANDO NINGUÉM SE APRESENTAR PARA SER BATIZADO

Tendo sido orado para a realização de batismo em determinada localidade e constatando-se que não haja ninguém para ser batizado, o ancião deve entrar na água, cumprindo sua missão. Se realmente não comparecer ninguém, cantam-se alguns hinos, podendo-se fazer alguma exortação, após, comunica-se à irmandade o ocorrido e o ancião sai da água, encerrando o serviço com uma oração de agradecimento a Deus.

Os pedidos de batismos somente deverão ser levados para orar quando houver testemunhados realmente convertidos, que queiram obedecer a esse santo mandamento.

20 – ORAÇÃO NAS ÁGUAS DO BATISMO

A oração que é feita no inicio do batismo, dentro do tanque, é com imposição da mão sobre a cabeça da primeira pessoa a ser batizada. Nunca devemos alterar alguma coisa na obra, sem que seja pela comunhão do ministério. Tenhamos cuidado para não alterar o que Deus nos ensinou através dos anciães primitivos.

21 – DISCERNIR E ACATAR O DOM DE DEUS EM CADA CONSERVO

Diversos são os dons pelo Espírito Santo. Devemos discernir qual dom está em cada conservo, isto é, qual a sua aptidão dada pelo Senhor para realizar trabalho espiritual na Obra de Deus, a fim de evitarmos por tropeços à operação dos dons, movidos por algum sentimento carnal, tal como inveja, ciúmes, ambição ou vanglória, privando assim a irmandade do beneficio que aquela dispensação de Deus produziria.

22 – HONRAR O CARGO MINISTERIAL – SIGILO

Compete sempre aos servos de Deus, anciães, diáconos e cooperadores, zelar pela honra do próprio ministério. Acima de tudo devemos ser sigilosos. O que se passa nas nossas reuniões não devemos contar a quem não pertença ao ministério. Quem manifesta e revela o que deve ser mantido em sigilo não honra o ministério de que faz parte. Mesmo os companheiros de viagem não devem ser informados de particularidades das nossas reuniões. O que é para os anciães, diáconos e cooperadores não é para os companheiros de viagem, ou outros irmãos. Muitos ficam sabendo o que não deveriam saber por culpa de quem não honra o seu ministério e o ministério dos demais conservos.

Convém, também, honrarmo-nos uns aos outros. Quando um servo cometer involuntáriamente algum equivoco na pregação e outros o alertarem quanto ao erro, permitam que ele próprio desfaça o engano perante a irmandade, na mesma ocasião ou posteriormente. Não convém que outro esclareça o engano diante do povo, pois assim procedendo estaremos desmoralizando o servo que se equivocou. A própria pessoa deve desfazer o erro perante todos. Assim procedendo, ela crescerá ainda mais no conceito de toda a irmandade.

23 – CALENDÁRIOS DE REUNIÕES MINISTERIAIS REGIONAIS E LISTA DE BATISMOS

O ministério tomou conhecimento de calendários de reuniões impressos por congregações de localidades do interior do Estado de São Paulo e de outros Estados, nos quais constam os nomes e endereços de encarregados de orquestras regionais e locais, irmãos porteiros, irmãos encarregados de serviços de manutenção, comodatários, etc. Não é necessário e nem conveniente esse procedimento. Esses calendários regionais devem limitar-se às datas e horários das reuniões. Excepcionalmente em alguma região onde haja pequeno número de servos, poderão ser colocados os nomes e telefones dos irmãos anciães, diáconos e cooperadores.

Também as listas de Batismo devem conter somente o essencial, a saber: Batismos – Santas Ceias – Reuniões da Mocidade – Ensaios Regionais – Viagens ­Abertura, Fechamento e Reabertura de Casas de Oração – Aumento ou mudança de dias e horários de cultos – Coletas – Reuniões.

Nas Listas de Batismo não devem ser colocados, em hipótese alguma, nomes de servos que vão em visita às congregações, nomes de irmãos ou irmãs que receberem cargo ou ministério e nem o nome de irmãos que perderem a liberdade na Congregação.

24 – CONSTRUÇÕES SUNTUOSAS E EXTRAVAGANTES

Compete aos irmãos anciães da localidade ou que atendem a região orientar aos demais irmãos, tanto da parte administrativa como do departamento de construções, para que evitem construir casas de oração com linhas cheias de ornatos, com suntuosidade ou em formato extravagante, fora dos padrões da Congregação Cristã no Brasil.

Nenhum servo ou administrador pode fazer qualquer alteração na construção contrariando o que está no projeto aprovado pela Prefeitura. Isso acarretará prejuízo ao engenheiro que assina a planta, podendo até comprometê-lo profissionalmente.

Outrossim, é suficiente que o prédio possa acomodar a irmandade. Não se de-

ve fazer casas de oração excessivamente grandes, pois isso encarece demasiadamente a construção.

Antes de se aprovar a planta da construção, deverá ser submetida à apreciação do ministério em reunião.

A lei exige que se obtenha o “HABITE-SE” antes de se abrir uma casa de oração.

25 – AVAIS DE FAVOR EM TITULOS

Muitos irmãos avalizam notas promissórias e fazem empréstimos. Outros, ocupando cargos de anciães ou cooperadores pedem a irmãos de certas posses para que lhes avalizem titulos. Os, irmãos, nada querendo negar ao ancião ou cooperador, avalizam e depois ficam em aflição se, porventura, o compromisso não for saldado no vencimento.

Os servos de Deus não podem se prevalecer do cargo que ocupam para pedir favores à irmandade. Façamos nossos negócios de conformidade com nossas possibilidades.

26 – EMPRÉSTIMO DE DINHEIRO

Nós somos servos de Deus e sabemos que o povo nos estima. Às vezes, em nossas necessidades e apertos da vida, muitos são os irmãos que nos oferecem empréstimos ou se dispõem a nos auxíliar. É necessário muito cuidado nessa parte pois, às vezes, vão se avolumando as dividas e quando a pessoa se apercebe já está em situação difícil, da qual não consegue sair.

A melhor cousa para nós é passar as provas sozinhos, deixando o povo em paz. Assim, não esperemos ajuda do homem. Peçamo-la ao Senhor.

Outrossim, os servos do ministério não devem ser fiadores de ninguém.

27 – SERVOS COM DIVIDAS

Se houver reclamações contra servos que se achem em situação de dividas insolúveis, não podendo pagá-las, deverão eles submeter-se ao conselho de anciães, quando tais casos serão julgados.

28 – BATISMOS EM PRESIDIOS

Esses batismos são geralmente autorizados pelos diretores dos presídios. Assim, não devemos colocar esses batismos nas listas, nem anunciar nas congregações, fazendo tudo com a necessária reserva, indo o ancião acompanhado do cooperador ou de mais alguns irmãos, se houver oportunidade. Nunca se deve marcar o batismo sem antes tratar com o diretor do presídio, pois ele é quem determina e autoriza o dia para realizá-lo.

29 – RESPEITO AOS SERVOS DE DEUS – CHOCARRICES

Brincadeiras e chocarrices não ficam bem para os servos de Deus, para aqueles que tem o ministério outorgado por Deus. O servo deve ser respeitado para que, quando o Senhor lhe der a Palavra, seja ela recebida pois é enviada pelo Espírito Santo. Reprimindo esses abusos cada um terá a compreensão necessária,

devendo assim, cada servo, ensinar na sua comum congregação. As brincadeiras com os servos de Deus não convém, todavia, nem por isso devemos entender que devam eles ficar sérios demais para com a irmandade.

30 – NOVIDADES APRESENTADAS NA CELEBRAÇÃO DOS CULTOS E DEMAIS SERVIÇOS SAGRADOS

Não devemos introduzir novidades ou inovações na celebração dos serviços divinos. Temos que nos manter dentro do comportamento no qual fomos ensinados desde o princípio. Sabemos que a irmandade aprecia inovações, quer ver novidades. Porém, a forma como realizamos os sagrados serviços não deve ser alterada, pois nos foi revelada por Deus, dentro da uniformidade em toda a Obra.

Quem apresentar novidades que não temos aprendido desde o começo desta Obra, será chamado em reunião ministerial para ser advertido e terá que reprovar o que fez, diante da irmandade.

É ainda do conhecimento do ministério que há anciães e cooperadores que conservam os olhos abertos na hora da oração, o que distrai e impede sentir a presença de Deus. Outros servos, que sentam nos primeiros bancos, conversam durante o culto, sendo que o povo observa e estranha esse procedimento. Os irmãos do ministério devem ser os primeiros a colocar em prática o que ensinam à irmandade.

31 – LEITURA DA PALAVRA – NÃO LER SÓ UM VERSÍCULO

É ensinamento antigo: não devemos ler só um versículo para pregar a Palavra. Convém ler um capítulo inteiro, um parágrafo ou uma certa quantidade de versos se o capitulo for longo e não tiver parágrafos.

Não podemos tirar o estímulo de a irmandade levar a Bíblia aos cultos.

32 – NOVOS OBREIROS – NEÓFITOS

A Palavra de Deus recomenda não colocar neófitos no ministério de ancião ou diácono. Neófitos são os principiantes, que têm poucos anos de batizados.

Há ressalva no referente a obras novas e colocação de cooperadores para atendê-las. Geralmente, quando uma obra é iniciada e não há irmão indicado para atender, coloca-se como atendente da obra um dos irmãos dessa localidade que creram, podendo ser um futuro cooperador, se nele se manifestar o dom de Deus.

33 – CUIDADO NA PRESIDÊNCIA DOS CULTOS

Há irmãos que não conhecemos e que, por causa do seu falar, muitas vezes enganam até o Cooperador, que logo lhes oferece a Palavra. São pessoas que trazem transtorno e até vergonha no ministério.

Quando o servo de Deus não conhece uma pessoa, deve usar de franqueza e não ir entregando, de qualquer maneira, o lugar onde Deus o colocou. Dar oportunidade ou convidar para ler a Palavra, só deve ser feito a irmãos que conhecemos, quando formos por Deus guiados a fazê-lo.

34 – BLOCOS DE CARTAS DE APRESENTAÇÃO – NOVO MODELO

Foi elaborado um novo modelo de bloco de cartas de apresentação, que está sendo distribuído para ser utilizado a partir desta data. Na primeira página encontram-se as instruções para.o seu correto preenchimento.

Os modelos antigos, porventura existentes, deverão ser inutilizados.

TÓPICOS DA OBRA DA PIEDADE E VIAGENS MISSIONARIAS

1 – CONSAGRAÇÃO A DEUS

É necessário muita consagração a Deus, para poder entender a grande responsabilidade que o diácono tem, pelo ministério importante que lhe foi confiado, devendo ser executado sob a guia de Deus, pois, na vinda do Senhor Jesus, deverá ser devolvido a Ele, grangeado.

O ministério não deve ser executado sem o devido valor, fazendo ou deixando de fazer segundo a própria vontade. Somente com muitas orações e santificação a Deus, se obtém a revelação dos segredos escondidos em Jesus Cristo. Alguns, não entendendo ou não recebendo o ministério com responsabilidade, permanecem apenas com o titulo, não servindo a Deus e deixando a irmandade murmurar.

2 – PERDA DE MINISTÉRIO

Irmãos diáconos que, por motivo de falta grave perderam a condição de exercer o ministério, não poderão ser recolocados pois, mesmo tendo conseguido se recuperar, todavia, jamais reconquistarão a confiança da irmandade.

3 – MEDIDA DISCIPLINAR

Havendo necessidade de ser aplicada medida disciplinar contra um irmão diácono ou irmã do Ministério da Piedade, primeiramente deve-se participar aos irmãos diáconos mais antigos da região, para consideração e, em seguida, juntamente aos irmãos anciães, julgarem o caso na reunião ministerial regional. Não pertence ao irmão diácono aplicar medidas; conselhos sim, pode-se dar com a guia de Deus.

4 – VIAGENS PARTICULARES

Irmãos diáconos que estiverem em viagem de caráter particular e visitarem a irmandade, quer no Brasil ou no Exterior, sem que sua viagem seja missão confirmada por Deus em oração do ministério, abstenham-se de interferir na Obra e envolver-se em responsabilidades por influência da irmandade local, pois podem causar transtornos e contradições por desconhecerem o real fundamento das coisas naquele lugar, caindo em descrédito por terem dado ou tomado alguma decisão, ou dito alguma palavra. Quem viajar ao Exterior, deverá comunicar-se primeiramente aqui no Brasil, com os irmãos que atendem aquela nação, para inteirar-se dos cuidados necessários.

5 – REUNIÕES DE ATENDIMENTOS

As reuniões de atendimentos devem sempre ser realizadas no período diurno,

e jamais à noite, devido a muitos inconvenientes como, também, não convém fazer as reuniões a apenas meia hora antes de iniciar o culto, pois o tempo não é suficiente para uma perfeita comunhão.

1 – A reunião deverá ser aberta “Em Nome do Senhor Jesus” por um dos diáconos mais velhos de ministério.

2 – Ora-se a Deus, pedindo a Sua Presença e guia nos casos que serão apresentados.

3 – Havendo necessidade, pode-se dar alguns ensinamentos.

4 – O (s) irmão (s) diácono (s) e as irmãs devem estar presentes na apresentação do (s) caso(s) da localidade a que pertencem.

5 – São as irmãs que devem apresentar os casos, com as fichas Modelo C, assinadas pelas demais irmãs e pelo (s) irmão (s) diácono (s) da localidade a que pertencem. Fichas contendo apenas uma assinatura, não poderão ser apresentadas.

6 – Não havendo mais casos a serem considerados, encerra-se a reunião, com uma oração de agradecimento a Deus.

6 – MANUAL DE ESCRITURAÇÃO

Foi concluída a elaboração da 4ª Edição do Manual de Escrituração da Obra da Piedade e Viagens Missionárias. Exemplares foram enviados para todos tomarem conhecimento e, desde o dia 10 de janeiro próximo passado irem se enquadrando, utilizando os impressos aprovados, idênticos para todos, não devendo ser elaborados outros diferentes. Em caso de dúvidas, devem consultar.

7 – IRMÃOS PARA AUXLIAR NA ESCRITURAÇÃO

Deve-se evitar, ao máximo, a colocação de irmãos alheios ao Ministério para auxiliar nos trabalhos de escrituração, pois alguns, não conseguindo manter sigilo quanto àquilo que foi feito nos atendimentos, causaram problemas. Caso não haja possibilidade de irmãos diáconos efetuarem a escrituração, então deve-se colocar irmãos idôneos tanto na Graça como na idade, devendo ser aconselhados a guardar sigilo naquilo que viram.

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